sábado, 24 de fevereiro de 2018

Adolescência agora vai até 24 anos devido a comportamento da nova geração, diz ciência

Imgorthand / iStock
Cientistas recentemente definiram um novo período para as idades que compreendem a adolescência: se antes a vida adulta começava a partir dos 19 anos, hoje um indivíduo é considerado adolescente até completar 24 anos.

Idade da adolescência

De acordo com um estudo feito na Austrália e publicado pela revista científica Lancet Child & Adolescent Health, a nova definição é resultado das mudanças de comportamento da nova geração.

 Como os jovens atualmente estudam por um tempo mais longo e não somente até a faculdade, consequentemente adiam outras decisões que marcariam o início da vida adulta, como casamento, saída da casa dos pais e maternidade/paternidade.

 Segundo os pesquisadores, a definição da etapa é fundamental para o desenvolvimento de leis, políticas sociais e serviços. O levantamento ainda lembra que, no passado, o início da adolescência já havia sido antecipado: costumava ser padronizada como 14 anos e, hoje, está estabelecido aos 10.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

É inacreditável a matéria-prima que está sendo usada para fazer papel na China

Birdiegal/shutterstock
Papel higiênico e lencinhos podem ser encontrados em grande variedade no mercado, entre perfumados, de texturas diferentes, desenhados e até mesmo outras cores, mas os chineses foram além e estão usando cocô de pandas gigantes como matéria-prima para fabricar papel.

Cocô de panda vira papel higiênico na China

A empresa Qianwei Fengsheng Paper Company, localizada na província de Sichuan, no sudoeste da China, decidiu inovar a aproveitar fibras das fezes de pandas para produzir não apenas papel, mas também outros produtos de uso doméstico.

 Com ajuda do Centro Chinês para a Conservação e Pesquisa do Panda Gigante, a empresa vai reciclar as fezes e os restos de alimentos do animal para comercialização no país. Além de 10 kg de excrementos por dia, um panda adulto ainda produz 50 kg de dejetos alimentares, especialmente restos de bambus.

 Para fabricar papel utilizando bambu é preciso eliminar a frutose da planta para a extração das fibras, algo que ocorre naturalmente no aparelho digestivo dos pandas gigantes. Em seguida, a composição é fervida e pasteurizada para ser transformada em um papel livre de bactérias. As informações são do jornal Hong Kong Free Press.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

4 alimentos que ajudam a diminuir a azia

Shutterstock
Quem nunca sentiu aquela azia? Essa queimação desagradável ocorre quando não há a contração da válvula do estômago e o ácido gástrico escapa para o esôfago. A azia pode ter diversas causas, como a má digestão, estresse e gastrite, e pode ser sintoma de alguma doença gástrica, o que deve ser investigado mais a fundo por um médico. Mas, para um alívio mais imediato, o TudoGostoso te conta 4 alimentos que ajudam a diminuir a azia. Confira!

Alimentos que ajudam a diminuir a azia

Maçã

Diversas frutas ajudam a aliviar a acidez estomacal, e entre elas está a maçã. Isso porque ela é rica em fibras, o que ajuda a regularizar o intestino. Além disso, a maçã possui ação cicatrizante, o que ajuda a aliviar a queimação.

Banana

A banana é considerada um antiácido natural. Portanto, se você está sofrendo muito com azia, coma uma banana. Você verá que o alívio é quase imediato!

Pão integral

Se você sofre muito com queimação no estômago, dê preferência aos alimentos integrais. Eles são responsáveis por ajudar a manter os níveis de ácido clorídrico equilibrados, que causa a azia.

Manjericão

O manjericão auxilia a aliviar as dores causadas pela azia, já que ele é um calmante natural. Além disso, o manjericão e outras ervas frescas podem substituir o uso do sal nas receitas, que pode ser um problema para quem sofre de gastrite. Mas lembre-se: anda sentindo muita azia? Procure um médico para ver qual é a causa desse sintoma!

Hábitos alimentares

Uma alimentação balanceada é tudo, mas mudar alguns hábitos alimentares também é importante. O TudoGostoso dá algumas dicas:

Pular refeições: muita gente tem o costume de pular refeições quando está com pressa, mas esse não pode se tornar um hábito. Quando você pula refeições, você tende a comer mais na próxima refeição, o que faz com que o estômago produza mais suco gástrico para digeri-las.

Comer muito rápido ou não mastigar direito: o alimento começa a ser digerido já na mastigação. Portanto, quando você come muito rápido, o estômago precisa trabalhar dobrado para digerir esse alimentos.

 Fonte:Tudo Gostoso - por

6 coisas inimagináveis que estão causando casquinhas brancas no seu couro cabeludo

powerofforever/istock

Banho de água quente, falta de higiene, dormir de cabelo molhado e uso excessivo de cremes são as causas mais comuns e conhecidas de caspa, mas as casquinhas brancas no couro cabeludo também podem ser resultado de outros fatores que muita gente sequer imagina.

Causas de caspas que você não conhecia

1. O estresse pode ser um dos motivos pelo agravamento da caspa, pois a condição deixa o organismo debilitado e até aumenta a oleosidade do couro cabeludo, que acaba descamando e exibindo as casquinhas.

2. O aparecimento de caspa também pode ocorrer em maior quantidade durante a gravidez ou quando a mulher apresenta um quadro de desequilíbrio hormonal, já que as condições influenciam na oleosidade da pele.

3. Escova progressiva para alisar os cabelos, aplicação de tintura e outros tratamentos com base química podem irritar a raiz dos cabelos, fazendo com que ela fique mais oleosa ou ressecada, resultando na descamação do couro cabeludo.

4. Deixar de enxaguar corretamente os cabelos após o uso de condicionador também pode provocar caspas, pois o produto aumenta o sebo da cabeça. É válido, ainda, utilizar o cosmético apenas nas pontas e no comprimento dos fios, evitando a raiz.

5. O uso incorreto do xampu também pode descamar o couro cabeludo. Pouca gente sabe, mas o produto deve ser diluído com um pouco de água antes de ser aplicado nos cabelos para que não fique impregnado na raiz.

6. Atividades físicas podem favorecer um quadro excessivo de caspa, uma vez que resulta em acúmulo de suor no couro cabeludo, que descama e deixa os fios engordurados.

Como tratar a caspa

Chamada também de seborreia, a caspa é um tipo de dermatite que, além de aparecer na cabeça na maioria das vezes, também pode atingir barba, orelha, cílios e sobrancelhas. Sua origem pode ser genética ou provocada por agentes externos.

Para evitar e tratar a descamação do couro cabeludo, vale seguir alguns passos, como: usar xampu anti-caspa, lavar os cabelos em dias alternados, evitar passar condicionador na raiz, tomar banho com água morna ou fria e lavar os fios após atividades físicas. Caso estas medidas não funcionem, procure um dermatologista para conhecer o tratamento mais adequado.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

4 fatores que comprovadamente disparam crises de dor de cabeça

Pesquisa acusa os fatores que dificultam o controle das crises de cefaleia crônica, aquela que vive atrapalhando o dia a dia do cidadão

O poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999), autor de Morte e Vida Severina, sofria tanto com a enxaqueca que chegou a dedicar um poema à aspirina, um dos analgésicos mais populares do planeta. Segundo o escritor, que também padecia de depressão, a medicação era uma musa inspiradora para suas obras.

O que o poeta provavelmente não sabia é que, se você pena com uma cefaleia crônica, não adianta apelar só para os fármacos. Muitas vezes, pelo contrário, o abuso de remédios vira parte do problema. Da mesma forma, o estado de humor – mais pra baixo, como no caso de Melo Neto – alimenta o suplício. Esses são alguns dos achados de uma extensa revisão de 27 estudos publicada no periódico científico Neurology. Ela elenca pelo menos quatro fatores que comprovadamente servem de combustível à dor de cabeça.

Além da depressão (ladeada pela ansiedade) e do uso inadequado de medicamentos, falta de sono e estresse figuram entre os principais estímulos. Eles não só pioram a frequência e a intensidade das crises como sinalizam maior risco de a condição consumir a qualidade de vida. Os pesquisadores ponderam, porém, que, embora tais fatores liderem o ranking, outras situações são suspeitas de jogar lenha na fogueira da cefaleia.

A boa notícia: enfrentar as atribulações mapeadas – você vai conhecê-las com detalhes – ajuda a passar mais tempo longe dos ataques dolorosos. “Após o diagnóstico correto do tipo de cefaleia e de seus gatilhos, precisamos criar alternativas e mudar o estilo de vida a fim de eliminá-los”, resume o neurologista Mauro Eduardo Jurno, presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

Os médicos listam ao redor de 150 variedades de dor de cabeça. As mais comuns são a enxaqueca e a tensional. Elas são tidas como crônicas quando se manifestam 15 ou mais dias do mês por pelo menos três meses.

“A tensional tende a ser mais branda e se caracteriza por uma pressão na cabeça, enquanto a enxaqueca é mais forte, latejante e pode vir acompanhada de náuseas e formigamento no corpo”, diferencia o neurologista Manuel Jacobsen Teixeira, da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. O tratamento vai depender do tipo e das particularidades de cada indivíduo, sendo que analgésicos auxiliam a silenciar as crises, e outras medicações de uso contínuo podem ser recrutadas para prevenir o sofrimento.

O que o novo estudo colabora, independentemente do caso, é a visão de que, tão importante quanto remediar a dor, é impedir que ela apareça. E, para isso, a solução nem sempre é tão fácil e portátil: devemos rever a rotina e cuidar da saúde física e mental.

1) Ansiedade e depressão
A nova revisão é categórica: quem não está com o estado mental em equilíbrio – e há muita gente nessa situação! – terá mais dificuldade para controlar a dor de cabeça. “Existem alguns mecanismos no cérebro que suprimem a dor e são afetados tanto na depressão quanto na ansiedade. Desse modo, estímulos que antes não eram dolorosos passam a ser”, esclarece o psiquiatra Fernando Fernandes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
 
De acordo com a investigação, pessoas ansiosas e deprimidas passam mais dias do mês com crises de enxaqueca, usam mais analgésicos e têm menor resposta a eles… Superar essas condições se torna, portanto, requisito básico para driblar a dor crônica. Nesse sentido, os especialistas recomendam a psicoterapia e, caso o médico julgue necessário, o uso de fármacos para balancear a bioquímica cerebral. Tudo isso aliado a um estilo de vida saudável.

2) Abuso de remédios
“O uso inadequado de analgésicos aumenta em 19 vezes o risco de uma dor episódica se tornar crônica”, alerta Teixeira. É que esse hábito – tomar algo mais de duas vezes na semana sem orientação, por exemplo – gera um efeito rebote.
 
“O abuso dos remédios chega a alterar o bom funcionamento do cérebro”, explica o especialista. A questão é que, segundo levantamento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), 80% das pessoas com dor de cabeça tomam remédio por conta própria. “É um absurdo termos esse nível de consumo sem o diagnóstico correto e, muitas vezes, sem necessidade”, avalia Jurno.
 
Não é que você não possa recorrer a um comprimido no meio de um sufoco. Mas, especialmente se a dor for recorrente, a consulta com um profissional capacitado vai discriminar o tipo de cefaleia e nortear a adoção de medicações para cortar ou mesmo prevenir as crises – e com o mínimo de efeitos colaterais.

3) Estresse diário
Praticamente tudo que está ligado ao comportamento e às emoções influencia o aparecimento da dor de cabeça quando há propensão a ela. E, nesse ponto, a tensão se sobressai.
 
Segundo a revisão, dois dias seguidos de muito estresse já lançam gasolina no fogaréu. “Nessas situações de alteração do humor, há um impacto na liberação de substâncias que o cérebro usa para minimizar a dor”, aponta Teixeira.
 
Para piorar, não é raro que se crie um círculo vicioso. “As crises frequentes têm um papel importante no comprometimento da qualidade de vida das pessoas com cefaleia. O indivíduo passa a ter receio da crise que está por vir e isso gera um estresse que retroalimenta o problema”, observa Jurno.
 
Não há segredo para resolver o dilema. É preciso investir numa rotina mais tranquila. Como? Reservando espaços na agenda para o lazer e atividades que lhe transmitam paz – vale meditar, pedalar, ir ao cinema…

4) Problema para dormir
Bastam duas noites maldormidas para catapultar o risco de um episódio de dor de cabeça. Eis outro aviso do megaestudo, que destaca que não apenas a privação de sono entra na história como também condições que atrapalham o poder reparador do repouso noturno. É o caso da apneia, marcada por roncos e interrupções temporárias na respiração – ela é até duas vezes mais presente entre quem sofre de cefaleia.
 
Troca a noite pelo dia? Cuidado. Quanto menos horas na cama, mais intensa a tortura. Com base em suas descobertas, os cientistas acreditam que descansar ao redor de oito horas por noite, assim como tratar apneia e insônia, afasta as manifestações dolorosas.
 
“Dormir bem, fazer atividade física regular e evitar jejum são orientações de adaptação na rotina tão importantes quanto o uso dos medicamentos”, afirma o neurologista Marcelo Ciciarelli, diretor da ABN.

Elementos suspeitos
De acordo com a revisão, os fatores abaixo podem levar a pioras, mas ainda faltam provas contra eles

Excesso de peso: a obesidade e o ganho de peso rápido seriam capazes de patrocinar as crises, por aumentar a inflamação no corpo.
Envelhecimento: a idade em si não teria impacto, mas idosos tendem a sofrer mais quando a dor aparece e se cronifica lá na frente.
 
Trabalho: empregos e profissões muito estressantes podem cooperar com o transtorno. A falta de trabalho também.
Baixa expectativa quanto ao tratamento
: quando não se acredita que ele vá prover melhoras, o risco de o mal persistir tende a se elevar.

Os principais tratamentos contra a dor de cabeça crônica
Remédios: há duas vertentes. Os analgésicos para debelar as crises e outras classes de uso diário para preveni-las – aqui entram desde antidepressivos até fármacos contra convulsões.
 
Botox: as aplicações de toxina botulínica não servem só para rejuvenescer a pele. Em pontos certos do crânio, atuam na musculatura e no bloqueio dos sinais por trás da dor.
 
Psicoterapia: a terapia ajuda a lidar melhor com ansiedade, angústia e depressão, condições que estimulam as crises. Meditação e técnicas de relaxamento também são bem-vindas.
 
Acupuntura: existem evidências de que as agulhadas dão suporte ao tratamento por atuar no sistema nervoso e instigar a liberação dos nossos analgésicos naturais.
 
Estimulação eletromagnética: embora ainda sejam testadas em estudos, há indícios de que as ondas direcionadas por uma máquina ao cérebro modulam áreas e substâncias envolvidas com a dor.


Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/fatores-que-causam-dor-de-cabeca/ - Por Karolina Bergamo - Ilustração: Ana Cossermelli/SAÚDE é Vital / Via professor José Costa

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Afta que surgiu na sua boca pode querer dizer uma dessas 6 coisas sobre sua saúde

C.PIPAT/shutterstock
Caracterizada por úlceras superficiais com fundo esbranquiçado, a afta é uma pequena lesão que acomete o interior da boca ou base da gengiva, cansando desconforto e dores ao paciente. A afta pode aparecer em pessoas de todas as idades em diversas fases da vida e podem indicar diferentes fatos relacionados à sua saúde.

Causas comuns de afta

1. Uma das causas mais frequentes de afta é um comprometimento do sistema imunológico. Enfraquecido, o corpo não consegue combater de forma eficiente bactérias que entram no organismo e destroem parte do tecido da boca.

2. Pouca gente sabe, mas o estresse também pode ser outro fator que favorece o aparecimento de aftas. A condição, além de afetar o sistema imunológico e deixar o organismo mais indefeso, ainda deixa a boca ressecada, que pode aumentar as chances de lesões.

3. Se você possui algum problema de saúde e está tomando remédios ou realizando tratamentos, saiba que alguns medicamentos e procedimentos, como quimioterapia, por exemplo, podem provocar aftas na boca.

4. O aparecimento de afta também pode estar relacionado a uma deficiência no organismo de ferro, ácido fólico e vitamina B12, nutrientes encontrados em carnes vermelhas e folhas e vegetais verde-escuros.

5. A presença constante de aftas pode até mesmo estar relacionada a fatores hereditários e genéticos. Algumas pessoas simplesmente têm mais tendência a sofrer com as pequenas úlceras por apresentarem mucosa bucal com menor proteção natural.

6. Se você percebe que aftas são mais frequentes antes da menstruação, saiba que a condição pode ter ligação com TPM, uma vez que alterações hormonais típicas do período são facilitadoras do problema.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

“Doença do computador” tem se tornado a grande preocupação dos ortopedistas. Descubra se você tem

Com a chegada da era dos computadores nas últimas décadas diversas doenças vem acometendo as pessoas. São problemas de visão, problemas de postura, mas o que realmente tem dado “dor de cabeça” aos médicos é sem dúvida a “ Doença do Computador ”.

Não é uma doença nova, lógico! Ela sempre existiu, mesmo quando se quer pensava-se em desenvolver os computadores. Trata-se da “Síndrome do Túnel do Carpo” ou STC, uma neuropatia periférica resultante da compressão do nervo mediano quando este passa por um no canal localizado no punho chamado de túnel do carpo.

Apesar desta doença, ao longo do tempo, ter sido diagnosticada depois de traumas (a exemplo de quedas e fraturas), inflamações (artrite reumatoide), distúrbios hormonais, ela sempre esteve relacionada aos movimentos repetitivos. Tais movimentos, como digitar (datilografar, antigamente), tocar instrumentos musicais ou trabalhar em linhas de montagem, desencadeava a  Lesão do Esforço Repetitivo  (LER), maior causadora da STC.


Agora, de umas décadas para cá, os consultórios ortopédicos têm atendido com muito mais frequência a pacientes com a Síndrome do Túnel do Carpo. A causa está amplamente relacionada ao uso do mouse e digitação, e por isso, ela vem sendo apelidada de “Doença do Computador”. Assim, pessoas que passam o dia em frente ao computador, manipulando o mouse, seja estudando, trabalhando ou jogando, passaram a se tornar um grupo de risco.


Apesar de essa relação ainda não ter sido comprovada cientificamente, as pessoas com essa doença que usam o computador e mouse o dia todo, estão enchendo os consultórios ortopédicos. Usar o mouse – e digitar também – repetidamente, parece aumentar as chances de desenvolver ou agravar lesão do nervo mediano.

Como saber se você tem a “doença do computador”

Dormência ou formigamento do polegar e dos dois ou três dedos seguintes, de uma ou de ambas as mãos

Dormência ou formigamento da palma da mão
 Dor que se estende até o cotovelo, pode piorar muito a noite

Dor no punho ou na mão, de um ou dos dois lados

Problemas com movimentos finos dos dedos (coordenação) em uma ou ambas as mãos

Movimento de pinça ruim ou dificuldade para carregar bolsas (uma queixa comum)

  Fraqueza em uma ou ambas as mãos.

Fonte: Diário de Biologia - Karlla Patrícia

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Sedentarismo: o mal do século XXI

O sedentarismo é um estilo de vida perigoso que passou a ser moda no século XXI. Dele sofrem as pessoas que fazem muito pouco ou nenhum tipo de exercício físico, o que aumenta o risco de que sofram diferentes problemas de saúde. Muito vinculado à obesidade e a doenças cardiovasculares, tais como a diabetes, é considerado a praga da idade contemporânea.
Em muitos casos as pessoas sedentárias, além de não se considerarem como tais, usam seus problemas de saúde para continuarem inativas. Ou seja, acreditam que sua condição física é o que as impede de fazer qualquer tipo de esforço físico, quando provavelmente é o contrário: a origem do seu mal-estar é justamente essa falta de atividade e cronificação de sua condição sedentária.

O que é ser sedentário?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as pessoas sedentárias são aquelas que fazem menos de 90 minutos de atividade física na semana. E segundo indicam seus informes, o sedentarismo é um mal que afeta pelo menos 60% da população mundial adulta. Calcula-se que todo ano morrem cerca de 2 milhões de pessoas devido à prática insuficiente de exercício físico.


Para entender o sedentarismo e tudo o que ele implica, temos que deixar de lado a ideia de que as pessoas sedentárias são apenas aquelas que passam muitas horas no sofá. Além dessas, há aquelas que, por seu trabalho ou circunstâncias pessoais, permanecem todo o dia sentadas e imóveis. Seja em um escritório, preenchendo formulários, lendo livros… Qualquer tarefa que implique manter a mesma posição durante horas é prejudicial para a saúde.


Portanto, ir fazer as compras uma vez na semana ou levar o lixo não podem ser considerados tipos de atividade física. A atividade física é entendida como a prática de uma atividade que coloca em movimento todos os órgãos do corpo. Ou seja, que requer o uso dos músculos, o fortalecimento dos ossos e o bom funcionamento do sistema circulatório.

Consequências do sedentarismo


Embora sua prevalência seja alta, ainda existe uma certa tendência a olhar para o outro lado quando se trata de conhecer o impacto do sedentarismo na saúde. O certo é que é um fator de risco e pode ser causa de muitas doenças crônicas. Suas consequências são tão graves que podem levar inclusive à morte. Alguns de seus efeitos prejudiciais mais comuns são:
  • Franqueza óssea e muscular: se você não pratica um idioma, acaba esquecendo-o. No caso dos músculos e dos ossos, ocorre o mesmo. Se você não os exercita, eles se enfraquecem, perdem elasticidade e força. A longo prazo, podem desencadear osteoporose ou atrofia, distensões, contrações ou contraturas.
  • Cansaço crônico: o sedentarismo faz com que as pessoas se esgotem quase que instantaneamente ao realizar qualquer tipo de tarefa. Subir escadas, levantar objetos, agachar-se…
  • Obesidade: quase todas as pessoas com sobrepeso são sedentárias. Ao não gastarem as calorias que consomem, as gorduras que ingerem vão sendo armazenadas no seu corpo. Isso faz com que aumentem de volume e peso.
  • A obesidade aumenta o risco de sofrer de diversos problemas circulatórios e cardiovasculares, como a hipertensão. Além disso, o acúmulo de colesterol nas artérias e veias diminui o fluxo sanguíneo até o coração. Assim, o músculo cardíaco tem que fazer um esforço muito maior para que o sangue chegue a todas as partes do corpo de forma adequada. Isso pode causar doenças coronárias e infartos.
  • A síndrome metabólica está muito vinculada ao sedentarismo. Abrange um conjunto de fatores de risco e transtornos precursores de doenças crônicas, como a cardiopatia isquêmica e diabetes tipo 2.

Obesidade infantil

Como modo de vida, o sedentarismo é outro hábito que aprendemos desde pequenos. Por pura imitação, as crianças tomam como referência o comportamento de seus pais e o copiam. Se a conduta habitual deles é passar os dias sentados na frente da televisão e do sofá para a cama, não é de se estranhar que as crianças também tomem essa prática como costume.

Além disso, as novas tecnologias têm aumentado o tempo que as crianças permanecem sentadas de olho em uma tela. Passam cada vez menos tempo ao ar livre brincando no parque e mais tempo na frente da televisão ou dos videogames. Educar as crianças em um ócio ativo é primordial para que elas se transformem em adultos saudáveis.

O melhor tratamento: a atividade física

Não se trata de transformar-se do dia para a noite em atletas profissionais. Se você é sedentário, entenda que sua forma física é frágil e que se você quer melhorar, vai ter que começar de maneira gradual. De outra forma, seu corpo vai se queixar e muito, de maneira que você não vai tardar em voltar à vida sedentária. Se você pratica esportes na companhia de outra pessoa, sua motivação intrínseca para fazer exercício aumenta.

Pode ser que no dia seguinte você tenha cãibras e inclusive que elas continuem durante uma semana, mas você também vai notar que seu sistema responde adequadamente. Você vai se sentir mais leve, enérgico, com um humor melhor… E o que é mais importante: estará ganhando qualidade e tempo de vida.


Evite ficar parado

Fazer as tarefas domésticas habituais, como limpar ou passar ou realizar alguma tarefa de jardinagem, são formas de estar ativo sem sair de casa. Você também pode aproveitar enquanto assiste televisão para fazer alongamentos suaves ou pedalar em uma bicicleta ergométrica. Pode caminhar pelas ruas, acompanhar seus filhos à escola, ir caminhando fazer as compras ou levar o cachorro para passear.

Para evitar o sedentarismo no trabalho, faça pausas depois de cada hora e realize tarefas que exijam que você fique de pé. Por exemplo, encher a garrafa de água, fazer alongamentos ou passear alguns minutos depois de comer. Você pode usar a escada ao invés do elevador ou caminhar pelo escritório enquanto fala no telefone.

É curioso como, sem fazer nenhum tipo de atividade física, o sedentarismo por si só leva o corpo ao limite e o esgota! Normalmente não somos conscientes de que temos um problema de saúde até que sofremos as consequências. Por isso é tão importante educar-se na adoção de hábitos saudáveis desde pequenos.

Fonte: A Mente é Maravilhosa

Pinguins fazem sexo em troca de pedras para erguer ninho, diz estudo

Sergey Uryadnikov/shutterstock
Os pinguins-de-adélia são uma espécie de ave majoritariamente monogâmica. Quando um exemplar fêmea e um exemplar macho cruzam, vivem todo o período reprodutivo juntinhos, sem troca de parceiros. No entanto, algumas pinguins fêmeas têm pequenas escapadas - mas com um interesse muito bem definido.


Para abrigar a família pinguim, o casal precisa recolher e construir um ninho, sempre composto de pedras de cascalho. E com o objetivo de erguer o melhor e mais bem preparado ninho, algumas fêmeas oferecem, digamos, serviços carnais a outros pinguins para ter em troca as melhores pedras. O comportamento foi observado e publicado por biólogos da Universidade de Cambridge.

Como ocorre o fenômeno entre pinguins?

O fenômeno só ocorre quando o parceiro não está por perto, segundo o relato dos pesquisadores ingleses. A fêmea observa qual pedra é mais atraente e se aproxima do amontoado de um macho desconhecido. Então, ela seduz o macho ao virar de costas para ele e se inclinar para pegar a pedra do chão.


Neste momento, ocorre o acordo: o macho aproveita o momento e penetra a fêmea; em troca, finge que nada viu e a deixa ir embora com uma pedra de sua preferência. Ou até várias pedras: tem pinguim que levou dezenas delas embora após a cópula.


Os pesquisadores identificaram 10 fêmeas que iniciaram o ritual de acasalamento, mas pararam no meio, antes de que algo acontecesse. Mas não sem antes levarem pedras consigo.


O artigo informa, contudo, que os pinguins fêmeas que trocam sexo por pedra são minoria. Os casos mais comuns são de aves que se aproximam para roubar as pedras, mas que se afastam na hora que são assediadas pelos pinguins machos. E se conseguem levar alguma pedra consigo, podem até dar início a uma reação violenta do pinguim roubado.


Pinguins podem ter segundas intenções

Os biólogos entendem que todo comportamento animal tem um porquê: deve trazer alguma vantagem evolutiva. Neste caso, segundo os pesquisadores ingleses, a vantagem é exclusiva do pinguim macho: abrir mão de pedras para fertilizar a fêmea é um ótimo negócio.


Então, por que as fêmeas oferecem tal “serviço” em troca de tão pouco? Uma hipótese é de que elas não cruzaram com os outros machos por causa das pedras, mas, sim, estavam observando o mercado de pinguins solteiros para o caso do atual parceiro morrer até o fim da temporada de reprodução - e o ninho de pedras seria apenas uma desculpa.

Fonte: VIX-  Escrito por Luiz Felipe Silva