sábado, 9 de dezembro de 2017

Fabrique o seu próprio remédio “antifungos” para as unhas

A duração mínima deste tratamento para eliminar os fungos das unhas é de 2 meses, mas pode chegar a um ano até eliminar a infecção e regenerar a unha

Os fungos que se proliferam nas unhas dão origem a uma infecção conhecida como onicomicose.
Ela é causada pela ação de dermatófitos, leveduras ou fungos não dermatófitos que crescem facilmente em ambientes úmidos e quentes.


Também conhecida como “micose de unha”, é uma condição bastante comum que, de fato, atinge entre 3% e 4% da população mundial.

Ela afeta tanto as mãos quanto os pés, embora sejam mais comuns nestes últimos, especialmente em homens.

É caracterizada por provocar mais sintomas visíveis que sensíveis, especialmente quando está apenas começando a se desenvolver.

Isso faz com que unhas tenham uma aparência amarelada, grossa e com a pele ao seu redor inflamada e avermelhada.

O mais preocupante é que a falta de tratamento pode provocar enfraquecimento e perda total da unha.

Por isso, é essencial prestar atenção desde seus estágios iniciais e procurar aplicar um tratamento que facilite sua eliminação.

A seguir, queremos revelar uma solução completamente natural que, com apenas três ingredientes, “removerá” os fungos para salvar a unha.
Experimente!

Tratamento natural para combater os fungos nas unhas

Este “antifungos” natural é um tratamento de uso tópico cujas qualidades antimicóticas favorecem a destruição de micro-organismos que afetam a qualidade da unha.

O tratamento mínimo com ele é de dois meses, nos casos mais leves, mas pode se estender de 8 a 12 meses para a eliminação total do fungo e regeneração da unha.

É importante compreender que a paciência é a chave para que os remédios funcionem, já que nenhum gera efeitos imediatos e aplicações contínuas são necessárias.

Este produto é feito com ingredientes como água oxigenada, álcool etílico a 90% e vinagre branco.

Todos os três são antissépticos e antifúngicos naturais conhecidos e utilizados para tratar vários tipos de feridas e doenças de pele.

Benefícios da água oxigenada

A água oxigenada ou peróxido de hidrogênio é um produto amplamente usado para desinfetar feridas, graças à sua poderosa ação antibacteriana.

Ela tem um átomo a mais de oxigênio do que a água normal cuja forma mais vendida nas farmácias é a de 3%

É parte do catálogo de desinfetantes ecológicos, já que a ação química da oxidação é a é responsável pela eliminação de germes patogênicos.

A sua aplicação tanto nos pés quanto nas unhas favorece a destruição das leveduras e dermatófitos que causam infecção nestes locais.

Benefícios do álcool etílico a 90%

O álcool etílico é aquele que é destilado para fins medicinais e, portanto, é o que quase todo mundo tem dentro de seu kit de primeiros socorros.

Ele é usado como desinfetante e antibacteriano especialmente aplicado sobre certos tipos de lesões que afetam a pele.

Está comprovado que é eficaz contra a maioria das bactérias e fungos, mas não contra os esporos bacterianos.

Esteticamente, ele é parte da manicure e pedicure, uma vez que reduz a presença de fungos nas unhas e mata os micro-organismos que podem permanecer nas ferramentas.

Benefícios do vinagre branco

Os compostos ácidos que o vinagre branco contém, têm sido usado desde os tempos antigos no que diz respeito ao tratamento de fungos na pele.
É um notório antisséptico e antifúngico natural que pode ser usado para enfrentar a onicomicose e o conhecido “pé de atleta”.
A sua aplicação reduz a sensação de coceira, a cor amarelada e os “calos” feios que afetam a estética dos pés.

Como preparar este produto para combater os fungos das unhas?

Depois de conhecer as propriedades dos ingredientes destes produtos, a etapa seguinte será prepará-lo para proceder ao início do tratamento.

Ingredientes

  • 5 colheres de álcool etílico a 90% (50 ml)
  • 5 colheres de água oxigenada (50 ml)
  • 2 colheres de vinagre branco (20 ml)

Utensílios

  • 1 recipiente de vidro

O que você deve fazer?

  • Coloque a água oxigenada e o álcool etílico em um recipiente de vidro.
  • Adicione o vinagre branco e agite para que tudo fique bem misturado.
  • Feche o frasco e deixe-o em um lugar fresco e seco.
  • Lave muito bem a unha afetada, seque-a com uma toalha suave e aplique um pouco de tratamento sobre ela com a ajuda de um algodão.
  • Se a unha estiver grossa demais, lixe com cuidado sua superfície e esfregue o preparado.
  • Use-o todos os dias, duas vezes ao dia.
Como complemento a este remédio, procure desinfetar seus sapatos, meias e todos os tipos de itens que tenham estado em contato com as unhas infectadas.

Fonte: Melhor com Saúde

Candidíase – Veja como se prevenir!

Você sabia que o fungo responsável pelo candidíase não é transmitido apenas pela relação sexual?


A candidíase é uma moléstia que gera muito desconforto para a mulher que foi acometida por ela. Há certo preconceito para com as mulheres que estão com essa infecção na região genital, todavia, precisamos esclarecer que, esse quadro infeccioso pode ocorrer por inúmeros fatores.

Não apenas como normalmente acostumam relacionar, existe até mesmo uma discussão entre os especialistas para removê-la da lista das DSTs, pois a candidíase está intrínseca a outros fatores que propagam a proliferação do fungo.

“A candidíase é uma condição causada pela proliferação excessiva de fungos do gênero cândida, eles habitam normalmente a flora vaginal em pequenas quantidades. Sua aparição recorrente, na maioria dos casos, pode ser causada por fatores não ginecológicos, como estresse, baixa imunidade, má alimentação ou alguma outra doença. Por esse motivo, quando a candidíase se torna recorrente e a mulher passa a ter que conviver e tratar constantemente o problema, outras causas devem ser investigadas.”
-Instituto Bayer.

Sintomas

Outro paradigma que precisamos romper é acreditar que essa moléstia, atinge somente os órgãos genitais, o que é um equivoco. A candidíase pode se desenvolver em outras partes do corpo: boca, garganta, pele, unhas e etc. Lembra-se do sapinho que acomete muitas crianças pequeninas? É candidíase, portanto, mulheres, homens e crianças podem sofrer com a doença. Os sintomas mais comuns nas pessoas do sexo feminino são:
  • Corrimento esbranquiçado;
  • Afta;
  • Ardor;
  • Coceira;
  • Inchaço;
  • Dor ao ingerir alimentos.

Causas

Conforme foi mencionado, inúmeras causas podem estar por traz da infecção, não devemos apenas se delimitar ao fato dela ter sido nomeada como uma DST.
“A doença pode ser causada por mais de vinte tipos de fungos do gênero cândida, um tipo de levedura, dos quais a Candida albicans é o mais comum. As infecções da boca são mais comuns entre crianças com menos de um mês de vida, idosos e pessoas com debilidade imunitária.”
-Autor desconhecido. 

A baixa imunidade é um forte agravante conforme foi mencionado da citação acima, todavia, alguns medicamentos também podem colaborar para a proliferação fúngica, principalmente aqueles utilizados em transplantes de órgãos. Pessoas com diabetes também são mais vulneráveis, bem como, o uso de corticosteroides e alguns antibióticos.

A candidíase também pode aproveitar as condições que o corpo se encontra pós-SIDA (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) e acometer a pessoa que convive com a síndrome e não faz o acompanhamento e o respaldo necessário. Até mesmo uma prótese dentária, ou uma gravidez pode ser a causa da infecção.

“Cerca de 6% dos recém-nascidos com menos de um mês de idade apresentam infecções da boca. Cerca de 20% das pessoas em tratamentos de quimioterapia para o cancro e 20% das pessoas com SIDA também desenvolve a doença. Cerca de três quartos das mulheres apresentam pelo menos uma infecção por leveduras em determinado momento da vida.”
-Autor desconhecido.

Fatores de riscos

Algumas situações e/ou condições acabam se tornando fatores de riscos, para que o fungo se propague causando o infortúnio no corpo. Veja a seguir alguns deles:
  • O uso de roupa íntima apertada;
  • Roupas íntimas confeccionadas de material sintético;
  • Permanecer por longos períodos com biquíni molhado.
A umidade na região genital é um forte gatilho para desencadear a infecção nas mulheres. A escolha das peças íntimas deve levar em consideração: o material e o conforto.

O tratamento para candidíase

É muito comum como você pode comprovar estaticamente, a infecção das mulheres por essa levedura. Os especialistas podem administrar a terapêutica medicamentosa com os seguintes fármacos:
  • Antifúngico;
  • Fluconazol;
  • Itraconazol.
Para as inflamações que se encontram na pele, os medicamentos indicados são:
  • Nistatina;
  • Clotrimazol;
  • Miconazol.
O tratamento contra candidíase ainda perpassa, por alguns cuidados paralelos, são recomendações para que ocorra a minimização da possibilidade da infecção retornar , e com mais intensidade. As recomendações são:
  • Não realize duchas íntimas;
  • Não utilize desodorantes íntimos;
  • Evite relações sexuais durante o período do tratamento.

Prevenção

A prevenção da moléstia infecciosa está atrelada aos cuidados com a região íntima. A higienização na área dos órgãos genitais precisa ser realizada com o auxílio de um sabonete com o pH neutro. Mantenha a umidade da região controlada e opte por roupas de algodão, pois colaboram para oxigenação.

As roupas molhadas devem ser evitadas, não fique com elas por um longo período no corpo, e não use calças muito justas demasiadamente, alterne o uso entre tipos mais confortáveis e outros mais justos.

Preste atenção na sua imunidade, pois ela pode ser a “faixa de bem-vinda” para a infecção fúngica. Ao notar que o seu corpo está demonstrando sinais de uma baixa imunidade procure um médico.

Um corpo saudável é mais forte contra a infecção!

Algumas mulheres podem ser acometidas  frequentemente pela candidíase, com isso, se faz necessário manter o corpo forte, portanto, procure consumir no período de infecção alimentos que ofertem as vitaminas D e A, bem como, evite os alimentos que sejam ricos em açúcares e carboidratos. Preste atenção no seu nível de estresse, pois ele pode contribuir negativamente com o seu corpo.
Cuide-se! E caso você esteja passando por um período de infecção saiba que existe tratamento, procure o seu médico. 

Fonte: Saudável e Feliz 

Ligação entre pílula e câncer de mama existe e atinge mais um grupo de mulheres

Areeya_ann/istock
Mulheres que usam ou usaram anticoncepcional hormonal, incluindo pílulas, adesivos, anéis vaginais, implantes e injeções, têm mais chances de desenvolver câncer de mama do que aquelas que nunca fizeram uso do medicamento.

A conclusão é de um novo estudo, que acompanhou que analisou informações de 1,8 milhão de mulheres na Dinamarca por quase 11 anos. Segundo os pesquisadores, os riscos tendem aumentar conforme a idade e o tempo de uso do medicamento.

Ainda assim, os cientistas descartam a necessidade de pânico ou a parada da pílula por conta própria, sem falar com o médico. De acordo com o grupo de pesquisadores, a incidência de câncer de mama é baixo e aumento absoluto dos casos observados foi considerado pequeno.

Relação entre anticoncepcional e câncer de mama

wonderisland/shutterstock
Conforme artigo publicado no jornal científico “The New England Journal of Medicine”, embora o risco absoluto de desenvolver câncer de mama entre as mulheres seja baixo, aquelas que são ou foram até recentemente usuários métodos anticoncepcionais hormonais têm cerca de 20% a mais de desenvolver câncer de mama que as que não usam.

Risco é maior para mulheres acima dos 40 anos

Para compor o estudo, os cientistas acompanharam todas as mulheres na Dinamarca de 15 a 49 anos que não tinham câncer, coágulos nas veias ou que tivessem feito tratamento para a infertilidade.

Ao final dos 11 anos de acompanhamento, a maior incidência de câncer de mama foi em mulheres que faziam o uso do medicamento oral após os 40 anos de idade.

Pílula não deve ser condenada

Por outro, lado o uso contínuo de métodos anticoncepcionais hormonais foi relacionado a baixa incidência de sangramento, dores menstruais, endometriose e até mesmo câncer de ovário, em mulheres que possuem alto risco genético.

Devido a baixa incidência de casos de câncer, o artigo não busca condenar o uso do método anticoncepcional, mas sim alertar para as implicações na saúde de quem ainda não faz uso do medicamento e não possui recomendação médica de fazê-lo.

Atualmente, as mulheres podem contar com outras opções, que não as hormonais, como DIU de cobre, preservativos ou mesmo ligadura de trompas, caso a mulher já tenha filhos.

Fonte: VIX-  Escrito por Bruna Alencar

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Espinhas em cada região do rosto têm causas diferentes: testa, queixo, bochecha e +

TRIG e ARTFULLY PHOTOGRAPHER / Shutterstock
Apesar de normalmente estar associada ao período da adolescência, a acne pode acompanhar as mulheres durante toda a vida adulta e suas causas, assim como tratamentos, podem variar de acordo com cada caso. Confira o que pode provocar o aparecimento de espinhas em cada região do rosto:

Causas de espinha em cada parte do rosto

Espinhas na testa e no nariz têm o estresse como uma das causas mais comuns. A acne nas regiões indicaria uma resposta do corpo que, devido ao excesso de esforço, faz com que o organismo libere adrenalina, que leva ao aumento na produção de gordura e, consequentemente, de espinhas.


Espinhas nas regiões queixo, mandíbula ou pescoço geralmente estão relacionada ao ciclo menstrual: as alterações hormonais típicas do período fazem com que as glândulas produzam mais gordura, bloqueando os poros e causando o quadro de acne.

A acne na área das bochechas pode estar ligada a certo hábitos do dia a dia, como o toque excessivo no rosto com as mãos sujas ou mesmo o contato da região por muito tempo com o telefone celular.


Se as espinhas aparecem com frequência ao redor da boca, talvez você deva prestar atenção aos hábitos alimentares. Isso porque restos de alimentos ácidos podem irritar e inflamar a área, enquanto comidas gordurosas também podem bloquear os poros.

Já as espinhas que surgem no couro cabeludo geralmente são causadas pelo uso de produtos nos cabelos. O abuso de cosméticos pode aumentar o risco de entupimento dos poros da pele e levar ao quadro de acne na região da cabeça.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

Há motivo que te convencerá a abandonar o uso do cotonete hoje mesmo

Shaynepplstockphoto/shutterstock
Sair do banho e, diariamente, cutucar o ouvido usando um cotonete para, supostamente, fazer sua higienização “correta” é considerado por médicos um erro grave e um hábito que deve ser abandonado imediatamente.

Limpar ouvido com cotonete faz mal para a saúde

A cera do ouvido, apesar de ser considerada por muitos uma sujeira, tem função extremamente importante para o corpo, não existe por acaso e não deve ser removida com uma espécie de ritual de limpeza, segundo Academia Americana de Otorrinolaringologia.

De acordo com a instituição, a cera, na verdade, serve de proteção para os ouvidos. A “sujeirinha amarela” é formada por uma combinação de pele morta, pelos e secreções glandulares do canal auditivo e começa a ficar aparente na região quando, em excesso, é expelida através de movimentos que fazemos com a mandíbula.

Quando você usa o cotonete para “limpar” o ouvido, atrapalha o processo orgânico, podendo bloquear parte do canal auditivo e provocar danos à região, sendo eles: dores, coceira, odor ruim, corrimento, zumbido e, em casos mais graves, até perda parcial ou total de audição.

Para limpar corretamente o ouvido sem prejudicar o órgão, a Academia Americana de Otorrinolaringologia recomenda uma limpeza esporádica apenas do acúmulo da cera, com a aplicação de algumas gotinhas de água ou soro fisiológico estéreis, que vão amolecer e soltar o excesso.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

Escovar os dentes reduz risco de câncer de garganta e esôfago, segundo estudo com 122 mil pessoas

Manter um hábito de escovação saudável poderia reduzir em um quinto o risco de câncer de garganta, sugeriu uma nova pesquisa feita nos EUA.

 Isso porque, níveis elevados de certas bactérias associadas a doenças das gengivas aumentam essa probabilidade em 21%. Segundo os pesquisadores, o câncer de esôfago é a oitava forma mais comum da doença no mundo e, portanto, suas descobertas destacam a importância da higiene bucal, que inclui ao menos duas escovações ao dia e visitas regulares ao dentista.


Embora o câncer de garganta seja comum, sendo a sexta maior causa de morte no mundo, muitas das vezes, só é descoberto em estágio avançado, quando as taxas de sobrevivência de cinco anos variam entre 15 a 25%.

Para o estudo em questão, pesquisadores da Universidade de Nova York analisaram amostras de 122 mil pessoas durante 10 anos. Cerca de 106 participantes desenvolveram câncer na garganta ao longo do período de avaliação.

Os resultados, publicados na revista Cancer Research, revelem que certas bactérias associadas à doença das gengivas aumentam em até 21% o risco de desenvolver câncer. No entanto, outras cepas bacterianas reduziram este risco. Logo, ainda não está claro para os pesquisadores se são bactérias específicas ou a doença da gengiva em si é a fonte do problema.

Nosso estudo indica que aprender mais sobre o papel da microbiota oral pode potencialmente levar a estratégias para prevenir o câncer de esôfago ou, pelo menos, identificá-lo em estágios iniciais”, disse o autor principal do estudo, professor Jiyoung Ahn. “O câncer de esôfago é um câncer altamente fatal, e há uma necessidade urgente de novas vias de prevenção, estratificação de risco e detecção precoce“.

Ele acrescentou ainda que os resultados apenas confirmam a necessidade de uma boa saúde bucal para nos proteger contra doenças das gengivas e outras complicações. Pesquisas anteriores já haviam associado à doença das gengivas, causada por certas bactérias orais, a vários tipos de cânceres, incluindo a boca, cabeça e pescoço.

[ Daily Mail ] [ Foto: Reprodução / Domínio Público ]
V ia Jornal Ciência

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Estes são os benefícios de colocar um dente de alho sob o travesseiro

Os compostos sulfurados do alho e sua concentração de zinco favorecem o relaxamento e nos ajudam a pegar no sono, além de renovar nossas energias para enfrentar melhor o dia seguinte.

O alho é um alimento muito antigo que sempre foi utilizado como condimento de muitos pratos e ingrediente ativo de centenas de remédios.

É um parente próximo da cebola e, ainda que seu odor não seja muito agradável, é um dos mais consumidos pelas pessoas em todas as partes do mundo.


Na antiguidade ele era usado como um tempero para os pratos, repelente de pragas e antídoto para espantar demônios.

Embora esta última seja considerada apenas uma superstição, na atualidade há quem ainda pense que ele serve para combater as más energias.

O alho é um ingrediente rico em nutrientes essenciais, com diversas aplicações medicinais e uma ampla variedade de benefícios para a saúde.

A seguir queremos recordar suas principais propriedades e uma interessante terapia que pode ser muito útil para aqueles que têm problemas de sono.
Você se interessa em conhecer mais?

Propriedades nutricionais do alho

O alho se destaca por seu aporte significativo de calorias. Ele pode chegar a conter até 100kcal em cada 100 gramas.

No entanto, dado que é consumido em poucas quantidades, ele não é um problema para o peso corporal.

Além disso, contém carboidratos complexos e proteínas que contribuem para melhorar o rendimento físico e mental.

Ele oferece vitaminas do complexo B e minerais essenciais como o sódio, o potássio e o magnésio.

No entanto, seus principais benefícios são atribuídos a sua alta concentração de compostos sulfurados como a alicina.

Principais benefícios do alho

Embora não possa ser considerado um ingrediente milagroso para o organismo, muitos de seus efeitos o posicionaram como um dos melhores “superalimentos” que podem ser acrescentados à dieta.

Por sua composição, é um bom complemento para aliviar vários tipos de infecções, transtornos metabólicos e problemas do sistema respiratório.

De fato, dado que contém antioxidantes e substâncias anti-inflamatórias, ele é um grande aliado da saúde cardiovascular.


Seu consumo melhora a elasticidade das artérias, diminui o excesso de colesterol e regula os níveis de pressão arterial.

Ele também melhora o fluxo sanguíneo até cada uma das células do corpo e contribui para prevenir o envelhecimento precoce.

São atribuídas a ele qualidades antibacterianas e antissépticas, que poderiam funcionar inclusive melhor do que alguns antibióticos sintéticos.

É um diurético natural que combate a retenção de líquidos e o excesso de inflamação dos tecidos.

Além disso, está comprovado que aqueles que o incluem dentro de um plano de alimentação saudável conseguem perder mais peso em comparação com os que não o consomem.

Por que colocar um dente de alho sob o travesseiro?

Após conhecer os benefícios de consumir mais alho, falaremos sobre um tratamento simples que consiste em colocá-lo sob o travesseiro todas as noites.
Este antigo segredo das avós é utilizado para promover um sono saudável e profundo, especialmente no caso de pessoas que estão tendo dificuldade para dormir.

Os compostos sulfurados do alho se espalham junto com seu odor e exercem um efeito calmante que ajuda a melhorar a qualidade do sono.

Nas culturas antigas acreditava-se que ele podia proteger as pessoas dos maus espíritos, mas, na realidade, a sensação de segurança que ele oferece se deve a sua concentração de zinco.

Apesar de no princípio ser difícil se acostumar com o odor, com o passar dos dias ele não será mais um problema e se transformará na melhor solução para a insônia.

Como se fosse pouco, ele também tem efeitos positivos sobre o rendimento físico no dia seguinte, dado que ajuda a renovar as energias para enfrentar melhor a jornada.

Recomenda-se complementar esta terapia com o consumo de, pelo menos, um dente de alho em jejum, seja sozinho ou com um pouco de limão.

Tratamento natural com alho para dormir melhor

Outra interessante forma de aproveitar os benefícios do alho para dormir consiste em preparar uma bebida natural com propriedades relaxantes.

Ingredientes

  • 1 copo de leite (200ml)
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 colher de chá de mel de abelhas (7,5g)

Instruções

  • Coloque o leite em uma panela, acrescente o alho amassado e deixe ferver durante três minutos.
  • Passado este tempo, espere repousar, acrescente o mel e beba.
  • O ideal é ingeri-lo cerca de 30 minutos antes de ir para a cama para conseguir ótimos resultados.
Como podemos ver, além de ser um dos melhores condimentos, o alho é um aliado para a saúde e para combater os contínuos problemas de sono.


Ele pode ser aproveitado de diversas maneiras, mas é interessante experimentar terapias alternativas como as que propusemos neste artigo.

Fonte: Melhor com Saúde

Correr é remédio eficiente para ansiedade e depressão: 3 histórias te convencerão

lzf / iStock
Diversos estudos científicos já comprovaram que exercícios aeróbicos, como corrida, por exemplo, podem ser tão efetivos quanto remédios no tratamento de ansiedade e depressão leve a moderada, com ótimos efeitos colaterais, como melhora da saúde física, controle do peso, combate ao inchaço e à disfunção sexual, entre outros.

A liberação de endorfinas é a principal razão pela qual as atividades físicas promovem bem-estar físico e mental, já que funciona como uma “droga do bem” que traz melhora do humor e da cognição. Confira algumas histórias reunidas pela revista Runner’s World de pessoas que superaram a depressão com a ajuda da corrida:

Corrida ajuda a tratar depressão e ansiedade

 

Para a publicação, o estudante Ian Kellogg, de 22 anos, conta que, quando enfrenta um período de depressão, tem dificuldade até para sair de casa e correr, mas sabe que apenas meia hora da atividade fará com que ele se sinta bem melhor.


Os benefícios da corrida contra a depressão também são conhecidos por Pati Haaz, de 42 anos. Ela conta que, em junho de 2015, sofreu um aborto espontâneo e ficou severamente deprimida. “Eu não queria sair da cama, não queria sair de casa e não tinha motivação para fazer nada”, diz.

A situação começou a mudar quando, ao fazer terapia, foi questionada sobre seus hábitos antes da depressão. Ela revelou ao analista que praticava corrida regularmente. Então, foi incentivada a retomar a atividade. Foi assim que Pati descobriu que o treinamento ajudou a superar seus problemas e a voltar a experimentar a sensação de realização que, mais tarde, seria espelhada em outras áreas de sua vida.

Rich Harfst, de 54 anos, funcionário do governo federal e maratonista, foi diagnosticado com depressão ainda na adolescência e contou à reportagem: "Eu fiz ioga, ciclismo, mas nada funcionou tão bem quanto a corrida para driblar a condição”.

A revista ainda cita um estudo de 2008 que mostrou que pessoas que caminhavam ou corriam durante pelo menos 30 minutos por dia apresentavam melhora no humor, aumento do vigor e menos fadiga do que aquelas não praticavam atividades físicas.

 É importante ressaltar, no entanto, que a corrida pode realmente ser uma excelente aliada contra a depressão e a ansiedade, desde que seja encarada como ajuda adicional. O uso de medicamentos e terapia não devem ser abandonados, especialmente em casos mais graves da doença.

Fonte: VIX- Escrito por Paulo Nobuo

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Estudo diz que baixinhos são mais saudáveis e têm menor risco de trombose

Diego Schtutman/shutterstock
Pessoas baixinhas no dia a dia podem sofrer para se adaptar a ambientes, costumam ouvir piadas constantes sobre sua estatura e, em alguns casos, até mesmo são vítimas de preconceito.

Mas se você faz parte deste grupo, saiba que pode ter motivos para comemorar: é considerado mais saudável e tem menor risco de desenvolver trombose. Pelo menos foi o que descobriu um estudo sueco publicado pelo periódico Circulation: Cardiovascular Genetics.

Baixinhos têm menos riscos de trombose

Wavebreakmedia/Shutterstock
De acordo com o trabalho científico, pessoas de baixa estatura tem até 69% menos chances de ter trombose venosa profunda, condição em que coágulos de sangue se formam e impedem o fluxo sanguíneo nas veias. A trombose se torna ainda mais grave e pode resultar em embolia quando um coágulo se desprende e se movimenta na corrente sanguínea.

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Para chegar à conclusão, pesquisadores da Universidade Lund analisaram dados de saúde de mais de 2 milhões de pessoas entre 1950 e 2010 e descobriram que homens com menos 1,60m apresentavam 65% menos risco de trombose do que aqueles com 1,80m ou mais.

Entre as mulheres avaliadas no estudo, o risco de sofrer com a condição caiu para 69% entre as que mediam menos de 1,55m, em comparação com aquelas que tinham 1,80m ou mais de altura.


As razões não foram completamente decifradas pelos estudiosos, mas acredita-se que as pernas mais curtas de indivíduos de baixinhos reduziriam as chances de surgimento de coágulos. As pernas são a parte do corpo em que os trombos aparecem com maior frequência.

Apesar de interessante, a pesquisa possui algumas limitações, já que os autores do trabalho científico não levaram em conta fatores significativos, como estilo de vida da infância dos voluntários, assim como hábitos de alimentação, atividade física e tabagismo.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo