domingo, 16 de dezembro de 2018

Por que não se ouve falar em câncer no coração?

Frequentemente ouvirmos falar em diversos tipos de câncer que costumam afetar várias partes do corpo, como os pulmões, a pele, os seios e até mesmo o cérebro. Isso leva muita gente a crer que praticamente todos os órgãos são de alguma forma vulneráveis ao desenvolvimento de células anormais que atacam o tecido saudável. No entanto, existe uma parte do corpo onde o câncer simplesmente parece não afetar: o coração. As doenças cardíacas são uma das principais causas de morte no Brasil, mas é muito difícil tomar conhecimento de algum caso envolvendo um suposto “câncer no coração”, o que levanta uma questão interessante: afinal, isso realmente existe?


 De fato, o câncer no coração realmente existe, mas é extremamente raro. Para se ter uma ideia, estimativas apontam que esse tipo de câncer afeta apenas 50 pessoas em um milhão. Para entender por que o câncer no coração é tão raro, é importante saber primeiramente como o câncer cresce e se espalha. Tudo começa quando as células vão crescendo e se dividindo. No meio desse processo, uma mutação pode ocorrer, seja por fatores genéticos ou até mesmo ambientais. Essas células mutadas começam a crescer e a se dividir rapidamente em uma configuração desordenada, ignorando os sinais que poderiam impedir essa anormalidade. Eventualmente, esse crescimento desordenado acaba formando um tumor canceroso, que precisará ser destruído e removido.


 Ironicamente, os fatores que tornam o coração tão vulnerável às doenças cardíacas acabam tornando esse órgão muito menos vulnerável ao câncer. Isso ocorre porque a maioria das células musculares cardíacas, também conhecidas como miócitos, não podem se dividir e crescer como as células comuns.

 Essas células são tão organizadas e especializadas em suas funções que acabam apresentando muitos mecanismos e pontos de checagem que não permitem um retorno a um estágio inicial de imaturidade e de regeneração. Sem a capacidade de se regenerar rapidamente, é difícil para o coração reparar danos causados por problemas cardíacos, mas isso também não deixa a porta aberta para que as mutações se transformem em câncer.

 Além disso, o coração também apresenta uma maior proteção aos fatores de risco externos. Isso o deixa menos exposto a substâncias cancerígenas, ao contrário dos pulmões, que são extremamente vulneráveis aos efeitos da fumaça, por exemplo. Também vale destacar que a grande maioria dos tumores no coração são benignos, o que facilita ainda mais o seu tratamento.

Fonte: tricurioso.com - por 

Estudo mostra que até sujeira da casa pode ser causa do acúmulo de gordura corporal

Elbud/shutterstock
Má alimentação e sedentarismo são considerados os principais fatores que contribuem para o acúmulo de gordura corporal, mas você sabia que até mesmo a poeira que você respira dentro de casa pode ser uma das causas do problema?


De acordo com um estudo norte-americano, alguns poluentes ambientais comuns encontrados em poeira doméstica podem estimular as células adiposas a acumular mais triglicerídeos ou gordura no organismo.

Como a poeira da casa pode causar acúmulo de gordura

George Rudy/shutterstock

 Os pesquisadores explicam que partículas de poeira podem agir como desreguladores endócrinos, ou seja, substâncias que podem interferir ou imitar os hormônios do corpo, afetar funções reprodutivas, neurológicas e imunológicas e até resultar em ganho de peso ao serem inaladas, ingeridas ou absorvida pela pele.

Para chegar à conclusão, cientistas coletaram de 11 casas na Carolina do Norte, EUA, amostras de poeira interna e fizeram testes em um modelo de células pré-adiposas de ratos de laboratório.

Foi possível observar que 7 das 11 amostras de poeira recolhidas foram capazes de desencadear transformações das células pré-adiposas em células de gordura maduras e que acumulam triglicérides nos animais avaliados.

 Além disso, entre os 44 contaminantes do pó doméstico comuns testados no experimento, a piraclostrobina (um espécie de pesticida), o retardador de chama TBPDP e o DBP, um plastificante comumente usado, tiveram os efeitos mais fortes de produção de gordura, sugerindo que a mistura dessas substâncias químicas na poeira doméstica poderia promover o acúmulo de triglicérides e células adiposas.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

Higiene íntima da mulher: o que fazer e o que não fazer

A higiene íntima é essencial para a saúde pois, além de eliminar odores, evita infecções, entre outros problemas. Este cuidado é ainda mais evidente no caso das mulheres, que têm a anatomia da região genital mais “recolhida” e, por isso, mais propícia à proliferação de bactérias e fungos.

Embora a vagina possua proteção natural, promovida por uma população de bactérias benéficas que formam a flora vaginal e mantêm o pH ácido na região, a higiene adicional, feita pela própria mulher, se faz necessária. Caso não seja feita de forma adequada, a proliferação de fungos e bactérias poderá gerar odor desagradável, coceiras, irritações e corrimentos. Saiba como deve ser feita a higiene íntima e esclareça suas principais dúvidas.

Assim como escovar os dentes, a higiene íntima faz parte da rotina da mulher. Mas, ainda assim, este hábito costuma gerar dúvidas, como, por exemplo: quantas vezes devo lavar a região por dia? Quais produtos usar? O que não devo usar? Entre outras questões.

Confira abaixo as principais orientações da ginecologista e obstetra Erica Mantelli, pós-graduada em Medicina Legal e Perícias Médicas e Sexologia/Sexualidade Humana pela Universidade de São Paulo (USP).

1. Não é necessário exagerar
Erica explica que a maneira ideal de se fazer a higiene íntima é realizar a lavagem da região com água e sabonete, podendo ser feita durante o banho, uma a duas vezes por dia. “Não há necessidade de lavagem em excesso, porque isso pode tirar a proteção natural da região, e essa retirada da proteção pode desencadear infecções”, esclarece.

2. Use sabonete íntimo
Erica destaca que o sabonete íntimo tem o pH fisiológico ligeiramente ácido para manter a vagina com a sua acidez ideal. “Usar sabonete com outro tipo de pH pode alterar o da região genital, predispondo a região a infeções vaginais. Porém, é importante conversar com o ginecologista para usar o sabonete íntimo adequado, pois alguns contêm muito conservantes ou substâncias químicas que podem também, a longo prazo e em excesso, causar infecções vaginais”, explica.

A ginecologista acrescenta que o sabonete íntimo não precisa ser colocado diretamente na região íntima: a mulher pode colocar na mão, fazer espuma e depois aplicar na região para lavagem adequada. Também não há necessidade de aplicar o sabonete dentro da vagina.

3. Use calcinhas de algodão
Ultrapassando um pouco a questão da lavagem em si, o uso de calcinhas de algodão também está relacionado à higiene íntima da mulher. Isso porque, esse tipo de tecido permite a livre circulação de ar na região, não “abafando”.

“Tecidos sintéticos podem deixar a região mais abafada e, com isso, causar mais infecções genitais. Portanto, o melhor tipo de lingerie para o dia a dia é a calcinha de algodão; é interessante deixar os outros tecidos para alguma situação mais especial”, explica Erica.

4. Não use lenços umedecidos no dia a dia
Erica destaca que o lenço umedecido pode ser utilizado em situações de exceção, como quando a mulher está fora de casa, em um ambiente de trabalho ou fazendo uma viagem de avião e está no período menstrual, por exemplo, e quer fazer uma higienização rápida.

“Porém, ele não deve ser utilizado todos os dias porque pode causar ressecamento da região, atrapalhando a acidez do local e também tirando a barreira protetora”, explica a ginecologista.

5. Não fique por muito tempo com determinados tipos de roupa
“Existem tecidos sintéticos, algumas lycras e, principalmente roupa de ginástica e biquínis, que não deixam a região ter a transpiração necessária, podendo propiciar o acúmulo de suor e deixar a região ainda mais úmida, alterando o pH vaginal, predispondo a região a infecções, principalmente por fungos”, explica Erica.

“Por isso, é importante, após a atividade física, a mulher já realizar a troca da roupa da ginástica; e, ao sair da piscina ou mar, também realizar a troca da roupa, pelo menos a parte de baixo, para manter a região íntima sempre seca”, destaca a ginecologista.

Outra dúvida comum diz respeito ao uso de desodorante íntimo. Porém, vale destacar que ele não é um produto necessário para a higiene íntima da mulher.

Para Erica Mantelli, aliás, o uso de desodorante íntimo não é indicado. “Pois ele pode, com o tempo, prejudicar a região genital. Apenas a higienização adequada no local é suficiente. Caso a mulher apresente odor desagradável na região vaginal, deverá procurar o ginecologista para avaliação”, esclarece.

Higiene íntima após relação
É essencial destacar a importância da higiene íntima após a relação sexual. “Ela é importante para evitar infecções genitais e também infecções urinárias após a relação, fazendo assim uma lavagem do canal uretral”, destaca Erica.

“Após a relação sexual, é indicado que a mulher urine e faça a lavagem com água e sabonete íntimo”, orienta a ginecologista.

Outros métodos de higiene íntima
Talvez você já tenha ouvido falar em outros métodos de higiene íntima, como, por exemplo, com bicarbonato de sódio ou vinagre. Mas será que eles são seguros e eficientes?

Vinagre
Erica destaca que o uso do vinagre para higiene íntima não é seguro. “Ele não deve ser realizado indiscriminadamente, apenas com indicação médica dependendo do tipo de patologia que a mulher apresenta”, diz.

Bicarbonato de sódio
A lavagem com bicarbonato também deve ser feita somente se houver indicação médica. “Ele é muito utilizado em alguns casos de vulvovaginites, porém, deve existir indicação médica, já que o método não é recomendando para todas as mulheres e, em alguns casos, ao invés de ajudar, pode acabar atrapalhando (dependendo do tipo de infecção vigente)”, explica a ginecologista.

Com saúde não se brinca, ainda mais quando o objetivo é higienizar uma região íntima e tão sensível. Por isso, fuja das receitas caseiras, aposte no método tradicional e básico de lavagem e sempre siga corretamente as orientações passadas por seu médico ginecologista.

Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/higiene-intima/ - Escrito por Tais Romanelli -     ISTOCK
Via Blog professor José Costa

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Mayah nasceu com uma mechinha branca no cabelo e virou celebridade

Paula Beltrão/Divulgação
Mayah Aziz Oliveira acabou de nascer, mas já faz enorme sucesso. Tudo graças à mecha branca que colore seus cabelos. A bebê tem piebaldismo, condição que causa desordem na produção de melanina. A mãe, Talyta Youssef, de 40 anos, tem o mesmo.

“Quando veio o meu xeroquinho foi muito legal”, disse ela ao G1. Talyta conta que houve grande comoção no Hospital Sofia Feldman, em Belo Horizonte, onde a criança nasceu. 

“Quando ela nasceu, o cirurgião falou assim: ‘olha, ela está com luzes no cabelo’. E aí a gente entendeu que ela tinha vindo de mechinha, porque tem aquele tecido verde, que tampa a nossa visão. E aí foi um furdunço na sala de parto e foi todo mundo querendo ver. Aquele reboliço”, relatou ao portal.

Na maternidade as pessoas começaram a fotografar a recém-nascida. As fotos chegaram até a fotógrafa Paula Beltrão, que decidiu presentear a família com um ensaio.

Talyta conta que, por causa do piebaldismo, sofreu bullying na escola e só conseguiu se aceitar por volta dos 25 anos. Ela acredita que com a pequena Mayah será diferente.

“Ela vai ver como isso é bacana e que ela tem uma mãe e um pai super amorosos, super bem resolvidos com isso. Então o ambiente que ela vai crescer é um ambiente diferente do que eu cresci, que você não tinha tanto acesso à informação, pouco se falava de autoestima, pouco se falava de especificidades, que ser diferente é legal, que você não precisa estar massificado, estar como todo mundo pra ser aceito”, opinou Talyta.

Cláudia  / Da Redação - Via msn

Você consegue esticar as mãos até os pés? Resposta diz MUITO sobre sua saúde

Maridav/Shutterstock
Sente-se no chão com as pernas esticadas. Com a coluna reta, desça lentamente o corpo e tente levar as mãos até as pontas dos dedos dos pés. O simples exercício de alongamento pode ser muito desafiador para algumas pessoas e a capacidade – ou não – de realizar a atividade diz muito sobre sua saúde.

Alongamento pode ter relação com a saúde do coração

Além de indicar seu grau de flexibilidade muscular, a capacidade de alongar o corpo e tocar os pés com as mãos pode estar relacionada flexibilidade das artérias coronárias, ou seja, os vasos responsáveis pela chegada de oxigênio e outros nutrientes ao músculo cardíaco.


Portanto, se você consegue esticar as mãos até os pés pode apresentar uma melhor saúde do coração.

De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade do Norte do Texas, nos EUA, entre pessoas acima de 40 anos, um corpo mais flexível indica uma menor rigidez das artérias.


No estudo, 526 adultos foram orientados a se sentar com as pernas esticadas e alcançar os pés com as mãos.

Segundo os pesquisadores, a flexibilidade pode ser um preditor de enrijecimento arterial, independente de outros componentes da aptidão física, como capacidade cardiorrespiratória, força muscular e flexibilidade.

 É importante ressaltar, no entanto, que os cientistas afirmam que mais estudos são necessários para aprofundar o tema e que indivíduos que não conseguem tocar os dedos dos pés com as mãos não apresentam, necessariamente, risco iminente de desenvolver problemas no coração.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

Conheça a história da santa protetora dos olhos

Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz.
 
Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda.

Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade”.

Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV.

Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão (“Luzia” deriva de “luz”), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira.

Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra “A Divina Comédia”, que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje.

Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo.

Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304.

Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.

Fonte:  https://noticias.cancaonova.com

Santa Luzia Rogai a Deus por Nós... Amém !

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Saiba como remover os riscos e arranhões dos óculos

O arranhões nas lentes dos óculos estragam a sua estética e podem prejudicar a sua visibilidade. Além disso, eles podem até cansar sua visão e causar dores de cabeça em alguns casos. Mas caso os riscos nos seus óculos não sejam tão profundos, você não precisa entrar em contato com especialistas para reparos profissionais, pois existem alguns métodos simples para reduzir a profundidade dos arranhões que você pode fazer no conforto da sua casa. Confira:


Óculos com lentes de vidro

1. Solução de bicarbonato de sódio com água

 

Esse método simples pode salvar o seu orçamento, pois é barato, prático e muito eficaz para riscos leves. Dissolva 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio em 1 colher de sopa de água e esfregue a mistura nos arranhões. Em seguida, lave as lentes com água corrente e limpe-as com um pano de microfibra.

2. Limpador de vidro de carro

 

Este líquido pode ser muito eficaz em tirar os arranhões dos óculos pois repele perfeitamente a umidade e nivela os pequenos solavancos da superfície danificada. Curiosamente, esse método também pode fazer com que os óculos reparados embacem menos com o passar do tempo. Após usar o limpador de vidro nas lentes, basta aplicar uma pequena quantidade de detergente no local e em seguida limpá-lo em movimentos circulares com um pano de microfibra.

3. Pasta de dente

 Esse talvez seja um dos métodos mais populares. Aplique uma pequena quantidade de pasta de dente no dedo e esfregue-a em movimentos circulares nos arranhões. Em seguida, limpe o excesso com um pano de microfibra. Se os riscos forem muito profundos, será necessário repetir o procedimento de 3 a 5 vezes. Vale lembrar que alguns cremes dentais podem ter partículas mais porosas, por isso recomenda-se que você teste a sua qualidade em outra superfície de vidro, antes de aplicá-lo diretamente nas lentes.

 

Óculos com lentes de plástico

1. Detergente comum

 

O detergente líquido da sua cozinha pode ser perfeito para resgatar o bom estado das lentes de plástico. Com ele, você pode remover pequenas manchas e arranhões. Basta limpar as lentes com o detergente, depois enxaguar com água e remover o resíduo com um pano de microfibra.

2. Solução de bicarbonato de sódio e vinagre

 Para se livrar de pequenos arranhões, misture 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio e 1 colher de chá de vinagre. Esfregue a mistura nos riscos, enxágue com água e limpe com um pano macio.

Fonte: tricurioso.com

 

4 riscos que você assume ao beber refrigerante e outras bebidas açucaradas

Não é segredo para ninguém que refrigerantes fazem mal para a saúde. Mas é bom ser mais específico na hora de dizer que males são esses, para não correr o risco deste alerta soar vago e genérico. O portal Medical Daily listou quatro problemas bem concretos causados pelo consumo de refrigerantes – e o que é mais importante: estes problemas são causados especificamente pelos refrigerantes, em função da maneira como nosso corpo reage ao açúcar e às calorias na forma líquida.

4. Exagero na comida
Pesquisas mostram que os carboidratos líquidos produzem menos saciedade do que as suas formas sólidas, um efeito frequentemente observado em bebidas açucaradas como os refrigerantes. Como essas bebidas não proporcionam nenhuma sensação de plenitude, elas simplesmente acabam dando ao nosso corpo calorias vazias, nos fazendo consumir mais alimentos para satisfazer a fome.
“As calorias líquidas não mantêm fortes propriedades de saciedade, não suprimem a fome e não provocam respostas dietéticas compensatórias. Ao beber calorias líquidas, as pessoas geralmente acabam comendo mais calorias no geral”, diz na matéria Richard Mattes, professor de alimentos e nutrição da Universidade Purdue, nos EUA.
Calorias líquidas em praticamente qualquer forma – álcool, sucos ou refrigerantes – não são detectadas pelo radar do corpo, mas têm um impacto que pode ser enorme. Evidências científicas confirmam que, embora esses líquidos contenham calorias, o corpo não os detecta da mesma forma que detectaria alimentos sólidos.
Quando as pessoas ingerem calorias na forma de alimentos sólidos, elas compensam naturalmente este consumo reduzindo o restante da ingestão de alimentos. Mas quando as pessoas ingerem calorias líquidas, elas não compensam por comer menos calorias, mostram estudos.
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, realizado durante oito anos, com quase 50.000 mulheres, descobriu que as mulheres que aumentaram a ingestão de bebidas açucaradas, como refrigerantes, de uma bebida por semana para uma ou mais bebidas por dia, adicionaram 358 calorias diárias a seus corpos e ganharam peso significativo. As mulheres que reduziram sua ingestão reduziram 319 calorias por dia e ganharam menos peso.
Estudos anteriores demonstraram que o consumo de refrigerantes açucarados aumentava a probabilidade de obesidade em crianças, mas este foi o primeiro estudo observacional de longo prazo em adultos.

3. Destruição da saúde bucal
Todos aprendemos desde crianças que o açúcar não é bom para os dentes. Mas o açúcar não é o único problema para a saúde bucal escondido dentro destas bebidas.
Refrigerantes contém ácido fosfórico e ácido cítrico, que atacam o esmalte dos dentes por um período de 20 minutos. Quanto mais refrigerante você beber, mais longos serão os ataques e mais fraco será o esmalte. A erosão começa quando os ácidos dos refrigerantes encontram o esmalte dos dentes, que é a camada protetora mais externa de seus dentes. Seu efeito é reduzir a dureza da superfície do esmalte.
Bebidas esportivas e sucos de frutas também podem danificar o esmalte do dente, mas eles param por aí. Os refrigerantes vão além. Eles também podem afetar a próxima camada, a dentina e até os recheios compostos. Este dano ao esmalte dos seus dentes pode provocar cáries. Cavidades, ou cáries, se desenvolvem ao longo do tempo em pessoas que bebem refrigerantes regularmente. Se isso for adicionado a uma má higiene bucal, muitos danos podem ocorrer nos dentes, principalmente em crianças e adolescentes.

2. Diabetes tipo 2

Se obesidade e problemas com os dentes não são suficientes para reduzir o consumo de refrigerantes,diabetes talvez seja. Beber apenas uma a duas bebidas açucaradas por dia pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 em 26%.
A descoberta surgiu de um estudo realizado pela Universidade de Harvard em 2010. Para os pesquisadores, não é uma coincidência. Segundo eles, essa associação de risco entre refrigerantes e diabetes é “provavelmente uma relação de causa e efeito”.
Embora vários fatores estejam envolvidos no desenvolvimento do diabetes tipo 2 e da síndrome metabólica (um grupo de fatores de risco, como pressão alta e excesso de gordura corporal ao redor da cintura, que aumentam o risco de doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral e diabetes), as bebidas adoçadas com açúcar representam um fator de risco facilmente modificável que, se reduzido, provavelmente terá um impacto importante, dizem os pesquisadores.
“As pessoas devem limitar a quantidade de bebidas açucaradas que bebem e substituí-las por alternativas saudáveis, como a água, para reduzir o risco de diabetes, bem como obesidade, gota, cárie dentária e doenças cardiovasculares”, afirmam os pesquisadores.

1. Doenças cardíacas
No início deste ano, pesquisadores da Universidade Emory, nos EUA, descobriram uma associação entre bebidas açucaradas e um aumento do risco de morte por doença arterial coronariana. Embora mais pesquisas sejam necessárias para confirmar a causa e o efeito, essa conexão só foi encontrada quando os pesquisadores olharam para líquidos açucarados.
Os participantes do estudo entre os 25% que mais consumiam bebidas açucaradas, que bebiam cerca de 700 mL ou mais de bebidas açucaradas por dia, tiveram o dobro do risco de morte por doença cardíaca coronária comparados aos 25% que bebiam 20 mL ou menos. Além disso, quanto maior o consumo de refrigerantes, havia um aumento no risco de morte por todas as causas, incluindo outras condições cardiovasculares.
“Dois refrigerantes por dia parecem dobrar seu risco de morrer de doenças cardíacas. E foram apenas as bebidas. Nós olhamos para alimentos doces, e não houve efeito similar”, disse o Dr. Jean Welsh, professor assistente de pediatria da Emory. A explicação para isso pode estar no primeiro item desta lista: as pessoas podem consumir bebidas açucaradas em excesso, uma vez que elas não proporcionam uma sensação de saciedade como os alimentos açucarados sólidos. [Medical Daily, American Heart Association, Universidade de Harvard, Live Science]

Fonte: https://hypescience.com/4-efeitos-saude-refrigerantes/ - Por Jéssica Maes / Via Blog professor José Costa