terça-feira, 22 de agosto de 2017

Novo exame de sangue pode detectar início de câncer, diz estudo

Um novo exame de sangue criado por cientistas americanos foi capaz de identificar estágios iniciais de câncer de mama, pulmão, ovário e colorretal em 86 pacientes. A equipe de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, conseguiu detectar fragmentos genéticos específicos da doença por meio do teste, uma tentativa de fazer o diagnóstico precoce do câncer, de maneira não invasiva. Os resultados do estudo foram publicados nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

“Esse é um dos primeiros estudos a olhar diretamente para o câncer em seus estágios iniciais, pelo que sabemos”, afirmou Victor Velculescu, professor de oncologia no Centro Kimmel para o Câncer, da Universidade Johns Hopkins, e um dos autores do estudo, à Reuters.

  Blog do André Fotos / Via Patu em Foco

É verdade que lavar a cabeça todo dia dá mais caspa? Dermatologista responde

powerofforever/istock
A caspa nada mais é do que a junção do excesso de oleosidade com a presença de fungos e bactérias no couro cabeludo. O oportunismo destes micro-organismos leva à inflamação e descamação da pele, por isso, o quadro tem o nome de dermatite seborreica. Este é um distúrbio crônico e que pode ser desencadeado por uma predisposição genética ou pela ação de agentes externos, como suor, umidade e até estresse emocional.

O que causa a caspa?

Tudo acontece quando há um funcionamento inadequado das glândulas sebáceas no couro cabeludo. “Essa alteração das glândulas faz com que a pele se renove em dias, enquanto o normal seria ter essa renovação uma vez por mês”, explica a dermatologista Bruna Falcone. A seguir, descubra o que pode servir de gatilho a dermatite seborreia.

Limpeza com efeito rebote

Assim como a falta de higiene e acúmulo de suor e oleosidade podem colaborar para o surgimento da caspa, o excesso de limpeza do couro cabeludo também pode ter o mesmo efeito. O hábito de lavar demais a cabeça faz com que o organismo compense a remoção da oleosidade natural produzindo mais sebo capilar. 


O ideal é apostar na lavagem em dias alternados e também não exagerar no uso de produtos antirresíduos. “A falta de higiene não é necessariamente o agente causador da caspa”, é o que defende a dermatologista Solange Cardoso, do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), na UERJ.

Lavar a cabeça todo dia piora?

A especialista em dermatologia Mônica Linhares explica que não há uma regra a ser seguida. “Mas muitas doenças capilares como a caspa e a dermatite seborréica, entre outras, podem ser oriundas do excesso de lavagens”, explica. Ela acredita que pessoas que apresentam dermatite seborreica devem evitar a lavagem diária dos cabelos, pois ela estimula ainda mais a produção de oleosidade.

 Os shampoos anti-caspa ajudam a controlar a dermatite seborreica. Suas fórmulas foram desenvolvidas para conter agentes esfoliantes que auxiliam na remoção da pele que escama por excesso de oleosidade e também possuem substancias anti-inflamatórias que ajudam no alívio da coceira.

Fonte: VIX - Escrito por Camila Silva

domingo, 20 de agosto de 2017

Médico cita 5 motivos impressionantes para você parar hoje de beber leite

Em junho deste ano a internet brasileira vivenciou mais uma polêmica, desta vez envolvendo o leite de vaca

 Tudo começou com um vídeo feito pela youtuber Hana Khalil, do canal Estranhos, em que ela conta todo o “horror” que uma vaca passa para que o leite chegue em nossas mesas. O fato é que, mais recentemente, um novo vídeo entrou na polêmica, agora feito pelo médico e especialista em nutrição Dr. Gabriel Azzini. Nele o médico cita cinco razões relevantes para que interrompamos imediatamente o consumo de leite.

1 – Inflamações crônicas
De acordo com o médico, o leite de vaca é rico em proteína. No entanto, cerca 90% deste nutriente é composto de caseína, rica em fósforo e fundamental para a nutrição de lactantes. Considerando que a maior parte das vacas do Brasil é de origem holandesa, a caseína de seu leite é identificada como de tipo A1.

O problema, você deve estar se perguntando, é que esse tipo de proteína, quando metabolizada pelo organismo humano produz um peptídeo chamado casomorfina, responsável por causar inflamações e desequilíbrios intestinais. Isto, de acordo com Dr. Azzini, pode aumentar inflamações crônicas já existentes e piorar as condições de um organismo problemático.

2 – Excesso de cálcio
Segundo o médico, o cálcio presente no leite está em desequilíbrio com outros minerais, como o minério, zinco, ferro e manganês. Então, quando ingerimos esse leite com excesso de cálcio, aumentamos nossa excreção renal do nutriente, o que pode resultar em um aumento do risco de cálculos renais e dificultar a absorção do cálcio pelos ossos.

3 – Envelhecimento rápido
Dr. Azzini alerta ainda que ninguém é capaz de remover a lactose do leite. Para contornar isso os fabricantes adicionam ao produto uma enzima chamada lactase, que quebra a lactose em D-glicose e D-galactose, esta última responsável por acelerar o envelhecimento, aumentar a resposta inflamatória, enfraquece a imunidade, aumenta o estresse oxidativo e favorece mutações genéticas.

4 – Redução da testosterona e atraso da puberdade
De acordo com o médico, as vacas leiteiras geralmente ficam prenhas por 300 dias no ano. Neste período elas produzem uma maior quantidade de leite, mas com 30 vezes mais estrogênio do que um animal que não está amamentando. Isto é um problema especialmente para os homens, uma vez que o consumo excessivo do hormônio pode reduzir a produção da testosterona e contagem de esperma, bem como atrasar a puberdade.

5 – Câncer
O médico sugere no vídeo que uma série de estudos que já relacionaram o consumo excessivo de leite ao câncer de próstata e de ovário. Ele adverte ainda que produtos derivados da bebida, incluindo leite em pó, queijos e iogurtes, também devem ser evitados. O ideal é que optemos por alternativas mais naturais, como leite de coco, amêndoas ou castanhas, por exemplo.

[ Diário de Biologia / Healthy and Natural World ] [ Foto: Reprodução / Pixabay ]
Via Jornal Ciência  por Merelyn Cerqueira

4 duplas de alimentos são capazes de melhorar drasticamente a qualidade do sono

Ollyy/Shutterstock
Além de cuidados com um ambiente confortável e relaxante, com baixa luminosidade, temperatura adequada e livre de ruídos, prestar atenção ao que você come também pode melhorar a qualidade do sono.


Se você constantemente sofre com dificuldade para dormir e quer tentar solucionar o problema sem remédios, de forma natural, pode apostar em quatro duplas de alimentos indicadas pela nutricionista funcional Flávia Cyfer em seu perfil no Instagram que ajudam a ter uma noite de descanso reparadora.

O que comer para melhorar a qualidade do sono

 Banana e ovo: fonte de potássio, magnésio e vitaminas do complexo B, a fruta desempenha importante papel na produção de serotonina, hormônio que regula o humor, sono, ritmo cardíaco e relaxamento, fatores que contribuem para uma boa noite de sono. O ovo, por sua vez, é rico em colina, substância associada à melhora da depressão.

 Semente de gergelim e aveia: além de ser rico em vitamina B6, o gergelim é essencial para a realizar a conversão de triptofano em serotonina, o humor do bem-estar. Como a aveia também é outra fonte de triptofano, pode ser grande aliada para quem quer dormir bem.

 Arroz integral e linhaça: além de também regular a serotonina, o arroz ajuda na produção de melatonina, o hormônio natural do sono. A linhaça, rica em ômega 3, melhora a função dos neurotransmissores, promovendo redução da ansiedade e irritabilidade que normalmente atrapalham o descanso.

Couve e maracujá: o alimento famoso em preparações detox também é conhecido por ajudar no relaxamento muscular e no descanso noturno. Já a fruta, conhecida por seu efeito calmante, pode se unir à verdura em um suco poderoso contra a insônia.
 
Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

Casamento infantil: Brasil tem 66 mil crianças entre 10 e 14 anos em algum tipo de união estável

Casa, filhos, marido e uma vida conjugal ainda na infância nem sempre é uma mera brincadeira de criança. Trata-se de uma realidade entre meninas brasileiras que mal chegaram à adolescência e já assumem responsabilidades de adultas. No Brasil, o número de jovens que se casam quando deveriam estar na escola ou brincando é impressionante. São aproximadamente 66 mil crianças entre 10 e 14 anos de idade em algum tipo de união estável. 

O relatório do Branco Central “Fechando a brecha: melhorando as leis de proteção à mulher contra a violência” revela que o casamento infantil não se trata de um fenômeno nacional. No mundo cerca de 15 milhões de meninas abaixo dos 18 anos formalizam uma união com o parceiro. O documento alerta sobre a legislação brasileira que trata do assunto e afirma que, além de repensá-la, é preciso fiscalizar o cumprimento das leis em defesa da mulher.

   Via  Blog do Josenias Freitas

sábado, 19 de agosto de 2017

Fones de ouvido podem causar doenças

Vocês já pensou em limpar seus fones de ouvido? Se não pensou, devia. Pelo menos depois de saber a quantidade de bactérias e fungos que os eles podem acumular. De acordo com um estudo realizado pela faculdade de medicina da Devry Metrocamp, em Campinas, os fones acumulam cerca de 10 mil tipos diferentes de fungos e bactérias.

 
Os pesquisadores chegaram a este número depois de analisar 40 fones diferentes. Em 86% dos aparelhos analisados existiam microorganismos que podiam provocar infecções, seja na pele ou nas vias aéreas. Os cientistas aconselham a não dividir os fones com ninguém e eles devem ser totalmente limpos com álcool isopropílico, que não estraga os aparelhos eletrônicos.

Fonte: Robson Pires

10 horas depois de você aplicar esmalte nas suas unhas, isto vai acontecer no seu corpo!


A maioria das mulheres gosta de pintar as unhas.
Mas infelizmente esse hábito não é tão inofensivo como parece.

Pesquisa feita pela Universidade de Duke revelou que muitas marcas de esmaltes americanos são perigosas para a saúde.

O estudo foi feito com mulheres que usavam diferentes tipos de esmaltes e as descobertas foram impressionantes.

Todas elas apresentaram sinais de fosfato de trifenila no sangue, 10h depois de pintar as unhas.

E o pior: essa substância foi encontrada no corpo de todas elas numa quantidade sete vezes acima do valor que seria considerado normal!

Se você não sabe, os especialistas acreditam que este composto, que também é conhecido como TPHP, pode afetar o sistema endócrino (hormônios, metabolismo, reprodução e desenvolvimento).

A química presente nos esmaltes é tão forte que muitas empresas preferem nem divulgar os ingredientes nos rótulos.

Agora imagine como deve ser prejudicada a saúde das mulheres que pintam as unhas com frequência!

O TPHP é uma neurotoxina, substância altamente tóxica que pode prejudicar o cérebro.


Ele também pode causar desequilíbrio hormonal e, assim, ser o responsável pelo aumento de peso.

Além do TPHP, os esmaltes comercializados podem conter:

Formaldeído: este é um agente cancerígeno que pode se dissolver na água e no ar. É por isso que o produto tem um cheiro forte.

A exposição a esse produto pode causar problemas na garganta, asma e dificuldades em respirar.

Além disso, provoca intoxicação e doenças crônicas.

Tolueno: este produto químico dificulta o desenvolvimento das crianças e pode até contaminar o leite materno, além de danificar a pele após a exposição.

- Ftalato de dibutilo: algumas marcas substituem TPHP por ftalato, mas isso não resolve o problema, pois os sintomas que causam são parecidos, como perturbação hormonal e problemas no sistema reprodutivo.

Nos Estados Unidos, há algumas marcas de esmaltes naturais, feitos à base de água ou com óleo de argan, sem a presença de formaldeído, tolueno, ftalato de dibutilo, mercúrio e outras substâncias tóxicas.

No Brasil, infelizmente, não temos conhecimento de esmaltes naturais.
Neste caso, a solução pode ser  você fazer seu próprio esmalte com a receita caseira que trouxemos.

INGREDIENTES
1 colher (sopa) de azeite (o azeite serve para fortalecer as unhas e proteger as cutículas)
Meia colher (sopa) de argila banca em pó
Henna natural em pó (a cor que desejar; vende-se em farmácias, lojas de produtos naturais ou de artigos para cabelos)

MODO DE PREPARO
Misture o azeite e a argila em pó até virar uma massa homogênea.
Quando já estiver mexido bem, adicione um pouco de henna natural e mexa até que a pasta fique bem lisa.

Coloque a mistura num recipiente para esmalte e passe normalmente nas unhas.
A tinta deve secar em dez minutos e você pode aplicar brilho, se quiser.

Fonte: Cura pela Natureza

Muito além da cárie: 9 doenças que se manifestam pela boca

Ficar atento a alterações na língua, na gengiva e nos dentes pode ser o primeiro passo para diagnosticar algo que acomete o corpo inteiro

Consultar o dentista a cada semestre ou a cada ano é essencial para identificar problemas bucais como a cárie, a periodontite e o acúmulo de biofilme. Além de detectar e reverter as condições, esse profissional de saúde tem um papel fundamental para flagrar outras doenças que ultrapassam as fronteiras da boca. O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo listou nove enfermidades que dão sinais por ali:

1. Sífilis
Um dos primeiros sintomas dessa infecção bacteriana é uma ferida na gengiva que demora a cicatrizar. Ela também pode causar placas vermelhas e úlceras nessa região. O Brasil, aliás, vive um surto da doença: só no estado de São Paulo houve um crescimento de 603% no número de casos em seis anos. O problema é ainda maior para gestantes e bebês: a elevação foi de 1001% nesse grupo. E pensar que um simples antibiótico é capaz de tratar o quadro e evitar muitas de suas complicações…

2. Leucemia
Esse tipo de câncer que se inicia na medula óssea e afeta as células do sangue é marcado por um inchaço da gengiva e uma maior propensão a sangramentos espontâneos sem nenhuma razão aparente. O aparecimento dessas características exige muita atenção.

3. Anemia
A ausência de glóbulos vermelhos saudáveis causa fadiga, palidez, falta de ar e tonturas. Outra manifestação é uma língua mais lisa — parece que ela fica “careca”, como um pneu velho que rodou muito por avenidas e estradas. O ideal é que esse músculo esteja sempre áspero e brilhante.

4. Bulimia
Esse transtorno psiquiátrico é marcado por abusos de laxantes e pela indução de vômito. O paciente ainda alterna episódios de compulsão seguidos por momentos compensação. O hábito de regurgitar com frequência faz com que muitos ácidos do estômago cheguem à boca. Isso destrói as camadas superficiais dos dentes e machuca toda a mucosa.

5. Câncer bucal
O vírus HPV, transmitido durante o sexo, está por trás da maioria dos casos de câncer do colo do útero. Ele também é um dos principais vilões dos tumores de cabeça e pescoço. Na boca, ele forma verrugas que podem evoluir para uma encrenca mais séria. Se você perceber alguma afta ou lesão que não desaparece após duas semanas, é bom verificar logo com o dentista o que está acontecendo.

6. Doenças Autoimunes
Enfermidades como o lúpus eritematoso sistêmico e o pênfigo vulgar, em que o próprio sistema imune ataca estruturas do corpo, podem dar sinais como úlceras nas mucosas da boca. Essas feridas doem bastante e não costumam se fechar facilmente.

7. Diabetes
O descontrole nas taxas de açúcar pode vir junto com um hálito ruim. Há quem diga que o cheiro se assemelhe ao de frutas envelhecidas. Esses pacientes usualmente apresentam gengivite, a inflamação das gengivas.

8. Cirrose hepática
Lesões no fígado têm inúmeras causas, como o álcool, a gordura e alguns tipos de vírus. Se não tratadas a tempo, elas podem se tornar crônicas e comprometer de vez a saúde. Nesses indivíduos, as partes moles da boca mudam de cor e chegam a ficar até amarelas ou esverdeadas.

9. AIDS
A doença provocada pelo vírus HIV pode aparecer aqui por meio de gengiva inflamada, placas esbranquiçadas, linhas verticais brancas na região lateral da língua e aftas de grande extensão. O sistema imune enfraquecido pela infecção possibilita que outros micro-organismos tomem conta do espaço e levem a todas essas chateações.

Fonte:http://saude.abril.com.br/medicina/muito-alem-da-carie-9-doencas-que-se-manifestam-pela-boca/ - Por André Biernath -  Via professor José Costa

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Infecção urinária tem duas causas bem comuns e fáceis de evitar

Aslysun/Shutterstock
Infecção urinária é a condição caracterizada pela presença de bactérias no trato urinário, normalmente acompanhada de sintomas como ardência ao urinar, vontade constante de fazer xixi e, em alguns casos, até mal-estar e febre.


Das infecções urinárias relatadas, 80% afetam mulheres e apenas 20% os homens. O problema é causado basicamente por falta ou má higiene e baixa imunidade, duas condições que deixam o organismo mais exposto à ação das bactérias.


Como evitar infecção urinária

Faça xixi após as relações sexuais. Urinar após o contato íntimo limpa o canal urinário e evita a instalação de bactérias na região.

Evite usar roupas apertadas e, no dia a dia, aposte em peças íntimas de algodão, que permitem a transpiração natural da região.

 Quando for à praia ou ao clube, não fique muito tempo com o biquíni molhado. A umidade e o calor da região abrem espaço para a proliferação de bactérias que podem causar a infecção urinária.

Mulheres que depilam totalmente a região íntima devem saber que a prática não é recomendada por médicos, já que os pelos funcionam como uma barreira protetora natural contra bactérias e infecções.

No período menstrual, troque o absorvente, tanto interno quanto externo, a cada 4 horas, aproximadamente.

Abandone o hábito de segurar o xixi por muito tempo, pois a urina ajuda a limpar a uretra, onde bactérias ficam acumuladas. Quando você adia demais suas idas ao banheiro pode então acabar atrapalhando a higienização natural do corpo.

Como tratar infecção urinária

 Quando aparecerem os primeiros sintomas, procure um médico e evite apostar em tratamentos caseiros que podem piorar ainda mais o quadro. O profissional de saúde pedirá exames para descobrir qual tipo de bactéria provocou a infecção para prescrever o tratamento adequado.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo