quarta-feira, 20 de junho de 2018

Saiba porque você nunca deve matar uma aranha em casa

Não mate a próxima aranha que você encontrar em casa. Sabemos que essa pode ser uma dica difícil de ser ouvida, mas ela tem fundamentos importantes.


As aranhas são uma parte importante da natureza e ecossistema, além de serem organismos próprios.

Embora gostemos de pensar em nossas casas como um lugar seguramente isolado do mundo exterior, especialmente da ação da natureza, são muitos os insetos que vivem conosco. Enquanto alguns vivem escondidos, outros costumam nos visitar com frequência.

Algumas espécies apreciam grandes ambientes internos, onde podem viver felizes e tranquilas, especialmente as aranhas. Estes aracnídeos, que normalmente vivem escondidos, nem sempre são agressivos ou perigosos. De fato, elas podem até oferecer alguns serviços de proteção, como controle de pragas, por exemplo.

O pesquisador Matt Vertone, um professor de entomologia na Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA), descreveu em um artigo para a The Conversation, uma pesquisa feita em 50 casas na Carolina do Norte. Junto a seus colegas, ele inventariou as espécies de artrópodes que viviam sobre os lares, descobrindo que as mais comuns eram a falsa-viúva-triangulosa (Steatoda triangulosa) e a aranha-pernas-longas (Pholcus phalangioides).

Eles verificaram que ambas construíam suas teias em lugares onde poderiam se esconder à espreita de presas. Embora sejam predadoras gerais, aptas a comer qualquer coisa que consigam apanhar, as aranhas regularmente capturam pragas incômodas e até insetos portadores de doenças, como os mosquitos, por exemplo.

De fato, há até uma espécie de aranha saltadora na África que prefere comer mosquitos cheios de sangue. Sendo assim, matar uma aranha não custa apenas a vida do aracnídeo, também é desperdiçada a chance de eliminarmos um inseto problemático de dentro de casa.

É natural que as pessoas temam as aranhas, uma vez que a aparência delas é de longe amigável e a maioria das espécies podem ter veneno. A verdade, no entanto, de acordo com o pesquisador, é que na maioria delas esse veneno é muito fraco para causar problemas em seres humanos.

As aranhas não querem te pegar e na verdade preferem evitar humanos; somos muito mais perigosos para elas do que vice-versa”, escreveu ele. “Mordidas de aranhas são extremamente raras. Embora existam algumas espécies clinicamente importantes, como as viúvas negras e outras mais reclusas, até mesmo suas mordidas são incomuns e raramente causam problemas sérios”.
Sendo assim, ele recomenda que na próxima vez em que você ver uma aranha em casa não a esmague. Se a presença dela te incomodar, tente capturá-la e soltá-la do lado de fora. Ambas as partes ficarão bem com esta atitude!

  IFL Science -  Foto: Reprodução 
Via Jornal Ciência/ por Merelyn Cerqueira

Manga tem efeito inesperado em mulheres e protege contra problema grave, diz estudo

MR.MITR SRILACHAI/Shutterstock
Rica em vitamina C, a manga ajuda a proteger as células dos danos dos radicais livres, além de possuir elevado teor de uma fibra dietética solúvel conhecida como pectina, que minimiza os riscos de câncer na região gastrointestinal.

A fruta ainda contém enzimas digestivas que ajudam a quebrar proteínas, auxiliando na digestão. Combate a acidez e má digestão e ainda previne a constipação. Como se não bastasse, um novo estudo provou que a manga tem efeito inesperado em mulheres: promove o relaxamento dos vasos sanguíneos.

Manga faz bem para a saúde do coração

 De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, por ajudar a relaxar os vasos sanguíneos, a manga pode ser importante aliada da saúde do coração, combatendo assim doenças cardiovasculares.

 

 O trabalho científico contou com 24 mulheres na pós-menopausa que consumiram 330 gramas de manga por dia, durante duas semanas.

 

 Foi observado que a ingestão da fruta relaxou os vasos sanguíneos em menos de duas horas após seu consumo. A pressão de pulso entre as voluntárias também apresentou redução depois do mesmo período de tempo.

 

 Além disso, o consumo regular da manga promoveu diminuição de gases, contribuindo para a saúde intestinal. Os cientistas acreditam que a concentração de compostos bioativos presentes no alimento são os principais responsáveis pelos dados obtidos no estudo.

 Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

Espremer espinha causa câncer de pele? Dermatologista esclarece

Andriano_cz/istock
Espremer cravos e espinhas pode parecer inofensivo e até mesmo uma prática corriqueira. Mas essa ação pode desencadear uma série de riscos à saúde, como infecções, manchas e cicatrizes na pele. Em casos mais graves, até apertar acne causa até meningite.

Espremer espinha dá câncer?

Mas outras doenças como câncer de pele, por exemplo, não são causadas por isso, apesar de muitas pessoas acreditarem que sim.

“Muitas pessoas espremem lesões que já eram câncer de pele, pensando ser espinha”, esclarece a dermatologista Letícia Brandão da Silveira em seu perfil no Instagram. “Desta forma, as lesões evoluem e quando as pessoas procuram um especialista e descobrem a doença, pensam que foi por ter espremido a ‘suposta’ espinha”, completou.

Por que espremer espinhas faz mal?

Mesmo não sendo responsável pelo câncer de pele, é importante lembrar que não se deve espremer as espinhas. Ao fazer isso, o indivíduo abre portas para bactérias e fungos entrarem na pele, causando infecções – especialmente nas áreas próximas aos olhos e nariz.


Além disso, o simples ato de espremer deixa a pele com vermelhidão, inchaço, sensibilidade e potenciais cicatrizes. “Elas não devem ser espremidas, pois irão inflamar e proporcionar mancha na pele. Procure um dermatologista e saiba qual é o melhor tratamento para o seu tipo de pele”, afirmou a especialista.

Prevenção das espinhas

Para não correr o risco de mexer na espinha e ocasionar um processo inflamatório, a melhor maneira é prevenir. Primeiro fazendo mudanças na alimentação, apostando em alimentos ricos em ômega 3, além de frutas e legumes de cor amarela.

No dia a dia, a dica é lavar o rosto com sabonetes específicos ao menos duas vezes por dia e controlar a oleosidade da pele com produtos oil free.

Fonte: VIX-  Escrito por Jessica Krieger

sábado, 16 de junho de 2018

Pivô da sua separação, Ximbinha posta foto com namorada e Joelma curte

                                        Karen Kethlen Fernandes e Ximbinha (Foto: Reprodução/Instagram)


         
Na tarde de quinta-feira, 14, Ximbinha usou sua conta no Instagram e tornou público o relacionamento com Karen Kethlen Fernandes, de 30 anos. A jovem foi apontada como o pivô da separação do guitarrista com Joelma.

A publicação de Ximbinha, onde ele aparece com a namorada, está dando o que falar na web, não apenas pela revelação do namoro, mas porque Joelma curtiu. Após a separação, a cantora não deixou de seguir o ex-marido nas redes sociais.

Nos comentários da publicação, a atitude de Joelma está dando o que falar. A maioria dos internautas enaltecem a curtida da cantora.

Fonte: http://blogs.opovo.com.br

Leo Dias é suspenso do SBT após apontar Mara Maravilha como Diabo

                          Fornecido por Eleven Press Comunicações

 Leo Dias usou as redes sociais para justificar sua ausência no “Fofocalizando”, do SBT, nesta sexta-feira (15). O comunicador afirmou que foi suspenso do programa após comparar Mara Maravilha à figura do Diabo.

                    SBT Leo Dias afirmou não ter nada contra Mara Maravilha 


Todo mundo pode falar mal, menos eu. Quando posto uma coisa sem querer, sou punido. Mas nada vai me abalar. Muita gente escreve coisas e nada acontece”, disparou o jornalista.

E ironizou o ocorrido: “Cada um tem o seu valor, a sua medida e a punição que merece. Essa é a minha. Ela tem mais força do que eu no SBT. Legal! Parabéns!”.

A tal comparação teria sido feita, na verdade, por Lívia Andrade. “Ela mandou uma charge. […] Não tenho nada contra a Mara”, assegurou.

Procurado pelo “Uol”, a emissora de Silvio Santos negou que tenha suspendido Leo Dias. Contudo, se negou a dar mais detalhes sobre problemas internos do canal.

Fonte: Famosidades /por Lucas Brandão

Cientistas criam colírio que promete acabar com a miopia curando córnea danificada

Sofi photo/Shutterstock
Uma novidade lançada por cientistas promete acabar com a miopia por meio de um colírio que ajuda a curar a córnea danificada. A boa notícia deve permitir que pessoas com miopia aposentem os óculos e lentes de contato.

Colírio para miopia

 

O que é?

Chamado de Nanodrops, o colírio é cria de uma equipe de pesquisadores e oftalmologistas do centro médico de Shaare Zedek e da universidade Bar-llan, em Jerusalém. Conforme os especialistas, ao ser testado em porcos o produto demonstrou ser eficaz na melhora da miopia, curando córneas danificadas e outras condições que afetam a visão, como a hipermetropia.

Aplicação e tratamento

O produto seria aplicado após pacientes usarem um aplicativo em smartphones para avaliar a refração dos olhos, que determinaria o grau de ajuste a ser realizado. Com esses dados, o tratamento seria realizado primeiramente com um padrão de laser posicionado na superfície da córnea e depois com a aplicação do colírio.

Em andamento
De acordo com o Dr. David Samadj, em entrevista ao The Jerusalem Post, o colírio está em fase de teste em humanos e, se sua eficácia for realmente comprovada, ele afirma que o Nanodrops tem potencial para revolucionar o tratamento de miopia no mundo.

Fonte: VIX-  Escrito por Giulia Ebohon

Homem quase morre por roer unha após hábito causar doença gravíssima: veja riscos

Donald Sawvel / Shutterstock
Um cidadão britânico levou um susto quando precisou ser levado às pressas para o hospital após se sentir indisposto, mas sem um motivo aparente. O caso teve grande repercussão na mídia internacional pela causa da grave infecção que o acometeu: o hábito de roer as unhas.

Homem quase morre por roer as unhas

O homem de 28 anos contou seu caso ao site do tabloide britânico "The Sun" e disse que apresentou sintomas de uma forte infecção e precisou ficar em observação no hospital por quatro dias para, então, ser liberado.

O indivíduo citou ainda que, além de roer as unhas, ele também mordiscava a pele que fica ao redor das unhas. 


Entre os sintomas que ele afirmou ter sentido, sudorese, calafrios e febre indicavam algo mais sério, além de o seu dedo ter ficado inchado e latejando.

Após sua mãe ligar para um serviço de ajuda médica por telefone, ela foi informada de que ele teria 24 horas para ir ao hospital. O homem foi tratado com antibióticos e, ao receber alta, foi informado de que tinha sorte por estar vivo.

"Os médicos me disseram que eu tive sorte por ter aguentando tanto tempo. Eu estava perto de sofrer um choque séptico [infecção generalizada]", revelou ao The Sun.

Perigo de roer unhas

Conforme explica o infectologista Jean Gorinchteyn, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, o hábito de roer unhas por si só não causaria tamanho estrago no organismo de alguém. Mesmo que pedaços de unha sejam ingeridos, os sucos gástricos do estômago conseguem facilmente digeri-los.

No entanto, o especialista pontua que, nos casos extremos de infecção, o motivo real para a complicação é, exatamente, o de deixar a pele mordida desprotegida, e não por engolir unhas e pele.

"Desta forma, acontece uma abertura para que bactérias comuns da pele entrem e consigam alcançar a corrente sanguínea. Depois disso, a bactéria poderia ir para qualquer lugar do corpo, levando ao risco de uma infecção generalizada e até mesmo a morte", explica Gorinchteyn.

Cuidados

Por isso, é preciso ter cautela não só evitando mordiscar os dedos, mas também ao frequentar manicures, pedicures e podólogos e se submeter a qualquer tipo de atividade ou hábito que abra brechas para a entrada de bactérias no organismo.

Concomitantemente ao invasor que adentrou o organismo do homem, o corpo dele teve uma reação grave, chamada de sepse.

O que é sepse?

 Conforme explica o infectologista, a sepse, ou septicemia, é uma reação do organismo a alguma agressão normalmente de origem infecciosa.

Essa condição pode levar ao óbito, por conta da resposta exagerada que o organismo está dando para lidar com o invasor.

A resposta imunológica pode ser tão agressiva que o paciente sofre tanto com a infecção, quanto com a resposta inflamatória do organismo.

A sepse causa uma série de alterações no corpo que podem progredir para acometimento de vários órgãos e sistemas, levando a uma possível falência de órgãos.

"Quando uma pessoa apresenta sintomas como febre alta, alteração da frequência respiratória, sonolência e mal-estar, ela precisa ir urgentemente ao Pronto Socorro para iniciar o atendimento, que é feito de maneira individualizada, de acordo com o caso", explica Gorinchteyn.

Fonte: https://www.vix.com / Escrito por Mariana Amorim

sexta-feira, 15 de junho de 2018

5 plantas extremamente benéficas para a saúde que você provavelmente tem em casa

Tudo que foi criado pela natureza tem algum valor. Por menor que seja essa criação, ela certamente servirá a alguém ou alguma coisa – gerando uma estabilização no ciclo de vida do planeta.


Sendo assim, devemos preservar para que, em momentos de necessidade, sejamos atendidos por esses benefícios. Na lista abaixo, você confere cinco tipos de plantas extremamente benéficas para a saúde e que quase todo mundo tem em casa.

1 – Antúrio

O antúrio é uma das flores mais populares do paisagismo, podendo ser encontrada na maioria dos jardins residenciais. Pouco exigente em relação a umidade, de modo que só precisa ser regada duas vezes por semana, ela também deve ficar longe do contato direto com o sol.

O ideal é colocá-la perto de uma porta de vidro ou janela na sala ou outro ambiente bem usado da casa, porque assim você poderá aproveitar melhor os benefícios da planta, que é de purificação do ar. Além disso, ela também ajuda a afastar as bactérias que causam alergias e asma.

 2 – Margarida-africana
 Também benéfica quando o assunto é purificação, essa planta originária da África do Sul é capaz de remover substâncias tóxicas do ar, como o tricloroetileno. Ela pode ser encontrada em uma enorme gama de cores, com flores abundantes durante todo o verão e outono. Por precisar de um ambiente ensolarado e regas regulares, normalmente é colocada logo na entrada da casa.

 3 – Aglaonema

A Aglaonema é um gênero com cerca de 50 espécies de plantas, todas bem cultivadas em ambientes internos. Com folhas grandes, espessas e com tonalidades e padrões de manchas diversas, elas têm pouca importância ornamental, embora tenha como principal propriedade a purificação do ar captando substâncias maléficas ao organismo humano. Esse tipo de planta vive muito bem ser receber a luz do sol, mas adora ambientes úmidos.

4 – Clorofito

Planta herbácea de pequeno porte, muito semelhante a grama, o clorofito também tem pouca importância ornamental, apesar de seus benefícios, que incluem a remoção do benzeno e monóxido de carbono do ambiente. De fácil cultivo, a espécie também é pouco exigente na manutenção, adaptando-se muito bem a interiores – até mesmo com ar condicionado.

5 – Crisântemo

De origem asiática, o crisântemo, além de melhorar a qualidade do ar de um ambiente, também ajuda a afastar insetos como formigas e mosquitos. A espécie se desenvolve bem em períodos de dias curtos, florescendo naturalmente durante o inverno. O ideal é regar a planta regularmente, evitando que o solo fique demasiadamente seco ou exageradamente molhado, já que pode levar a proliferação de fungos que podem matar a planta.

 Fotos: Reprodução / Cura Pela natureza/ Via Jornal Ciência
 por Merelyn Cerqueira

Dizer “não” de maneira positiva


Com as novas idéias sobre educação e disciplina positiva, o “não” tão usado por nossos pais e avós passou a ser visto como algo quase demoníaco. Muitos pais se sentem à deriva, sem fórmulas para impor normas. Assim, buscam uma maneira de impor seus critérios, mas sem passar a sensação de que são pais autoritários e excessivamente restritivos. Neste artigo, vamos aprender a dizer não de maneira positiva.


O “não” que nossos filhos merecem, quando acreditamos que devemos ir contra um de seus desejos, é melhor que seja um não razoável, baseado em razões fortes. Por outro lado, existem graus intermediários entre o não e o sim. Podemos propor, por exemplo, que façam o que desejam mais tarde, quando as circunstâncias forem mais adequadas. Também podemos oferecer outras alternativas que consideramos apropriadas e das quais eles possam gostar.


O fundamental é ajudar nossos filhos para que eles mesmos pouco a pouco se autorregulem e aprendam a agir sob determinadas regras. Embora seja um processo longo e constante, não podemos nos esquecer de que são crianças e nós somos responsáveis ​​pela sua educação. Paciência, porque este pode ser um caminho tão belo quanto longo.

“Todos tentam realizar algo grandioso, sem reparar que a vida é composta de coisas pequenas.”
-Frank A. Clark-


A curiosidade de nossos filhos nos causa ansiedade

As crianças são curiosas por natureza, o triste é que parte desta inquietude parece desaparecer quando nos tornamos adultos. Talvez os “nãos” tenham freado esta curiosidade porque de alguma forma ela devia incomodar os adultos, enquanto a maneira de ensinar da escola, à base de repetições e mais repetições, também não ajudava.


Por outro lado, é muito difícil encontrar o equilíbrio entre permitir que nosso filho explore e libere sua curiosidade e conviver com o nosso medo de que algo aconteça. Se formos muito nervosos e nos deixarmos dominar por nossa ansiedade, é provável que dizer “não” seja nosso recurso e que gritemos “não faça isso…” “não suba aí…”, “não toque nisso…”. Assim fica claro que não dizemos “não” de maneira positiva.


Por outro lado, podemos tentar fazer um esforço, mas nesse esforço também acumulamos ansiedade. Uma ansiedade da qual muitas vezes também nos livramos gritando: usando aquele “não!” que assusta e desorienta nossos filhos. Eles pensam: “Por que você grita comigo se eu pedi permissão e você me deu?”.

Nesse sentido, é melhor que acompanhemos nossos filhos em suas “travessuras” e explorações. Façamos um balanço realista do que supõe um perigo real: nada acontece se você cair na grama, mas cair descendo uma escada pode ser mais delicado. Vamos segui-los, mas mantendo uma certa distância. Vamos aumentando lentamente a liberdade que lhes damos e aumentando nossa confiança em seu julgamento à medida que crescem.

“Ninguém sabe mais sobre a maneira como você pensa do que você mesmo”.
-Seth Godin-

Diga menos “não” e explique mais “por que não”

Em muitas ocasiões abusamos do “não”. Se não queremos que toquem em algo, podemos dizer: “Isso corta”, “Está sujo”, “Isso é meu, do seu pai ou do seu irmão”. Também podemos explicar a função das coisas: “As cadeiras são para sentar”, ou “Coisas, animais e plantas devem ser tratados com respeito e cuidado”, e explicar o motivo de nossas ações: “Estou falando ou fazendo isso, mas quando eu terminar posso lhe dar atenção.” Desta forma, nossos filhos entenderão melhor o que acontece, pelo menos muito melhor do que com um “não” brusco e sem explicação.


Rotinas e regras também ajudam a dizermos menos “nãos”, por exemplo: “É hora do banho e, depois, vamos para a cama porque amanhã tem aula”, “É hora de ir para casa, porque está ficando tarde e temos que preparar o jantar”,” Depois de comer a comida, você pode apreciar a sobremesa que gosta, porque o seu corpo agradecerá por você ter se alimentado com algo que te deixa forte”.

E assim poderíamos colocar vários exemplos que fazem com que as crianças adquiram critério. Também funciona explicar as consequências do que fazem, por exemplo, “Se você bater no seu irmão ou nos seus amigos, provavelmente não vão querer brincar com você depois” ou “Estudar vai te ajudar a passar na prova” ou “Em uma casa organizada será mais fácil encontrar o que você está procurando.”

“Uma atitude positiva provoca uma reação em cadeia de pensamentos, eventos e resultados. É um catalisador e desencadeia resultados extraordinários.”
-Wade Boggs-

Alternativas para dizer não de maneira positiva

Enquanto o “não” é uma negativa clara, as alternativas são opções que também ajudam nossos filhos a tomar suas próprias decisões no futuro. Às vezes enfrentaremos uma espécie de luta, e apesar de sermos adultos e termos sempre a última palavra, forçar nossos filhos a se submeterem a este sistema, sem deixar pelo menos um pequeno espaço para defenderem suas idéias e nos fazer mudar de opinião, é uma atitude que não os ajudará em seu crescimento. Às vezes será cansativo argumentar com eles, podendo exaurir nossa paciência com sua energia, com certeza; mas com uma atitude diferente, mesmo que nos custe mais, também os ajudaremos mais.

Ajuda dar alternativas como: “A faca é muito afiada, mas você pode me ajudar a montar a salada” ou “Está chovendo, está frio para sair, mas podemos brincar, cozinhar ou montar um quebra-cabeça em casa”, “Você pode jogar mais 5 minutos e quando chegarmos em casa te conto uma história.” Por exemplo, oferecer uma opção pode ajudá-los a ir mais facilmente para a cama: “É hora de dormir, mas você pode levar o que quiser para a cama, um bicho de pelúcia, uma boneca, uma história, etc”.

E quando realmente temos que dizer “não”

 

Vamos ficar na altura das crianças, falar com firmeza, sem gritar, e usar seu nome para falar com elas. Não há razão para sermos grosseiros ou rudes, insultar ou dizer coisas das quais possamos nos arrepender. Vamos mudar o nosso discurso. Por exemplo, “Estou com raiva porque você quebrou isso ou você fez aquilo, eu NÃO gostei do que você fez”.


Vamos falar de ações, e não dizer à criança que o que ela fez em determinado momento a define. Por exemplo: “Você fez uma coisa boba” e não “Você é burro” ou “Às vezes você demora muito tempo para fazer as coisas” ao invés de “Você é um vagabundo.” Vamos usar o exemplo e ser consistentes. Por exemplo, se nós prometemos algo, como brincar um pouco depois de escovar os dentes: “Você não quis escovar os dentes, então não vai ter história” ou “Nós não vamos montar o quebra-cabeça, porque não voltamos do parque a tempo.”

“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é, senão, uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”
-Madre Teresa de Calcutá-
Encontrar maneiras alternativas de colocar limites em nossos filhos, sem cair no constante “não” ou não dizê-lo nunca, nos torna educadores inteligentes, porque somos inteligentes quando conseguimos dizer não de maneira positiva. Significa renovar os modelos educacionais com critérios, razões e sentido.

Provavelmente esta nova abordagem vai requerer um esforço, e no começo pode ser mais cansativo, mas quando tivermos nos acostumado com a dinâmica o esforço será muito menor, porque teremos preparado nossos filhos para que entendam os nossos pontos de vista por si mesmos, e teremos contribuído para internalizar um critério adequado para decidir quais desejos satisfazer e quais não.

A Mente é Maravilhosa