quinta-feira, 29 de março de 2012

Cinco bons motivos para tomar chá verde

                                                            foto divulgação

O chá verde é o queridinho de toda dieta, mas existem muitos outros benefícios pelos quais vale a pena tomá-lo. Diariamente saem estudos com novas descobertas a favor dessa bebida. A nutricionista Cristiane Spricigo selecionou os cinco principais motivos para seu consumo:

1 – Termogênico – a cafeína e as catequinas aumentam a termogênese, ou seja, ajudam a queimar mais calorias ao longo do dia. E se malhar, consegue queimar mais gorduras durante o exercício.

2 – Diurético – sabe aquele inchaço que te incomoda? O chá verde é um ótimo aliado, pois tem ação diurética.

3 – Protege o cérebro do Mal de Alzheimer – uma pesquisa comprovou que além do Alzheimer, ele seria capaz de proteger o cérebro contra outras demências também.

4 – Proteção contra doenças cardiovasculares – vários estudos associam o consumo de chá verde com a redução de doenças cardiovasculares e com redução do colesterol total e de sua fração “ruim” o LDL.

5 – Ação anticancerígena – o chá verde não para de nos surpreender com seus benefícios, diversas pesquisas realizadas e em execução atestam seu poder contra vários tipos de câncer.

A especialista ainda esclarece: “Vale a pena lembrar que seu consumo deve ser diário e estar associado a um estilo de vida saudável, de nada adianta apenas tomá-lo e esperar que a mágica aconteça”. Anote as dicas e insira o chá verde na alimentação!

Fonte: Nutrição Prática & Saudável, iniciativa da Tetra Pak

8 distúrbios do sono bizarros

Você pode nunca ter passado por isso ou sequer ouvido falar sobre essas condições, mas tem gente que dorme dias sem parar, come e até faz sexo enquanto dorme, enquanto outras sofrem de doenças do sono muito piores que geram até alucinações. Confira:

 1 – Síndrome da Bela Adormecida: a menina que dorme durante dez dias sem parar


Quando Louisa Ball, 15 anos, tira um cochilo, ela não brinca em serviço. A garota dorme por dias a fio, e nenhuma chacoalhada ou estímulo pode acordá-la totalmente. A britânica tem uma condição rara chamada de “doença da bela adormecida”, mas não há nenhum príncipe encantado a caminho para resgatá-la.
Os médicos não sabem o que causa a doença ou como curá-la – só que ela atinge adolescentes e desaparece depois de 8 a 12 anos. Primeiramente, Louisa foi diagnosticada com Síndrome de Kleine-Levin, cujo número de vítimas no mundo não passa de 1.000. As vítimas vivem normalmente por semanas ou meses, com padrões normais de sono e níveis de energia e, sem aviso prévio, dormem por dias ou semanas direto. Até agora, o mais longo ataque de Louisa foi de 13 dias. Os doentes acordam brevemente, mas ficam desorientados e não totalmente alertas. Os pais de Louisa a forçam a acordar para que ela possa usar o banheiro e comer.


2 – Sexsomnia: a mulher que tem desejo de sexo a noite enquanto dorme

Haley Batty, 23 anos, sofre de uma doença do sono (se é que se pode chamar de doença) que deixa seus namorados acordados a noite toda. Ela tem uma condição médica que a faz querer fazer sexo enquanto dorme. 

A sexomnia é um distúrbio do sono que leva uma pessoa a fazer sexo enquanto ela está dormindo. Haley descobriu que tinha a doença quando seus namorados começaram a perguntar se ela “tinha gostado” da noite, enquanto ela não se lembrava de nada. Haley chegava a fazer sexo 3 ou 4 vezes sem ter lembranças.

Na maioria das vezes, as pessoas que tem o distúrbio não conseguem se lembrar de nada que aconteceu, e porque não estão cientes de que é uma condição médica, não procuram ajuda profissional. De acordo com um estudo, sexsomnia afeta 11% dos homens e 4% das mulheres.

3 – Síndrome de vigília-sono não 24 horas: pessoas com jet-lag constante

Quando se trata de distúrbios do sono, nenhum deles é tão estranho e difícil de tratar como o distúrbio do sono-vigília de não-24 horas. As pessoas afetadas por esta doença têm relógios internos que se recusam a reconhecer o ciclo de 24 horas de um dia normal e, portanto, não necessariamente associam a noite com sono e o dia com estar acordado. 

Por exemplo, uma pessoa cuja relógio biológico natural interno é de 28 horas de duração procuraria o sono em intervalos de quatro horas mais tarde a cada dia, gradativamente, que as pessoas típicas. Enquanto essa doença afeta ambos os cegos e pessoas com visão, é muito prevalente em pessoas cegas que tem falta a sensibilidade à luz, o que sugere que os relógios do nosso corpo são uma função da rotação da Terra.

4 – Narcolepsia: pessoas que adormecem de repente, durante atividades regulares

Talvez um dos mais conhecidos e estranhos distúrbios do sono seja a narcolepsia, que é a tendência de uma pessoa dormir inesperadamente enquanto está fazendo atividades normais, cotidianas.

A narcolepsia é um distúrbio do sono neurológico comumente associado a adormecer em horários aleatórios.

Narcolépticos tendem a cair diretamente no sono REM, onde ocorre a maior parte dos sonhos, e às vezes em estágios mais profundos e mais tranquilos de sono não REM. Como resultado, eles são incapazes de ficar acordado por longos períodos de tempo, e, após cair no sono, são incapazes de sentir o sono em suas etapas mais restaurativas, causando um ciclo vicioso de sonolência extrema e incapacidade de ficar acordado depois de ter dormido. 

Outro sintoma pode incluir cataplexia, o colapso repentino de um indivíduo em sono REM ao experimentar emoções fortes. Paralisia do sono e alucinações hipnagógicas (alucinações que acompanham a paralisia do sono) também são sintomas conhecidos. A causa de narcolepsia ainda não foi determinada. Os médicos acreditam que é uma doença autoimune, mas também pode ser genética. Tratamentos incluem estimulantes, antidepressivos ou medicações hipnóticas, tais como Xyrem.

5 – Cataplexia: a mulher que cai no sono toda vez que ri

Claire Scott tem uma doença rara: quando ela tem um ataque de riso, cai e desmaia. Esta mãe de dois filhos sofre de cataplexia – um distúrbio do sono que faz as pessoas caírem no sono quando riem.

“Minha filha me contou uma piada que nem sequer fazia sentido, mas comecei a rir. A próxima coisa que eu vi foi meu marido me pegando do chão da cozinha”, conta ela. Claire foi diagnosticada recentemente. “Às vezes, fico ciente antes de acontecer. Outras vezes, apago completamente e fico paralisada. Uma vez, eu desmoronei enquanto caminhava no meio da rua. É constrangedor”.

Essa doença afeta 5 a cada 10.000 pessoas. Os doentes podem experimentar um episódio súbito e temporário de perda do tônus muscular, muitas vezes desencadeado por emoções.

6 – Distúrbio Alimentar Relacionado ao Sono: a mulher que ganhou 27 quilos comendo enquanto dormia

O comer sonâmbulo é uma combinação de um distúrbio do sono com um transtorno alimentar. De acordo com médicos e psiquiatras, o Distúrbio Alimentar Relacionado ao Sono está intimamente relacionado com a Síndrome do Comer Noturno (SCN), exceto pelo fato de que aqueles que sofrem de SCN são completamente despertos e conscientes de sua alimentação e comem compulsivamente à noite, enquanto aqueles que sofrem do distúrbio não sabem o que estão fazendo. 

Alguns comem a comida com as mãos, enquanto outros tentam comer com utensílios. Isso ocasionalmente resulta em danos à pessoa, bem como outras lesões. Anna Ryan nem sabia que ela estava sofrendo desse distúrbio por um ano e meio, e ganhou mais de 27 quilos durante esse tempo. Ela notou algo estava errado quando percebeu que se sentia exausta durante o dia, mesmo depois de ter dormido bastante. Anna decidiu ir falar com seu médico sobre sua falta de energia, e ele sugeriu que ela participasse de um estudo do sono. Foi quando descobriu seu problema. Que dieta aguentaria conviver com essa doença?

7 – Síndrome da Morte Súbita Noturna: homens saudáveis que vão para a cama e nunca mais acordam

Muita gente prefere morrer tranquilamente em seu sono, mas a Síndrome da Morte Súbita Noturna não é exatamente o que queremos. Com esse distúrbio do sono, homens jovens, saudáveis e felizes vão para a cama e nunca mais acordam. A situação é parecida com a morte súbita infantil, que é vista em bebês por todo o mundo, a única diferença é que as vítimas desta outra variedade são homens, mais velhos e mais frequentemente encontrados em países do Sudeste Asiático.

Acredita-se que os corações das vítimas simplesmente param de bater. Na falta de uma explicação mais detalhada, alguns fazem a sua própria: em Laos, alguns acreditam que um espírito maligno é o culpado pela morte. Este espírito, assumindo a forma de uma mulher rejeitada, se atira contra o sexo oposto. Essa crença inspirou alguns homens a se vestir de mulher para dormir, para passar despercebido. Em outros lugares, alguns acreditam que o consumo de carboidratos em excesso é o culpado.

8 – Paralisia do sono: pessoas que ficam imóveis mesmo depois de acordadas

Durante o sono REM, os sonhos vêm e os músculos voluntários do corpo tornam-se imóveis. Essa paralisia temporária nos impede de agir em nossos sonhos. Às vezes, porém, a paralisia persiste mesmo depois que a pessoa acorda. Você sabe que está acordado e que pretende se mover, mas não consegue.

Pior ainda, a paralisia do sono muitas vezes coincide com alucinações. Em um estudo de 1999, 75% dos estudantes universitários que tinham experimentado paralisia do sono relataram alucinações simultâneas. E as alucinações, quando ocorrem com a paralisia do sono, não são nenhum piquenique: as pessoas comumente relatam sentir uma presença maligna, juntamente com um sentimento de ser esmagado ou sufocado. Essas experiências geraram muito folclore cultural (ideias de espíritos, bruxas e outros seres virem perturbar uma pessoa). Ainda hoje, alguns pesquisadores suspeitam que os contos de abdução alienígena e outras histórias envolvendo criaturas místicas podem ser explicados por episódios de paralisia do sono.[Oddee]

Por Natasha Romanzoti
Fonte: Revoada

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quarta-feira, 28 de março de 2012

Como reduzir em 30% sua chance de ter câncer

Se você costuma ler artigos científicos, já deve ter perdido a conta de quantos métodos preventivos contra o câncer você já ouviu falar. A maioria, no entanto, sequer está relacionada a medicamentos. São dicas de alimentação, hábitos de vida ou consumo de certas substâncias.

Agora, cientistas da Universidade Oxford, na Inglaterra, afirmam que um produto muito simples e presente na nossa rotina pode nos proteger do câncer: a aspirina.

A pesquisa se baseia no fundamento de que a melhor forma de evitar o câncer é combatendo a formação de metástases. São lesões tumorais malignas secundárias, criadas a partir de uma primeira, que se espalham pelos órgãos do corpo humano e aumentam as chances de contração da doença.

A aspirina, conforme os cientistas apuraram, teria propriedades ideais para restringir as metástases. Basta tomar um comprimido ao dia, durante três a cinco anos, para que as chances de formação de tumor se reduzam em 19%. 

Fazer uso do medicamento por mais de cinco anos pode diminuir tais riscos em até 30%. Este efeito vale, inclusive, para pessoas que já ultrapassaram os 60 anos de idade. [Telegraph, foto de jlodder]

Por Dalane Santos
http://hypescience.com

Pornografia faz mal para você?




Alguns estudos dizem que a pornografia gera alterações cerebrais profundas e generalizadas nas pessoas, tanto em adultos quanto em crianças, incluindo predisposição a violência contra as mulheres. Seria isso verdade?

Segundo Paul Wright, professor assistente de telecomunicações na Universidade de Indiana, em Bloomington, EUA, que estudou o sexo nos meios de comunicação, os estudos sobre pornografia são variados e você não pode olhá-los separadamente para tirar uma conclusão.

A maioria dos estudos experimentais sobre os efeitos da pornografia concentram-se em estudantes universitários. Analisados individualmente, estes estudos parecem mistos. 

Alguns acham que a exposição de jovens à pornografia aumenta atitudes sexistas e até mesmo uma vontade de infligir dor (conclusão que é muitas vezes apoiada por testes experimentais em que homens têm a oportunidade de infligir o que eles acreditam ser verdadeiros choques elétricos em uma mulher).

Por outro lado, outros estudos encontram pouco ou nenhum efeito negativo de assistir pornografia.

Para entender esses resultados, os psicólogos dependem de meta-análises ou estudos que analisam os dados de vários estudos individuais. Usando esta técnica, Wright disse que os efeitos da pornografia ficam “bastante claros”.

“Em situações experimentais em que o comportamento agressivo real é medido entre os homens, tanto pornografia violenta quanto não violenta aumenta a probabilidade de agressão posterior”, explica Wright.

“A questão que permanece é: o que esses caras fazem no laboratório, eles realmente aplicam à vida real?”, disse Chris

Ferguson, um psicólogo que estuda a relação entre mídia e comportamento violento.
Na vida real, é claro, os pesquisadores não podem realizar experimentos controlados de pornografia. Uma estratégia alternativa tem sido olhar as taxas de violência sexual em países logo após a pornografia ser descriminalizada. 

Estes estudos, muitos feitos por Milton Diamond, da Universidade do Havaí em Manoa, costumam concluir que as taxas de violência sexual diminuem após a pornografia se tornar mais prevalente. 

Diamond vê isso como evidência de que a pornografia proporciona na verdade um “canal de escape” para os homens que têm tendências agressivas sexualmente. “A maioria da pornografia dissipa a excitação pela masturbação e eu acho que funciona tanto para homens quanto para mulheres”, diz. “E, geralmente, depois de alguém se masturbar e ter o seu orgasmo, perde o interesse em sexo, o que pode dissipar também o interesse de sair e fazer qualquer coisa ilegal”.

Porém, não há prova desse efeito de escape nos estudos por todos os EUA. Não é nem possível interligar firmemente a queda na violência à pornografia, dado o grande número de outros fatores que poderiam desempenhar um papel. 

Efeito moderado ou perigoso?


Se os estudos de laboratório estiveram corretos em dizer que a pornografia aumenta a violência masculina, esse efeito é pequeno a moderado.

O pesquisador Neil Malamuth, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, EUA, descobriu que a exposição à pornografia não afeta o homem médio. Mas homens com outros fatores de risco que predispõem à violência sexual, sim.

“A pornografia pode tornar uma pessoa com uma certa tendência, uma certa inclinação, um perfil de risco ainda mais propensa a agir de uma maneira sexualmente agressiva”, disse Malamuth.

Características de risco incluem hostilidade em relação às mulheres, personalidade narcisista e tendência a derivar satisfação de poder e controle sobre as mulheres, bem como características de fundo, como crescer em um lar violento.

Pode ser que os estudos feitos tiveram diferentes proporções de homens com essas características, o que explicaria os resultados conflitantes.

Na outra ponta, alguns pesquisadores estão se voltando aos sinais potencialmente positivos da mídia sexualmente explícita.

Nos estudos, os usuários de pornografia em geral a veem como um benefício.
“A pornografia pode ter muitos efeitos benéficos para algumas pessoas em suas vidas sexuais, e muitos não se veem prejudicados de forma alguma”, disse Malamuth.

Visão pornográfica

Em um estudo da Universidade do Havaí em Manoa, pesquisadores compararam poses de mulheres em fotografias tiradas de sites de pornografia populares, revistas e portfólios na Noruega, Estados Unidos e Japão. 


Esses três países foram escolhidos porque eles caem em diferentes partes da Medida de Empoderamento do Gênero das Nações Unidas (ONU), uma medida de poder político e econômico das mulheres em uma nação. A Noruega é a número 1 na escala global, os EUA é o nº 15, e o Japão é o nº 54.

Os pesquisadores compararam poses de poder e não poder nas fotografias pornográficas de cada nação. Um exemplo de uma fotografia de não poder seria uma mulher amarrada ou contorcida, com pouco conforto. Uma fotografia de poder seria o oposto, por exemplo, uma mulher de frente para a câmera com um olhar de confiança.

Os pesquisadores descobriram que as fotografias de não poder eram igualmente comuns em todos os três países. Mas a Noruega teve o maior número de fotografias de poder, seguido pelos EUA. 

As descobertas sugerem que a pornografia pode espelhar a igualdade de gênero ou a ausência dele da sociedade em geral.

“É um reflexo do que a nossa cultura produz para mostrar o que é sexy sobre as mulheres ou o que deve ser considerado um ideal sexual”, disse a pesquisadora Dana Arakawa.[LiveScience, Foto]

Por Natasha Romanzoti 
http://hypescience.com

Fobia é o medo exagerado que atrapalha em atividades do dia-a-dia

Problema causa sintomas físicos como taquicardia e falta de ar.
Existe tratamento com especialistas para todos os tipos de fobia.

Sentir medo é bom, é uma forma de proteção do nosso corpo contra os perigos da vida e do ambiente. Mas há momentos em que este sentimento passa dos limites e, em vez de proteger, atrapalha em atividades que deveriam ser corriqueiras. É neste ponto que o medo se torna fobia.

A fobia é um medo que não fica só na cabeça de quem sente. Ela dispara sintomas físicos, como taquicardia, falta de ar e ataques de pânico. Com isto, a pessoa deixa de fazer coisas básicas do dia-a-dia, como dirigir ou pegar um ônibus.

No Bem Estar desta terça-feira (27), a pediatra Ana Escobar e do psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello explicaram qual é o limite que diferencia medo e fobia. Eles também deram dicas de como enfrentar e superar este problema.


As dicas acima fazem parte de uma técnica conhecida como exposição gradual. São maneiras de encarar o medo aos poucos, até pegar a confiança necessária para retomar este tipo de atividade normalmente


A técnica é mais indicada para os casos de fobias específicas – quando a pessoa tem medo de altura ou de lugares fechados, por exemplo. Em geral, este medo é provocado por alguma experiência ruim que provoca um trauma psicológico, e pode surgir em qualquer momento da vida.

O que acontece nestes casos é que o cérebro relaciona uma “memória ruim” a algum objeto, lugar ou situação. Quando isto acontece, A pessoa não consegue mais entrar em contato com esta coisa específica – ela sente um bloqueio, os sintomas físicos se manifestam.

Além da fobia específica, há outros dois tipos de medo exagerado, e ambos têm tratamento: a agorafobia e o medo social.

A agorafobia é o medo de se sentir mal em determinados locais e não poder receber socorro. Normalmente, as pessoas que tem este tipo de medo se sentam perto das saídas no ônibus ou no cinema, ficam sempre prontas para escapar caso algo aconteça. Em geral, a agorafobia está associada à síndrome do pânico.

Já a fobia social é uma timidez exagerada e doentia que pode surgir em várias situações. As pessoas que têm esta fobia costumam nascer com ela, ou pelo menos com uma predisposição a desenvolvê-la.

Este medo do julgamento dos outros atrapalha muito na interação social e no relacionamento com amigos e colegas de trabalho. A timidez chega ao ponto de fazer com que uma pessoa não consiga nem assinar um cheque, por medo da exposição, por exemplo. Este tipo de medo é o mais difícil de resolver sozinho, é preciso procurar ajuda profissional.

Na enquete que fizemos entre os leitores do site, perguntando qual é o principal medo das pessoas, houve empate técnico entre a altura – uma fobia específica – e falar em público – timidez –, com 27% dos votos para cada.

 Do G1, em São Paulo

Os benefícios da pimenta

Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta, tanto do gênero piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (pimenta vermelha), tem qualidades farmacológicas importantes.


Segundo o médico homeopata Marcio Bontempo, autor do livro Pimenta e seus Benefícios à Saúde, além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer. 


Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.

 Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.
 

DOENÇAS QUE A PIMENTA CURA E PREVINE

Baixa imunidade - A pimenta tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à aids com resultados promissores.

Câncer - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.
 Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado também à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.
 

Enxaqueca - Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.

Esquistossomose - A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada em uma substância semi-sintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.

Feridas abertas - É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado diretamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados - Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de uma pequena pimenta malagueta por dia, como se fosse uma pílula.
Hemorróidas - A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com pimenta para uso tópico.

Infecções - O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração - A pimenta caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade - Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que a pimenta derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.
 Pressão alta - Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.

Reumatismo, artrite e artrose - Recomenda-se a aplicação de compressas quentes ou frias nas articulações, feitas com 250 gramas de pimenta vermelha socada e misturada a uma pasta de purê de inhame. Use uma vez ao dia até a melhora. 
 
RECEITAS COM PIMENTA

Pimenta no Azeite de Oliva


1 xícara (chá) de azeite de oliva extravirgem
2 dentes de alho picados
1 colher (chá) de suco de limão
pimentas selecionadas à sua escolha

Retire as sementes e os talos das pimentas. Frite o alho no azeite até ficar levemente dourado. Coloque as pimentas em um vidro de conserva, deixando um espaço livre de 2 cm. Aqueça 1 xícara (chá) de azeite a 300o C. Enfie o cabo de uma colher no meio das pimentas e abra um buraco. Despeje o azeite quente lentamente, para que penetre. Complete o pote com azeite até atingir 0,5 cm da boca e tampe bem firme. Deixe esfriar naturalmente. Conserve na geladeira.

Conserva Básica de Pimenta


Pimentas selecionadas de sua escolha
2 copos de vinagre branco
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de sal

Faça uma calda com o vinagre, o sal e o açúcar, levando essa mistura para ferver por dois minutos. Faça o branqueamento das pimentas cozinhando-as no vapor, sem que fiquem muito moles. Coloque-as num vidro esterilizado e jogue a calda quente por cima. Deixe esfriar, tampe e conserve na geladeira.


 Cura pela Natureza

O que tem no meu chiclete?

                                            O que torna o chiclete elástico?

 Se você é fã das gomas de mascar, principalmente daquelas que ficam horas na boca sem perder propriedades como: maciez, textura característica, sabor prolongado, etc. Saiba agora quais os ingredientes conferem todas estas particularidades dos populares chicletes sem açúcar: 


  Maciez: já reparou que quando retiramos o chiclete da embalagem, o mesmo possui uma forma mais rígida que lhe confere o formato? Mas basta o colocarmos na boca e já percebemos a mudança na textura: o chiclete fica macio quando o mastigamos, sabe por quê? 


  A “glicerina” presente na composição faz com que o chiclete amoleça ao ser mascado, a temperatura do interior da boca ativa esta função.

Elasticidade
: esta característica torna o chiclete único: poder mascar, fazer bolhas, brincar com o alimento, pode ser um passatempo relaxante. Surge a pergunta: qual componente é responsável por esta particularidade? 


  A chamada “Goma base” é o componente principal, é produzida a partir de derivados do petróleo, este talvez seja o maior atrativo do chiclete: a massa sintética que estica e puxa. 


Sabor adocicado
: o fato de não conterem açúcar não significa que não sejam doces, esta característica é proporcionada pelo “Manitol”, um adoçante natural encontrado também na beterraba. 
 

Mas as vantagens não param por aí, alguns desses chicletes ainda retiram manchas dentárias. Isso é possível graças ao
Estearato de sódio, um esfoliante capaz de remover impurezas da superfície dos dentes, o que é claro, não dispensa a tradicional escovação.


Estearato de sódio: sal esfoliante também presente em sabonetes.

Aliás, a ausência de açúcar na composição ao lado da capacidade de retirar manchas, convenceu a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) a aprovar esta guloseima como não prejudicial aos dentes. Daí o porquê da popularidade, além de possuir delicioso sabor e não ser calórico, ainda promove sua saúde bucal.



Por Líria Alves

Graduada em Química
Equipe
Brasil Escola

A ciência do beijo


Não há nada como um beijo romântico. E ele é um comportamento misto: ao mesmo tempo em que temos o instinto de se conectar através do beijo, o estilo e a expressão são moldados pelas nossas experiências pessoais e culturais. 

Apesar de nós não encararmos dessa maneira, pelo menos não frequentemente, os lábios são a zona erógena do corpo mais exposta. Cheios de terminações nervosas, um simples toque pode enviar uma cascata de informações para o cérebro, ajudando-nos a decidir se queremos continuar com um beijo (e relacionamento) ou não.

O contato entre lábios envolve cinco de nossos doze nervos craniais. Impulsos elétricos passam pelo cérebro, lábios, língua e pele.

Um beijo gostoso age como uma droga, fazendo que a outra pessoa agradeça pela dopamina liberada. Essa é a mesma substância envolvida em drogas como a cocaína, e por isso um romance pode ser tão viciante. A dopamina está envolvida na sensação de recompensa, podendo levar a estados de euforia, insônia e perda de apetite.

E também há as mudanças físicas. Um beijo pode fazer com que nossos vasos sanguíneos dilatem, o pulso aumente e as bochechas fiquem ruborizadas. As pupilas ficam maiores, por isso muitos têm vontade de fechar os olhos. Em outras palavras, o corpo é um espelho das reações que chamamos de “amar”.

Mas sejamos honestos: nem todo beijo nos deixa com vontade de mais. Psicólogos da Universidade Estadual de Nova York recentemente divulgaram que 59% dos homens e 66% das mulheres terminaram um relacionamento devido ao beijo. 

Cheirando amor

Um órgão que está intimamente associado ao amor (mas raramente as pessoas sabem) é o nariz.

Além do problemático mau hálito e falta de higiene, cada um tem um cheiro distinto que parece nos guiar até um DNA compatível. Cientistas descobriram que as mulheres preferem o cheiro de homens com certos genes complementares ao seu sistema imunológico. O benefício viria no caso de uma criança nascer do relacionamento; ela estaria bem preparada para doenças. 

Claro, muitas pessoas se preocupam que um beijo pode nos colocar muito próximos dos germes de alguém. Mas na realidade, nós temos mais chance de ficar doentes dando apertos de mãos durante o dia do que beijando.

Nós até podemos não estar totalmente conscientes das formas como nosso corpo responde a um beijo, mas uma coisa é certa, os beijos dão boas pistas para decidir o futuro de um relacionamento. [CNN, Foto de Walt Stoneburner]

Por Bernardo Staut

sábado, 24 de março de 2012

Brasileira de 9 anos é eleita Little Miss Galaxy, na Bulgária

Ana Laura Molero, 9 anos, é eleita Little Miss Galaxy
2012, na Bulgária (Foto: Divulgação)


A estudante Ana Laura Molero, 9 anos, foi eleita, nesta sexta-feira (23), Little Miss Galaxy 2012, em Bansko, na Bulgária. Ela recebeu uma faixa com o título conquistado e uma coroa.

Antes de embarcar para a Bulgária, Ana foi finalista do concurso Miss Brasil Infantil 2011. A partir deste evento que ela recebeu o convite para participar da disputa no exterior. "Ela é muito bonita e agora deve participar de muitos outros concursos de beleza", disse Danilo D'Ávila, responsável pela seletiva do concurso no país.

Ana nasceu em 13 de abril em Assis, no interior de São Paulo. Com 5 anos, ela desfilou pela primeira vez na 2ª edição do Evidency Fantasy. Em seguida, ela foi contratada por uma agência de modelos.

A jovem já venceu a categoria mini do concurso Garota do comércio, em 2009. No mesmo ano e categoria, ela também venceu o Miss Assis World. Em 2010, ela ficou com as faixas de Miss Assis Estudante e de Miss São Paulo Estudante. No ano passado, ela venceu o Miss Ecologia Regional.


Glauco Araújo Do G1, em São Paulo

Tuberculose extrapulmonar é comum e tem tratamento

O Dia Mundial da Tuberculose (24) é importante para difundir informações sobre prevenção, sintomas e tratamento adequado. Segundo o infectologista Marcelo Ferreira, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, a doença tem cura em 99% dos casos em que o tratamento é feito corretamente. "Em alguns casos, a pessoa pode ser infectada e a doença nem se manifestar", afirma. 

Mas você sabia que nem sempre a tuberculose afeta apenas os pulmões? Embora o único meio de contaminação seja por meio das vias aéreas, a bactéria que causa a doença pode sair dos pulmões e entrar na corrente sanguínea, infectando outros órgãos. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS),  8 milhões desenvolvem a doença e cerca de 1,7 milhão morrem a cada ano. Só no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, são notificados anualmente 85 mil casos novos de tuberculose, sendo que mais de 10% dessas ocorrências envolvem infecções extrapulmonares. Aproveite a data para conhecer melhor a tuberculose extrapulmonar e tire dúvidas sobre sintomas e tratamentos. 

Tuberculose pode afetar qualquer órgão?

 

Sim. Quando uma pessoa é infectada, o bacilo pode se alojar em qualquer área do corpo por meio da corrente sanguínea. "A bactéria fica concentrada em alguma região do organismo e pode ou não se manifestar, dependendo do sistema imunológico do indivíduo", diz Marcelo Ferreira. A tuberculose extrapulmonar atinge com mais frequência pacientes com dificuldade em conter a infecção, como recém-nascidos, pacientes com AIDS e pessoas com imunodeficiência.

Linfonodos localizados próximos ao pescoço


Quais são os tipos mais comuns de tuberculose extrapulmonar?

Segundo a infectologista Sumire Sakabe, do Hospital 9 de Julho, uma das formas mais frequentes de tuberculose fora do pulmão é a ganglionar, que acomete principalmente os linfonodos - órgãos do sistema linfático - próximos ao pescoço. "Quando acometidos pela doença, eles aumentam de tamanho e, em alguns casos, podem formar pus", explica. Outros órgãos comumente acometidos pela tuberculose são ossos, olhos, pele, sistema nervoso central e sistemas urinário e reprodutor. 

Os sintomas são iguais aos da tuberculose pulmonar?

Existem alguns sintomas que são comuns em todas as manifestações de tuberculose, como febre no final da tarde, sudorese noturna, perda de apetite e cansaço. Os demais sinais irão variar conforme o órgão afetado. Por isso, é importante procurar um médico sempre que a pessoa perceber os sintomas típicos da doença associados a qualquer outra alteração no seu organismo. 

 "Uma pessoa com tuberculose no sistema nervoso poderá ter convulsões, paralisia de algum membro ou até entrar em coma", exemplifica o infectologista Marcelo Mendonça, chefe do departamento de Infectologia do Hospital Santa Paula. "Já alguém com tuberculose renal poderá urinar sangue e ter dor na região lombar." 

Como é feito o diagnóstico?

Quando há suspeita de tuberculose extrapulmonar, o médico faz uma biópsia do local, que consiste na retirada de uma parte do tecido doente para análise das células. "Isso mostrará danos no tecido que podem levar ao diagnóstico da doença ou descartar essa possibilidade", diz a infectologista Sumire. 

Feita a coleta do tecido, o médico usará um microscópio para procurar o bacilo da tuberculose e, caso não encontre em um primeiro momento, irá cultivar o tecido em meio propício para o desenvolvimento da bactéria, a fim de que ela se multiplique e seja possível identificá-la. 

Marcelo Ferreira conta que também podem ser usados testes moleculares, que possibilitam detectar o DNA do bacilo da tuberculose na mucosa e na urina. "Utilizamos ainda exames de imagem (RX, tomografia, ressonância), que podem ajudar o médico a fazer o diagnóstico", diz. Esses últimos exames, porém, ajudam a identificar com mais propriedade apenas alguns tipos de tuberculose, como a renal e a cerebral. O infectologista afirma que a biópsia é o melhor método e o que dá mais garantia de identificação da doença. 

O tratamento é igual para todos os tipos de tuberculose?

 

No geral, a doença é combatida em fases e exige o mesmo o tratamento em todas as suas formas, que dura seis meses. Durante os três primeiros meses, o paciente ingere uma combinação de quatro drogas, seguidos de mais quatro meses usando apenas duas destas drogas. Para formas graves, como tuberculose no sistema nervoso, o período de recuperação pode ser mais longo, durando até nove meses. 

Esse tratamento é fornecido gratuitamente pelo SUS. "Ele deve ser diário e regular para que a doença seja completamente eliminada", diz Sumire Sakabe. Segundo a infectologista, quando o tratamento é interrompido, o bacilo cria resistência ao medicamento, o que dificulta a cura e agrava a situação do paciente. 

Corpo humano sendo infectado pela bactéria da tuberculose

Uma pessoa pode ter mais de um tipo de tuberculose?

Sim, qualquer pessoa pode ser infectada mais de uma vez e pode, inclusive, ter a doença em diversas partes do corpo simultaneamente. Segundo Marcelo Ferreira, esse tipo de infecção se chama tuberculose miliar e acontece quando o bacilo viaja para diferentes partes do corpo por meio do sangue. Nesses casos, o tratamento é prolongado e requer cuidados mais específicos, como fortalecimento da imunidade e outras medidas tópicas para cada órgão afetado. "A tuberculose também pode reaparecer em um indivíduo que já teve a doença, seja por não ter sido tratada adequadamente ou por uma nova infecção", acrescenta.

Uma pessoa com tuberculose extrapulmonar pode transmitir a doença?

Não. A doença só pode ser transmitida pelas vias aéreas, seja pelo ar ou por contato com mucosas infectadas. Uma pessoa que não tenha o bacilo alojado em seu pulmão não poderá expeli-lo na tosse, saliva ou muco. "Um paciente que não tenha tuberculose pulmonar sequer apresentará tosse ou qualquer outro sintoma relacionado ao sistema respiratório", explica Marcelo Mendonça. De acordo com ele, a tuberculose na laringe também tem chance de ser transmitida, mas em casos isolados.

Por Carolina Gonçalves
Fonte: Minha Vida



sexta-feira, 23 de março de 2012

Orgasmo sem sexo: mulheres podem encontrar prazer na academia?

Um novo estudo americano fez descobertas interessantes quanto à sexualidade feminina. Submetendo questionários online, pesquisadores da Universidade Indiana obtiveram respostas de 124 mulheres que já tinham vivenciado orgasmos induzidos por exercícios e 246 mulheres que já tinham sentido prazer sexual através de atividades físicas.
 
45% das participantes disseram que seu primeiro orgasmo induzido por exercícios ocorreu enquanto elas faziam abdominais, 19% estavam fazendo spinning ou andando de bicicleta, 9,3% estavam escalando cordas ou mastros, 7% levantando pesos, 7% correndo e o restante estava praticando diversas modalidades de atividades.

Os pesquisadores não entendem ainda a relação entre o prazer sexual e os exercícios físicos, mas eles acreditam que essa é uma oportunidade para que as mulherese e os médicos conheçam melhor o funcionamento do corpo feminino. “Pode ser que o exercício físico, que já é conhecido por ter benefícios significativos para a saúde e o bem estar, tem o potencial de melhorar a vida sexual das mulheres também”, especula a pesquisadora Debby Herbenick.

Por Ana Cláudia Xavier
Blog de Boa Saúde

Idosa de 95 anos levanta do caixão 6 dias depois de morrer


A frase que ficou imensamente popular nos filmes do Romero pontuavam um possível motivo para a chegada dos mortos-vivos. Certamente esta não foi a causa da “ressurreição” da senhora Xiufeng, uma chinesa de 95 anos de idade.

Ela estava em casa, onde mora sozinha, quando sofreu uma pancada na cabeça e ficou desacordada. O vizinho, sr. Qingwang, foi levar seu café-da-manhã e a encontrou sem movimentos. Tentou acordá-la, sentir alguma pulsação ou respiração, mas não encontrou resposta. A única coisa indicando que ela estava viva era a temperatura do corpo, que não caiu.

Como a maior parte dos sintomas apontavam para a morte da senhora, o vizinho resolveu que ela havia partido desta para uma melhor. Com a ajuda de seu filho, o senhor Qingwang colocou o corpo dela em um caixão e deu início aos trabalhos funerários.

Segundo a tradição chinesa o caixão do falecido deve ficar em casa até que parentes venham prestar suas homenagens, por isso ele não fechou a tampa até o dia do enterro. Um dia antes da cerimônia, o senhor Qingwang chega na casa e encontra o caixão vazio. Transtornado ele e outras pessoas começam a procurar pelo corpo até encontrar dona Xiufeng na cozinha preparando uma refeição (espero que não tenham sido miolos).

Segundo o hospital local ela sofreu uma morte artificial, onde a pessoa praticamente não respira, mas o corpo continua quente. A senhora Xiufeng foi muito feliz em ter levantado um dia antes do enterro, mas o problema é que segundo a tradição chinesa os pertences da pessoa devem ser queimados após a morte, então ela agora não tem mais nada.

Fonte: Oddity Central
 Editorial: Redação

quinta-feira, 22 de março de 2012

9 motivos para não tomar refrigerante

Refrigerante, de todas as maneiras, não faz bem. Além de não ter valor nutricional, engorda, leva à obesidade, causa diabetes e muitos outros problemas de saúde, que você pode nem saber que existem. Confira os males gerados pelo refrigerante e pense duas vezes antes de abrir aquela garrafa gaseificada: 


 1 – Refrigerante causa envelhecimento rápido


Qualquer refrigerante de cola (seja regular ou diet) contém fosfato, um ácido que dá a bebida seu sabor típico, fazendo-a também durar mais na prateleira. O mesmo ácido fosfórico está presente em outros alimentos (carne, leite e nozes), mas vem em quantidades muito maiores no refrigerante.

Esse excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e até provocar envelhecimento acelerado. Um estudo de 2010 descobriu que ratos de laboratório que tomavam refrigerante morreram cinco semanas mais cedo do que ratos com dietas com níveis normais de fosfato. 


 2 – Refrigerante pode causar câncer


 O Centro de Ciência para o Interesse Público pediu à Administração de Alimentos e Drogas americana que proibisse o corante artificial caramelo usado para fazer a Coca-Cola, a Pepsi e outros refrigerantes marrons. Isso porque dois elementos desse corante, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, são conhecidos por causar câncer em animais. Aparentemente, 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol já é o suficiente para representar uma ameaça de câncer. Qualquer refrigerante marrom contêm 200 microgramas por 570 ml.


 3 – Refrigerante torna os dentes podres


 Dentistas americanos nomearam uma condição com a marca de um refrigerante (“Mountain Dew”), porque todas as crianças que o bebem demais a tem: elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis muito altos de açúcar. Não é difícil de imaginar…


4 – Refrigerante pode causar problemas neurológicos
 
 
O óleo vegetal bromado, ou BVO, na sigla em inglês, é um elemento encontrado em refrigerantes para manter seu aroma. É também um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Só isso já diz muito.

Encontrado em refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico pode causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também suspeitam que o químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo.


5 – Refrigerantes vêm em latas tóxicas
 
 
A bebida em si não é a única que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante usam uma resina chamada bisfenol A (BPA) para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. Essa resina pode influenciar os hormônios e já foi associada à infertilidade, à obesidade e a algumas formas de câncer. 


Atualmente, a Pepsi e a Coca-Cola estão engajadas em uma batalha para ver qual vai poder desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas, considerada “sem BPA”. Mas nenhuma delas está disposta a retirar a mesma substância das suas latas de alumínio.


6 – Refrigerante causa poluição da água
 
 
Refrigerantes diet ou light não possuem açúcar, mas possuem adoçantes artificiais, que por acaso não quebram em nossos corpos, e nem no tratamento de águas residuais. Sendo assim, essas substâncias acabam entrando nos cursos de água das cidades. 


Em 2009, cientistas testaram amostras de água tratada, de rios e de lagos na Suíça e descobriram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todas as amostras (que são substâncias usadas em refrigerantes diet). Um teste parecido nos EUA também revelou a presença de sucralose nas estações de abastecimento de água. 

Os pesquisadores não sabem o que esses níveis dessas substâncias podem fazer com as pessoas, mas estudos anteriores haviam concluído que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos.


7 – Refrigerante diet pode viciar
 
 
Apesar de não ser tão viciante quanto nicotina, por exemplo, o refrigerante diet é claramente viciante (pergunte a quem o toma até no café da manhã). Os cientistas suspeitam que os adoçantes artificiais que ele contém podem tornar algumas pessoas psicologicamente – e até mesmo fisicamente – dependentes. 

Os adoçantes artificiais dos refrigerantes diet, como o aspartame, podem manter as pessoas bebendo constantemente porque esses açúcares falsificados não satisfazem tanto quanto o açúcar real. A cafeína também pode ser um dos elementos do refri que causa vício, embora não explique porque os bebedores não preferem café, por exemplo, que contém muito mais da substância.

Também há razões psicológicas. Beber muito refrigerante sem calorias não parece ter uma desvantagem imediata (o ganho de peso) que impede as pessoas de exagerar. Outro caso comum é o que os psicólogos chamam de “troca de vício”, que é mudar um vício ou um comportamento compulsivo por outro (não vou fumar, mas vou tomar refrigerante). O refri é substituto para muitos problemas. Também, para quem está tentando perder (ou evitar ganhar) peso, a doçura do refrigerante diet se torna um conforto para lembrar o gosto do açúcar.

Da mesma forma, as pessoas podem ficar viciadas em refrigerante diet porque o associam com uma determinada atividade ou comportamento. É o mesmo que sempre tomar um refri quando vai para aula. Você sente o desejo antes mesmo de chegar na escola. Quase ninguém admite, mas muitos sofrem até de sintomas de abstinência quando ficam longe do refrigerante.

8 – Refrigerante pode prejudicar o esperma
 
 
Um estudo holandês mostrou que a contagem de esperma em homens que bebem mais refrigerante de cola é, em média, 30% mais baixa do que nos que não tomam, o que aumenta o risco deles ficarem estéreis.

Não há certeza sobre qual substância no refrigerante é responsável pelo fenômeno. Mas homens que tomam mais de um litro de coca por dia têm uma contagem de apenas 35 milhões de espermatozoides por litro de sêmen. 

Como a qualidade e estilo de vida estão relacionados ao consumo de refrigerante, ainda não se sabe se é a dieta toda ou a quantidade de bebida de cola que afeta a qualidade do sêmen. Ainda assim, é um bom motivo para parar de tomar refrigerante.


9 – Refrigerante pode causar paralisia
 
Há evidências de que o consumo excessivo de refrigerantes de cola pode levar a hipocalemia, uma doença onde o nível de potássio cai, causando um efeito adverso nas funções vitais dos músculos.
Os sintomas podem variar de fraqueza a paralisia profunda. E pessoas que consomem de dois a nove litros de cola por dia têm maiores chances de adquirir a doença. Os ingredientes presentes no refrigerante que a causam são: glicose, frutose e cafeína.

Suspender o consumo de cola e tomar suplementos de potássio cura a condição, mas a doença deixa as pessoas mais suscetíveis a potenciais complicações fatais, como batimento cardíaco irregular.

Os médicos acreditam que as bebidas de cola devem estar na lista de drogas e substâncias que podem causar doenças. Também acreditam que a indústria de refrigerantes deve promover o uso moderado de seus produtos e incentivar a prática de atividades físicas. Entendeu o recado?

Por Natasha Romanzoti
 Fonte: Revoada