quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Dez obstáculos que te impedem de chegar ao orgasmo

Ansiedade, baixa autoestima e até o ciclo menstrual atrapalham o clímax da mulher


Você tem certeza de que já chegou a um orgasmo? Parece uma pergunta óbvia, mas muitas mulheres não sabem se realmente alcançaram o clímax: uma pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (Prosex), da Universidade de São Paulo, revelou que 34,6% das brasileiras sofrem com a falta de desejo sexual e 29,3% delas têm vida sexual sem orgasmo. Além disso, 92% das mulheres não costumam se masturbar. 


De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, durante o orgasmo a mulher tem uma grande sensação de prazer físico. "A lubrificação da vagina e a musculatura da pélvis apresentam contrações rítmicas e involuntárias - algumas mulheres sentem contrações fortes e outras, mais suaves", explica. Esse momento não dura mais do que alguns segundos, mas é arrebatador e dá para saber que aconteceu - o corpo ficará relaxado depois, como se estivesse anestesiado. Se você tem dificuldades de chegar a esse clímax, confira a seguir dez dos principais motivos apontados por especialistas. 



Ficar dispersa durante o sexo

Pode até parecer que você não está interessada no momento, mas há grandes chances de a culpa ser do excesso de estresse e preocupações que bloqueiam o relaxamento. A ginecologista e obstetra Erica Mantelli conta que os fatores psicológicos que interferem na relação são até mais importantes que os físicos para a mulher. "Ela precisa estar 100% focada na relação sexual para conseguir identificar em seu corpo os locais onde mais sente prazer", afirma a médica. "A mulher depende de estímulos sonoros e táteis, diferente do homem que é excitado mais facilmente - muitas vezes apenas com estímulo visual", afirma. Procure tomar um banho, ouvir uma música ou fazer uma massagem para ficar mais relaxada.  

 
Apego aos tabus - Getty Images

Apego aos tabus

A psicoterapeuta Evelyn Vinocur explica que a educação rígida gera crenças falsas em relação ao sexo oposto, sexualidade, masturbação e orgasmo. "Muitas mulheres que acreditam nisso se sentem culpadas, ficam preocupadas demais e não conseguem chegar ao orgasmo", diz. Procurar um psicólogo, nesses casos, pode ser uma ótima forma de trabalhar com o medo e a tensão.

  
Só com a luz apagada... - Getty Images

Só com a luz apagada...

Sentir vergonha do corpo a ponto de se preocupar na hora da relação sexual interfere no seu prazer. A psicóloga Janaína Reis explica que a mulher com autoestima baixa tende a não se sentir à vontade para explorar o corpo por meio de toques e carícias para descobrir os pontos de prazer. "A masturbação é uma das principais formas de alcançar o autoconhecimento sexual", diz. Se a mulher não se sente segura e não sabe como ter prazer, pode ter dificuldade em atingir o orgasmo tanto sozinha quanto com o parceiro - já que não consegue guiá-lo ou expressar de que forma sente mais prazer. 


A psicoterapeuta Evelyn lembra outro problema da autoestima baixa: o fingimento. "Por medo de não agradar o parceiro, a mulher finge que chegou ao orgasmo quando, na verdade, não sente", afirma a profissional. "Nesses casos, recomendo uma terapia breve para incentivar a mulher a ultrapassar esse bloqueio em relação ao corpo."


Falta de atração - Getty Images

Falta de atração

Se você sente que o seu parceiro não a atrai sexualmente, as especialistas recomendam fazer uma reflexão: você já sentiu desejo antes com esse parceiro? Segundo Janaína Reis, é preciso identificar qual disfunção sexual a mulher apresenta: desejo sexual hipoativo (a falta de vontade de fazer sexo, frigidez) ou anorgasmia (incapacidade de chegar ao orgasmo mesmo com excitação).

Se for o primeiro caso, talvez seja preciso rever os motivos que a levou a ter um relacionamento amoroso com o seu parceiro ou os fatores que estão interferindo na atração física, pode ser até rancor do marido. "É importante buscar ajuda com um terapeuta sexual", recomenda Janaína.  


Medo de não conseguir - Getty Images

Medo de não conseguir

A expectativa de querer chegar ao orgasmo pode causar o efeito inverso: deixar você ainda mais longe do clímax. "Quando a mulher vivencia o relacionamento sexual preocupada tanto com o seu desempenho como com o objetivo de atingir o orgasmo, ela pode deixar de se entregar às sensações prazerosas do encontro sexual", explica Janaína Reis. Se você sentir que não consegue controlar essa ansiedade, converse com um psicólogo. 


Fadiga - Getty Images

Fadiga

Há diversas causas por trás da fadiga, desde a correria do dia a dia até problemas de saúde, como alteração hormonal, hipertensão e fadiga crônica. "Mulheres com fadiga podem perder o interesse pelas relações sexuais e iniciá-las apenas para agradar o parceiro, sem conseguir aproveitar o momento e chegar ao orgasmo", explica a psicóloga Janaína. O excesso de cansaço pode ser reflexo da rotina agitada, mas se você sentir que está sonolenta e indisposta demais, converse com um médico. 


Saúde debilitada - Getty Images

Saúde debilitada

Há uma infinidade de doenças e problemas de saúde que podem interferir na libido e no orgasmo feminino. Confira os principais, apontados pela ginecologista Érica: 

- Infecções vaginais e doenças no colo do útero, que podem gerar desconforto na penetração e dor durante a relação, prejudicando a lubrificação e interferindo no prazer sexual; 

- Doenças como diabetes e alterações hormonais, que diminuem o estímulo causado na zona erógena (zona de maior prazer), reduzindo também a sensibilidade da mulher e a condução do estimulo através de nervos que mandam mensagem ao cérebro; 

- Doenças psiquiátricas, estresse e ansiedade, que prejudicam os pensamentos da mulher, atrapalhando seu relaxamento e impedindo que chegue facilmente ao clímax; 

- Uso abusivo de drogas e álcool, que causam repercussões negativas na relação sexual, dificultando e até impedindo a chegada ao orgasmo.


Medicamentos - Getty Images

Medicamentos

Alguns medicamentos inibem a libido, ou seja, a vontade sexual: antidepressivos, diuréticos, medicação para úlcera gástrica e anticoncepcionais. "Os anticoncepcionais inibem a ovulação e, com isso, diminuem a libido", explica Érica Mantelli. Já os outros medicamentos atuam no sistema nervoso central, diminuindo o hormônio responsável pelo prazer


Ciclo menstrual - Getty Images

Ciclo menstrual

O prazer sexual pode variar de acordo com o seu ciclo. "Na semana da menstruação, a sua libido pode ficar maior devido aos altos níveis hormonais, principalmente estrógeno e testosterona", conta a ginecologista Erica. Com o aumento de circulação sanguínea na região da pélvis, o clitóris também fica mais sensível e é mais fácil chegar ao orgasmo. 


Uma semana após a menstruação, os níveis hormonais continuam altos e o seu corpo começa a se preparar para a ovulação - que ocorre aproximadamente 14 dias após a menstruação. "Nesse período, a lubrificação vaginal está maior, favorecendo a penetração e trazendo mais conforto à mulher, que fica mais relaxada para ter orgasmos", afirma a médica. 


No meio do ciclo, ocorre a ovulação e pode ser um período doloroso para a mulher, menos favorável à relação sexual. Já na semana que antecede a menstruação, há queda da libido e TPM, sendo uma fase bem mais difícil de chegar ao orgasmo. "Vale lembrar que é preciso respeitar esse tempo se não houver possibilidade de manter relações sexuais - afinal, dura apenas alguns dias", afirma Erica.  


Trauma de violência sexual - Getty Images

Trauma de violência sexual

Mulheres que já foram vítimas de violência sexual necessitam de acompanhamento médico de rotina, com suporte psicológico e orientação sexual. "Não tenha medo ou vergonha de falar sobre o que aconteceu e converse com o seu ginecologista", recomenda Erica Mantelli. Ela explica que, em vez de relaxar e aproveitar a relação sexual, a mulher pode relembrar cenas tristes que aconteceram, interferindo na libido. O apoio profissional irá minimizar esses traumas e preparar a mulher para uma vida sexual saudável. 

Por Letícia Gonçalves

Fonte: Minha Vida

Consumir ferro reduz risco de TPM, sugere estudo

Dieta rica em ferro reduziu risco de ter Tensão Pré-Menstrual em até 40%.
Pesquisa acompanhou consumo de minerais de cerca de 3 mil mulheres.

TPM causa sintomas como ansiedade (Foto:
Fabrice Lerouge/Onoky/Photononstop/Arquivo AFP)



Mulheres com uma dieta rica em ferro têm de 30% a 40% menos risco de sofrer sintomas da Tensão Pré-Menstrual (TPM), em comparação com as que ingerem pequenas quantidades da substância, aponta um estudo divulgado pelo site do "American Journal of Epidemiology" nesta semana.

A pesquisa foi realizada pela Escola de Saúde Pública e Ciências da Saúde da Universidade de Massachusetts e pela Universidade Harvard, ambas nos EUA. É um dos primeiros estudos a avaliar como a TPM se desenvolve com base em uma dieta rica ou pobre em minerais, dizem os cientistas.

O levantamento acompanhou o consumo de minerais e de ferro de cerca de 3 mil mulheres, por dez anos. No início do estudo, elas não apresentavam sintomas de TPM. Três vezes ao dia, elas preenchiam questionários sobre sua alimentação.

Ao fim da pesquisa, 1.057 mulheres foram diagnosticadas com TPM e outras 1.968 não tiveram sintomas do distúrbio. Ajustando fatores como a ingestão de cálcio, os cientistas compararam o consumo de minerais pelas voluntárias antes e depois do estudo.

"Descobrimos que mulheres que consumiram ferro de verduras e suplementos alimentares, ou seja, de fontes não diretamente ligadas à carne, tiveram de 30% a 40% menos risco de desenvolver TPM do que aquelas que consumiram menores quantidades de ferro", disse a pesquisadora Elizabeth Bertone-Johnson, uma das autoras do estudo.

"Nós também encontramos alguns sinais de que um maior consumo de zinco também está associado com menos risco [de ter TPM]", afirmou Bertone-Johnson.

"Por outro lado, ficamos supresos em descobrir que mulheres que consumiram quantidades elevadas de potássio tinham mais risco de serem diagnosticadas com TPM do que as que consumiam pouco potássio."

Em geral, os resultados para minerais vindos de alimentos foram similares aos de minerais consumidos por suplementos alimentares. "Nossas pesquisas ainda precisam ser reproduzidas em outros estudos. No entanto, mulheres com risco de TPM deveriam se certificar que elas estão consumindo quantidades suficientes de zinco e ferro", ressaltou a pesquisadora.

A cientista aponta que o nível de ferro para o qual foi identificado o menor risco de desenvolver TPM foi consumir 20 miligramas por dia da substância, maior do que a recomendação diária de 18 miligramas por dia para mulheres antes da menopausa.

"No entanto, como um consumo alto de ferro pode ter outros efeitos sobre a saúde, as mulheres devem evitar consumir mais do que os níveis toleráveis a menos que haja uma recomendação diferente do médico", ponderou Bertone-Johnson.
 Do G1, em São Paulo

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Hábitos que mantém um casamento mais forte

Além do amor, do respeito e da confiança, existem outras formas de manter um casamento feliz e duradouro

                                                               Foto: Thinkstock



O casamento é uma das instituições mais antigas das civilizações e que, mesmo passando por diferentes transformações permanece firme e forte nos dias de hoje.

Cada cultura possui o seu próprio modelo de celebração com regras que regem a união entre casais, mas em se tratando especificamente da nossa cultura, uma coisa que não muda é a dificuldade de se construir um casamento sólido e duradouro.

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, no ano de 2010 os números de divórcios no Brasil alcançaram a maior marca registrada desde o ano de 1984 atingindo uma taxa de 1,8 por mil habitantes. Somente em 2010 foram registrados 243.224 divórcios por processos judiciais ou escrituras públicas, além das separações que totalizaram 67.623.

O fato é que, mesmo com o aumento do número de divórcios e separações, todos os dias novos casais apostam no sonho da felicidade eterna que é plenamente possível, mas que precisa de muito mais que amor para dar certo.

Como a torcida para que todos os casais sejam felizes para sempre é grande, confira estas dicas que podem ajudar a melhor a convivência e tornar o casamento mais forte e duradouro.

Aceite o seu parceiro como ele é
É grande o número de mulheres que se casam com a esperança de que com o passar do tempo, com a convivência ou até com a chegada dos filhos o parceiro mude. Isso pode acontecer? Certamente, mas talvez essa mudança não seja tal qual você planejou, por isso, tenha sempre em mente que, assim como você, seu parceiro tem uma personalidade própria, juízos e valores que fazem ele ser o que é. Aceitar as diferenças é um caminho que pode te levar à felicidade de uma maneira muito mais fácil do que tentar convencer a pessoa de que ela deve ser de outro jeito. Portanto, em vez de tentar mudar aquilo que você considera um defeito, concentre-se nos pontos fortes, naqueles que fizeram você se apaixonar e tente minimizar os outros.

Mantenha o diálogo
Tentar adivinhar o que o outro está pensando ou sentindo pode ser a porta de entrada para grandes desentendimentos e confusões, mesmo assim, muitos casais apelam para esse recurso. Quando seu parceiro parecer mais calado e você não souber o motivo, em vez de fazer suposições, chamá-lo para sentar e conversar de forma amigável pode aumentar a confiança de um pelo outro, além de ser uma maneira de demonstrar companheirismo. Seja solícita, saiba ouvir, pois com certeza quando for a sua vez, ele saberá escutar.

Dividam as tarefas
Antigamente, a responsabilidade de cuidar da casa e da educação dos filhos era tarefa exclusiva das mulheres. No entanto, atualmente o cenário mais comum é aquele em que tanto o homem quanto a mulher precisam sair para trabalhar e ao chegar em casa inicia-se uma nova jornada. Para evitar desgastes de convivência por motivos domésticos, uma boa dica é dividir as tarefas, dessa forma nenhum dos dois chega ao final do dia sobrecarregado e dividindo as tarefas básicas do dia a dia sobra mais tempo para curtir a família e também para ficarem mais juntos.

Respeite a individualidade do outro
Depois do casamento o que mais queremos é ficar grudados o tempo todo com o nosso amor, mas por mais gostoso que isso seja, chega um momento em que ter o próprio espaço faz falta. Muitos casais se distanciam dos amigos ao assumirem uma relação, mas para o bem do casal é necessário que cada um tenha uma vida social fora do casamento, seja a mulher com as amigas e o marido com seus amigos ou de ambos com amigos. Isso pode ser difícil para alguns casais, mas para conseguir é necessário trabalhar muito bem a questão da confiança e do respeito de um pelo outro, afinal, liberdade é algo que se conquista.

Cultive hábitos do casal
Tão importante quanto preservar a individualidade de cada um é cultivar as particularidades do casal. Todo casal tem uma música que marca sua história, uma data especial e um lugar preferido. Cultivar essas coisas que remetem apenas ao casal, que são especiais para a história dos dois é fundamental para resgatar sentimentos antigos e despertar sensações que fazem o casal se sentir um só. Sempre que possível, crie esses momentos de individualidade só dos dois. Além de aquecer a relação, isso ajuda a fugir da rotina.

 Gostou das dicas? Então que tal compartilhá-las com o seu parceiro e juntos colocarem em prática? Com elas e uma boa dose de amor, carinho e principalmente de respeito, vocês vão descobrir que a felicidade plena existe, é só uma questão de saber buscá-la. Sejam felizes.
 Por Daniela Azevedo 
Fonte: DicasdeMulher

Açaí e seu poder no combate a várias doenças

                                              foto reprodução

 O consumo do açaí é feito de diferentes formas. Na Amazônia, a forma mais tradicional de consumi-lo, é com farinha de mandioca ou tapioca. Entre os paraenses, é comum o consumo com camarão ou peixe salgado. Nas demais regiões do Brasil, o açaí é preparado da polpa congelada, batida com xarope de guaraná, ficando com uma consistência parecida com a de um sorvete e, geralmente, é acompanhado de frutas como banana ou morango, e granola.


Açaí x saúde do coração
Um dos frutos mais nutritivos cultivados na Amazônia, o açaí é rico em ácido oléico, um tipo de gordura poliinsaturada, que auxilia na redução e controle dos níveis de colesterol e pressão arterial e previne aterosclerose. Seu consumo está associado à prevenção de doenças cardiovasculares.


Açaí x energia
Altamente energética, e rica em vitamina E, cálcio, magnésio e potássio, é uma fruta que fornece mais energia e disposição ao corpo, sendo interessante para praticantes de atividades físicas.


Açaí x doenças crônicas
Sua coloração roxa é devido à antocianina, um pigmento natural, pertencente à família dos flavonóides, responsável por seu poder antioxidante, conferindo à fruta a capacidade de combater e neutralizar a ação dos radicais livres, prevenindo contra doenças cardiovasculares e circulatórias, câncer, diabetes e Alzheimer.

Algumas pesquisas mais recentes mostram a relação dos compostos fitoquímicos do açaí no tratamento contra infecção por Helicobacter pylori, bactéria causadora da gastrite, e na indução da apoptose, podendo, ser um agente eficaz na prevenção do desenvolvimento do câncer gástrico.


Açaí x pele
Devido à sua composição, rica em ácidos graxos insaturados e antioxidantes, o açaí pode auxiliar no tratamento de problemas de pele, relacionados à fatores inflamatórios, como acne, dermatite atópica e nos tratamentos anti aging.

Os antioxidantes presentes no açaí podem melhorar a aparência de peles com manchas e reduzir rugas faciais. Seu consumo auxilia no retardo do envelhecimento, promove uma pele mais saudável e com aparência mais jovem.

Vale lembrar que, apesar de todos os benefícios à saúde, o açaí é uma fruta de alto valor calórico. Portanto, deve ser consumido com moderação.

Fonte: Bruna Murta – nutricionista da rede Mundo Verde.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Anvisa aprova medicamento contra câncer de mama avançado

Embora já exista certa variedade de drogas que agem no combate ao câncer de mama, a aprovação de novos medicamentos permite singularizar ainda mais o tratamento das pacientes oncológicas. Por essa razão, a notícia de que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estendeu o uso do everolimo para a doença é mais uma esperança para profissionais da área e mulheres vítimas desse tipo de câncer. Um pedido do laboratório que ele seja incorporado à rede pública de saúde será enviado nos próximos dias e a expectativa é de que o remédio atenda 15% das pacientes com câncer de mama.


A medida segue o entendimento de agências norte-americanas e europeias, que aprovaram o everolimo - droga já usada para outros fins - para pacientes na pós-menopausa com câncer de mama avançado. Outra exigência para o uso é que o tumor seja hormonodependente - característica de até 70% do total de casos -, ou seja, tenha seu desenvolvimento acelerado pelos hormônios femininos. A droga ainda é uma opção para quem sofreu metástase e fez tratamento com terapias hormonais, mas não mostrou resposta em relação às drogas usadas. Há anos que não era apresentada qualquer novidade para pacientes com esse perfil.


Desenvolvido pela Novartis, o ererolimo é uma droga oral comercializada exclusivamente pela marca Afinitor. A descoberta de sua eficácia foi decorrente de um estudo que englobou 724 mulheres. Os resultados mostraram que o tratamento com o medicamento mais que dobra a sobrevida livre de progressão da doença e o paciente chega a ter uma redução do risco de recorrência na ordem de 55%. O remédio e o tratamento hormonal que o acompanha custam oito mil reais por mês, conjunto que tem sido obtido por algumas mulheres por meio de planos de saúde ou via Justiça.


O câncer de mama atingiu 52 mil brasileiras em 2012 e, por essa razão, campanhas de prevenção continuam sendo fundamentais para reduzir o número. Veja a seguir algumas medidas para evitar a doença:

Exercícios

Um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos, publicado no Journal of the National Cancer Institute, apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os pesquisadores relatam que isso acontece porque os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrogênio, hormônio relacionado ao risco de câncer.

"A prática de exercícios físicos deve ser adotada para a vida toda. Ela diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento de câncer de mama", explica o mastologista Domingos Petti.  


Amamentação- Foto Getty Images Amamentação

Além de trazer inúmeros benefícios para o bebê, a amamentação mantém a saúde das mamães em dia. Segundo um estudo feito pela World Cancer Research Fund, na Inglaterra, mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses têm 5% menos chances de desenvolver câncer de mama. "Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea", explica Domingos Petti.  



Omega 3 - Foto Getty Images Ômega 3

Pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos, mostraram que óleo de peixe pode diminuir em até 32% as chances de câncer de mama. Isso acontece pela ação antioxidante do ômega 3, ácido graxo encontrado em abundância nos óleos de peixe.  



 estresse - Foto Getty Images Estresse

O estresse está entre os fatores de risco para câncer de mama. "Alguns estudos mostraram que as mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver a doença", explica Domingos Petti.

Ainda não se sabe muito bem porque o estresse aumenta as chances de câncer de mama, mas a relação entre os dois é bastante evidente. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade. 



Soja - Foto Getty Images Soja

"Estudos observaram que a incidência de câncer de mama é menor em países asiáticos e descobriram que o consumo de soja e seus derivados, comum nesses países, ajuda na prevenção da doença", diz o médico do Hospital Oswaldo Cruz Domingos Petti.

Segundo o especialista, isso se deve ao fato de a soja ser rica em estrógenos vegetais, um tipo de isoflavona que tem características bastante parecidas com o estrógeno, mas que não aumenta a proliferação de células mamárias, fator que aumenta as chances de câncer de mama.  



Álcool - Foto Getty Images Longe do Álcool
De acordo com o médico Arthur Guerra, coordenador do Curso Médico da Faculdade de Medicina do ABC, o consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%.

"O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama ainda permanece desconhecido, mas sabemos que o álcool influencia as vias de sinalização do estrógeno, hormônio fortemente associado ao câncer de mama", explica. 



Balança - Foto Getty Images Peso sob controle

Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver câncer de mama. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo. Segundo o mastologista Domingos Petti, um dos principais hormônios produzidos pelo tecido adiposo (formado por gorduras) é o estrógeno. Esse hormônio provoca a reprodução celular que, se for descontrolada, pode causar câncer de mama. 




Insira a Legenda - Foto Getty Images De olho no histórico familiar

A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos, mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar mais cedo. "Se um parente próximo teve câncer de mama aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos, por exemplo", explica Domingos Petti. 




Exame de toque - Foto Getty Images Atenção a outros sintomas

Muitas mulheres não sabem, mas a aparição de caroço ou nódulo no seio não é o único sintoma da doença. "Além do caroço, outros sintomas como alterações na auréola e a presença de secreções podem ser um sinal de câncer de mama", diz o mastologista Domingos Petti. Ao notar um ou mais desses sintomas, a mulher deve procurar rapidamente um profissional e perguntar se é preciso fazer mamografia. 




Vegetais - Foto Getty Images Dieta rica em vegetais

Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento de câncer de mama.




Hormônios - Foto Getty Images Cuidado com a reposição hormonal

Muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Segundo o Domingos Petti essa reposição - principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona - pode aumentar as chances de câncer de mama. "Está comprovado que o uso de reposição hormonal aumenta claramente o risco das mulheres desenvolverem esse tipo de câncer. Por isso, o uso de estrogênios em mulheres deve ser evitado", explica o especialista.

Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário.

Como alternativa à reposição hormonal, o especialista indica que a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada ajudam a controlar o aumento de peso e evitar doenças vasculares e osteoporose, principais preocupações das pessoas que entram nesse período feminino. "Com essas medidas, normalmente não é preciso fazer reposição hormonal de estrógeno ou progesterona", explica Domingos Petti. 




Café

Tomar até cinco xícaras de café por dia tem um fator de proteção contra uma forma agressiva de câncer de mama, segundo um estudo feito pelo Breast Cancer Research. Os cientistas afirmam que as mulheres que tem esse hábito podem ficar até 57% mais protegidas. Mas é preciso tomar cuidado com o consumo excessivo de café, ainda mais se você tiver hipertensão ou sofrer de insônia. Por isso, consulte a opinião do seu médico antes de aumentar o consumo dessa bebida. 

Fonte: Minha Vida

Linha de frente: fique atenta com a saúde dos seus seios

Os diamantes até podem ser os melhores amigos das mulheres, mas a gente sabe que, se o seu decote for incrível, dá para dispensar o colar luxuoso!

                                                  Foto: Fábio Heizenreder

 

Ok, os diamantes até podem ser os melhores amigos das mulheres, mas a gente sabe que, se o seu decote for incrível, dá para dispensar o colar luxuoso! Afinal, você vai querer chamar a atenção só para seus atributos naturais.

Saúde

Descubra quando seus seios pedem uma atenção extra e é hora de você marcar uma consulta com o seu ginecologista. seus gêmeos precisam de toda a sua dedicação.

Alta sensibilidade

Na TPM você deve sentir dores e mais sensibilidade nos seios. Não se preocupe, é normal. Durante o ciclo menstrual, os níveis de hormônio variam e causam retenção líquida, que resulta no inchaço das mamas. Evitar alimentos ricos em sódio é um jeito inteligente de diminuir o incômodo. Maneire no shoyu, no macarrão instantâneo, na azeitona...

Ops, vazei!

Você não está necessariamente grávida porque sentiu um líquido saindo do mamilo. Talvez o seu namorado tenha apertado demais seus seios, estimulando a secreção. Se isso acontecer om frequência, melhor procurar o médico. “Pode ser um cisto, uma doença inflamatória e até um tumor”, diz Renata Di Sessa, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo.

Apalpa, apalpa

O câncer de mama é raro entre mulheres com menos de 35 anos, mas faça ultrassom dos seios e não fuja do autoexame. Fique em frente ao espelho e apalpe as mamas e as axilas (se você tiver silicone, vai ser mais difícil identificar problemas). Fique atenta se achar um carocinho...
... macio e maleável como uma uva. Você consegue movê-lo por cima da pele. Deve ser um cisto líquido que desaparece sozinho. Mas, de todo modo, procure seu médico.

... duro e irregular como uma pedrinha. O cisto não se move. Esse tipo pode indicar problemas mais sérios. Converse com o seu ginecologista para que ele peça os exames necessários.

Beleza dos seios

Por que não disputar o prêmio de miss seios com Scarlett Johansson? Com nossas dicas, temos certeza de que você vai vencer a competição fácil, fácil...

Altos e baixos

Se você está sempre perdendo ou ganhando peso, seus seios vão ser um dos primeiros a perceber a mudança dos ponteiros da balança. Isso acontece porque a mama é cheia de células de gordura e, quando você emagrece, a tendência é que o peito diminua de tamanho — e, quando engorda, que aumente. A pele também pode perder colágeno e ficar mais flácida se você elimina muitos quilos. Por isso, o ideal é chegar a um peso padrão e parar por aí. Mas, se precisar de uma recuperação imediata depois de uma dieta daquelas, o dermatologista Jardis Volpe, da Clínica Volpe, em São Paulo, indica cápsulas de Exsynutriment e glucosamina. A primeira é rica em silício orgânico, que ajuda na formação do colágeno. A segunda tem ácido hialurônico, que mantém a pele de todo o corpo bem mais firme.

Sem coceira

A pele do mamilo descama, sim. Para evitar o desconforto, fuja de banhos quentes e hidrate os seios com um creme corporal potente — pode ser o mesmo que você usa no corpo. Mas, se a região nunca para de descascar, melhor ir ao médico. Às vezes, é um sinal de infecção causada por bactéria ou fungo.

Bela adormecida

Se você adora dormir de conchinha com o seu namorado, agora tem mais uma desculpa para amar essa posição: é a melhor para o seu decote. Sim! Desse jeito seus seios ficam aninhados e o peso do corpo não age sobre eles. Barriga para cima também está valendo, claro. Só evite pegar no sono de bruços — você pode acordar com seios doloridos e amassados.


Tratamentos se você quer....
...evitar as estrias
O segredo é hidratar sempre, com creme ou óleo. Melhor ainda se você se preocupar com elas assim que surgem, quando estão vermelhas. Depois de brancas, os resultados diminuem. Se as suas já fizeram aniversário, aproveite um lançamento que chega em fevereiro: o Bio-Oil (29,90 reais), óleo à base de extratos naturais e vitaminas A e E que promete deixar a cor da pele uniforme em três meses.


...se livrar das manchas
Aplique filtro solar no colo todos os dias, é uma região muito sensível! Não se cuidou e ficou manchada? Ok, a gente perdoa. Use o D. Blanc Clareador Corporal, da Dermatus (85,80 reais). De ação calmante, o produto ameniza até as marquinhas mais escuras.


...diminuir a flacidez
A última novidade para o problema é o laser Pixel CO2 Impact (mil reais a sessão*), indicação da dermatologista Mônica Azulay, de São Paulo. Os raios de gás carbônico entram na pele e estimulam a produção de colágeno e elastina, deixando a pele firme. Para dar resultado, a recomendação é fazer cinco sessões a cada 30 dias. * Preço PeSquiSado em ClíniCaS de São Paulo.

O sutiã ideal

Qual o seu número?

Seios pequenos: O meiataça é seu melhor amigo: segura e aumenta o busto. O push-up turbina mais!

Seios médios: Qualquer modelo serve. Para acertar no tamanho, vire-se de lado e levante os braços. Se a parte de trás do sutiã sair do lugar, está largo. Se o bojo subir, pequeno.

Seios grandes: Alças finas machucam a pele do ombro e não sustentam o busto. Use modelos de alças largas.

Proteção certeira

Por mais linda que seja, nunca compre uma peça que está apertada demais. Ficar com os seios esmagados, além de prejudicar a silhueta, causa danos à saúde: você pode ter até uma inflamação perigosa entre as costelas. Lave seu sutiã uma vez por semana. Se estiver fazendo muito calor, aumente a frequência. Só deixe de vestir a lingerie na hora de dormir.


Daniela Venerando - Edição: M de Mulher
Conteúdo NOVA

Reflita: Tempo para Deus !!!

Oi, como você acordou esta manhã?
Eu vi você e esperei, pensando que você falaria comigo,
mesmo que fosse apenas umas poucas palavras,
querendo saber minha opinião sobre alguma coisa
ou mesmo me agradecendo por algo bom
que aconteceu em sua vida ontem.

Mas eu notei que você estava muito ocupado,
tentando encontrar uma roupa  que ficasse boa em você
para ir para o trabalho.
Então, eu esperei outra vez.
Quando você correu pela casa, de um lado
pro outro já pronto, eu  sabia.
Eu estava lá. Seriam certamente poucos
minutos para você parar e  dizer alô,
mas você estava realmente muito ocupado.

Mas, por um momento, você pensou que tinha que
esperar 15 min e gastou este tempo apenas sentado
em uma cadeira, sem fazer nada. Estava apenas sentado.
Então eu vi você se mexer, rapidamente,
olhando para os seus, pés que se movimentavam,
e eu pensei que você queria falar comigo.
 Mas você correu para o telefone e ligou para um amigo
para contar as últimas fofocas.
Eu vi você, quando você foi para o trabalho, e eu esperei, pacientemente, o dia inteiro.


Com todas as suas atividades, Eu achei que você estaria
realmente muito ocupado para dizer-se alguma coisa.
Eu notei que, antes do almoço, você olhou ao seu redor,
talvez você se sentiu sem jeito ou com vergonha de falar comigo.
Isto é, porque você não inclinou sua cabeça?
Você procurou observar 3 ou 4 mesas e notou alguns de
seus amigos falando comigo, brevemente, antes deles
começarem a comer, mas você não falou comigo. Tudo bem!
 
Ainda existe mais tempo, que sobrará hoje,
e eu tenho esperança que você ira falar comigo ainda,
 mas você foi para casa e parecia que tinha muitas e
muitas coisas para fazer ainda hoje.
 
Depois de você ter terminado algumas delas,
você ligou a televisão.
Eu não sei se você gosta ou não de ver televisão,
mas apenas por estar lá assistindo, você gastou muito
do seu tempo, quase todo o seu tempo em frente da TV,
não pensando em nada mais, apenas curtindo o programa.

Eu esperei, pacientemente outra vez, enquanto
você estava assistindo TV e comendo a sua comida,
mas mais uma vez você não falou comigo!

Hora de ir para cama, hora de dormir....
Eu acho que você deve estar muito cansado.
Depois você disse boa noite para a sua família,
pulou na sua cama, caiu no sono e dormiu rapidamente.
 
Tudo bem, ok, porque talvez você não saiba que
eu sempre estou lá com você, sempre do  seu lado.

Eu tenho muita paciência muito mais do que você pode imaginar.
Eu mesmo quero lhe ensinar como ser paciente com as
outras pessoas e como ser bom.
Eu amo tanto você que eu espero todos os dias,
eu espero por um sinal seu,
um simples inclinar de cabeça, uma oração,
um pensamento ou um agradecimento por parte de seu coração.
 
Sabe, é  muito difícil, em uma conversa, só existir
um lado, só um conversar.

Bom, você vai se levantar outra vez para um novo dia,
e mais uma vez, e mais outra vez , e outra vez,
e serão muitas vezes ainda que eu estarei lá
 talvez esperando por nada, mas com muito amor para você,
esperando que hoje você possa me dar alguma
atenção, um pouco de seu tempo.

Tenha um bom dia!
Seu sempre amigo,
Deus !!!

Autor Desconhecido


 Que seu  final de semana seja maravilhoso !!!
                     Beijos !!! 

12 Sinais de que você pode estar com problemas cardíacos

Por que o índice de mortes por doenças cardíacas é tão alto? O palpite de especialistas é que as pessoas são muito lentas na hora de notar os sintomas e fazer exames, para descobrir se estão doentes e procurar tratamento.

Tudo bem, se você sente pontadas violentas no coração vai direto ao hospital, mas há alguns sintomas que não são tão óbvios ou intensos – e eles podem variar de pessoa para pessoa. Um exemplo é que homens tendo um ataque cardíaco sentem muita dor e falta de ar, já as mulheres se sentem cansadas e enjoadas.

Justamente porque é difícil entender esses sintomas, médicos alertam: pessoas do grupo de risco (idosos, obesos, fumantes, diabéticos ou pessoas que tenham outros casos de problemas cardíacos na família) devem ir para o hospital se sentirem uma pequena queimação no coração ou, por exemplo, uma dor muscular muito forte, em vez de esperar que o sintoma vá embora.

Confira nessa lista mais 12 sinais de problemas cardíacos que não devem ser ignorados:

1. Ansiedade – o ataque cardíaco pode causar ansiedade e medo. Pessoas que já tiveram a experiência de um ataque cardíaco comentam que sentiram como se o apocalipse estivesse próximo.

2. Desconforto no peito – dor no peito é o sintoma mais clássico, mas nem todos os ataques cardíacos causam dor. A dor geralmente é localizada um pouco mais a esquerda do centro do peito e é comumente descrita como “um elefante sentado no peito” e, mais raramente, como pressão ou como “peito estufado”. E, no caso das mulheres, elas podem sentir queimação.

3. Tosse – uma tosse persistente pode ser um sintoma de falha no batimento cardíaco, que pode resultar em acúmulo de líquido nos pulmões.

4. Tontura – o ataque cardíaco pode causar tontura e até mesmo desmaios. Isso vem das arritmias cardíacas, uma mudança brusca no batimento, ou uma aceleração muito grande do pulso.

5. Fatiga – acontece especialmente entre as mulheres. O cansaço constante pode ser um sintoma de falhas cardíacas. A dica dos especialistas é que você não tente buscar informações na internet nem em livros e vá direto ao médico.

6. Náusea e falta de apetite – não é incomum as pessoas sentirem o estômago incomodar ou vomitarem durante um ataque cardíaco.

7. Dor em outras partes do corpo – a dor pode começar nos braços, cotovelos, no pescoço, na mandíbula e no abdômen.

8. Pulso irregular – os médicos dizem que você não deve se preocupar com uma eventual mudança no batimento cardíaco, mas que um pulso irregular acompanhado de tontura é sinal de arritmia. E arritmias podem levar a ataques cardíacos e morte súbita.

9. Dificuldade de respirar – além de indicar asma ou de obstrução crônica pulmonar, esse sintoma é indicativo de ataque cardíaco.

10. Suor – começar a suar frio de repente é um sinal claro de que você deve ir para o hospital.

11. Inchaço – assim como aumento de peso, acontece porque problemas cardíacos fazem com que os fluidos se acumulem no corpo.

12. Fraqueza – nos dias anteriores ao ataque cardíaco as pessoas sempre dizem sentir fraqueza.

13. Bônus: Impotência – Disfunção erétil pode ser sinal de problema cardíaco, já que a boa circulação do sangue é fundamental para uma ereção.


Via professor José Costa