sábado, 29 de junho de 2013

10 fatos curiosos sobre o corpo humano

A verdadeira natureza do corpo humano ainda está sendo descoberta, e uma série de surpresas bizarras, descobertas estranhas e às vezes fatos assustadores surgem para aqueles que estudam essa máquina incrível. Confira 10 dos traços mais incríveis ou menos conhecidos do corpo humano:

10. Alergia pode proteger contra câncer

 Alergias respiratórias, como a febre dos fenos, estão entre as piores alergias que se pode experimentar. Enquanto os alimentos que provocam alergias podem ser facilmente evitados e muitas exposições químicas podem ser reduzidas, evitar grama, pó, pólen, pode ser extremamente difícil. No entanto, pesquisas científicas indicam que pode haver um lado positivo para essas pessoas: a exposição a alérgenos parece mexer com seu sistema imunitário de tal modo que o risco de câncer é atenuado. Estudos preliminares sugerem reduções estatisticamente significativas na ocorrência de câncer entre humanos que sofrem de febre dos fenos, devido a um efeito de estimulação imunológica semelhante à inoculação.

 

 

9.Doença “beijoalmente” transmissível 

 Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são um flagelo da sociedade moderna, deficiências originárias de educação comportamental, socioeconômica e médica. A sífilis é uma doença mutilante e fatal se não for tratada, que é frequentemente apontada como exemplo de DST. Cientistas pensam que se originou do antigo desvio humano com animais (eca!) ou de consumo inseguro. A sífilis é, no entanto, mais do que uma DST: também é transmissível através de um simples beijo. A infecção bacteriana se manifesta na forma de lesões orais, e até mesmo bolhas nas mãos e no rosto. A primeira manifestação durante a fase infecciosa é uma pequena dor de cancro na boca. Se o infectado beija outro ser humano, pode passar a doença.

 

 

 

8. Muito mais que seis sentidos

 Seres humanos muitas vezes consideram a possibilidade de um sexto sentido. No entanto, nós possuímos muito mais do que cinco sentidos. A visão é na verdade uma combinação dos sentidos de luz e cor, enquanto a evidência mostra que seres humanos também partilham um pouco da capacidade das aves de detectar campos magnéticos. Além disso, temos a capacidade de detectar nossa posição relativa, o que é conhecido como propriocepção. A diversidade da experiência sensorial humana torna-se ainda mais complicada na condição conhecida como sinestesia, onde os sons podem ser associados com determinadas cores ou cores podem ser atribuídas a descrições de letras e palavras. Os sentidos humanos são surpreendentemente subjetivos e podem se tornar muito confusos conforme o cérebro interpreta dados brutos coletados através de nosso sistemas sensoriais.

 

 

7. Alergia à trabalho

 Acusar alguém de ser “alérgico a trabalho” é geralmente uma ofensa. Mas para aqueles com anafilaxia induzida por exercício, ser alérgica a trabalhar não é brincadeira. Na verdade, é uma realidade incapacitante que, no pior dos casos, ameaça a vida da pessoa. Quem sofre da condição fica cheio de urticárias quando faz qualquer exercício. O mecanismo exato da reação é desconhecido, mas uma condição relacionada conhecida como urticária colinérgica provoca sintomas alérgicos após exposição ao calor. Pensa-se que a produção de produtos químicos e alterações no metabolismo associados com a fase de exercício causam a reação anafilática. Sem tratamento, as complicações podem levar a um choque potencialmente fatal.

 

 

6. Discrepâncias comuns e incomuns

 Seres humanos, como muitos outros animais, exibem um surpreendente grau de simetria entre as partes do corpo. No entanto, um pequeno número de pessoas pode nascer com Heterochromia iridum, ou coloração dual de olho. Um olho pode ser azul e o outro marrom ou avelã. As causas dessa discrepância podem ser mutações genéticas. Embora a maioria das pessoas com esta “condição” nasce assim, já foram relatados casos raros de Heterochromia induzida por medicação. Outra discrepância humana, mais comum, é no tamanho dos seios. Mulheres tendem a ter mama esquerda ligeiramente maior do que a direita. Os tecidos de mama vestigiais em homens podem apresentar a mesma discrepância.

 

 

5. Herpes = cegueira

 Nos países desenvolvidos, até 60% da população têm o vírus da herpes, responsável por aquela famosa lesão na pele ou na boca. Embora esta doença viral seja vista por muitas pessoas como apenas um incômodo, ela é potencialmente perigosa, e considerada uma das principais causas de cegueira no mundo. Herpes Simplex reside nos nervos faciais, e surge na pele causando lesões durante a fase ativa. No entanto, o vírus também pode habitar os nervos ópticos e trigêmeo. Durante a fase ativa, ele forma lesões na córnea do olho. Complicações podem levar à cegueira, formação de cicatrizes ou até mesmo necrose dos tecidos oculares.

 

 

4. Memória celular, o mistério

 

Modelos ocidentais tradicionais da psicologia e da fisiologia tendem a ver o cérebro como o centro da inteligência humana, onde são formados os pensamentos e as memórias são armazenadas. No entanto, inúmeros relatos de beneficiários de doação de órgãos que passaram por mudanças de personalidade despertaram o interesse de alguns pesquisadores que acreditam que as memórias e pensamentos novos do receptor do órgão se originaram a partir de uma consciência mais sistêmica – a memória celular. Casos em que as preferências alimentares e até mesmo a orientação sexual mudaram já foram relatados, e em um caso especialmente sinistro, o destinatário de um coração de uma vítima de assassinato levou a polícia ao assassino. Não se sabe se essas mudanças poderiam ser puramente resultado de estresse, ou se algo muito mais misterioso acontece quando humanos trocam partes de seus corpos.

3. Compensação natural

 A percepção humana pode nos enganar: as coisas nem sempre são o que parecem. Quando você olha para um objeto, a imagem recebida na verdade aparece invertida na nossa retina. Nossos olhos de fato veem tudo de cabeça para baixo, mas, incrivelmente, o nosso cérebro compensa isso permitindo-nos perceber o mundo da “maneira correta”. A capacidade do cérebro de ser enganado, no entanto, revela o quão sujeitos estamos a manipulação. Em uma série de experimentos, voluntários usaram lentes para ver o mundo de cabeça para baixo. Esta inversão fez com que o cérebro dos indivíduos parasse de compensar a inversão da retina. Quando as lentes foram removidas, os participantes continuaram vendo tudo de cabeça para baixo durante um tempo.

 

 

2. Costela extra

 Seres humanos são normalmente equipados com 24 costelas simétricas para proteger seus órgãos vitais. Cerca de 1 em cada 500 pessoas, porém, nasce com uma costela adicional que se estende do pescoço até parte do ombro. Em casos mais raros, pode-se ter um par extra. Essa condição pode interferir com o fornecimento de sangue para o braço, causando uma perda de impulso quando o braço é movido em certas direções. Acredita-se que essa costela extra esteja ligada com os genes que suprimem riscos de câncer, mas a natureza deste efeito é desconhecido. Em alguns casos, complicações incluem dormência, formigamento, frio nas mãos e uma sensação “saliente” no braço. Costelas adicionais são úteis em outros mamíferos, mas são vestigiais em seres humanos.

 

 

1. Nascer com dentes

 Bebês humanos não são tão precoces quanto muitas outras espécies de mamíferos, como os ungulados, que nascem prontos para caminhar por conta própria. Dentes em humanos normalmente só começam a aparecer depois de 6 meses, mas em torno de 1 em cada 2.000 bebês nasce com dentes neonatais. Embora ligeiramente surpreendentes, recém-nascidos com dentes são frequentemente perfeitamente saudáveis, já que a condição não foi associada com mutações genéticas nocivas. No entanto, podem causar mordidas bastante dolorosas quando a criança mama – o que nem sempre ocorre, porque alguns perigos, como engasgamento, estão envolvidos. Normalmente, apenas um ou dois dentes aparecem no caso de desenvolvimento neonatal de dentição.[Listverse]

Fonte: http://revoada.net/ Por  Natasha Romanzoti 

Cenoura regula as taxas de glicose no sangue

                                                      Foto reprodução


A cenoura é um alimento com grandes concentrações de vitamina A. Tanto que consumir apenas 100 gramas desse legume supre a necessidade diária dessa vitamina. O alimento também é rico em vitaminas do complexo B, como ácido fólico e vitamina B3, vitamina E e sais minerais como potássio, fósforo, magnésio, iodo e cálcio.


Consumir o legume pelo menos três vezes por semana é fundamental para uma dieta preventiva.


Conheça as propriedades curativas da cenoura:


- contribui para o bom funcionamento da visão

- auxilia na saúde da pele e das mucosas

- quando crua, limpa os dentes e desenvolve os músculos responsáveis pela mastigação.

- reduz o risco de doenças cardíacas.

- protege contra o cancro

- regula as taxas de glicose no sangue

- promove a saúde do cólon intestinal e a saúde pulmonar

- favorece o aumento de produção de leite entre as gestantes

- é um excelente laxante e combate a prisão de ventre

- favorece o bom funcionamento do fígado, purificando a bili.

fonte: Coleção Alimentos que curam – Ed. Sampa

Conheça os alimentos que aumentam suas chances de engravidar

Dieta da fertilidade reúne alimentos de baixo índice glicêmico, sem gordura trans e ricos em vitaminas e minerais


Muitos casais têm um relacionamento feliz, com amor, confiança e compreensão, mas acreditam que ele poderia ser ainda melhor com mais um integrante: um bebê. No entanto, nem sempre a gravidez ocorre facilmente e, às vezes, é necessário pensar em tratamentos específicos ou até mesmo rever os próprios hábitos. E sabia que a alimentação da futura mamãe pode ser um fator importante na hora de aumentar a família? Mulheres com desequilíbrios ovulatórios são as que mais se beneficiam com uma dieta pró-fertilidade. O assunto é tema central de um estudo realizado pelos pesquisadores Jorge Chavarro e Walter C. Willett da Universidade de Harvard (EUA), e que resultou no livro The Fertility Diet (Dieta da Fertilidade, Editora Campus-Elsevier). A principal conclusão dessa dupla de cientistas foi constatar que a insulina e a enzima globulina influenciam na ovulação feminina e a ação dessas duas substâncias é resultado direto dos alimentos que são consumidos. 


"Existe uma proteína chamada globulina que é ligada aos hormônios sexuais (SHBG) e é regulada pela insulina e esse é o princípio da "Dieta da Fertilidade" dos pesquisadores de Harvard. Essa proteína é influenciada pela queda e aumento bruto da insulina", explica a ginecologista Paula Fettback, especialista em reprodução assistida do grupo Huntington. 


Segundo a especialista, essa dieta é indicada, principalmente para quem tem algum desequilíbrio ovulatório, como a síndrome do ovário policístico. Mulheres acima do peso ou com peso abaixo do considerado saudável também se beneficiam, pois apesar de focar nas disfunções do ovário, essa é uma dieta equilibrada. 


Para o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), a dieta da fertilidade deveria ser seguida por qualquer pessoa. "Tem alguns princípios básicos que tanto mulheres que querem engravidar como aquelas que buscam saúde devem seguir: comer com moderação, evitando gorduras ruins (saturadas e trans) e alimentos industrializados, ricos em sódio. Não comer sem ter apetite, evitar doces e tentar incluir ao máximo vegetais que garantirão muitas vitaminas", afirma. O especialista ainda faz um alerta: mulheres tentando engravidar devem evitar regimes restritivos que podem prejudicar a ovulação. 


Vale ressaltar que os problemas de fertilidade devem ser investigados por médicos especialistas. Confira a seguir os cuidados na alimentação que podem ajudar você ganhar a barriga que tanto deseja: 

Alimentos de baixo índice glicêmico

Sabe o pãozinho branco do café da manhã? Ou o bolinho que você come junto com o café no meio da tarde? Esses alimentos refinados têm o poder de elevar o seu índice glicêmico, o medidor de aumento da velocidade com que os níveis de insulina aumentam em resposta à rápida absorção de açúcar no sangue. 


Funciona da seguinte forma: quando ingerimos alimentos muito ricos em açúcar ou seja, de alto índice glicêmico, a taxa de insulina, hormônio transportador do açúcar para a célula, sobe rapidamente, fazendo com que o açúcar entre muito rápido na célula e a proteína globulina acompanhe sua flutuação. A globulina, sintetizada no fígado, funciona como uma proteína de transporte para a maioria dos hormônios. "Esse "sobe e desce" da enzima pode fazer com que os hormônios masculinos (andrógenos) aumentem, o que prejudica a ovulação", declara a ginecologista Paula Fettback. Com a insulina regulada, você faz com que os hormônios sexuais se mantenham mais estáveis e fisiológicos, na quantidade adequada. Deixando os ciclos mais regulares e com a ovulação saudável. 


E sabia que quanto mais dentro do peso a pessoa estiver maior a chance dela ter filhos? "A mulher com sobrepeso ou obesidade já tem uma taxa de hormônios masculinos maior porque o tecido adiposo produz mais andrógenos periféricos. Ela pode deixar de ovular só por causa da obesidade", diz a especialista em reprodução assistida. Uma dieta com índice glicêmico mais equilibrado, que ajuda a reduzir o índice de massa corpórea (IMC), vai ajudar nesse aspecto. 


Segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, o índice glicêmico do alimento é a quantidade de açúcar que aquele alimento contém, enquanto a carga glicêmica é a quantidade de insulina que aquele alimento demanda para ser absorvido. O especialista ressalta que a melhor forma de baixar a carga glicêmica é combinando alimentos do grupo dos carboidratos com o das proteínas. Ou seja, em vez de comer o pão puro, você pode recheá-lo com peito de peru ou atum. E se acrescentar uma gordura boa, como a do azeite extra-virgem, você controla ainda melhor essa carga glicêmica. 


Algumas fontes de alimentos de baixo índice glicêmico: arroz integral, aveia em flocos, mandioquinha, batata-doce, milho, inhame, quinoa, maçã, pera, ameixa, atum e grão-de-bico. 


feijão - foto Getty Images

Proteínas vegetais

As proteínas, principalmente, as dos vegetais também podem te ajudar na hora de tentar engravidar. "A maioria das dietas, principalmente, a brasileira, ultrapassa essa "cota saudável" de proteína animal. Consumir carnes três vezes por semana já é suficiente", garante a ginecologista Paula Fettback.

De acordo com a especialista, a gordura saturada proveniente das carnes, em especial, os cortes mais gordos, pode ajudar a aumentar o tecido adiposo, fazendo com que a mulher produza mais hormônios masculinos e levando a uma irregularidade hormonal.

Boas fontes de proteínas vegetais são: soja, feijão, grãos, cogumelos, grão-de-bico, quinoa.  



leite integral - foto Getty Images

Leite integral

O estudo dos pesquisadores de Harvard constatou que laticínios sem gordura ajudam a aumentar o desequilíbrio hormonal. Um copo de leite integral por dia, por sua vez, já ajudaria a regular os hormônios.

"O leite integral causa uma menor oscilação na insulina. O fato de o alimento ser integral faz com que ele seja absorvido de forma mais lenta pelo organismo, garantindo saciedade e menor oscilação da globulina, que ajuda no transporte dos hormônios ligados à fertilidade", enfatiza a especialista em reprodução assistida Paula Fettback. 



óleo de soja - foto Getty Images

Alimentos sem gordura trans

Alimentos sem gordura trans, mas que contenham gordura boa, devem estar presentes na alimentação da futura mamãe. Segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, os hormônios ligados à gravidez precisam da gordura boa para funcionarem adequadamente.

"As gorduras poli-insaturadas, presentes nos óleos de soja e canola, deram indícios de que protegem o aparelho reprodutor feminino", afirma a ginecologista Paula Fettback. Alimentos fontes de gordura insaturada, como o ômega 3, também são aconselhados. Ela está presente na linhaça, nas nozes, na chia e nos peixes de águas profundas e frias (salmão, bacalhau, atum, sardinha, truta).

A gordura trans pode levar à obesidade e a outras doenças metabólicas, diabetes e hipertensão, que podem prejudicar a fertilidade feminina. Segundo a especialista, a mulher com diabetes pode ter distúrbios da microcirculação na própria placenta (útero), queda da receptividade embrionária pelo útero ou diminuição da vascularização para o ovário. Já a mulher com hipertensão pode ter danos na vascularização. "O útero depende do bom fluxo sanguíneo para que o feto se desenvolva. Ela pode ter complicações gestacionais", explica. Tanto o diabetes como a hipertensão aumentam o risco de aborto.



tomate - foto Getty Images

Alimentos ricos em licopeno

Um nutriente que muitas mulheres não sabem da importância para a gerar um bebê é o licopeno, que está presente, principalmente, nos tomates. "Ele é benéfico para os ovários, ajudando a regular a produção hormonal e deixando o ciclo ovulatório normal", ensina a ginecologista Paula Fettback.

Além do tomate, outras boas fontes do nutriente são: melancia, goiaba vermelha, mamão papaia, cenoura, abóbora, caqui e pitanga.  



ovos - foto Getty Images

Alimentos ricos em vitaminas A e D

Que as vitaminas são muito importantes para nossa saúde, imunidade e para regular o nosso organismo todo mundo sabe. O que nem sempre é da sua influência sobre as chances de engravidar. "Nenhuma vitamina é milagrosa, mas tendo elas equilibradas em seu corpo, você balanceia a dieta e, consequentemente, aumenta as chances de gravidez", expõe a ginecologista Paula Fettback.

A vitamina A ajuda na produção de hormônios femininos. Já a vitamina D ajuda o corpo na ovulação, garantindo o equilíbrio hormonal, afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina A: fígado, ovos, agrião, couve, espinafre, cenoura, manga, mamão.

Boas fontes de vitamina D: sardinha, atum, iogurte, ovos, fígado, manteiga. Mas a principal fonte do nutriente é a luz solar, bastam 15 minutos diários de exposição para conseguir sintetizar a vitamina. 



salmão - foto Getty Images

Alimentos ricos em vitamina do complexo B (B6, B9, B12)

As vitaminas B6, B9, mais conhecida como ácido fólico e B12 também ajudam na fertilidade e na formação de um feto saudável. "A vitamina B6 ajuda a regular o açúcar no sangue, evitando picos de insulina. A B9 (ácido fólico) diminui problemas na formação do tubo neural do bebê. Já a B12 melhora a camada do útero que vai receber o embrião e regula o ciclo menstrual", enumera o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina B6: Batata, banana, peito de frango, salmão, atum, abacate.

Boas fontes de vitamina B9 (ácido fólico): vegetais verde-escuros, fígado, lentilha, feijão, laranja, amêndoas, espinafre.

Boas fontes de vitamina B12: carnes, peixes, ovos, leite e queijos. 



frutas cítricas - foto Getty Images

Alimentos ricos em vitamina C

Outra vitamina que não pode faltar no cardápio e que dá uma ajudinha extra para a "cegonha" é a vitamina C. "Além de ser essencial para manter a imunidade em dia, diminuindo o risco de doenças, devido ao seu poder antioxidante, a vitamina C normaliza a ovulação", relata o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina C: laranja, limão, abacaxi, mamão, goiaba, pimentão.



alface - foto Getty Images

Alimentos ricos em vitamina E

Segundo a ginecologista Paula Fettback, a vitamina E atua, principalmente, melhorando a qualidade do endométrio e do útero, aumentando a vascularização da região. "Em estudos realizados com ratos, uma das maiores causas da infertilidade comprovadas é a falta de vitamina E, que protege o DNA", afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina E: Alface, agrião, espinafre e couve, óleos vegetais. 



castanha-do-pará - foto Getty Images

Alimentos ricos em zinco e selênio

Segundo a ginecologista Paula Fettback, o ciclo hormonal também depende de a mulher ter uma quantidade adequada de hormônios sexuais tanto produzida pelos ovários, pelas glândulas suprarrenais como pelo tecido periférico (gordura).

E aí entram vários nutrientes, entre eles, o zinco e o selênio que ajudam a regular a produção hormonal, deixando os hormônios nas quantidades ideais para a fertilidade.

"Mulheres muito abaixo do peso podem ter quantidade insuficiente de hormônio que faz com que ela não consiga ovular pelo desequilíbrio hormonal causado pela "subnutrição" ou uma irregularidade menstrual, que acontece comumente em casos de anorexia", acrescenta a especialista.

Boas fontes de zinco: ostras, nozes, castanhas, carne bovina, farelo de aveia.

Boas fontes de selênio: gérmen de trigo, atum, salmão, alho, castanha-do-pará, ovos, arroz integral. 



Alimentos ricos em Ferro

A deficiência desse mineral está relacionada ao mau desenvolvimento do feto, mas também pode prejudicar na própria fertilidade de quem anseia por um filho. "Quando o ferro está em baixa no organismo da mulher, ela pode não ovular", afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto. Além disso, sua ausência pode causar anemia ferropriva, que diminui o oxigênio no organismo, deixando-o insuficiente para que o organismo complete suas funções vitais.

Boas fontes de ferro: carne vermelha, fígado, aves e peixes, vegetais verde-escuros, leguminosas. 

Fonte: Minha Vida - Por Roberta Lemgruber

Preste atenção nos sinais que a boca dá para a saúde do organismo

Fazendo um autoexame, você pode prevenir doenças mais graves como o câncer bucal


A saúde bucal não pode e nem deve ser separada da saúde geral do organismo. Nossa boca é continuamente desafiada por infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. "Qualquer lesão na mucosa da boca pode ser contaminada por micro-organismos presentes na boca ou adquiridos de outras pessoas, aumentando o risco de doenças, desde uma DST até problemas circulatórios", explica a dentista Amália Rodrigues Martins. Afta, herpes, excesso de saburra e outros problemas de saúde, que começam na boca, podem denunciar que seu corpo pede cuidados. 


A boca abriga uma grande quantidade de micro-organismos que residem na superfície dos dentes, nas próteses ou na própria mucosa, formando um ecossistema chamado biofilme, que nada mais é do que a conhecida placa bacteriana. As bactérias podem causar doenças locais, como a cárie, a gengivite e a periodontite. Mas também podem desencadear problemas em outras partes do corpo. "Elas podem penetrar nos tecidos e na corrente sanguínea, liberando substâncias tóxicas e estimulando uma inflamação e até uma infecção grave", diz ela. A seguir, a especialista mostra quais os alertas que sua boca dá e como preveni-los.  

Sinais na língua 

 

 Saúde bucal

A saburra é uma placa esbranquiçada ou amarelada, composta por células descamadas, restos alimentares e bactérias, que fica no dorso da língua. A formação de saburra é mais intensa nas pessoas que estão com o fluxo salivar diminuído, o que pode acontecer em situações de estresse, ingestão de certos medicamentos e determinadas doenças. "Entre as bactérias presentes na saburra lingual estão algumas espécies capazes de causar doenças como a gastrite, pneumonia, endocardite bacteriana, parada cardíaca, acidente vascular cerebral e a doença periodontal", explica Amália. Além disso, as bactérias presentes na saburra vão degradar proteínas, produzindo compostos sulfurados, responsáveis pelo mau hálito. Por isso, a escovação dos dentes e a limpeza diária da língua é importante para a eliminação dos micro-organismos. A higienização deve ser feita com a escova de dente, além de raspadores ou limpadores de língua com arestas ou cerdas. 

Herpes labial ou bucal

O câncer bucal pode afetar a mucosa bucal, gengivas, o céu da boca, língua, assoalho da boca, o céu da boca e os lábios.
Basta passar por uma situação estressante para as feridinhas, que evoluem para pequenas bolhas, aparecerem na boca. Causada por variações do vírus Herpesvirus hominis (HVH), a herpes é uma doença contagiosa, cuja transmissão ocorre geralmente na infância. O que acontece é que, após o contágio inicial, o vírus fica latente no organismo, podendo se manifestar em intervalos variáveis, principalmente na puberdade e vida adulta. "Entre os fatores relacionados com as recorrências de herpes podemos citar a exposição excessiva ao sol ou a radiação ultravioleta, temperaturas baixas, febre, infecções, estresse físico ou mental, distúrbios gastrointestinais, gripes, resfriados, menstruação, gravidez e uso de corticóides", explica Amália. Sendo que nas pessoas com deficiências imunológicas, a doença pode causar sérias complicações, pois o organismo tem a resistência muito baixa, ficando mais vulnerável a infecções.


O tratamento precoce pode inibir a manifestação clínica ou diminuir o tempo de duração e tamanho das lesões, que podem afetar a boca por até sete dias. O ideal é procurar atendimento assim que aparecerem os primeiros sinais (coceira, irritação, inflamação). As principais formas de tratamento são a prescrição de medicamentos antivirais, que atuam impedindo ou diminuindo a replicação dos vírus, e a terapia com aplicação de laser de baixa potência. "No caso de surtos muito frequentes, com mais de uma manifestação por mês, é possível recomendar antivirais por períodos mais prolongados de tempo", diz a dentista. A aplicação de laser atua diminuindo a dor e biomodulando a região, isto é, aumentando a resistência das células. O procedimento pode ser realizado em qualquer fase da doença, sendo que, assim como o uso dos medicamentos, apresenta melhores resultados na primeira fase da doença, que são as 24 horas iniciais. "Em alguns casos, as lesões são infectadas por bactérias, o que pode causar marcas definitivas na região, sendo necessária à prescrição de antibióticos e pomadas locais", explica Amália.


Cuidados essenciais

  • Não toque na ferida, evitando o contágio. O vírus pode sobreviver por horas ou dias no meio externo e pode ser transmitido para outras pessoas através do beijo, relações sexuais, objetos contaminados (como copos, garrafas e roupas)
  • Se tocar nas feridas, lavar as mãos imediatamente com água e sabão. A manipulação das lesões pode levar à contaminação de outras regiões como pele ulcerada, olhos e região genital
  • As bolhas rompidas liberam líquido altamente infectante. É preciso secar a região com gaze ou lenços descartáveis. As lesões também podem ser lavadas com água e sabão
  • Procure um especialista assim que aparecerem os primeiros sinais de herpes labial ou bucal para diagnóstico, orientação e tratamento. 

Aftas

Saúde bucal
As feridas branco-amareladas com contorno avermelhado que aparecem na língua, lábios, parte interna das bochechas e garganta são lesões extremamente dolorosas e desaparecem em 1 a 2 semanas sem deixar cicatriz. Algumas pessoas apresentam aftas grandes, que demoram até 6 semanas para cicatrizarem. As aftas não são contagiosas, sendo muito comuns em pré-adolescentes, adolescentes e adultos jovens. "As causas para a sua formação não são completamente conhecidas e podem estar ligadas à reação exagerada do sistema imunológico", explica Amália. Fatores como o estresse, alterações hormonais, alergias a alimentos, traumas físicos causado por mordidas, alimentos pontiagudos, mudanças hormonais, certos tratamentos de quimioterapia, medicações, hérnia de hiato com refluxo esofagiano e consumo de alimentos ácidos podem levar ao surgimento das feridas. "Não existe nenhum tratamento definitivo para aftas, pois nenhuma substância cura a úlcera de um dia para outro. Podem ser usadas pomadas anestésicas, corticóides e anti-inflamatórios, além da aplicação de laser de baixa potência para alívio da dor e aceleração da cicatrização", diz Amália. 

Câncer bucal

O câncer bucal pode afetar a mucosa bucal, gengivas, o céu da boca, língua, assoalho da boca, o céu da boca e os lábios. A doença manifesta-se pelo aparecimento de feridas, que não cicatrizam após alguns dias. Podem surgir lesões superficiais e indolores, que sangram ou não, e manchas esbranquiçadas nos lábios ou na mucosa bucal. Em seu estágio avançado, a doença caracteriza-se pela dificuldade no falar, mastigar e engolir e até o emagrecimento acentuado, dor e presença de caroço no pescoço. Entre os fatores de risco para a doença estão o tabagismo, o uso do álcool, exposição solar exagerada, má higiene bucal e uso de próteses dentárias mal ajustadas. "Além do controle dos fatores de risco, o autoexame e controle profissional realizado por um dentista são fundamentais na prevenção da doença", alerta a dentista. 

Faça o autoexame da boca

A finalidade do exame é identificar anormalidades existentes na mucosa bucal, que alertem a pessoa que o organismo não anda bem e a façam procurar um dentista ou um medico. O que procurar:
  • Mudanças na aparência dos lábios e parte interna da boca
  • Endurecimentos
  • Caroços
  • Ferida
  • Sangramento
  • Inchações
  • Áreas dormentes
  • Dentes amolecidos ou quebrado.
 Siga o passo a passo para fazer o autoexame da boca:


1. Lave bem a boca e remova as próteses dentarias, se for o caso. 


Autoexame da boca ajuda a levantar suspeitas
 2. De frente para o espelho, observe a pele do rosto e do pescoço. Veja se encontra algum sinal que não tenha notado antes. Toque suavemente, com a ponta dos dedos, todo o rosto.

 3. Puxe com os dedos o lábio inferior para baixo, expondo a sua parte interna (mucosa). Em seguida, apalpe todo o lábio. Puxe o lábio superior para cima e repita a palpação. 

4. Com a ponta de um dedo indicador, afaste a bochecha para examinar a parte interna da mesma. Faça isso nos dois lados.

5. Com a ponta de um dedo indicador, percorra toda a gengiva superior e inferior. 
              
6. Introduza o dedo indicador por baixo da língua e o polegar da mesma mão por baixo do queixo e procure palpar todo o soalho da boca.

7. Incline a cabeça para trás, e abrindo a boca o máximo possível examine atentamente o céu da boca. Apalpe com um dedo indicador todo o céu da boca, em seguida diga AAAA ... e observe o fundo da garganta.

 8. Ponha a língua para fora e observe a sua parte de cima. Repita a observação com a língua levantada até o céu da boca. Em seguida, puxando a língua para a esquerda, observe o lado direito da mesma. Repita o procedimento para o lado esquerdo, puxando a língua para a direita.


9. Estique a língua para fora, segurando-a com um pedaço de gaze ou pano, e apalpe toda a sua extensão com os dedos indicadores e polegar da outra mão.

 10. Examine o pescoço. Compare os lados direito e esquerdo e veja se a diferença entre eles. Depois, apalpe o lado esquerdo do pescoço com a mão direita. Repita o procedimento para o lado direito, apalpando-o com a mão esquerda. Veja se existem caroços ou áreas endurecidas.

11. Finalmente, introduza um dos polegares por debaixo do queixo e apalpe suavemente todo o seu contorno inferior. 

Fonte: Minha Vida

Há ligação entre sexo e câncer?

Usar camisinha na hora do sexo evita diversos tipos de doença (Foto: iStock)Há uma ligação? Sim, há! E por mais que a gente saiba que se proteger na hora do sexo é a saída para evitar diversos tipos de doença, o uso de preservativos ainda não é bem aceito por grande parte das pessoas.

 
Muito além de uma gravidez não planejada, o sexo sem camisinha pode transmitir diversos tipos de doença. E algumas vezes, uma doença leva a outra – coisa que a gente nem imagina! Esse é o caso do HPV e o câncer de colo de útero – e também o câncer de pênis.
 

O HPV é uma doença sexual que atinge 60% das mulheres após cinco anos de atividade sexual, mas não precisa se assustar e parar de fazer sexo: ele tem 130 genótipos diferentes e apenas alguns deles podem se transformar em câncer. Segundo a Agência Brasil, o que o HPV faz é aumentar, em até 100 vezes, o risco de a mulher desenvolver esse tipo de câncer.
 

Para contrair o HPV não é preciso muito: basta fazer sexo sem camisinha. Os fatores de risco são os mesmos das outras doenças: quanto mais parceiros, mais chances – o que é uma questão matemática -, mas também influenciam a baixa da imunidade, o uso de cigarro e más condições de higiene.
 

A cara do HPV são verrugas genitais, que devem ser tratadas por um médico assim que descobertas. Ao se transformar em câncer de colo de útero os sintomas só aparecem quando a doença já está ligeiramente avançada. A única maneira de descobrir o problema cedo é fazendo papanicolau e visitas periódicas ao médico.
 

Quando os sintomas aparecem, eles são, no primeiro momento, sangramento vaginal depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa; corrimento de cor escura e com mau cheiro; e num segundo ponto, hemorragias; obstrução das vias urinárias e intestinos; dores lombares e abdominais; e perda de apetite e de peso.



Usar camisinha protege o seu corpo Para evitar o HPV, além do uso de preservativo, existe uma vacina que pode ser aplicada em crianças, independentemente de gênero, a partir dos 9 anos. Ainda há discussões sobre essa vacina no meio médico e há uma corrente médica que não apoia seu uso, mas as redes pública e privada no Brasil já a oferecem.
 
 
É importante lembrar que nem todo HPV vira câncer de colo de útero ou de pênis. E nem todo câncer de colo de útero ou de pênis começa com o HPV. Usar camisinha, observar as mudanças no seu corpo e fazer exames regulares torna menores as chances de diversas doenças, inclusive as fatais. Ame a si mesma, cuide-se!
 
 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Unhas decoradas com spikes

                                              Unhas com spikes e esmalte por cima. Foto/You Tube


A invasão dos spikes chegou para ficar, inclusive nas unhas decoradas. É um acessório que permite diversos usos nas unhas. 

 Solte sua criatividade e brinque com eles, você vai encontrar spikes para unhas de todas as cores.

No vídeo tutorial de hoje, uma novidade, o esmalte foi aplicado por cima dos spikes, que tal? O efeito ficou muito legal.

Fonte: VilaMulher - Por Giseli Miliozi

Abandone oito hábitos que destroem o seu cabelo

Pecados incluem o mau uso de produtos e até falta de cuidado ao pentear

 Difícil encontrar uma mulher feliz com o próprio cabelo. Pontas duplas, raiz muito oleosa, fios quebradiços, corte com muito volume, caimento sem graça... a lista de reclamações é enorme e, não raro, nunca zera. Mas nada de ficar culpando a genética pela sua insatisfação.

"Em geral, as clientes sabem como cuidar do cabelo, mas, no dia a dia, atropelam todas as recomendações e depois sofrem com os efeitos do desleixo" , afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini, proprietário do Salão Self, em São Paulo.

A pedido do Minha Vida, ele e a gerente de P&D Hair Care da Bertin Higiene e Beleza, Luciene Bastos, revelam quais são os hábitos que mais destroem os fios e ensinam como você faz para se livrar deles até, finalmente, travar um acordo de paz com a escova.


Deixar condicionador no cabelo

Principalmente quem pena com os fios secos, é tentada a cada banho. O cabelo fica macio e escorre pelo pente debaixo do chuveiro, e você sonha em manter aquela sensação pelo dia todo. Mas não pense que deixar o creme no cabelo é melhor maneira de conseguir isso. Os condicionadores abrem as escamas dos fios. Assim conseguem penetrar e tratá-los, afirma Paulo César. Mas deixar o produto depois do banho é péssimo, porque as escamas não se fecham, o cabelo fica elástico e acaba se quebrando à toa. 


mulher na praia - Foto Getty Images

Usar máscara hidratante na praia

Não adianta inventar. Para tomar sol, o ideal é passar um creme sem enxágue com proteção solar. E nada mais. Muitas mulheres acham que, usando uma máscara mais poderosa estão protegendo o cabelo, diz o cabeleireiro do Self. Na verdade, elas estão queimando os fios. Esses produtos, além de não formarem uma capa contra os raios ultravioletas, têm um tempo de permanência. Excedê-lo enfraquece os cabelos. 


mulher fazendo um rabo de cavalo - Foto Getty Images

Prender os fios molhados

Fazer isso uma vez ou outra não tem problema nenhum. Mas achar que vai domar o volume dos fios dando um bom nó em volta deles é assinar um atestado de raiva permanente. Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo faz juntar fungos e criar caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda , afirma Paulo. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto a cabeça não seca são medidas suficientes para evitar o cabelo armado demais. 


mulher passando chapinha no cabelo - Foto Getty Images

Passar chapinha no cabelo molhado

Este é um daqueles pecados sem misericórdia nenhuma. A gravidade é tanta que dá para sentir os efeitos na mesma hora. Os fios são profundamente agredidos. Além de queimados, eles se quebram. O único jeito de consertar é cortando , alerta Paulo Schettini. Antes de usar a prancha, seque bem os cabelos. Nem úmidos eles podem estar. 


mulher com os cabelos longos e ressecados - Foto Getty Images

Ficar mais de três meses sem cortar

Para muita gente, isso é papo de cabeleireiro. Mas não é, fique certa. A não ser que seu cabelo demore muito para crescer, este é o tempo médio de duração de um corte. Passada essa fase, as pontas começam a abrir e os fios quebram-se com facilidade. Os arrepiados aumentam o volume e os fios fracos começam a cair, explica a gerente de P&D Hair Care. 


mulher escovando os cabelos - Foto Getty Images

Desembaraçar com escovas maleáveis demais

As cerdas moles são de manuseio mais difícil, além de quebrarem os fios. Por isso, os especialistas recomendam um pente com dentes bem largos e firmes ou uma escova do tipo raquete, mais resistente. 


mulher com os cabelos ressecados - Foto Getty Images

Esquecer as hidratações

A hidratação tema a capacidade de dar leveza e nutrir os cabelos, recuperando a maciez, o brilho e o aspecto saudável deles. Em função do grande uso dos produtos químicos (tinturas, alisamentos, relaxamento e etc.), os fios tendem a ficar danificados. A função da hidratação é de reverter tudo isso, afirma Luciene Bastos. Mesmo os fios oleosos merecem hidratações, feitas com produtos específicos. 


Fazer mais de duas químicas

Você precisa escolher os tratamentos que quer aplicar. Relaxamento, coloração, progressiva, luzes... tudo isso junto deixa os fios porosos e fracos demais, arrebentando todas as pontas. Escolha dois tratamentos, no máximo, e faça hidratações mensais, no mínimo, indica Paulo. 

Minha Vida

7 dúvidas sobre absorventes

Saiba como usar os absorventes de forma saudável e torne “aqueles dias” mais tranquilos


                                             
Eles são companheiros inseparáveis das mulheres. E não tem jeito: da adolescência até a menopausa, é preciso conviver com a menstruação e se acostumar com os absorventes. Com ou sem abas, mais longos, com cobertura especial, perfumados, com cobertura seca, largos, fininhos, internos.


A verdade é que acertar no tipo de absorvente e conhecer as formas saudáveis de uso pode diminuir o desconforto e tornar “aqueles dias” mais tranquilos. Mas será que você sabe tudo sobre o assunto? Conheça 7 dúvidas bem comuns.

1 – Qual tipo de cobertura do absorvente é mais segura para a saúde?

Os absorventes externos podem ser encontrados em versões com cobertura de extrato de algodão, que geralmente é mais macia, ou com cobertura de polietileno, que tem textura de plástico.


Não existe uma cobertura ideal, mas a mulher deve optar sempre pelo que se adaptar melhor ao seu fluxo e que proporcionar a sensação de pele sequinha. Os absorventes com cobertura de algodão têm menor probabilidade de causar alergias e irritações do que os de material sintético, mas isso varia de pessoa para pessoa. 


2 – Em quanto tempo preciso trocar o absorvente?

A troca do absorvente externo deve ser feita a cada duas até quatro horas e no caso do absorvente interno, o ideal é de quatro a oito horas. Apesar de o tempo para trocar o absorvente depender do fluxo e da necessidade pessoal de cada mulher, não é aconselhável ficar por muitas horas sem trocá-lo, porque isto pode causar um odor desagradável, alergias e proporcionar a proliferação de bactérias, aumentando o risco de uma infecção.


3 – Quem é virgem pode usar absorvente interno?

Sim, sem problemas! Não há nenhum risco de romper o hímen na hora de introduzir o tampão. A diferença é que quem nunca teve relações sexuais pode sentir um pouco de desconforto ao colocar o absorvente interno.


4 – Como saber o tamanho certo do tampão interno?

É bem simples: basta escolher pela quantidade de fluxo menstrual. Caso o fluxo seja intenso, o ideal é usar o tamanho super. Na dúvida, compre um pequeno substitua ao perceber que precisa, até encontrar o tamanho ideal. Jamais escolha um maior na intenção de ficar por mais tempo sem substituí-lo.


5 – Usar absorventes diários, tipo protetores de calcinha, pode ser prejudicial?

Pode sim. Usar esses protetores todos os dias abafa a região vaginal, favorecendo a instalação de fungos e bactérias causadores de infecções. 


6 – O absorvente interno pode se perder dentro do corpo?

Isso não acontece simplesmente porque ele não tem para onde ir. Como a entrada do colo do útero é menor que a ponta de um palito de fósforo e só se dilata na hora do parto, é impossível que o absorvente passe por ali.


O que pode acontecer é a “cordinha”, aquele barbante do absorvente interno que fica para fora da vagina se soltar. Mas neste caso, não é preciso se desesperar. Lave bem as mãos e introduza o polegar e o indicador no canal para puxar o absorvente. Se não conseguir, procure um médico.

7 – Preciso tirar o absorvente interno para fazer xixi?

Não é necessário. O absorvente interno fica dentro da vagina, que não tem nenhuma conexão com a uretra, que é por onde sai o xixi. E fique tranquila, se estiver bem colocado ele não vai cair.

Fonte: DicasdeMulher - Por Deborah Busko