sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Por que o cabelo cai depois do parto?

                                          Foto: A. Chederros/Onoky/Corbis


O pós-parto vem acompanhado de uma série de mudanças no corpo da mulher, que já começam ao longo da gravidez.


 Uma delas é a queda de cabelo, que se acentua depois de o bebê nascer. E relatos mostram que a quantidade é tão grande que assusta boa parte das mulheres. Mas calma, vocês não ficarão carecas!

Isso acontece por conta dos hormônios masculinos, que desaparecem durante a gestação, enquanto os femininos estrógeno e progesterona estão a todo vapor. Além disso, especialistas afirmam que fatores como estresse, cirurgias e mudanças rápidas do peso corporal podem influenciar a queda de cabelo.

O processo se torna apavorante porque enquanto uma mulher adulta normal elimina entre 100 e 125 fios, por dia, nos meses do pós-parto a probabilidade quase quintuplica e as mamães perdem até 500 fios diariamente, por cerca de seis meses depois do nascimento. Depois desse período, o problema tende a finalizar, apenas se não houver nenhum outro problema envolvido como distúrbios de tireoide, diabetes ou anemia. Nesses casos, melhor buscar ajuda médica.

Por isso, mamães, nada de se preocuparem. Ainda mais porque há métodos simples que podem reduzir o incômodo. O mercado de cosméticos já desenvolveu produtos que previnem as quedas e fortalecem os fios, deixando as madeixas fortes, macias e com aspecto saudável.

Outra maneira de evitar a queda de cabelo é manter uma alimentação saudável, com o suporte adequado de nutrientes. Caso seja necessário, procure um médico ou nutricionista para repor as vitaminas e minerais. Beber água é fundamental e a ingestão de líquidos é importante para todos os tecidos, inclusive o capilar.

Por isso, inclua na dieta diária itens ricos em ferro, zinco, cobre e vitamina B6. Vale frutas secas, banana, legumes, vegetais verde-escuros, grãos integrais, peixes, especialmente frutos do mar, fígado, gema de ovo e leite.


Veja ainda outras dicas para recuperar os fios:
Alimente-se bem - A alimentação correta, com o suporte adequado de nutrientes, é fundamental para evitar e conter a queda do cabelo após o parto. Caso seja necessário, procure um médico ou nutricionista para fazer a reposição de vitaminas e minerais. Beber água é fundamental. A ingestão de líquidos é importante para todos os tecidos, inclusive o capilar.


Boa higiene no couro cabeludo - Use sempre produtos de qualidade. Aplique xampus, condicionadores e cremes adequados ao seu tipo de cabelo. De preferência a mesma marca, pois assim os itens se complementam e há um equilíbrio. 


Evite alisamentos e tinturas - Pelo menos durante essa fase, não submeta os fios a descolorações profundas com amônia ou processos que alteram a estrutura do fio. Não utilize secador muito quente e evite o uso de chapinha. Para mantê-los bonitos, faça hidratações frequentes. Uma vez por semana, no salão ou em casa.


Cuide do corpo e da mente - Tente se manter no seu peso ideal, pois o sobrepeso contribui para a ocorrência de alterações hormonais, que afetam o cabelo e controle o estresse. Caso seja preciso, procure ajuda terapêutica para ter equilíbrio (que faz bem à mãe, ao bebê e aos cabelos).


Fonte: VilaMulher- Por Natália Farah

4 motivos para usar menos o salto alto

Embora seja, de fato, um acessório de beleza, seu uso contínuo pode trazer sérios danos à saúde, além de oferecer risco em diversas situações


                                           Foto: Thinkstock


O salto alto é um dos principais recursos utilizados pelas mulheres para parecerem mais bonitas. Muitas não abrem mão de seus saltos em qualquer momento do dia – seja no trabalho, na faculdade, no encontro com as amigas ou até mesmo em casa. Embora seja, de fato, um acessório de beleza, seu uso contínuo pode trazer sérios danos. Se você é usuária assídua do salto alto, considere os fatores abaixo e reveja suas preferências.

1 – Salto alto não é saudável

É claro que, em algumas situações, usar o salto é quase uma obrigação velada. Mas tente manter esse tipo de sapato no armário a maior parte do tempo, porque o uso muito frequente pode prejudicar seriamente sua coluna.
Além disso, os pés também merecem um descanso, ainda que seja de vez em quando. Calos e joanetes estão entre os problemas que podem ser causados pelo uso indiscriminado do salto alto. As varizes também podem ser agravadas por esse tipo de acessório, uma vez que o salto exige muito mais das pernas do que sapatos sem salto.


2 – Salto alto não é confortável

Pode ser que você tenha se acostumado a usar salto alto a maior parte do tempo, mas isso não quer dizer que ele seja confortável. Experimente usar sapatilhas e sandálias baixas durante uma semana e você poderá perceber o quanto esse tipo de calçado é mais confortável. Se você passa boa parte do dia sentada, talvez não note de forma tão expressiva a diferença, mas para quem anda – mesmo distâncias curtas – durante o dia, a troca será muito bem-vinda.

3 – Salto alto nem sempre é seguro

Quando se usa salto alto, sempre há o risco de que o sapato fique enroscado em algum vão ou falha no piso. Se você já passou por essa situação, sabe o quanto é constrangedor e, mais que isso, perigoso, ter seu sapato preso no calçamento.


Outro problema possível é que o piso seja tão irregular que fique complicado caminhar por ele de salto. Essas situações podem causar tropeções, quedas e torções e, quanto mais puderem ser evitadas, melhor.


Não há, no Brasil, uma legislação que proíba o uso de qualquer altura de salto enquanto se dirige, mas sempre é arriscado optar por esse tipo de calçado ao volante. Além do fato de que o salto não oferece a firmeza necessária para garantir a segurança, pode ser muito desconfortável manejar os pedais do veículo.


4 – Salto alto não é uma unanimidade quando se trata de elegância

Há alguns anos, quando os calçados baixos normalmente não eram desenhados para serem propriamente bonitos, o uso do salto alto era justificável, do ponto de vista da moda. Esse argumento, entretanto, já não pode ser usado.

Sapatilhas, sandálias, chinelos e até mesmo tênis são, atualmente, tão elegantes quanto sapatos de salto alto. A maioria das roupas combina perfeitamente também com essas opções mais baixinhas – e você pode montar looks incríveis sem apelar para o salto. Até mesmo para sair à noite, se a ocasião for um encontro em um barzinho, por exemplo, as sapatilhas podem ser a melhor opção.

É claro que o salto não perde seu glamour – e você pode usá-lo em determinadas situações, para sentir-se mais sexy e bonita -, mas procure deixa-lo de lado sempre que for possível.


Fonte: DicasdeMulher - Por Carolina Werneck

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Mulher faz cirurgia após lesão no olho causada por jato de sêmen e corre risco de ficar cega

A comerciária carioca Eliana Mara, 31 anos, acaba de passar por uma delicada cirurgia no globo ocular esquerdo devido a uma lesão causada pelo impacto do jato seminal liberado pelo pênis do marido, o analista de sistemas Maurício Almeida, 35 anos, durante o sexo oral.

Depois do atendimento de emergência no pronto-socorro do hospital Albert Shweitze no domingo, a paciente foi encaminhada para o hospital Souza Aguiar, onde passou por avaliação oftalmológica, retornando para o Albert em seguida. Na tarde desta segunda-feira, a mulher foi submetida à cirurgia, mas ainda corre risco de perder a visão.

Segundo relato da paciente e do cônjuge, não houve anormalidade no ato sexual praticado pelo casal. A única explicação encontrada pelos médicos é a de que o líquido seminal teria sido emitido com muita força durante a ejaculação do esposo, estimulado pelo sexo oral, causando a lesão no globo ocular de Eliana.

“O contato com os olhos não causa cegueira porque o sêmen é basicamente composto de açucares e proteínas, a não ser que o homen esteja infectado com alguma doença sexualmente transmissível”, informa o oftalmologista responsável pela cirurgia, Dr. Ermínio Cruz. “Em todos os casos o melhor a fazer é utilizar preservativo para um sexo seguro”, acrescenta.

Fonte: GNN

Sete dicas para manter os dentes saudáveis



                                          Imagem:  Ilustrativa


“Os dentes, gengivas e língua precisam estar sempre limpos, evitando assim o fornecimento de ‘matéria-prima’ para as bactérias presentes na boca. Isso pode ser conseguido através de hábitos diários como dieta balanceada e cuidados com higiene bucal.” aconselha a especialista *Vivian Farfel. 

Dentes saudáveis: sete dicas fundamentais:
1 - A escova dental é a “atriz principal” desse filme e deve possuir cerdas macias, arredondadas e cabeça pequena, para não traumatizar bochecha e língua, e facilitar a limpeza dos dentes do fundo. 

2 - A escovação deve ser feita idealmente três vezes ao dia. Porém, diante de impossibilidades, deve se caprichar mais na escovação noturna, antes de dormir, pois durante o sono, a temperatura da boca aumenta, a produção de saliva diminui e as bactérias proliferam. 

3 - O fio dental ao lado da escova também é o “ator principal” indispensável à saúde bucal, pois remove os resíduos alimentares de áreas onde a escova não alcança. É recomendável passá-lo pelo menos uma vez ao dia, de preferência antes da escovação noturna. Se caso a gengiva sangrar, não pare, persista, pois após três dias a inflamação diminuirá e o sangramento não mais ocorrerá.

4 - Como “atores coadjuvantes” na limpeza, têm-se a pasta de dente e os enxaguatórios, mais popularmente conhecidos como bochechos. Ambos oferecem sensação de frescor, hálito puro, porém não substituem de maneira alguma a escovação mecânica. A pasta de dente deve ser usada em pequenas quantidades, pois a espuma excessiva dificulta a correta visualização dos dentes. Esqueça da onda de pasta da propaganda, a quantidade certa esta mais para um grão de areia. Lembre-se sempre: quem escova, como o próprio nome diz é a escova. Em caso de dúvida sobre pasta ou enxaguatório pergunte ao seu dentista.

5 - A dieta deve ser equilibrada e em horários regulares. Frutas, verduras, proteínas tem consumo quase liberado, já açúcares, alimentos ácidos, refrigerantes, guloseimas devem ser ingeridos com moderação. 

6 - Os doces de preferência, devem ser ingeridos após a refeição principal, pois o aumento da salivação neutraliza os ácidos produzidos pelas bactérias. Ingerir um copo de água após a ingestão de doces e alimentos pegajosos, também ajuda a remover os restos de alimento aderidos ao dente.

7- Alem disso, existem os alimentos protetores e alimentos detergentes. Os alimentos protetores estão representados pelo leite, iogurte, queijo, pipoca salgada, milho, castanha de caju, amendoim, nozes, coco ralado e são responsáveis pela formação de uma barreira entre o dente e as bacterias, limitando a ação dos ácidos produzidos. Já os alimentos detergentes são representados pela maçã, pêra, cenoura, milho, entre outras frutas, legumes e verduras crus, capazes de limpar a superfície do dente, durante a mastigação. A limpeza acontece através do atrito do alimento com o dente, removendo restos. No entanto, deve-se lembrar que esses alimentos agem como detergentes, mas não substituem a limpeza pesada com a escova.

Fonte- uol..*Especialista em Odontopediatria e em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Mais da metade da população brasileira tem excesso de peso

Número aumentou de 48,5% em 2011 para 51% em 2012, segundo Ministério da Saúde


Dados inéditos do Ministério da Saúde revelam que, pela primeira vez, o percentual de pessoas com excesso de peso supera mais da metade da população brasileira. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostra que 51% da população (acima de 18 anos) está acima do peso ideal. Em 2006, o índice era de 43%. Entre os homens, o excesso de peso atinge 54% e entre as mulheres, 48%.


O estudo também revela que a obesidade cresceu no país, atingindo o percentual de 17% da população. Em 2006, quando os dados começaram a ser coletados pelo Ministério, o índice era de 11%. O aumento atinge tanto a população masculina quanto a feminina. Na primeira edição da pesquisa, 11% dos homens e 11% das mulheres estavam obesos. Atualmente, 18% das mulheres estão obesas. Entre os homens, a obesidade é de 16%.


O estudo retrata os hábitos da população e é um importante instrumento para desenvolver políticas públicas de saúde e estimular os hábitos saudáveis. Nesta edição, foram entrevistados 45,4 mil pessoas em todas as capitais e no Distrito Federal, entre julho de 2012 a fevereiro de 2013.


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que os dados servem de alerta para que toda a sociedade se articule para controlar o aumento da obesidade e do sobrepeso no país. "Os dados reforçam que a hora é agora. Se não tomarmos - o conjunto da sociedade, familiares, trabalho, agentes de governo -, as medidas necessárias, se não agirmos agora, corremos o risco de chegar a patamares de obesidade como os do Chile e dos Estados Unidos. Por isso temos que agir fortemente", disse.


Alimentação
Apesar de a obesidade estar relacionada a fatores genéticos, há uma importante influência significativa do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados no aumento dos índices brasileiros. Forte aliado na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, o consumo de frutas e hortaliças está sendo deixado de lado por uma boa parte dos brasileiros - apenas 22,7% da população ingerem a quantidade diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco ou mais porções ao dia.


Outro indicador que preocupa é o consumo excessivo de gordura saturada: 31,5% da população não dispensam a carne gordurosa e mais da metade (53,8%) consome leite integral regularmente. Os refrigerantes também têm consumidores fieis - 26% dos brasileiros tomam esse tipo de bebida ao menos cinco vezes por semana.


Fases da vida
Se na faixa etária entre 18 e 24 anos, 28% da população está acima do peso ideal, a proporção quase dobra na faixa etária dos 35 anos aos 44 anos, atingindo 55%. O percentual de obesidade acompanha este crescimento e mais que dobra se comparados os dois períodos: 7% para 19%, respectivamente. Com o passar dos anos, os brasileiros também tendem a diminuir a prática da atividade física: 47% dos jovens com idade entre 18 a 24 anos se exercitam regularmente. E entre 35 a 44 anos, o índice cai para 31%.


O Vigitel 2012 mostra ainda que o envelhecimento da população reflete positivamente na alimentação do brasileiro. Se entre os 18 e 24 anos mais da metade dos homens brasileiros come carne com gordura regularmente (48%), este índice cai para 27% entre aqueles que já passaram dos 65 anos. O fenômeno se repete com o consumo de refrigerante. Entre os jovens com idade entre 18 e 24 anos, 36 % declararam tomar regularmente a bebida. Aos 65 anos, o percentual cai para menos de um terço, ficando em 12%.


Em contrapartida, há aumento de consumo de frutas e hortaliças nas faixas etárias superiores. Entre os 18 e 24 anos, 17% comem cinco porções/dia e 24% cinco porções semanais. Aos 65 anos, os percentuais aumentam para 28% e 46%, respectivamente.


Escolaridade
O Vigitel 2012 permite ainda conhecer os hábitos dos brasileiros conforme o sexo e a escolaridade. Frutas e hortaliças estão presentes regularmente no cardápio de 45% dos brasileiros que concluíram, no mínimo, 12 anos de estudo. O percentual reduz para 29% entre as pessoas que estudaram até, no máximo, oito anos.


Se levarmos em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 400 gramas diárias de frutas e hortaliças, as proporções vão para 31% para quem tem 12 anos e mais de escolaridade e 18% para quem não conclui o ensino fundamental ou tem menos de oito anos de escolaridade.


A gordura saturada também é mais comum na mesa das pessoas com menos estudo: 32% comem carne com excesso de gordura e 53% bebem leite integral regularmente. Já entre a população com maior escolaridade, os percentuais registrados estão abaixo da média nacional, com 27% e 47%, respectivamente.


A pesquisa revela também que 45% da população com mais de 12 anos de estudo praticam algum tipo de atividade física (no horário livre de lazer). O percentual diminui para menos de um quarto da população (21%) para quem estudou até oito anos. Os homens (41%) são mais ativos que as mulheres (26%). A frequência de exercícios físicos no horário de lazer entre mulheres com mais de 12 anos de estudo (37%) é o único indicador da população feminina que figura acima da média nacional (33%).


Fuja da obesidade
Quando o assunto é perder peso, existem muitos erros comuns que cometemos, ou mesmo mitos em que caímos e nos impedem de ter sucesso. Veja quais são eles e aprenda a evitá-los


Ignorar as calorias totais da dieta

"A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade", afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. "Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar", afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual. 


Mulher comendo salada - Foto Getty Images

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. "Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso", explica.


Homem sentado - Foto Getty Images

Manter o sedentarismo

"Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade", diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. "Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)", explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.


Mulher ansiosa - Foto Getty Images

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. "Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo", afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.


Homem acendendo cigarro - Foto Getty Images

Adotar outros hábitos prejudiciais

"Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente", afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.


Mulher comendo bolo - Foto Getty Images

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. "Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo", diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.


Resistir a tratamentos mais agressivos

"A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade", afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Fonte: minha Vida

Após cirurgia, mulher não consegue parar de emagrecer e chega aos 35 kg

Tracey McLaughhlin realizou a redução de estômago com 120 kg e não consegue parar de perder peso mesmo com alimentação calórica


Antes da cirurgia, Tracey pesava 120 kg distribuídos em 1,46 m Foto: Reprodução



Algumas pessoas sonham com uma silhueta mais fina, mas emagrecer às vezes virar um pesadelo. É o caso de Tracey McLaughhlin, de 51 anos, que fez a redução de estômago em dezembro de 2010, pesando 120 kg distribuídos em 1,46 m. Na época, ela estava tão acima do peso que só se locomovia com cadeira de rodas por conta de uma artrite. As informações são do Daily Mail.


Tracey decidiu fazer a cirurgia quando foi informada pelos médicos que sua saúde estava em perigo. Mãe de dois filhos, ela perdeu 65 kg em um ano e se sentiu satisfeita com o novo corpo. O problema é que, mesmo após conseguir o peso ideal, ela continuou a emagrecer de forma rápida, e hoje pesa apenas 35 kg, com um IMC (Índice de massa corpórea) 16 – a faixa saudável é entre 18,5 e 25.


“A cirurgia de estômago foi o maior erro da minha vida. Embora eu tivesse problemas de saúde, eu estava feliz em ser grande. Agora passo os dias vendo televisão e não posso sair sozinha”, lamentou ela, que usa roupas para crianças de 10 anos. Tracey tenta comer alimentos calóricos, como sanduíches, bacon, comida chinesa e biscoitos, mas isso não resolve o problema.


Os médicos ainda tentam entender porque Tracey não consegue parar de perder peso. Eles acreditam que o tecido da cicatriz em seu estômago pode estar afetando as células que absorvem o alimento.


Ela começou a engordar aos 30 anos, quando começou a ingerir muitas calorias comendo bolos, tortas, lanches e batatas fritas. Apesar do peso extra, ela não se incomodava com o corpo. No entanto, aos 40 anos, começou a ter problemas nas articulações, com artrite incapacitante, que a deixaria em uma cadeira de rodas pelo resto da vida caso não perdesse peso.

Terra

Alimentos que aumentam a fertilidade

                                             Foto Getty Images


Dificuldades para conseguir engravidar têm levado cada vez mais casais aos consultórios especializados em fertilidade – e os tratamentos envolvem um investimento considerável. A boa notícia é que mudanças simples no cardápio podem aumentar as chances de uma gravidez.


Para tanto, é preciso conhecer um pouco sobre os alimentos que podem ajudar e os que atrapalham a fertilidade (esses alimentos são ricos em tocoferol, uma vitamina que tem um grande poder antioxidante e ajuda na formação das células sexuais.. Veja quais são os alimentos recomendados:


avelã
nozes
aveia
trigo
abacate
gérmen de trigo
batata doce
brócolis


O suco de maçã e agrião é um excelente ‘remédio’ caseiro e natural para aumentar a fertilidade. Isso porque o agrião tem grande quantidade de vitamina E, que melhora as funções reprodutoras. Veja como preparar:

Ingredientes

  • 3 maçãs
  • 1 maço grande de agrião
Modo de preparo: lave o agrião e pique as maçãs. Leve-os a uma centrífuga para que sejam reduzidos a suco. Adoce a gosto.

 

Conheça outros alimentos importantes para aumentar a fertilidade?
Azeite extravirgem: é rico em vitamina E, um tipo de antioxidante presente nas membranas dos espermatozoides. Em casos de fertilização in vitro, a vitamina E melhora a habilidade do espermatozoide de fertilizar o óvulo. Também são ricos no nutriente: sementes de abóbora, cereais integrais, abacate, salmão e vegetais verdes-escuros. Para as mulheres, óleos vegetais ajudam na regulação hormonal, ovulação e implantação.


Peixes e frutos do mar: ricos em selênio, mineral essencial para formação de espermatozoides com “boa saúde”.


Ovos: são boas fontes de vitamina B12. Pesquisas indicam que a ingestão dessa vitamina pode ser benéfica para homens com quantidade de espermatozoides menor que 20 milhões/ml, ou com taxa de mobilidade menor que 50%. Nas mulheres, as vitaminas do complexo B também são importantes para minimizar riscos de abortamento. A B12 também está presente em laticínios, carnes e feijões.


Fibras: em mulheres com endometriose, recomenda-se o aumento no consumo de fibras, como forma de garantir um bom trânsito intestinal. Pacientes que não evacuam regularmente têm retenção de material fecal e, por consequência, aumento de toxinas. Para as que tem síndrome do ovário policístico, as fibras ajudam a estabilizar os níveis de glicose. Aveia, frutas, leguminosas, grãos integrais, milho e vegetais folhosos são boas fontes de fibra.


Oleaginosas: uma alimentação rica em ácidos graxos (gorduras poli-insaturadas encontradas em peixes, óleos vegetais, nozes, amêndoas etc) tem o potencial de diminuir a dor em mulheres com endometriose, ao reduzir níveis do mediador inflamatório chamado prostaglandina.


Frutas e folhas: a ingestão de grandes quantidades de vegetais folhosos e frutas frescas apresenta papel protetor contra a endometriose, pois esses alimentos atuam diretamente no crescimento desordenado do tecido endometrial e na produção de estrógeno.


Beterraba crua: entre muitos outros nutrientes, é rica em folato, substância importante para evitar anemia e abortamentos em mulheres grávidas. A deficiência nesse nutriente no início da gravidez também está associada a maior risco de falhas na formação da coluna vertebral e do sistema nervoso do bebê. Outras fontes de folato são: aspargos, feijões, gema de ovos, gérmen de trigo, vegetais verde-escuros.


Alho e cebola: são dois importantes alimentos antiestrogênicos, que ajudam mulheres com endometriose. Eles possuem quercetina em sua composição, um antioxidante que inibe a ação de enzimas envolvidas na produção excessiva de estrógeno.


Orgânicos: o ideal é que todos os alimentos consumidos fossem frescos e orgânicos, ou seja, produzidos sem agrotóxicos ou qualquer produto que possa prejudicar a saúde do homem ou a natureza. Muitos conservantes, corantes e agrotóxicos são xenoestrógenos, os chamados “hormônios ambientais”. Essas substâncias podem afetar negativamente o sistema hormonal e a fertilidade de homens e mulheres.


É importante dizer que os problemas de funções reprodutoras e de fertilidade estão relacionados a muitas causas, como falta de vitaminas, problemas de desenvolvimento e até causas psicológicas. Independentemente da causa, ter uma alimentação saudável é determinante.  

fonte: nutróloga  Liliane Oppermann

Saiba como escolher o sutiã ideal para você

Na hora da compra, não hesite em experimentar vários modelos, até encontrar o mais adequado, que valorize suas características. O sutiã ideal é aquele que se ajusta bem ao corpo e sustenta a mama. A forma é menos importante, mas conforto é fundamental.

Confira as dicas dos especialistas:

Observe as alças nas costas: elas devem estar paralelas ou formar um tipo de “V”. Se estiverem muito distantes formando um “V” ao contrário, pode significar que as alças são muito pequenas ou estão muito apertadas. Confira a possibilidade de um ajuste ou prove um outro modelo.

O centro do sutiã (a parte que junta as duas copas na frente) deve ficar ajustada ao corpo, sem deixar um espaço entre o corpo e o sutiã. Se isso acontecer, o sutiã é muito pequeno: tente um tamanho maior.

Quanto mais larga for a alça, maior suporte você terá. Alça larga é imprescindível para quem tem seios fartos (igual ou superior ao 46). A alça não deve pressionar nem dar a impressão de que está “cortando” a pele do ombro.

A copa do sutiã deve acomodar os seios e ajustá-los suavemente, sem criar protuberâncias do lado ou na parte inferior dos seios. O sutiã ideal é o que possui as copas ligeiramente modeladas, é discreto, oferece suporte adequado e a costura em sua base deve garantir esse último requisito.

As armações, de metal ou de plástico, têm a finalidade de dar mais suporte aos seios, aliviando a tensão das alças. Ao escolher uma peça com esse requisito, certifique-se de que o modelo se ajuste com perfeição ao seu seio, pois ela não deve machucar a pele dos seios.

O fecho traseiro deve estar completamente ajustado nas costas. Se ele ficar subindo, o sutiã é muito grande. Se tiver a sensação de que ele está apertado, em 75% dos casos, você precisa de um extensor.

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/saiba-como-escolher-o-sutia-ideal-para-voce/1255/ - Texto: Cristina Almeida/ Ilustração: Sandra Tir/ Adaptação: Letícia Maciel
Via  Blog do professor José Costa

Furúnculo: saiba o que é e como evitar

Causados por uma infecção, eles são dolorosos e provocam muito desconforto, mas podem ser evitados


                                                    Foto: Thinkstock


Um furúnculo já incomodou você? Este problema é mais comum do que se imagina. Parecido com uma espinha, o furúnculo é uma inflamação na pele causada por uma bactéria e pode acarretar muito desconforto.

As lesões podem surgir em diferentes locais do corpo e, dolorosas, afetam a disposição e até o humor do paciente. Além disso, podem deixar marcas e cicatrizes na pele. 


Conheça abaixo quais são as causas, os tratamentos e o mais importante: saiba como evitá-lo. 

O que causa o furúnculo?

Segundo explica a dermatologista Helena Zantut, o furúnculo é uma infecção causada por uma bactéria da própria pele, que atinge o folículo piloso (por onde cresce o pelo), a glândula sebácea e o tecido subcutâneo que fica próximo a ele. 


Em geral, a infecção é causada pela bactéria Staphylococcus aureus, mas pode ser também por outras bactérias ou fungos encontrados na superfície da pele. 

Como ele se manifesta?

A principal característica do furúnculo é a formação de um abscesso, ou seja, um nódulo muito doloroso, inchado e avermelhado com uma área amarelada na parte central, que indica a presença de pus. O tamanho pode variar de acordo com a área infectada. 


As lesões são mais comuns em regiões do corpo onde há pelos, e também aquelas mais expostas à umidade, atrito, ou substâncias gordurosas, que facilitam a obstrução dos folículos pilosos. Rosto, pescoço, axilas, coxas e nádegas são as áreas mais comuns. 


Em geral, o diagnóstico é simples e pode ser feito por um exame dermatológico clínico. Apenas em alguns casos pode ser necessário recorrer a exames laboratoriais. 

Tratamento

Na hora de tratar o problema, a primeira recomendação importante é: nunca se deve espremer um furúnculo. Isso pode fazer com que as bactérias causadoras da infecção se espalhem ainda mais, causando novas inflamações.

Na maioria dos casos, a lesão pode se curar sozinha, pois se rompe espontaneamente e não há necessidade de drenagem por um médico. Uma compressa úmida e morna pode ajudar a acelerar o processo de drenagem espontânea, e agilizar a secagem do furúnculo. Além disso, é importante manter o local afetado sempre limpo, e lavar bem as mãos depois de tocá-lo. 


 Se o furúnculo durar muitos dias ou vier acompanhado de febre, é imprescindível procurar um médico dermatologista, já que alguns casos exigem tratamentos com medicamentos antibióticos orais e tópicos (cremes e pomadas). A persistência dos sintomas pode indicar que a infecção se espalhou ou que há alguma complicação.


Segundo a Dra. Zantut, algumas pessoas são mais propensas a sofrer com o aparecimento de furúnculos. Se o problema for recorrente, também é importante consultar um profissional para descobrir o que está favorecendo o surgimento das lesões e a melhor forma de tratamento. 

Como evitar

Confira abaixo as dicas da Dra. Helena Zantut para evitar o aparecimento de furúnculos: 


  • Mantenha as mãos sempre limpas (após ir ao banheiro, pegar coisas sujas, ao chegar em casa da rua, etc). Bons hábitos de higiene são essenciais para prevenir a manifestação de furúnculos.
  • As unhas também devem estar sempre aparadas e limpas.
  • Procure manter secas as áreas de dobras no corpo, como axilas e virilhas.
  • Evite roupas muito justas e de tecido sintético. Elas dificultam a evaporação do suor, entram em atrito com a pele e favorecem a ocorrência de lesões.
  • Troque as roupas de uso pessoal, cama e banho regularmente. Elas podem ser veículos de transmissão da infecção.
  • Não coce nem esprema o local do furúnculo. Assim, não corre o risco de espalhar a infecção para outras áreas do corpo.


Fonte:DicasdeMulher -Por Juliana Prado

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

7 motivos para amar a romã que você precisa saber

As propriedades medicinais dessa fruta atuam de forma positiva sobre diversos problemas de saúde


                                           Foto: Thinkstock


                                             
A tradição é antiga e simples: na noite de ano-novo, embrulhe três sementes de romã em um guardanapo, guardando-o na carteira em seguida. Você pode fazer três pedidos ou simplesmente confiar na crença que afirma que, para quem segue essa simpatia, não falta dinheiro ao longo de todo o ano que está começando.


Mas a romã – também conhecida como granada, em alguns lugares – não é apenas objeto de práticas supersticiosas. Suas propriedades medicinais atuam de forma positiva sobre diversos problemas de saúde. Incluí-la em seu cardápio pode ajudar a prevenir doenças e a tornar seu organismo mais saudável.

1 – A romã previne seu organismo contra o câncer

Embora ainda não tenha encontrado uma cura definitiva para o câncer, já se sabe que alguns alimentos são capazes de ajudar a preveni-lo – e a romã é um deles. De acordo com algumas pesquisas realizadas na Universidade da California, nos Estados Unidos, ela é eficaz na prevenção do câncer de mama e que os mesmos resultados são verificados contra o câncer de pulmão. Além disso, outros estudos afirmam que a fruta ainda ajuda a retardar o avanço do câncer de próstata.

2 – A romã é capaz de proteger seu DNA contra doenças genéticas

Diversas substâncias presentes na romã provocam um tipo de reação com o material genético, que acaba por protegê-lo de uma série de doenças.

3 – A romã atua como um poderoso anti-idade

Devido à grande quantidade de antioxidantes presentes na romã, ela é uma importante aliada no combate aos sinais de envelhecimento na pele, mantendo-a jovem e livre de marcas como as temidas rugas.

4 – A romã pode prevenir a artrite

De acordo com uma pesquisa realizada na Case Western Reserve University, em Ohio, nos Estados Unidos, a romã possui uma grande quantidade de ácido elágico, que ajuda a diminuir processos inflamatórios das cartilagens. Sua eficácia no tratamento da artrite ainda está sendo investigada, mas alguns especialistas já afirmam que consumir romã pode diminuir os efeitos da doença.

5 – A romã protege contra doenças do coração e sistema circulatório

Diversos estudos realizados ao redor do mundo vêm comprovando que a romã é muito eficaz contra doenças do coração e sistema circulatório. Ela diminui o mau colesterol – LDL – e aumenta o bom colesterol – HDL -, além de diminuir o acúmulo de placas no sangue. Alguns estudos realizados na Queen Margaret University, na Escócia, indicam que consumir meio litro de suco de romã todos os dias é eficaz para diminuir a pressão arterial e a gordura acumulada no abdômen.

6 – A romã previne o mal de Alzheimer

Embora essa propriedade ainda esteja sendo estudada, os resultados de algumas pesquisas feitas com ratos demonstraram que, em um grupo afetado pelo mal de Alzheimer, aqueles ratinhos que consumiam suco de romã desenvolviam melhor diversas atividades mentais, quando comparados aos ratinhos que não tinham acesso ao suco da fruta. Isso pode significar que as substâncias presentes na romã possuem características que podem ajudar a retardar e prevenir a doença.

7 – A romã ajuda a proteger os rins

Para quem sofre de problemas nos rins, consumir suco de romã ajuda a prevenir danos nesse órgão e a protegê-lo contra substâncias tóxicas.

Fonte- DicasdeMulher- Por Carolina Werneck
  

Saiba quais alimentos podem prevenir a gripe

Com a constante variação na temperatura, é preciso redobrar os cuidados com o nosso organismo. A dica básica é: vá mais ao supermercado ou à feira e menos à farmácia. Assim, você poderá ter uma alimentação mais saudável, "que irá fornecer os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo", afirma Jarlene Melo, nutricionista clínica da Associação Dona de Leite.


Por isso, selecionamos dez alimentos capazes de te ajudar a prevenir ou combater uma gripe. E, de preferência, faça a ingestão deles diariamente. Caso já esteja doente, saiba que "o uso do medicamento pode ser essencial para recuperação, mas a alimentação é fundamental no resultado final", destaca André Veinert, nutrólogo da clínica Healthme - Gerenciamento de Perda de Peso.

A dieta balanceada pode colaborar no tratamento, por exemplo, "o uso de alimentos anti-inflamatórios pode amenizar sintomas de uma gripe", explica Renata Azevedo, nutricionista e membro da Diretoria do Sindicato de Nutricionistas de São Paulo.

Gengibre
 Gengibre é um excelente aliado na prevenção da gripe. (Fotos: iStock)Fortalece o sistema de defesa do organismo. Além disso, previne e melhora problemas respiratórios, como resfriados e gripes, devido ao seu poder antioxidante, ou seja, de proteger as células. O chá feito com gengibre, por exemplo, tem ação anti-inflamatória, segundo Jarlene.


Iogurte ajuda a prevenir a gripe. (Foto: iStock)
As bactérias contidas neste alimento são responsáveis pela manutenção de uma flora intestinal normal e evitam o crescimento de micro-organismos indesejáveis que causam doenças. De acordo com André, o intestino é o principal órgão de defesa do nosso organismo.

O brocólis possui ácido fólico. (Foto: iStock)
Também colabora com a resistência do organismo, já que possui o ácido fólico, que auxilia na formação de glóbulos brancos, células responsáveis pela defesa do corpo.

Alho possui uma substância chamada alicina. (Foto: iStock)
Possui uma substância chamada alicina, potente para prevenir resfriados, por exemplo, e outras doenças infecciosas.

Maçã ajuda na absorção da vitamina C. (Foto: iStock)
Esta fruta ajuda na absorção da vitamina C, nutriente que protege as células. A casca tem grande concentração de pectina, um tipo de fibra importante para manter o equilíbrio da flora intestinal.

Cebola é rica em selênio. (Foto: iStock)
Pode ter um gosto ruim para alguns, mas é rica em selênio, que tem função anti-inflamatória, exatamente como o azeite de oliva e a mostarda, compostos por vitamina E, de acordo com Renata.

Estes alimentos reforçam a defesa do corpo. (Foto: iStock)Alimentos alaranjados e avermelhados
 
 Cenoura, beterraba, espinafre, couve, melancia, mamão, manga e abóbora são outras opções para uma dieta balanceada. Estes alimentos ativam o sistema imunológico. Para Jarlene, usá-los em sucos é uma boa tática para ingerir nutrientes importantes com tranquilidade.


Estas frutas aumentam a defesa do organismo. (Foto: iStock)Frutas cítricas
Também reforçam a defesa do organismo, principalmente com a gripe, pois têm alta concentração de vitamina C. Anote a lista: limão, laranja, lima, kiwi, abacaxi, goiaba e acerola são bons para deixar seu corpo preparado.

Mel age como antibióticos natural. (Foto: iStock)
Contém substâncias que agem como antibióticos naturais. Uma dica do doutor André é usar o mel para adoçar chás e sucos como substituição do açúcar.

Rico em antioxidantes. (Foto: iStock)Chá verde
Este tipo de chá é rico em antioxidantes, ou seja, protegem as células do organismo, o que fortalece o sistema imunológico.

Via Blog Lucineide Medeiros