quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Conheça os diferentes tratamentos para manchas da pele

Manchas causadas por limão, melasmas e manchas da idade podem ser solucionadas


Espelho, espelho meu... Que manchinha é aquela ali no meu rosto? Tudo bem, a pergunta original não é essa, mas encontrar uma marca na pele é muito mais importante do que saber quem é mais a bela. Afinal é o alarme da saúde e não da vaidade que dispara nessa hora.


Mas antes de tudo, você sabe distinguir o que é uma mancha na sua pele? "Elas são alterações da coloração normal da pele, que podem ser causadas por aumento do pigmento que dá cor à pele, a melanina, ou pela diminuição ou ausência dele", conceitua a dermatologista Tatiana Gabbi, membro das Sociedades Brasileiras de Dermatologia (SBD) e Cirurgia Dermatológica (SBCD). Elas também podem ser causadas pelo acúmulo de outras substâncias, como o sangue, de acordo com a especialista.


Existe, inclusive, uma diferença entre manchas e pintas. "As manchas são lesões em placa, que contagiam de forma contínua e, normalmente, são bem maiores do que as pintas. As manchas aparecem normalmente em áreas expostas, como dorso das mãos, rosto, ombros e colo", diferencia a dermatologista Roberta Bibas, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.


Mas existem diversos tipos de manchas e muitas são causadas pelo sol. A boa notícia é que essas todas podem ser tratadas! Veja como reconhecer cada uma e o tratamento mais específico para elas:

Melasma

Os melasmas são manchas de cor castanha que surgem em áreas do corpo mais expostas ao sol, como colo, braços, mas principalmente o rosto. Normalmente elas estão relacionadas a uma mistura de exposição solar com a influência do hormônio feminino, por isso estão mais associadas à gestação e ao uso de anticoncepcionais, além de algumas medicações. Quando ela aparece na gravidez, é chamada de cloasma. "Ele surge nas áreas convexas ou protuberantes da face: bochechas, testa, queixo e área do bigode", explica a dermatologista Tatiana Gabbi, membro das Sociedades Brasileiras de Dermatologia (SBD) e Cirurgia Dermatológica (SBCD).


Tratamentos O principal aspecto para tratar esse tipo de mancha é a proteção solar diária, tanto com o filtro solar. "As manchas podem ser melhoradas, mas mesmo uma pequena reexposição solar pode levar ao retorno do melasma", considera a dermatologista Marília Ogawa, do Hospital Santa Cruz de São Paulo. Além disso, o médico pode indicar o uso de cremes clareadores e também tratamentos como peeling ou o uso de antioxidantes tópicos e orais. 


Grávida com manchas no rosto - Foto: Getty Images

Cloasmas

Essas manchas nada mais são do que os melasmas que ocorrem durante a gravidez. Normalmente, a tendência é que eles passem após a gestação, mas tomar cuidado com a exposição solar ajuda a preveni-los ou evitar que se agravem.

Tratamentos Por ser um melasma, normalmente as técnicas empregadas são as mesmas. A única diferença é que tratamento com clareadores é mais difícil para as grávidas, já que muitas dessas substâncias não podem ser usadas nesse período. "A única recomendação que fazemos para elas é utilização de filtro solar, evitar a exposição ao sol e usar chapéus, bonés e sombrinhas", sublinha Tatiana.



Mãos de um idoso - Foto: Getty Images

Manchas senis

Conforme a idade chega, as áreas expostas ao sol, como rosto e braços também começam a apresentar as chamadas manchas senis. "São marcas escuras (melanoses solares) aliadas a manchas brancas ou mais claras que a pele normal (leucodermia solar) e manchas arroxeadas (púrpura senil)", explica a dermatologista Tatiana. Elas são resultado da ação do sol e da idade aliada ao fator genético, e a melhor forma de preveni-las é usando o protetor solar frequentemente.

Tratamentos Normalmente o foco ocorre nas manchas escuras, usando o laser ruby. "Esse aparelho consegue tirar pigmento com muita eficiência", explica a dermatologista Roberta Bibas, da Clínica Bibas e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Mas os resultados normalmente dependem da intensidade e extensão do quadro. Portanto, prevenir é o melhor remédio.



Moça com sardas - Foto: Getty Images

Sardas

As sardas, apesar de muitas vezes parecerem fazer parte da pessoa, são manchas decorrentes da exposição solar que normalmente aparecem na infância e adolescência, aumentando conforme a pessoa toma sol. Ela é mais comum em pessoas com fototipo claro, pois a pele não está tão adaptada à exposição solar. "Se a pele absorvesse a energia solar uniformemente, ficaria bronzeada por igual, mas, nessas pessoas, alguns lugares têm maior poder de absorção que os outros, fazendo com que essas manchas apareçam", explica a dermatologista Tatiana Gabbi. No geral, elas não são perigosas nem evoluem em si para tumores malignos, mas podem indicar que a pessoa está se expondo mais ao sol do que deveria.

Tratamentos O primeiro aviso para quem quer fazer um tratamento para reduzir as sardas é que nenhum deles é definitivo: a exposição solar fará com elas reapareçam, já que são uma característica de como a pele se bronzeia. "Há várias combinações de tratamentos para remover essas manchas: cremes e ácidos para peeling são os mais indicados para lesões leves ou de média gravidade. Já para resultados mais significativos, é recomendado o tratamento a laser", enumera a dermatologista Roberta. 



Limão pode causar manchas na pele sob o sol - Foto: Getty Images

Manchas causadas por alimentos

Sabe a famosa mancha do limão em contato com o sol? O nome técnico para ela é fitofotodermatoses, e essa não é a única fruta com que você deve se preocupar: as cítricas também podem causar esse problema. "Uma das substâncias causadoras desse efeito é o fumocumarínico, que está presente também no figo e leguminosas como mostarda, nabo, aipo, coentro, salsa", descreve Marília Ogawa. Os sorvetes de frutas, principalmente os feito em casa, também contém essa substância. Caso o sumo desses alimentos entre em contato com sua pele, a melhor forma de prevenir a mancha é lavando o local e evitando sua exposição ao sol o mais rápido possível. A queimadura pode ser mais leve, tornando a região escura após alguns dias, ou ser mais grave, ficando avermelhada ou mesmo deixando bolhas.

Tratamentos O tratamento normalmente demora um certo tempo. "Em geral usamos cremes a base de corticosteroides e esperamos a pele se recuperar, o que pode levar até meses", ensina Tatiana Gabbi. 



Machucados podem causar manchas ao cicatrizerem - Foto: Getty Images

Manchas por cicatrizes e lesões

Algumas pessoas podem ficar com a pele manchada após um machucado ou lesão na pele. "É mais comum em fototipos mais altos, ou seja: pessoas de pele mais morena. Não indica problema algum, é uma característica desse tipo de pele apenas", tranquiliza a especialista Tatiana. Normalmente é difícil evita-las, mas o ideal para quem tem essa tendência é não expor tanto a área ao sol.

Tratamentos No geral, essas manchas costumam desaparecer com o tempo, mas é possível seguir alguns tratamentos para acelerar o processo. "Os melhores tratamentos são feitos com peelings, clareadores e fotoproteção efetiva", enumera a dermatologista.



Mancha por atrito

A fricção da pele com a pele ou mesmo com tecidos, cera, lâminas para depilação ou de barbear, entre outros, podem resultar em manchas, principalmente em áreas como axilas, virilha, pernas e cotovelos.

Tratamentos A melhor forma de melhorar o aspecto da pele é entender o que está causando o atrito e acabar com a fonte. Se o motivo for a depilação, a técnica a laser é indicada para evitar esse tipo de dano. Já no caso da virilha, o motivo pode ser muito bem o uso de calças jeans mais justas, que pode ser reduzido. "O tratamento tópico e a hidratação, além de evitar a exposição solar são as armas que temos para melhorar esses quadros", considera Tatiana Gabbi. 

Fonte: Minha Vida - Por Nathalie Ayres

O que devemos saber sobre as substâncias presentes nos cosméticos

Muitas delas podem ser nocivas à saúde, por isso é importante ter cuidado


Há uma grande variedade de produtos para a maquiagem no mercado, inclusive alguns que se dizem terapêuticos, ou seja, capazes de tratar alguma doença. Na realidade, a maquiagem é um produto classificado como cosmético e a sua definição é qualquer substância a ser aplicada no corpo humano para limpeza (embelezamento, melhorar a atratividade ou alterar a aparência agindo sobre a pele) ou as suas funções sem afetar o corpo em si, incluindo o odor do mesmo. Dentre esses produtos constam, por exemplo, hidratantes, perfumes, batons, esmalte para unha, maquiagem para olhos e face, xampus, produtos para mudar os cabelos, desodorantes, etc. 


Existem estudos que demonstram que algumas das substâncias utilizadas para fins cosméticos podem trazer danos ao ser humano como, por exemplo, alterar a glândula da tireoide, simular o efeito de hormônios - especialmente as substâncias chamadas fitalatos e o triclosan. Os efeitos colaterais são piores nos adolescentes. Os bons cosméticos são testados para a possibilidade de causar alergia mas não o são referentes ao câncer, por exemplo. 


O uso contínuo pode levar à sensibilização ou irritação da pele e até mesmo a verdadeira alergia, devido, principalmente, à fragrância. A alergia apresenta sinais de vermelhidão na pele, às vezes leve ardor e coceira. Sendo que nos casos mais graves pode evoluir com formação de bolhas pequenas. 


Sabia que uma mulher ativa, que se utiliza de maquiagem e outros produtos diariamente entra em contato com uma media de 175 substâncias diferentes num único dia? E 20 diferentes produtos para beleza? Equivalendo a 2,5 quilos de químicos por ano, com estimativa de que há absorção de até 60% dos mesmos pelo corpo humano? Há que lembrar também que muitas pessoas se esquecem que todos os produtos possuem data de validade, não respeitando isso, poderemos aumentar imensamente a possibilidade de irritação, alergia, contaminação e outros efeitos indesejados. 


Não há regulamentação definida de controle e teste dos cosméticos. Mas alguns produtos são banidos em vários países, sendo que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já tem realizado alguma fiscalização e proibindo o uso de várias dessas substâncias para a nossa segurança. 

Os principais agressores dos cosméticos

São vários os produtos que podem causar problema, e vale a pena ficar de olhos nos rótulos de produtos para encontrá-los antes de comprar! O campeão costuma ser o conservante usado, principalmente as substâncias metilisotiazolinona e metilcloroisotiazolinona, a família dos fitatos, di-n-butil fitalato e o di(2-etilhexil) fitalato que podem ser inclusive carcinogênicos, são proibidos em alguns países e algumas vezes estão presentes nos produtos de grandes marcas e de alto preço. 


Um dos produtos mais recentemente questionados foi o formol ou formaldeído ou um dos seus derivados, o metilenoglicol, utilizado como se não fosse o formaldeído nos produtos para o cabelo e que se transforma no mesmo sob calor - inclusive o vapor emitido é muito prejudicial à saúde. Além da alergia propriamente dita, pode haver irritação da pele em diferentes graus. 


No grupo também se encontram o 3-diol imidazolidinil urea, DMDM hidantoína, quarteniu-15, nitropropano-1, formalina, metanal, metilaldeído, óxido de metileno, ácido morbicida e oximetileno. São carcinogênicos, pode causar dor de cabeça, irritação das mucosas, lesionar os olhos, dor no peito, dor nas articulações, depressão, cansaço, mal estar e alteração da imunidade. São encontrados em diversos produtos, incluindo desinfectantes e afins, produtos para os cabelos, banho, unhas, removedores de maquiagem, máscaras faciais, talcos, antiperspirantes, etc. 


Não devemos nos esquecer de incluir os metais pesados e amônia presentes principalmente nas tintas para cabelos podem levar a abrasões da pele e do couro cabeludo, não somente danificando o fio como provocando a queda do cabelo. 


Existe um trabalho muito interessante realizando avaliação das funções do fígado de funcionárias que trabalhavam em uma empresa de cosméticos e fora detectado alteração dos exames em 35,4% das mesmas. Outro trabalho relaciona o aumento da quantidade de bactérias na pele das pacientes que se maquiam diariamente, prática que está sendo contraindicada, não somente pelas dezenas de produtos perigosos, pela alteração da colonização de bactérias e o perigo do uso de vários químicos na gravidez (incluindo os da maquiagem). 


Então, para acrescentar as considerações em termos de maquiagem, vale lembrar que os componentes dos mesmos podem levar também à obstrução dos poros, descoloração da pele, manchas, vermelhidão permanente e espinhas. Sim, espinhas, pois impedem a saída do óleo dos poros. Portanto, o ideal é tomar cuidado com esse tipo de produto e dar tempo para a pele descansar, além de retirar o produto muito bem no final do dia.


Acabe de vez com as Unhas Amareladas (Receita Caseira)



Depois dos cabelos, a unha é região do corpo onde a maioria das mulheres reserva mais atenção. Ainda mais as brasileiras, fãs ardorosas de unhas super bem-feitas. Sendo consideradas mundialmente como as que mais se preocupam com a beleza das unhas. Contudo, nem sempre as unhas estão bonitas e acabam ficando amareladas, mesmo recebendo cuidados constantes.

Por que as unhas ficam amareladas?

 

Muitas vezes, as unhas ficam amareladas justamente por causa desses “cuidados”, que geralmente incluem troca constante de esmaltes (mais de uma vez por semana e principalmente os escuros, como preto e vermelho), usar unhas postiças  por longos períodos e removedores de esmaltes à base de acetona, dentre outros abusos sofridos pelas unhas no dia-a-dia.
 As mulheres que costumam manter os hábitos citados acima, em nome da vaidade acabam afetando a saúde das suas “garras”; Deixando-as sem vida, levando ao aparecimento de problemas como o amarelão, que toma das unhas e causa um resultado estético nada agradável. (Veja como acabar de vez com as unhas fracas e quebradiças!)


Outros fatores, que nada tem a ver com produtos usados nas unhas, também podem deixa-las amareladas. Se você não vive trocando de esmaltes sem parar, não usa acetona nem tão pouco gosta de esmaltes escuros, mas fuma, essa pode ser a causa do problema! As fumantes devem estar atentas, pois o hábito contribui para modificar o aspecto e coloração das unhas. Como a nicotina “rouba” nutrientes do organismo, o cigarro, a longo prazo, enfraquece as unhas. Fazendo com que elas fiquem sem vida e amareladas.

Como remover o amarelado das unhas?

Para não deixar o tom amarelo – que fica bonito apenas quando é a cor do seu esmalte – tome conta das suas mãos, um ótimo truque é revezar as cores dos esmaltes ao longo do mês. Em uma semana, você usa um escuro; na outra um esmalte claro. Manter esse hábito vai fazer com suas unhas não sejam prejudicadas pelos pigmentos encontrados nos esmaltes e preserve uma aparência sempre saudável.


Outra regra de ouro - bastante antiga, por sinal - é nunca esquecer de passar a base antes de pintar as unhas e após remover o esmalte. A base vai servir como uma proteção para a unha, impedindo que o esmalte desgaste a película da unha e altere sua cor natural.

unha Acabe de vez com as Unhas Amareladas (Receita Caseira) 


Com o mercado de esmaltes crescente e super atualizado com as tendências fashion do momento, a criação de cores inusitadas de esmaltes é muito grande. Sendo difícil não se render a tentação de experimentar uma cor diferente a cada dia.

Mas a dica maior é: resista! Pelo bem da saúde das suas unhas. Procure ficar pelo menos três dias com as unhas ao natural, usando apenas uma base protetora por cima. Você  também pode apostar em lixas e branqueadores, que prometem recuperar a saúde das unhas e sumir com o efeito amarelado.  Já existem diversos tipos no mercado, com preços para todos os bolsos.


Receita Caseira para Unhas Amarelas

Para aquelas que adoram uma receitinha caseira, podem fazer essa que é tiro e queda para clarear as unhas! Basta colocar as unhas de molho em uma solução feita com um pouco de água quente e uma medida de água oxigenada (uma a duas colheres de sopa). Deixe agir de 5 a 10 minutos e lave com água fria, em seguida. O processo pode ser uma vez por semana ou a cada quinze dias para prevenir o problema. Veja também algumas dicas para as unhas crescerem mais rápido!

gnt- muitochique.com - Por Malanny Serejo

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

11 benefícios que o riso traz para a sua saúde

Rir fortalece o sistema imunológico, combate o estresse e elimina rugas


Na correria do dia a dia, é muito comum nos estressarmos com os empecilhos da rotina ou ficarmos extremamente cansados no fim do dia, sem vontade de fazer nada. Embora pareçam não ter remédio, esses males podem ter uma solução muito simples: sorrir! É de graça e você não precisa de mais nada além de você mesmo para isso. 


O riso, além de trazer aquela sensação de bem-estar que todo mundo conhece, pode ser um grande aliado da saúde, ajudando a prevenir doenças e auxiliando o organismo a cumprir as suas funções diárias. É benefício da cabeça aos pés! Veja aqui tudo o que uma boa gargalhada pode fazer por você: 

Coração
Uma pesquisa na Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), afirma que o riso pode reduzir o risco de doenças cardíacas. A equipe separou dois grupos de pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco e estavam sob cuidados médicos. O primeiro grupo assistia a vídeos de humor durante 20 minutos, todos os dias.

Após um ano, esse grupo apresentou uma queda de 66% da proteína C-reativa, que é um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares. A queda dessa substância no outro grupo foi de apenas 26%. Como conclusão, as pessoas que riram mais tiveram o risco de problemas cardíacos reduzido significativamente.  


diabetes - Foto Getty Images Colesterol e diabetes
Dar boas risadas pode aumentar os níveis de colesterol bom no sangue, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade Loma Linda. Os pesquisadores acompanharam 20 pacientes diabéticos com altas taxas de colesterol ruim no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Metade desses pacientes continuou com o tratamento padrão, enquanto a outra metade, além de tomar a medicação, assistia a filmes de comédia diariamente, durante 30 minutos. Após um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar elevou seus níveis de HDL, o bom colesterol, em até 26%. No grupo de controle o aumento foi de apenas 3%.  



pressão arterial - Foto Getty Images Pressão arterial
Um estudo realizado na escola de medicina da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, descobriu que rir diminui a pressão arterial, enquanto o estressa a aumenta.

A equipe estudou 20 voluntários saudáveis, não fumantes, com idade média de 33 anos. Eles assistiam primeiro a um trecho de um filme que causasse estresse e, 48 horas depois, viam um filme de comédia.

Antes de assistir a cada filme, os voluntários ficavam em jejum e submetiam-se a testes para saber como vasos sanguíneos respondiam a súbitos aumentos no fluxo de sangue.

Ao final do estudo, foi revelado que o estresse reduz o fluxo de sangue em 35%. Já as risadas provocadas pela comédia fizeram com que o fluxo aumentasse 22%, reduzindo a pressão arterial. Paralelo a isso, ocorria uma limpeza dos vasos sanguíneos. 



pulmões - Foto Getty Images Pulmões
De acordo com a especialista em terapia do riso Conceição Trucom, dona do site Doce Limão, quando damos uma boa gargalhada, a absorção de oxigênio pelos pulmões aumenta. Inalamos mais ar e, com isso, a expiração também fica mais forte. "Com maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais é rapidamente eliminado, promovendo uma limpeza ou desintoxicação". Ou seja, rir limpa os seus pulmões e ainda os deixa mais fortes! 



digestão - Foto Getty Images Digestão
De acordo com a psicóloga Fátima Niemeyer, da Sociedade Brasileira de Psicologia, os músculos que são mais estimulados quando rimos são os abdominais. Esses movimentos fazem uma espécie de massagem em nosso sistema gastrointestinal, melhorando a digestão. "Essa massagem também revigora todo o trabalho hepático", diz Conceição. 



circulação - Foto Getty Images Circulação do sangue
O ritmo cardíaco acelera quando começamos a rir. Os batimentos podem atingir até 120 pulsações por minuto, em comparação com as 70 pulsações por minuto quando estamos em repouso. "Quando a pulsação aumenta, o sangue circula mais intensamente no organismo, o que aumenta a oxigenação de todas as células, tecidos e órgãos", afirma Fátima. Isso faz com que nosso organismo funcione a todo vapor! 



imunidade - Foto Getty Images Estresse e sistema imunológico
"Durante uma sessão de gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina - hormônios do estresse - baixam", diz Conceição. Além disso, nosso cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que nos deixa relaxado.

Isso faz com que o corpo consiga produzir mais células de defesa, que ficam mais ativas, fortalecendo o sistema imunológico e blindando o organismo contra doenças.

Segundo Conceição, as células que ganham vantagem na produção - quando os níveis de estresse abaixam - são os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos; os linfócitos T, que são verdadeiros rastreadores de vírus e bactérias; a imunoglobina A, um anticorpo essencial no combate às infecções respiratórias; e as células NK, que são destruidoras de células cancerígenas. 



rugas - Foto Getty Images Combate as rugas
Ao dar boas risadas, nós movimentamos 12 músculos faciais e, ao dar gargalhadas, movimentamos 24 desses músculos. Quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, então, são 84 músculos. Todo esse exercício facial estica a pele, retardando o aparecimento de rugas.  



idosos - Foto Getty Images Exercício físico para os idosos
De acordo com uma pesquisa feita pela equipe da Universidade de Loma Linda, uma gargalhada é tão saudável quanto a prática de exercícios físicos. Isso porque ela estimula a circulação, produz endorfina e também movimenta nossos músculos, não só do abdômen, mas das pernas, braços e pés.

Os pesquisadores afirmaram que o riso pode ser a chave para a saúde de idosos que não conseguem praticar atividades físicas. 



autoestima - Foto Getty Images Autoestima
"O sorriso melhora o bom humor, eleva a autoestima te deixa mais seguro", diz a psicóloga Melina Blanco Amarins, do Hospital Albert Einstein. Ela afirma que a Terapia do Riso nos hospitais é capaz levantar o alto astral do paciente e diminuir o sofrimento da internação, deixando-o mais confiante.

A psicóloga Fátima conta que o sorriso traz uma série de sensações agradáveis e ajuda a eliminar sensações negativas, como tristeza e, até mesmo, depressão



Sorrir é contagioso!
A psicóloga Melina explica que o sorriso, além de trazer todos esses benefícios a nossa saúde, ainda é capaz de nos aproximar das pessoas conhecidas e aumentar as chances de fazer novas amizades. Afinal, ele não deixa de ser uma forma de comunicação. "Sorrir faz parte das relações sociais e compartilhá-lo faz bem a você a ao próximo!", diz Melina. 

Fonte: Minha Vida - Por Carolina Serpejante

Como prevenir e tratar olheiras

                                               Foto: Dreamstime


O estresse, a ansiedade e a falta de sono aumentam a produção de um hormônio chamado cortisol que pode causar inflamação ao redor dos olhos piorando a aparência das olheiras.

Dormir bem, por pelo menos 6 horas por noite, em ambiente escuro e em temperatura agradável ajuda a diminuir os níveis de cortisol. Inclua no cardápio também o abacate — fonte de beta-sitosterol, que tem papel auxiliar na redução do cortisol e, consequentemente, das olheiras.

DICA! Para uma boa noite de sono pingue algumas gotinhas de óleo essencial de lavanda em uma bola de algodão e coloque dentro da fronha do travesseiro.

Mas nem sempre as olheiras são causadas por noites mal dormidas, outros fatores podem estar relacionados ao mal como: hipersensibilidades alimentares e dificuldade no processo de detox.

Alergias alimentares podem prejudicar a circulação causando inchaço e o escurecimento ao redor da área dos olhos.

Uma dica importante para evitar as olheiras é variar ao máximo o cardápio. Alterne os alimentos, não coma todos os dias as mesmas coisas porque assim você diminui sua exposição ao alimento alergeno, diminuindo a chance de desenvolver a hipersensibilidade.

De acordo com a medicina chinesa as olheiras são sinais de deficiência de detox, assim inclua no cardápio suco de fruta orgânico com clorofila, alho, brócolis, couve flor, própolis e os chás verde, de boldo e de camomila que auxiliam no processo de eliminação de toxinas pelo fígado. Evite os alimentos industrializados, cheios de açúcar, gordura e refinados preferindo os cereais integrais e inclua no cardápio uma variedade de frutas e verduras, de preferência orgânicas.

DICA!Um pouco de água morna com umas gotinhas de limão ajuda a melhorar a digestão e a eliminação de toxinas pelo organismo.
As toxinas são eliminadas do nosso organismo pelas fezes e também pela urina, portanto fortaleça os rins usando suco de cramberry, quinoa, feijão azuki e clorela.

Compressas frias com infusão de camomila além de acalmar diminuem a aparência escura das olheiras. Cremes com princípios anti-inflamatórios como romã, algas e aloe vera também são bons aliados conta as olheiras.

  Fonte: Flávia Morais – Nutricionista da Rede Mundo Verde

Suco rosa, ótimo prá saúde

Todas as mulheres que buscam ter uma vida saudável e um corpo em forma estão ligadas nas novas dietas e receitas para renovar seus cardápios e depois da febre do suco verde no Brasil, acaba de chegar da Europa a nova moda: O suco rosa!


O suco rosa é uma mistura de laranja com beterraba crua e segundo uma pesquisa publicada no Journal of Applied Physiology, ele melhora em até 10% o desempenho físico, além de ajudar na recuperação dos músculos.


A laranja já é bem conhecida por todos, mas vale relembrar os seus benefícios como a vitamina C, que são importantes para o organismo, pois combatem os radicais livres produzidos durante a prática esportiva, combate o colesterol, melhora problemas digestivos, estimula as funções intestinais, oferece cálcio, magnésio, potássio, fósforo, ferro... Mas o que devemos ressaltar são as propriedades antioxidantes da fruta, são mais de 170 diferentes tipos de fotoquímicos e mais de 60 flavonoides.


Na beterraba você também encontra uma série de benefícios como a manutenção dos tecidos cerebrais, é fonte de vitaminas, proteínas e ferro; auxilia na formação de ferro; regula as funções musculares e nervosas; previne e auxilia o tratamento da anemia; estimula a produção de glóbulos vermelhos, entre outras.


Unindo a fruta com o legume você une o sabor delicioso com todas as propriedades nutritivas, além de acelerar o metabolismo, desintoxicar o seu organismo eliminando as toxinas, ajuda no emagrecimento e diminui a retenção de líquidos.


Lembre-se que nenhuma receita é milagrosa, tudo deve estar alinhado a uma rotina de atividades físicas e uma alimentação saudável. E também é importante dizer que para ter todos os benefícios do suco você deve toma-lo todos os dias.


Diabéticos devem consultar um médico antes de ingerir a bebida, pois os ingredientes possuem alto índice de açúcar naturalmente. Aproveite a vida com mais saúde e conscientização!

Fonte: Sentirbem.uol.com.br

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Entenda tudo sobre o câncer de próstata

Quando a doença é descoberta logo no início, há 90% de chances de o paciente se recuperar. Por isso, o melhor que os homens têm a fazer é encarar de vez esse fantasma

Texto: Rose Mercatelli/ Foto: Shutterstock/ Adaptação: Letícia Maciel

O tumor pode permanecer silencioso por muito tempo.
A maioria cresce lentamente, sem sintomas
Foto: Shutterstock

Não é à toa que muitos consideram o tema assustador e falar sobre ele é quase um desafio. Afinal, nenhum outro tipo de câncer intimida mais o homem do que o de próstata. Daí, muitos fugirem não apenas do assunto, mas também dos exames preventivos. Porém, o alerta do Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional do Câncer, é muito claro: as estatísticas prevêem que, para cada grupo de 100 mil homens, podem surgir cerca de 50 mil novos casos de doenças na próstata. Ou seja: quase metade da população masculina adulta estará sujeita a problemas nesse órgão, que pode ser desde uma hiperplasia benigna de próstata, aumento exagerado de volume do órgão até um tumor maligno, já se expandindo para as outras partes do corpo.

O que a próstata faz

A próstata é uma glândula do organismo masculino que se localiza na parte baixa do abdome. Pequena e em formato de maçã, situa se abaixo da bexiga e na frente do reto, a porção final do intestino. Ela produz parte do sêmen que é eliminado durante o ato sexual. “No final da relação sexual, a próstata se contrai com força e faz com que o sêmen saia pela uretra. Por isso, a glândula é considerada o órgão da ejaculação”, explica Geraldo de Campos Freire, urologista, livre docente da Faculdade de Medicina da USP, chefe do grupo de Próstata do Hospital das Clínicas e vice presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Assim, ela é ligada à uretra, canal que se situa no interior do pênis, que serve para a eliminação da urina depositada na bexiga e como via para a saída do sêmen. Na verdade, não existem causas definitivas para que surjam as doenças da próstata, ainda que a população masculina acima dos 50 anos seja a mais atingida. “Acredita-se que baste ter testículos funcionantes para que exista algum risco”, avisa o urologista.



Rebelião celular

O câncer da próstata surge quando as células da próstata passam a se dividir e se multiplicar de forma desordenada, levando à formação de um tumor. As razões pelas quais isso acontece ainda são desconhecidas. Alguns desses tumores crescem rápido, espalham-se para outros órgãos e podem levar à morte. A maioria, porém, cresce de forma tão lenta que não chega a dar sintomas durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem. Quando o câncer se dissemina para fora da próstata, as células cancerosas são encontradas com freqüência nos gânglios linfáticos vizinhos, o que significa que o processo sofreu uma metástase. Quer dizer, as células cancerígenas originárias do tumor de próstata acabam por se fixar em outros órgãos como ossos, a bexiga e o reto. Nesse caso, os médicos dizem que o tumor secundário é, na verdade, um câncer metastático.

No início, o silêncio

Em geral, o tumor pode permanecer silencioso por muito tempo. A maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente, sem sintomas, podendo levar até 15 anos para atingir 1cm3. Os sintomas mais comuns incluem fluxo urinário fraco ou com interrupções; urinar com freqüência (principalmente à noite); incapacidade ou dificuldade para urinar ou ainda para conter a urina; dor ou ardência ao urinar e presença de sangue na urina ou no sêmen. Mas atenção: a presença de um ou mais sintomas não significa obrigatoriamente um câncer de próstata, até porque esses sinais são comuns a outros problemas na glândula. Na hiperplasia prostática benigna, por exemplo, começa com uma pressão sobre a uretra e a bexiga, obstruindo o fluxo normal da urina. Estudos indicam que mais da metade dos americanos com 60 a 70 anos e 90% dos que têm entre 70 e 90 anos têm sintomas de hiperplasia prostática benigna. Para alguns desses homens, os sintomas não são graves a ponto de precisarem de tratamento. Porém, em uma fase avançada, podem surgir dores ósseas e problemas mais graves como infecções generalizadas ou insuficiência renal. Por isso, é importante visitar um urologista tão logo os sintomas surjam.

Invisível

Quando diagnosticado logo no início, existem 90% de possibilidade de cura para o câncer de próstata. Por isso, os médicos aconselham que os homens, a partir dos 45 anos, façam exames preventivos anuais para observar o órgão. Existem dois exames considerados essenciais. O primeiro, conhecido como PSA, é realizado por meio de um exame de sangue em que se mede a quantidade de Antígeno Prostático Específico, substância fabricada pela próstata e encontrada no sêmen. De acordo com a idade do paciente, quanto mais elevada for a taxa, maior o risco de problemas. “Nos casos de câncer de próstata, a quantidade de antígeno prostático no sangue chega a ser dez vezes maior do que o desejável”, avisa Campos Freire. Porém, é bom lembrar que só um aumento do PSA não significa a existência de um tumor maligno, pois qualquer doença da próstata poderá registrar o excesso da substância no sangue. Assim, avisam os especialistas, para fechar o diagnóstico, é necessário fazer o toque retal, exame visto com desconfiança por muitos homens. “A relutância vem de nossa herança cultural. Muitos homens acreditam que o toque retal pode comprometer sua masculinidade”, esclarece o urologista. Entretanto, é importantíssimo avisar também que, além de não interferir na virilidade, o exame, além de ser indolor e rápido, é fundamental para que haja um diagnóstico correto e precoce.

Fonte: Revista Saúde

Queda de Cabelos em homens e mulheres!

Queda de cabelos pode estar ligada à problemas genéticos, hormonais e até emocionais

Muito comum entre as mulheres, a queda de cabelo apresenta inúmeras causas, entre elas genéticas, hormonais ou emocionais e pode trazer frustação ao público feminino, que vê os cabelos “indo para o ralo”. Uns dos principais motivos são os relacionados ao pós-parto. Segundo a dermatologista, Meire Gonzaga do Hospital Assunção, da Rede D’Or São Luiz, durante os nove meses, há um aumento dos hormônios femininos e redução dos masculinos. “Após o nascimento do bebê, as taxas hormonais voltam ao normal, ocasionando a queda excessiva dos cabelos”.


Outros motivos que não podem ser desconsiderados são os mais simples, como a quebra dos fios, ocasionado normalmente por ficar muito tempo preso, pelo uso abusivo de tinturas ou escovas progressivas e definitivas. Já nos homens, a principal causa da alopecia, nome científico, é genética, conhecida como calvície. Como a produção de testosterona é maior no público masculino, quando o hormônio atinge a raiz dos cabelos sofre uma ação em excesso de uma enzima, que produz substâncias que podem diminuir ou matar as células responsáveis pela multiplicação.


Segundo a especialista, em média, perdemos cerca de 100 fios por dia, mas quando a queda é superior a esse número é necessário ficar atento à quantidade ou se persistir por mais de três meses. O tratamento é baseado em sanar a causa da queda, que pode ser a reposição de ferro, em caso de deficiência, ou procedimentos tópicos, com a finalidade de estimular o nascimento dos fios.



Queda de cabelos em homens

Abominada pelos homens, ela às vezes confere até um certo charme a seu portador - mas isso é o que dizem as mulheres. Eles não! Problemas estéticos, emocionais, de auto-estima e até de sociabilização podem ser decorrentes dela, a praga masculina. A calvície, problema que atinge uma esmagadora maioria de homens, pode ser tratada, mas não totalmente sanada (ainda, é o que dizem os especialistas). Receitas milagrosas, que prometem crescimento imediato, existem aos montes. Mas é preciso desconfiar! 


A Alopecia androgenética, o tipo mais comum de calvície masculina, é hereditária. Daí seu nome: a queda é determinada por hormônios masculinos - andro vem de androgênico, que significa masculino; e genética, da hereditariedade do problema.


E por ser hereditária é que seu tratamento é tão difícil. E a cura, por enquanto, para infelicidade de muitos homens, impossível. É que é muito complicado determinar a real origem da calvície. 


Os pesquisadores ainda não chegaram a um consenso a respeito da origem do gene responsável por este mal. Sabem apenas que os homens o carregam desde o seu nascimento.



E a culpa é de quem?

A culpa é de uma substância chamada diidrotestosterona (DHT). Quando encontrada em níveis elevados no couro cabeludo de homens que carreguem uma sensibilidade hereditária de tal substância, a calvície é detectada.


O DHT age direto na fase de crescimento dos fios de cabelos, encurtando-a. Além disso, ele é responsável pelo afinamento do cabelo, o que vai acarretar, pouco a pouco, falhas na cabeça e, em estágio mais avançado, a terrível "careca".


Tratamento: quanto mais cedo, melhores resultados

A regra é simples: quem tem calvos na família tem grandes chances de desenvolver a calvície. Por isso mesmo, é bom ficar de olho. Afinal, quanto antes for iniciado um tratamento no combate a este problema, mais rápidos e eficientes serão os resultados.


Segundo especialistas, a Alopecia androgenética costuma aparecer por volta dos 20 anos. Assim, ao menor sinal de queda acentuada de cabelo, o ideal é procurar um médico. Para se ter uma noção, um adulto normal perde, em média, 100 fios de cabelo por dia. Se este número for freqüentemente maior, é bom pedir ajuda.


Existe, atualmente, duas substâncias que ajudam a conter a queda de cabelo. O minoxidil e a finasterida. O primeiro tem aplicação tópica, direto na área afetada; ele age aumentando a oxigenação no bulbo capilar. Isso, segundo os especialistas, ajudaria os fios a crescerem.


Já a finasterida deve ser ingerida, normalmente em forma de comprimidos, e atua impedindo a formação da diidrotestosterona, o DHT.


É claro que estes tratamentos só devem ser adotados mediante a recomendação e supervisão de um médico especialista. Só ele pode dizer com exatidão se o seu problema é mesmo a Alopecia. Muitas vezes, a queda de cabelo pode ser decorrente de outros problemas.



Outros tipos de queda de cabelo

Seus cabelos estão caindo? Não se desespere! Procure um especialista para que ele investigue a causa da queda. Muitas vezes, pode ser um probleminha sem relação com a calvície. É só tratá-lo para que você possa respirar aliviado.


Alguns dos problemas que podem acarretar a queda de cabelo:

- Estresse;
- Tratamentos medicamentosos;
- Excesso de oleosidade;
- Dietas drásticas;
- Problemas hormonais;
- Cirurgias traumáticas;
- Algumas doenças, como anemia, diabetes ou problemas na tireóide. 

 Fonte: Sentirbem.uol.com.br

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Autismo: pesquisador lista 10 coisas que você precisa saber

Especialista da UFSCar tira dúvidas sobre o distúrbio que ganhou mais destaque com a personagem Linda, de 'Amor à Vida'


Neide (Sandra Corveloni) provocou um surto em Linda (Bruna Linzmeyer) em episódio desta segunda (20) de 'Amor à Vida' Foto: TV Globo / Divulgação



Autista, a personagem Linda (Bruna Linzmeyer), da novela 'Amor à Vida', tem chamado a atenção para uma síndrome que deve atingir cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil, mas ainda é pouco compreendida. O próprio folhetim da TV Globo levanta a discussão da falta de informação que ronda o transtorno.
O autismo "aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino", segundo definição da Associação Americana de Autismo (ASA).


Para tirar algumas dúvidas sobre o assunto, o psicólogo Celso Goyos, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e presidente do periódico IJOBAS (International Journal of Behavior Analysis Applied to Autism), listou 10 fatos importantes sobre o transtorno. Confira abaixo.


10 fatos importantes sobre o autismo


1) Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, melhor. Inclusive os bebês podem receber tratamento a partir de brincadeiras.


2) É preciso “ensinar a criança autista a aprender”. Ela aprende com a repetição.

3) Crianças autistas tendem a não focar o olhar. Estimule-a a seguir pessoas e objetos; assim, seu aprendizado será mais acelerado.

4) Agressões podem ser formas de se comunicar e podem significar vontade de ir ao banheiro ou comer.

5) É preciso prestar atenção no que o autista quer dizer com gestos, balbucios ou gritos. Isso tornará o tratamento mais eficaz.

6) No caso de a criança não falar, é importante criar uma forma de se comunicar com ela. Isso pode ser feito por meio de acenos e gestos.

7) A criança com distúrbio autista também reage ao meio em que vive. Se ela parecer agitada, tente notar em quais momentos isso ocorre. Ela pode não estar gostando da cor da sua camisa.

8) Irmãos de crianças diagnosticadas com autismo têm até 10% de chances de desenvolver a doença. Os pais precisam observar possíveis riscos.

9) Para assegurar a integridade física dos filhos, os pais não devem hesitar em intervir.

10) Busque profissionais especializados. Apesar de haver grande falta de profissionais especializados, mas há diversos grupos de apoio que podem indicar alguém com conhecimento do assunto. Os indivíduos com autismo, os seus pais e cuidadores não estão sozinhos nessa caminhada.

Site Terra

Endometriose: conheça os fatores de risco para a doença

Histórico familiar e menstruação precoce são sinais de atenção


A endometriose atinge de 10 a 15% das mulheres em idade reprodutiva, segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Isso significa que mais de seis milhões de mulheres no Brasil sofrem com esse problema. A endometriose é uma condição na qual o tecido que reveste a parede interna do útero (endométrio) cresce em outras regiões do corpo, causando dor, sangramento irregular e possível infertilidade. Essa formação de tecido normalmente ocorre na região pélvica, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e na pélvis. "Os sintomas principais da endometriose são as cólicas menstruais que não melhoram com medicação habitual, dores na relação sexual e sintomas urinários e intestinais como dor ao evacuar e sangramento", explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Segundo a especialista, o diagnóstico da doença costuma ser muito tardio, uma vez que ela tem uma evolução lenta e muitas mulheres ignoram esses sintomas. Por isso é importante fazer o acompanhamento com o ginecologista e ficar atento aos fatores que podem favorecer a doença. Conheça-os:


Histórico familiar

Ainda não se sabe a causa exata da endometriose, mas sabe-se que o histórico familiar é um fator importante para se observar. "Mulheres com mãe ou irmã com endometriose apresentam maior risco de ter a doença e podem apresentar formas mais graves", explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Por isso, se você tem algum caso da doença na família, converse com seu ginecologista e fique atento para o acompanhamento. 


absorvente interno - Foto: Getty Images

Número de menstruações

"Mulheres com ciclos menstruais mais curtos, fluxo menstrual intenso e primeira menstruação precoce parecem apresentar maior risco de endometriose", explica a ginecologista Sueli. Além disso, explica a especialista, alguns estudos mostraram que um menor número de gestações também pode estar associado a um risco para endometriose, pelo fato de a gravidez diminuir o número de gestações - mas ainda não há dados suficientes que comprovem essa tese. "Com a mudança na vida das mulheres, que hoje adiam a maternidade, isso leva a um maior número de ciclos menstruais durante a vida, aumentando as chances de ter a doença", afirma Sueli. Se compararmos com as mulheres do século passado, que tinham a primeira menstruação mais tardia e filhos mais cedo, além de passar longos períodos amamentando, o número de menstruações era bem menor do que agora - e a quantidade de menstruações está diretamente ligada com o risco de endometriose, sendo que quanto mais ciclos, maior as chances. Menos menstruações significam menos endométrio. 


cigarro - Foto: Getty Images

Tabagismo

Uma das teorias mais aceitas para a causa da endometriose é a Teoria Imunológica, e pode explicar por que só algumas mulheres desenvolvem a doença. "O que ocorre é uma falha no sistema imunológico, situação no qual as células do endométrio não são eliminadas corretamente devido a uma falha nesse sistema, e acabam migrando para a pelve, levando à endometriose", declara a ginecologista Sueli. Nesse cenário, o cigarro tem uma atuação importante no sistema imunológico, e como tal pode contribuir para o aparecimento da doença. "Importante lembrar também que o cigarro diminui em três vezes a chance de engravidar, pois a nicotina altera o funcionamento dos ovários, afeta a qualidade dos óvulos e diminui a regularidade das ovulações", ressalta a especialista. Em uma mulher com endometriose, que já tem o risco aumentado de infertilidade, o cigarro poderá só agravar a condição - portanto, se o tabagismo não contribuir para o aparecimento da endometriose, pode agravar as complicações da doença. 


mulher deitada no sofá vendo TV - Foto: Getty Images

Sedentarismo

A alta produção de estrogênio também é um fator importante por trás da endometriose, uma vez que esse hormônio produzido pelos ovários faz parte do ciclo menstrual ? e quanto maior a produção de estrogênio, mais intenso o ciclo. "A atividade física regular irá regular esse hormônio, contribuindo para a prevenção da endometriose", explica a ginecologista Rosa. A recomendação é fazer atividades aeróbicas de três a quatro vezes por semana. De acordo com a ginecologista Sueli, a atividade física também vai melhorar a imunidade da mulher. 


mulher estressada - Foto: Getty Images

Estresse

Assim como o cigarro, o estresse também causa alterações no sistema imunológico, contribuindo para o aparecimento da endometriose. "Existem estudos que mostram o perfil da mulher com endometriose, e no geral elas são mais ansiosas e estressadas, exigentes, detalhistas e com dificuldade em dizer não, por isso muitas vezes um trabalho com psicoterapia também é necessário", aponta a ginecologista Sueli. 


pílula anticoncepcional - Foto: Getty Images

Usar ou não anticoncepcionais?

De acordo com as especialistas, o uso de anticoncepcionais pode diminuir o risco, uma vez que eles diminuem o fluxo menstrual. Inclusive, os anticoncepcionais são recomendados para mulheres que já tem endometriose. "O anticoncepcional oral combinado tem sido usado como tratamento com bons resultados na redução dos sintomas", explica a ginecologista Sueli Raposo. Dessa forma, se você usa anticoncepcionais hormonais, pode ser que suas chances de endometriose sejam diminuídas. 


Idade

Segundo a ginecologia Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose São Paulo, a doença raramente aparece antes da primeira menstruação e tende a reduzir após a menopausa. "Mas não há relação entre a idade do diagnóstico e a severidade da doença", completa Sueli Raposo. A endometriose pode aparecer a partir da primeira menstruação até a última com média de diagnóstico aos 30 anos. Dessa forma, é importante ficar atento aos sintomas: menstruações dolorosas, dor durante ou após a relação sexual e cólicas que duram semanas no período anterior ou após a menstruação são suspeitos para endometriose. 

Fonte: Minha Vida - Por Carolina Serpejante