quarta-feira, 30 de julho de 2014

6 hábitos que danificam nosso fígado


Como saber se estamos cuidando corretamente de nosso fígado? Às vezes cometemos sem querer e saber, pequenos erros, ou temos hábitos de vida que não são adequados para a saúde do nosso corpo. O fígado é um dos órgãos mais importantes e delicados: ele filtra toxinas, produz a bile, transforma os carboidratos, proteínas, minerais e vitaminas. Que tal aprender um pouco mais sobre como cuidar melhor do fígado? Quais aspectos que podem danificar nosso fígado? Nunca é de mais estar informado sobre estes temas. O fígado é um órgão imprescindível para o nosso organismo, as funções que ele cumpre são essenciais para a nossa saúde, e é por isso que se acontece uma pequena falha na sua função, pode ocorrer consequências que são notadas de imediato. Quem nunca sofreu, por exemplo, de uma pequena inflamação? Além do mais, no caso de já sofrermos alguma doença hepática, é conhecimento básico saber qual o tipo de alimentação que poderá reparar o dano ou mesmo a reduzir a acumulação de toxinas ou gordura, que quase sempre são a razão do problema. Que tal dar uma pequena olhada nesses hábitos que podem danificar o fígado? Vamos lá? 

1. Colesterol elevado

O colesterol é um tipo de gordura que o fígado sintetiza, e que nosso organismo parece utilizar como energia para muitas de nossas células. O colesterol é então um elemento básico para muitos componentes de nosso corpo. Mas, ele deve estar em equilíbrio, pois se o colesterol não é utilizado, deve ser eliminado, e é o fígado que tem a função de receber estes excessos. Deste modo, e devido a esse incremento fora do esperado e útil no fígado, acabamos gerando certas doenças hepáticas, como, por exemplo, o conhecido fígado gorduroso, uma das doenças mais comuns entre a população segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Evite então, as carnes vermelhas, os alimentos com excesso de gorduras, açúcares, a gema do ovo, os alimentos muito temperados. Substitua-os por verduras, fibras, vegetais, grãos integrais, entre outros. 
2. Dormir e acordar tarde

Surpreendido/a? Estamos certos que sim. Desde crianças nossos pais sempre diziam que devíamos dormir cedo, um costume que à medida que vamos crescendo vai se perdendo por gosto, ou talvez por obrigações. A realidade é que nosso corpo está desenhado para que em certas horas da noite, certos processos de desintoxicação aconteçam. Nosso sistema linfático, por exemplo, efetua sua desintoxicação em primeiro lugar. Entre a meia noite e as duas da madrugada, o fígado efetua a sua parte. São processos que acontecem de modo certo somente quando estamos profundamente adormecidos. Se rompermos estes ciclos naturais de nosso organismo usualmente, acabaremos sofrendo consequências. Tente na medida do possível seguir uma rotina de sono e, antes de tudo conseguir um descanso reparador. 
3. Não urinar pela manhã

Certamente que esta informação também te surpreende. Mas, existem pessoas que se levantam com tanta pressa e saem de casa com a ideia de tomar o café da manhã ou um café no trabalho, e então depois, buscar um banheiro para urinar com tranquilidade. É um costume perigoso. Segurar a vontade de urinar não somente pode danificar o fígado, como também nossos rins. Não o faça nunca! 
4. Não tomar o café da manhã

Quando nos levantamos pela manhã, nossas reservas energéticas de glicose estão muito baixas. É um estado que afeta nosso fígado, que impede o mesmo de obter energia para cumprir suas funções essenciais. São muitas as pessoas que jejuam para perder peso (grande erro), ou porque tem pressa. Estas pessoas estão descuidando de um momento muito importante do dia que é o café da manhã. Não o pule, não se esqueça desta parte indispensável de sua nutrição, seu organismo, seu fígado e seu cérebro necessitam deste aporte de energia inicial para começar bem o dia. 
5. Má alimentação

Às vezes é por falta de tempo, por nosso trabalho ou obrigações. É mais fácil recorrer aos fast-foods ou comidas industriais, pois elas nos satisfazem e porque nos corta bastante tempo. Porém, em longo prazo, nossa saúde vai sentindo os efeitos desta alimentação pobre, até que em um belo dia surge o inevitável: a doença. O fígado é muito sensível à má alimentação, a combinação de sódio, muitas calorias, açúcares, vai causando um aumento na pressão arterial, no colesterol, na incidência do chamado fígado gorduroso. As disfunções hepáticas são na maior parte do tempo as consequências de uma nutrição inadequada e cheia de gorduras, com muitos elementos nocivos que danificam o fígado. Preste atenção na sua alimentação. 
6. As bebidas alcoólicas 
Já sabemos. Não existe elemento mais nocivo para nosso fígado que o álcool. O fígado custa a processá-lo, o álcool danifica e impede o fígado de cumprir suas funções básicas, rompendo assim seu equilíbrio químico, destruindo suas células hepáticas, e gerando assim, desde o fígado gorduroso, hepatite ou cirrose. Beber um copinho de vinho por dia é recomendado e saudável, mas pelo bem de nossa saúde não vale a pena exceder com o sempre perigoso álcool. Aplique então estas simples orientações para melhorar seu estilo de vida. Não custa nada, e sua saúde vai agradecer. Cuide de seu fígado, cuide de sua vida!

Fonte: Melhor com Saúde/ Diniz K-9
Via Blog  Gardênia Oliveira

Parar de consumir proteína animal faz bem à saúde?

                                                 Foto: Getty Images



Existem pessoas que não gostam de carne ou simplesmente não querem ingeri-las por algum motivo. Assim, a dieta vegetariana é adotada e, nesses casos, deve-se prestar muita atenção na quantidade de proteína e calorias ingeridas, pois a deficiência desses nutrientes pode levar a desnutrição, anemia, entre outros. A nutricionista Paula Castilho, da rede Nação Verde, explica como deve ser a dieta e os riscos de uma alimentação muito restrita.


Se a dieta vegetariana estiver balanceada e correspondendo às quantidades adequadas de proteínas e calorias, não há problema em trocar o cardápio de carne por um vegetariano. A troca pode ser boa “porque pessoas que optam por este tipo de dieta apresentam menor nível de colesterol no sangue, menor taxa de mortalidade por doença coronariana, menor índice de obesidade, menor incidência de alcoolismo, uma probabilidade menor para intestino preso, câncer de pulmão, diabetes e outros problemas. A dieta vegetariana bem planejada tende a oferecer um bom suprimento da maioria dos minerais e vitaminas, além de quantidades balanceadas de carboidratos, proteínas e lipídeo”s, explica a especialista. Por outro lado, a troca pode ser ruim se a dieta for mal planejada e/ou muito restrita, podendo contribuir para o surgimento de deficiências nutricionais. “O maior problema está em atingir a necessidade de proteína sem a inclusão de carnes. Para tal é necessário uma combinação de inúmeras fontes”, destaca Paula.


Deve-se ingerir pelo menos 10% do valor calórico total diário proveniente de proteínas. A base da dieta vegetariana deve ser composta por cereais e leguminosas (feijões), alimentos que têm boa quantidade de proteína e garantem esse suprimento diário.


Para adotar a dieta vegetariana só por um período e com o intuito de desintoxicar o organismo, deve-se tomar cuidado com o aporte de proteínas, se está sendo adequado ou não. Deve-se dar preferência a outros alimentos que contém proteína de alto valor biológico como o leite, ovos e derivados para não haver deficiências nutricionais, mesmo que por um curto período. Para adotar a dieta vegetariana de uma vez por todas “deve-se tomar o cuidado de optar por uma dieta que permita alimentos como ovos, leite e derivados, pois os alimentos de origem animal possuem proteína de alto valor biológico, essencial para o organismo. Alimentos à base de soja são freqüentemente utilizados para substituir essas fontes. Deve-se estar atento para que as quantidades estejam suprindo as necessidades do organismo para não haver deficiências, comenta Paula.



Deve-se sempre ingerir os alimentos ricos em ferro acompanhados da vitamina C.  As melhores fontes de vitamina C são as frutas (acerola, laranja, goiaba, etc) e verduras cruas. As melhores fontes vegetais de ferro são os feijões (branco, carioca, lentilha, rosinha, preto, tofu)  oleaginosas (castanha-de-caju, avelã, amêndoa), sementes (abóbora, gergelim), cereais (quinoa,  aveia, trigo, cevada) e algumas folhas verde-escuras. É preciso ficar atento às quantidades e porções balanceadas de todos os grupos alimentares.



As porções mínimas diárias de cada grupo são:

- 6 de cereais (arroz, trigo, milho, quinoa, cevada, centeio, pão integral, etc)

- 5 de alimentos ricos em proteína (feijões, castanhas, sementes, tofu, tahine, leite de soja, etc)

- 4 de hortaliças (verduras, legumes, batatas)
- 2 de óleos (azeite de oliva, óleo de soja, de linhaça, de canola, etc)
- 2 de frutas (laranja, maçã, banana, mamão, abacate, etc).

Na metade do prato colocar hortaliças priorizando as verduras verdes ricas em cálcio. Na outra metade, dividir entre cereais e alimentos ricos em proteínas. Por exemplo, arroz integral, feijão, verduras e legumes. Fruta rica em vitamina C na sobremesa e/ou no suco natural. Lembre-se que essa orientação não substitui a orientação de um profissional de saúde, ela é  apenas uma ideia de como estruturar o prato.

Há diversos compostos que podem interferir negativamente na absorção do ferro.  Evite utilizar café, chá (especialmente mate e preto) juntamente, e próximo, às refeições que  contenham maior teor de ferro. Evite o uso de leite e laticínios nas refeições ricas em ferro.  Deixe os grãos de molho na água por 12 horas. Jogue a água fora depois.

Como corrigir a deficiência de ferro
Deficiência de ferro não se corrige com alimentação, nem mesmo comendo carne, e sim, através  do uso de ferro medicamentoso feita sob supervisão médica, pois seu excesso causa muitos danos  ao organismo. É a deficiência nutricional mais comum no mundo. Estudos científicos demonstram  que a prevalência de anemia por falta de ferro é a mesma entre vegetarianos e não vegetarianos.

Onde obter cálcio 
A ideia de que o leite de vaca é a única fonte de cálcio com bom aproveitamento é um mito.  Os alimentos vegetais mais ricos são : leite de soja fortificado (2 copos por dia fornecem cerca de  500 miligramas), tofu ou queijo de soja (grelhado sem óleo, temperado, em patê, etc), algumas  verduras verde-escuras (couve, agrião, escarola, mostarda, rúcula e brócolis), figo seco, melado de cana, entre outros.

Oleaginosas (como amêndoas e avelã) e sementes (como linhaça, gergelim e girassol) contêm  cálcio mas são calóricas demais e por isso devem ser consumidas com moderação pelos que não  devem engordar.
Evite comer espinafre, acelga, cacau e beterraba (em especial as folhas) nas refeições ricas em  cálcio pois estes alimentos contém oxalato, um inibidor de absorção de cálcio.  A vitamina D intensifica a absorção do cálcio ingerido.

Como o vegetariano pode obter a vitamina D
A vitamina D pode ser produzida no nosso organismo através do contato da pele com a luz solar.  A recomendação é de 3 vezes por semana no início da manhã ou final da tarde. Após 10 a 15 minutos de exposição pode-se utilizar o filtro solar. Outras fontes são os alimentos fortificados,  comuns no exterior, mas escassos no Brasil.

Onde obter o ômega-3 encontrado em alguns peixes
A melhor fonte vegetal de ômega-3 é a linhaça. Utilize diariamente uma colher de chá do óleo (sem aquecer) ou duas colheres de sopa da semente. Para os que não gostam do sabor, o óleo em cápsula é uma boa opção. Procure também utilizar os óleos de cozinha com melhor aporte nutricional de ômega-3, que são os soja e oliva.

Quais alimentos são ricos em zinco 
O zinco se destaca pela sua importância para o bom funcionamento do sistema imunológico.  Os alimentos mais ricos em zinco são os cereais integrais (aveia, centeio, trigo, quinoa), os feijões (azuki, feijão branco, lentilha, grão-de-bico) e as oleaginosas (castanhas). Para uma melhor  absorção de zinco, deixar os grãos que tem capacidade de brotar de molho da noite para o dia e  desprezar esta água. A caseína, uma proteína do leite, reduz a absorção de zinco.

Onde obter selênio
A castanha-do-pará é riquíssima em selênio. Comer uma por dia.  O selênio oferece proteção contra os radicais livres.

Onde é encontrada a vitamina B12
Produzida por bactérias, a vitamina B12 só é encontrada em carnes, leite, queijos e ovos.  Vegetais não contém B12. É o único nutriente que realmente pode ser deficiente na dieta  vegetariana, especialmente na vegana. Ela pode ser adquirida pelo consumo de suplementos ou  alimentos fortificados. A vitamina B12 é fundamental para a manutenção do sistema nervoso e das células do sangue.  Ao longo do tempo, sua deficiência pode causar anemia e alterações neurológicas.  Há um composto no sangue chamado homocisteína, que pode se elevar na falta de vitamina B12.  Se ele permanecer elevado durante anos, pode ser um fator de risco para doenças  cardiovasculares e mal de Alzheimer.

Quais alimentos os vegetarianos devem evitar 
Os alimentos que os vegetarianos devem evitar são os mesmos que os não vegetarianos devem evitar. Evitar o excesso de laticínios (especialmente queijo amarelo), refrigerante, macarrão instantâneo,  sopas de saquinho artificiais, cereais refinados, alimentos demasiadamente industrializados,  frituras e álcool. Trocar o arroz branco, o macarrão, pão, todos por sua versão integral.

 Fonte: Paula Castilho/ Via  Blog da Karlinha

Suco vermelho previne câncer, demência e infarto

Bebida feita com frutas vermelhas também favorece a pele; veja receitas


O suco vermelho tem tudo para ser um ótimo aliado da saúde. Ele é feito com frutas vermelhas e roxas, como o mirtilo, o morango, a jabuticaba, a amora, a melancia, a goiaba, entre outros. Esta bebida se destaca por ter uma poderosa ação antioxidante. Isso significa que a bebida age combatendo os radicais livres do organismo, evitando problemas como a formação de tumores, além de proteger a saúde do coração, do cérebro e evitar o envelhecimento natural das células. Entenda por que a bebida tem tantos pontos positivos, os cuidados necessários ao consumi-la e ótimas receitas deste suco.

Ação antioxidante

O principal ponto do suco vermelho é a sua forte ação antioxidante. Isto porque as frutas vermelhas e roxas possuem fitoquímicos, especialmente as antocianinas, que tem um poderoso efeito antioxidante. Assim, o suco vermelho age combatendo os radicais livres, responsáveis por danificar as estruturas celulares. "Frutas com o tom mais arroxeados como a uva roxa, amora silvestre, mirtilo e jabuticaba possuem boas quantidades de antocianinas. A casca da maçã, o morango e a melancia também contam com esta substância", conta o nutrólogo Roberto Navarro. Todas as berries, como blueberry (mirtilo), framboesa e cranberry, contam com este fitoquímico.  

O suco vermelho ajuda a prevenir o câncer - Foto: Getty Images

Previne o câncer

O câncer ocorre quando as células sofrem alguma agressão que modifica a sua estrutura. "Um dos fatores que leva a isso é o excesso de radicais livres e toda bebida antioxidante, como o suco vermelho, irá diminuir o risco da agressão dos radicais livres e por isso diminui o risco da formação de tumores", afirma Navarro. 

O suco vermelho evita o infarto e o AVC - Foto: Getty Images

Evita infarto e AVC

As propriedades do suco vermelho contribuem, principalmente, para evitar a oxidação do colesterol ruim, LDL. "Isto é importante porque quando ele oxida, formam-se as placas de gordura que obstruem os vasos sanguíneos e podem causar problemas cardiovasculares, como infarto e AVC", explica Navarro.

Este benefício ocorre devido à grande ação antioxidante do suco vermelho. É importante deixar claro que o suco não irá baixar o colesterol, mas sim evitar a sua oxidação, o que também muito benéfico. 



O suco vermelho é bom para a pele - Foto: Getty Images

Bom para a pele

Quando o organismo sofre uma oxidação acelerada, que tem como uma das causas o tabagismo, há o risco da pele também envelhecer de forma mais acelerada. "Nestes casos o suco vermelho pode ser interessante devido à ação antioxidante que irá proteger a qualidade da pele", conta Navarro.

Além disso, algumas frutas vermelhas como o morango contam com vitamina C que é essencial para a produção de colágeno. Esta substância é uma proteína que proporciona sustentação e firmeza para a pele, evitando a flacidez e problemas como estrias.



O suco vermelho é bom para o cérebro - Foto: Getty Images

Bom para o cérebro

Um estudo realizado com mais de 16 mil pessoas e publicado no Annals of Neurology observou que o consumo de flavonoides presentes nas frutas vermelhas e roxas diminui as taxas de declínio cognitivo em adultos mais velhos. Como o suco vermelho é feito com essas frutas e possui boas quantidades de flavonoides, especialmente de antocianinas, ele também é um aliado do cérebro, prevenindo problemas como demência e doença de Alzheimer.

Quanto mais colorido melhor o suco - Foto: Getty Images

Quanto mais colorido melhor

Você provavelmente já ouviu falar dos benefícios do suco verde, como ter grande ação antioxidante, ser rico em fibras e ser um aliado da dieta. Porém, não é porque você vai tomar o suco vermelho que precisa abdicar do outro. Os alimentos verdes como a couve e agrião podem ser adicionados ao seu suco vermelho. "Você pode preparar a bebida com morango e couve ou agrião, esses verdes irão aumentar a quantidade de fibras que você irá ingerir além de potencializar a ação antioxidante", constata a nutricionista Camila Gracia do Hospital do Coração.

Não gosta desta mistura? Tudo bem! Você pode intercalar o consumo destes sucos e um dia beber o verde e no outro o vermelho. "Quanto mais cor tiver na sua dieta melhor será", constata Camila. 



 
Veja quais os cuidados ao preparar o suco vermelho - Foto: Getty Images

Cuidados ao preparar

É preciso tomar alguns cuidados ao preparar o suco vermelho. Em primeiro lugar evite coá-lo. Isto porque as cascas são fontes de fibras que irá proporcionar um índice glicêmico menor para a bebida e assim evitar picos de glicose ao ingerir um suco. "Apenas o suco coado, sem essas fibras, possui um alto índice glicêmico o que com o tempo pode aumentar a incidência de diabetes tipo 2", afirma Navarro.

Para adicionar mais fibras ao suco, você também pode colocar outras fontes desta substância como linhaça, chia e biomassa de banana verde. Para que o suco possa ter um efeito aliado da dieta, vale colocar o gengibre na preparação.   

Além disso, o melhor é consumir o suco logo após o preparo, assim você aproveita todos os nutrientes. Porém, se não tiver tempo de preparar um suco diariamente, você pode congelar para consumir depois, as quantidades de nutrientes perdidos não será tão significativa. "Prefira as frutas da época pois elas têm uma qualidade superior", aponta Gracia. O suco pode ser considerado uma das porções diária de frutas. 



 

Receitas de suco vermelho

Fonte: Minha Vida - Por Bruna Stuppiello

Chocolate meio amargo para melhorar o humor

De acordo com a nutricionista Gabriela Rais Passioni, o chocolate com pelo menos 55% de cacau é um importante aliado contra a depressão

Texto: Fernanda de Almeida / Foto: Shutterstock / Adaptação: Clara Ribeiro



As versões do cacau com mais açúcar não são considerados 
eficiente na melhora do humor e autoestima
Foto: Shutterstock


Sim, estamos falando de chocolate! O doce traz inúmeros benefícios para a saúde e o humor. Mas essas vantagens estão relacionadas somente ao chocolate amargo, com pelo menos 55% de cacau. A versão ao leite não tem essa ação porque a quantidade de cacau é pequena e a porção de açúcar é alta.


Segundo a nutricionista Gabriela Tais Passioni (SP), o cacau é “um dos melhores alimentos com impacto no humor, essencial para a produção de serotonina, estimula a produção de endorfinas, eleva a disposição mental melhorando o quadro de depressão”. Por ser rico em flavonoides e triptofano, esse alimento também aumenta a proliferação de neurônios do sistema nervoso.


“Portanto, o alimento pode auxiliar no funcionamento desse sistema como um todo, o que pode reduzir a exacerbação de muitos sintomas da depressão”, acrescenta a nutricionista Gabriela Paschoal, (SP).


sábado, 26 de julho de 2014

Menstruação e corrimento anormais denunciam doenças na área íntima feminina

Conheça os sinais de alerta para recorrer a um ginecologista


Entender como funciona o nosso corpo é importante não só para o autoconhecimento - se familiarizar com as formas e manifestações fisiológicas ajuda também a identificar quando algo não está correto em nosso organismo. Essa investigação anatômica pode ser muito difícil para mulher, seja pela dificuldade de se enxergar um órgão que é interno, pelo tabu que acerca a vagina ou pelo nojo que a mulher pode ter de secreções, menstruação e outras coisas que são absolutamente naturais. Ao buscar informações e entender sobre a própria região íntima, a mulher consegue não só se aceitar melhor, como também diagnosticar precocemente uma série de doenças. Veja quais:

Aparência da menstruação

Segundo o ginecologista Cláudio Bonduki, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cada mulher tem um padrão menstrual, que inclui: variação de intervalo entre um sangramento e outro, intensidade e duração do fluxo. O alarme só apita quando algum fator destoa do padrão que acompanha a mulher desde as primeiras menstruações. Quando uma destas características sai do normal, pode ser sinal de alguma alteração hormonal, orgânica ou, até mesmo, funcional. "Quando as mudanças são notadas em apenas um ciclo não diz muita coisa, pode ser natural", explica. "O problema começa quando essa mudança na menstruação se mantém com o passar dos ciclos."

Um fluxo que passa a ser muito intenso ou com maior duração, por exemplo, pode ser indício da presença de um mioma - tumor benigno do tecido que forma a parede do útero. Além disso, o sangue da menstruação deve ser um sangue limpo, ou sangue novo - e ele é muito parecido com o sangue de todo o resto do nosso corpo, como quando cortamos a pele. Ele deve ter um tom vermelho intenso que é uniforme durante todo o ciclo e não apresenta odores. Alterações na coloração da menstruação - como quando ela fica amarronzada ou quase preta - podem estar relacionadas a mudanças importantes no corpo. Segundo os especialistas, essa alteração na cor pode ser um sinal de endometriose, feridas na vagina, útero ou colo do útero, HPV e outras DSTs, cisto de ovário, alterações hormonais por medicamentos, estresse e até mesmo mudança da pílula anticoncepcional. Entretanto, como afirma Cláudio, as mudanças no ciclo decorrentes de problemas como estresse ou pílula tendem a normalizar com o tempo.

Há também aquele sangue coagulado, que aparece em pelotas. Esse sangue também não é dos mais saudáveis, uma vez que o líquido sempre contém anticoagulantes. Isso pode acontecer com mulheres que tem o ciclo muito intenso, e por isso o sangue se acumula no endométrio antes de ser expelido - para esses casos, é comum a mulher menstruar coagulado nos dias de fluxo mais intenso, tendendo a normalizar. Para mulheres que tem o sangue coagulado durante toda a menstruação, há um alerta: pode ser que você esteja expelindo mais sangue do que o normal, configurando também um problema a ser discutido com seu ginecologista.

Quanto ao odor, a menstruação deve apresentar cheiro de sangue normal, um pouco mais intenso do que seria se você cortasse o dedo - já que a quantidade de sangue tende a ser maior. "Menstruação com odor muito forte e desagradável pode ser um sinal de vaginose bacteriana, que é uma infecção por bactérias", explica o ginecologista. Menstruações abundantes também podem exalar cheiro forte uma vez que o sangue pode ser degradado por bactérias na própria vagina ou no absorvente - e fluxos intensos, que duram mais de seis dias, também devem ser visto como um alerta para algo errado.
calcinha no varal - Foto: Getty Images

Corrimento com cor ou odor

Toda mulher apresenta secreção vaginal - o que muda é a intensidade desse fluxo, que varia de pessoa para pessoa e de acordo com a fase da vida da mulher. "Mulheres que passaram da menopausa e meninas antes da primeira menstruação tendem a ter menor fluxo de corrimento por conta dos menores níveis do hormônio estrogênio no organismo", afirma a ginecologista Arícia Helena Galvão Giribela, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP). Durante a gestação, perto da ovulação, uma semana antes do período menstrual ou ainda com o uso de pílulas anticoncepcionais, excitação sexual, adesivos ou anel vagina, a tendência é que a secreção se torne mais perceptível. Além disso, toda a secreção vaginal tem um cheiro característico e individual. "O que diferencia uma secreção normal de uma problemática é o fato de ela incomodar ou não a mulher, seja pelo odor, por coceiras ou outros sintomas", explica. Mesmo que não seja agradável, seu odor não pode gerar desconforto. Quanto ao tom da secreção saudável, saiba eu ele pode mudar durante o ciclo menstrual. Na maior parte do tempo ela é transparente ou ligeiramente esbranquiçada, mas, no meio do ciclo menstrual, costuma ter aspecto de clara de ovo. Também é possível que ela apareça ligeiramente amarelada na calcinha por conta de reações químicas que a secreção sofre quando entra em contato com o ambiente externo.

O corrimento vaginal que não é saudável provoca uma espécie de mancha branco-acinzentada ou amarelo-esverdeada na calcinha e, além do cheiro forte, do ardor e da coceira, pode estar associado a uma dor na região pélvica. E as causas dessa inflamação podem ser diversas. "Muitas vezes o corrimento aparece por conta de uma reação alérgica a algum produto usado no banho ou para lavar a roupa íntima, mas também pode ser sintoma de infecções provocadas por bactérias, fungos ou até mesmo vírus", afirma Arícia. Uma das doenças mais comuns associadas ao corrimento vaginal é a candidíase. Para evitar o corrimento acarretado por irritações ou infecções, prefira calcinhas de algodão a tecidos sintéticos, permitindo a entrada de ar que é tão necessária para a saúde vaginal. "Dormir sem calcinha também permite que a região íntima 'respire', evitando a umidade e, consequentemente, a proliferação de fungos e bactérias", explica a especialista. Optar por sabonete líquido apropriado para higiene íntima, com pH abaixo de 6, é outra maneira de ajudar bastante.  

mulher abrindo a calça jeans - Foto: Getty Images

Coceira vaginal

A coceira vaginal nunca é normal. Segundo os especialistas, esse sintoma pode indicar desde uma alergia até DSTs. "Processos irritativos por algum produto externo, parasitoses, infecção por HPV, candidíase, alergias e doenças como psoríase, dermatites e até câncer tem como sintoma comum a coceira vaginal", explica o ginecologista Fabio Laginha, responsável pela Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Sintomas relacionados à coceira, como secreção de coloração e odor estranho, dor ao urinar, vermelhidão, inchaço e dor no ato sexual indicam que o problema é mais grave do que uma simples irritação e merece a atenção de um especialista. Já para o caso de alergia na pele, a solução pode ser encontrada mudando hábitos, como lavar as mãos antes e depois de ir ao banheiro e manter a higiene da área íntima adequada, usar calcinhas de algodão, evitar absorvente diários e utilizar um sabonete com pH neutro. 
mulher no ginecologista - Foto: Getty Images

Feridas ou verrugas

Lesões na área externa ou interna da vagina podem indicar uma série de problemas, conforme a extensão da ferida, profundidade, local e possível causa. Elas podem ser dolorosas, coçar, produzir corrimento ou não provocar nenhum sintoma - e em todos os casos é motivo para preocupação. Isso porque essas aparições estão frequentemente associadas a DSTs, como herpes genital, sífilis e granuloma inguinal. Já a presença de pequenas verrugas na região íntima é um sinal de alerta ainda maior. As verrugas podem aparecer na forma de manchas brancas, vermelhas ou marrons na vulva e podem provocar coceira. O problema que está mais comumente associado às verrugas genitais é o HPV, que pode evoluir para um câncer de colo de útero. Dessa forma, é importante prestar atenção na sua vagina e notificar a um especialista a presença de qualquer alteração.
mulher com cara de vergonha - Foto: Getty Images

Flatulência vaginal

Normal durante a relação sexual, a flatulência vaginal acontece quando o ar que eventualmente entrou na vagina é expelido - e o som emitido é o mesmo de uma flatulência regular. "Durante a penetração pode sobrar espaço entre a parede e o pênis, fazendo com que o ar entre na cavidade, e durante as microcontrações que acontecem na musculatura durante o ato ele é expulso, causando ruídos", explica a ginecologista Flávia Fairbanks, da Associação de Ginecologista e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP). No entanto, a flatulência vaginal também pode acontecer como consequência da flacidez vaginal - e nesses casos, a flatulência pode acontecer até mesmo no dia a dia, enquanto a mulher caminha ou senta, por exemplo. Isso é um sinal de que a musculatura da vagina precisa ser exercitada. "Atividades de fortalecimento do períneo são indicados para todas as mulheres, mas principalmente em idade avançada e após um parto via vaginal", explica Flávia.  
mulher no banheiro - Foto: Getty Images

Urgência para urinar acompanhada de dor

Cerca de 50% das mulheres adultas já sofreram esses sintomas. Ardência e dor na hora de urinar, combinado com uma urgência frequente para ir ao banheiro, são sinais clássicos de infeção urinária. A infecção urinária acontece quando bactérias entram pela uretra e chegam até a bexiga, se instalando lá. Embora não seja uma doença exclusivamente feminina, afeta muito mais esse público. "Isso acontece por razões anatômicas, já que a uretra feminina é mais curta que a do homem, facilitando a ascensão de bactérias até a bexiga", explica a ginecologista Maria Rita de Souza Mesquita, diretora da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo. A infecção urinária pode ser prevenida adotando hábitos que evitem o contato da vagina com corpos estranhos ao órgão. Entre os cuidados estão usar camisinha, não adiar a ida ao banheiro, urinar após a relação sexual, beber muita água e fazer a limpeza da vagina corretamente após usar o banheiro - de frente para trás.  

Durante o sexo

 Por ser um órgão interno, a vagina está mais suscetível a infecções e doenças que não são perceptíveis em um primeiro momento - mas podem, durante o sexo, dar sinais de problema. A dor é um dos problemas vaginais mais recorrentes relacionados ao ato sexual. Também chamada de dispareunia, a dor sentida durante o sexo pode ter um fundo físico e químico ou psicológico - e, para todos os efeitos, não é algo normal na relação. "Entre as causas orgânicas podemos destacar infecções tanto dentro quanto fora do útero, bem como mioma ou endometriose", explica o ginecologista Fábio Rosito, do laboratório SalomãoZoppi Diagnósticos. Sangramentos durante o ato sexual, quando não estão relacionados à menstruação, podem denunciar fissuras decorrentes do atrito do pênis com a vagina ou então feridas mais profundas. Infecções bacterianas também podem provocar a inflamação no colo do útero. "A endometriose e o câncer estão entre as causas mais graves de sangramento, por isso é essencial não esperar muito tempo para procurar o ginecologista", reforça Fabio. Outros distúrbios recorrentes são a falta ou o excesso de lubrificação vaginal - só que nesses casos não existe uma cura definitiva, e a mulher deve procurar soluções individuais com o ginecologista. 

Fonte: Minha Vida - Por Carolina Serpejante

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Os alimentos inimigos e aliados da gastrite


Conheça quais alimentos ajudam ou prejudicam a gastrite e veja algumas dicas para acabar com a dor

A gastrite é uma inflamação na parede do estômago, mas "nem toda dor na barriga quer dizer que você tenha gastrite", alerta Joaquim Prado Moraes Filho, professor de gastroenterologia da Universidade de São Paulo.

"Uma queimação pode indicar também úlcera, problema do fígado ou pode não ser nada, apenas um desconforto passageiro", afirma o professor. Por isso, é importante procurar um médico quando esse sintoma ou azia, perda de apetite, náuseas, vômitos, diarreia e sangramento nas fezes aparecerem.

Outra dica importantíssima, é saber quais alimentos protegem ou atacam o estômago.

Os mocinhos...
- Ovo, mamão, batata, brócolis, gelatina e pão integral.
- Iogurte, água de coco, sucos naturais diluídos em água.




Os bandidos...
- Alho, doces, limão, queijo, fritura, abacaxi, laranja, pimenta, adoçante, ketchup, mostarda, chocolate, embutidos, churrasco, temperos fortes e molho de tomate.
- Café, álcool, refrigerante, guaraná em cápsulas ou em pó, energéticos em lata e bebidas muito quentes.

Como acabar com a dor

- Evite passar muitas horas sem comer.
- Se estiver difícil comer, tome apenas um chá morno de camomila ou erva-cidreira e biscoito água e sal ou maisena.
- Vá adicionando outros pratos aos poucos, para não irritar o estômago. 
Invista em comidas leves, preparadas sem muito óleo e temperos, como purê de batata, macarrão cabelinho de anjo e filé de frango grelhado.
- De manhã, ainda em jejum, bata no liquidificador 1 folha de couve e 1 copo de água gelada e tome o suco.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/alimenta-saude/alimentos-inimigos-aliados-gastrite-620648.shtml - Conteúdo ANAMARIAPor Alessandra Moura - Foto: Getty Images - Fotos: Dreamstime / Alfredo Franco / Carlos Cubi / Eduardo Svezia / Sheila Oliveira
Via professor José Costa

Como prevenir a cistite

O problema atinge mais mulheres do que homens. Cerca de 35% delas, em todo o mundo, vão se deparar com a doença em algum momento de suas vidas

Texto: Leonardo Valle / Foto: Shutterstock / Adaptação: Clara Ribeiro

Essa infecção urinária é causada por bactérias que contaminam a bexiga
Foto:  Shutterstock


Não é difícil identificar um quadro de cistite. Geralmente, a pessoa apresenta ardor ao urinar acompanhado de um aumento na frequência das idas ao banheiro. A vilã ainda pode provocar dor, febre e, em casos mais graves, até sangue misturado à urina. “A cistite é uma infecção urinária causada por bactérias que contaminam a bexiga”, sintetiza Viviane Monteiro, ginecologista e obstetra do Rio de Janeiro.


A maior parte dos casos é fruto da contaminação por Escherichia coli, um micro-organismo que vive naturalmente no intestino, mas que pode provocar estragos quando alcança outra parte do sistema urinário, a uretra. Já o gatilho que desencadeia o problema pode variar de acordo com o sexo.


QUESTÃO DE GÊNERO
Sim, a cistite atinge, proporcionalmente, mais mulheres do que homens: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 35% das mulheres de todo o mundo vão se deparar com a doença em algum momento de suas vidas. “O motivo é que a uretra da mulher é mais curta e a bactéria consegue alcançá-la com mais facilidade”, explica Jorge Wanderley Gabrich, urologista do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj).


REGRAS DE OURO PARA PREVENIR O PROBLEMA
  • Consuma 2 litros de água por dia.
  • Procure urinar a cada 4 horas.
  • Não segure a urina.
  • Use roupas de tecidos leves, de fibras naturais e bem ventiladas.
  • Não permaneça muito tempo com a roupa que foi usada na academia.
  • Em viagens longas e trilhas, troque a roupa íntima pelo menos uma vez.
  • Após o banho, seque a região do períneo.
  • Tome banho logo após a relação sexual 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

5 dicas alimentares para melhorar a circulação sanguínea

Ter uma boa circulação sanguínea evita uma série de outros problemas como a trombose e aterosclerose. Veja quais alimentos são bons ou ruins

Texto: Natasha Franco / Foto: Shutterstock / Adaptação: Clara Ribeiro

Problemas na circulação do sangue podem causar doenças como a trombose. Veja quais alimentos ajudam e quais prejudicam nesse processo
Foto: Shutterstock


Uma boa circulação sanguínea ajuda a atender às necessidades de todos os tecidos, como a de transportar nutrientes e tirar deles os produtos de excreção. Ela ainda funciona no transporte de hormônios para todo o corpo.


Conheça cinco dicas para melhorar a fluidez do sangue:

Aposte nas frutas como acerola, laranja, goiaba, amora e morango, pois contêm vitamina C e flavonoides que fortalecem as paredes dos vasos.


Recorra ao ômega 3 contido no salmão e no azeite de linhaça. O elemento evita a formação de coágulos (trombose) e de depósitos de gordura (aterosclerose) no sangue, aumentando sua fluidez, contribuindo também para reduzir a pressão arterial.


Evite o glúten, pois, em excesso, pode prejudicar a circulação, especialmente para o cérebro. O glúten está presente nos alimentos à base de trigo, aveia, cevada, malte e centeio. Prefira farinhas de arroz, quinoa ou banana-verde e fécula de batata no preparo de pães e bolachas.


Beba suco de uva integral. Flavonoides, ácidos fenólicos e resveratrol das sementes e cascas das uvas possuem atividades antioxidantes. O resultado é a inibição da agregação das plaquetas e a formação de trombose.


Hidrate-se, sempre e mantenha longe de você os alimentos industrializados, especialmente os instantâneos (sopas, temperos e lámens). Eles são fontes de gorduras, carboidratos refinados e têm muito sódio na composição.