sábado, 2 de julho de 2016

Por que as mulheres da China raramente têm câncer de mama?

Por que as mulheres chinesas costumam ter muito menos casos de câncer de mama do que as ocidentais?


E o mais interessante: quando deixam o oriente ou passam a ter hábitos de alimentação ocidentais (o que está ocorrendo muito nas grandes cidades chinesas nos últimos anos), as taxas aumentam, chegando a níveis iguais a dos ocidentes.


O segredo está no estilo de vida, especialmente na alimentação.
Você sabia que o leite e a carne de animais leiteiros contém hormônios de crescimento significativo, como IGF-1.


Além disso, também têm hormônios como a prolactina.
Tanto o IGF-1, como a prolactina promovem o crescimento de células cancerosas, causando câncer de mama e próstata.


O leite é a principal via pela qual as substâncias cancerígenas entram no corpo.


Para você ter uma ideia, pesquisas da Unidade de Epidemiologia da Universidade de Oxford mostrou que veganos têm 7 vezes menos chances de contrair o câncer de próstata do que vegetarianos, que consomem lacticínios.
Diferentemente de nós, os chineses não consomem leite de vaca e, muito menos, amamentam os bebês com ele.


Não é por acaso que a maioria da população mundial é incapaz de digerir lactose.


A "natureza" tenta avisar que estamos ingerindo alimentos errados, mas não só o leite puro, os derivados também.


Desde os anos 90 do século 20, o dr. Daniel Cramer, da Universidade de Harvard, discutia a relação existente entre o consumo de derivados do leite e o aparecimento de câncer nos ovários.


Outros estudos confirmam a mesma relação com o câncer da próstata.
Essa última relação é confirmada pelos dados da Organização Mundial de Saúde, que mostram a ocorrência de um caso de câncer da próstata a cada  20.000 homens, em países como a China, que praticamente não consomem leite.


Enquanto no Reino Unido, ocorrem 70 vezes mais casos de câncer de próstata em igual número de indivíduos.


O dr. Robert Kradjian, Chefe da Divisão de Cirurgia da Mama do Seton Medical Centre, na Califórnia recomenda evitar o consumo de leite e seus derivados a todos os seus pacientes.


Mas e os nossos antepassados que consumiam leite regularmente e não tinham problemas?


O que podemos concluir é que o leite que os antigos bebiam ou utilizavam para o preparo dos laticínios e demais produtos não era igual ao produto que a indústria leiteira nos fornece nos dias de hoje.


Há cinquenta anos, cada vaca leiteira produzia anualmente cerca de 1.000 litros de leite.


Hoje, as vacas produtoras permitem a ordenha de 50.000 litros de leite por ano.


Essa enorme diferença representa o efeito de numerosas drogas, antibióticos, hormônios em excesso.


É verdade que o uso de hormônios é proibido em alguns países, mas será que isso impede a comercialização?


As vacas produtoras de leite, no passado, eram ordenhadas apenas um vez por ano, enquanto agora são ordenhadas praticamente 300 dias a cada ano, inclusive durante a gestação, época em que a produção do leite é maior.
Quer saber mais?


Todo o leite materno maduro, de humanos ou outros mamíferos, é um meio de transporte de centenas de componentes químicos.


Isso inclui a eliminação de antibióticos, hormônios, pesticidas usados na produção dos alimentos de engorda e produtos tóxicos do meio ambiente.


Ou seja, consumimos as toxinas que os animais liberam através do leite.


O impressionante é que autoridades sanitárias permitem a distribuição de leite contendo 1 a 1,5 milhão de glóbulos brancos por cada mililitro de leite.


Essas células brancas são, simplesmente, o principal componente do pus produzido pelos processos de inflamação crônica das mamas das vacas, que ocorrem em consequência da ordenha mecânica diária dos animais.


O dr. Kradjian questiona se o que se bebe hoje em dia ainda pode ser chamado leite ou se estamos consumindo um coquetel de produtos químicos, biológicos e bacterianos.


Isso é muito forte, não é?
Dá para entender a diferença entre os níveis de câncer dos ocidentais e dos orientais?


Apesar dos comunicados de porta-vozes da indústria leiteira afirmarem que o consumo do leite e dos seus derivados não causa perigos, os dados epidemiológicos existentes parecem mostrar o contrário.


O que está por trás de tudo isso são interesses econômicos, até mesmo de industrias farmacêuticas, que ganham com a venda de remédios para o câncer.
Infelizmente, o interesse financeiro supera o interesse pela saúde das pessoas.


Fonte: Cura pela Natureza

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