sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Uma sonequinha de 30 minutos após o almoço faz um bem enorme à saúde

vadimguzhva/istock
Tirar um tempo para cochilar depois do almoço é privilégio de poucos e, mesmo quem tem a disponibilidade pode se sentir um pouco culpado em descansar no meio da tarde. Mas saiba que não é preciso lutar contra aquele soninho arrebatador após a refeição, pois uma soneca de 30 minutos pode trazer diversos benefícios para a saúde.

Dormir depois do almoço faz bem

Estudos científicos já provaram que cochilar depois do almoço é tão bom que pode até mesmo ajudar na saúde do coração, já que o descanso pode contribuir na recuperação cardiovascular. Além disso, como os neurônios ficam “desconectados” após o consumo de alimentos, a soneca faz com que eles voltem à ativa e deixe você mais disposto e atendo para voltar ao trabalho.


Tirar uma sonequinha à tarde, ainda segundo pesquisas, regula o sistema imunológico aos níveis normais, reduz os riscos de obesidade e promove uma regulação da pressão arterial. Mas para tirar proveito do cochilo e evitar problemas de saúde é essencial ter controle sobre o tempo de descanso.


De acordo com um estudo realizado pelo American College of Cardiology, dormir fora de hora por mais de 40 minutos pode aumentar significativamente o risco de problemas metabólicos, incluindo colesterol alto, hipertensão e acúmulo de gordura na região da cintura. Apesar de parecer assustador, não foram encontradas no trabalho científico evidências de que pequenos descansos de até 30 minutos provocariam qualquer prejuízo para a saúde.

Fonte: VIX- Escrito por Paulo Nobuo

Garrafa com mensagem volta para casa após 50 anos

Uma garrafa navegou pelo oceano por mais de 50 anos até parar nos pés do americano Clint Buffington. O professor de redação de Utah estava de férias nas ilhas Turks e Caicos, nas Bahamas, quando viu um objeto sujo com algo dentro na areia da praia.


Curioso, ele resolveu tirar a rolha do recipiente e tentar decifrar a mensagem que estava nele. O bilhete falava algo com as palavras “retorno” e “Beachcomber”. A partir daí, Buffington começou uma busca louca na web para localizar o tal lugar escrito na nota.


Passado alguns dias, ele finalmente conseguiu um indício do tal Beachcomber - seria um motel, em Hampton, no estado americano de New Hampshire. E para a surpresa de todos lá ele encontrou Paula Pierce, a filha do homem que escreveu a mensagem há mais 50 anos!

O bilhete falava que se a garrafa com a mensagem fosse devolvida ao endereço 419 Ocean Boulevard, quem a entregasse receberia uma recompensa de US$ 150 de Tina, dona do motel. Clint correu para o aeroporto para pegar o primeiro avião até New Hampshire e entregar a encomenda.


“Quando ele chegou fiquei pasma, pois nunca achei que isso fosse acontecer”, afirma Paula. Embora os pais dela já tenham falecido há muitos anos, Paula honrou as palavras do pai e pagou a quantia. “Isso é um pedaço da minha infância, um pedaço deles, um pedaço do Beachcomber”, finalizou. 


Fonte: Yahoo Notícias

Marcos e Belutti se recusam a subir ao palco com Wesley Safadão em evento

Foto: Reprodução
Uma enorme saia justa ocorreu nos bastidores do 23º Prêmio Multishow. Marcos e Belutti se recusaram a dividir o palco com Wesley Safadão.

De acordo com o jornalista Léo Dias, a relação deles já não estava nada boa antes do evento e agora só piorou. A dupla sertaneja teria pedido à direção da premiação para se apresentar sozinha no palco.

Os sertanejos subiram no tablado para cantar o hit “Aquele 1%”, uma das músicas de maior sucesso em 2016. Mas, diferente do que era originalmente, Safadão não subiu ao palco com eles. Climão!

Fonte: Repórter Diário

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Adolescente fica à beira da morte após desenvolver doença por uso de absorvente

 
Uma adolescente de Pentwater, Michigan EUA, teve que lutar pela vida após ter desenvolvido síndrome do choque tóxico — ocorrência rara causadas por bactérias — decorrente do uso de absorventes.
 

A jovem Katrina Shelton estava com 16 anos quando contraiu a doença rara. Inicialmente, os médicos deram diagnóstico de gripe, e ela foi levada às pressas para o hospital depois que o "vírus" tornou-se cada vez pior e ela começou a se sentir fraca e febril.
 

Em seguida, Katrina foi transferida para a UTI, onde foi diagnosticada com síndrome do choque tóxico.
 

— Eu acordei e não podia mover o lado direito do meu corpo. Não conseguia levantar a perna ou o braço e comecei a surtar. Não me lembro como cheguei lá, mas minha mãe teve que me levar para o carro, porque eu não conseguia andar.
 

Acredita-se que ela tenha pego a infecção mortal como resultado do uso de absorventes — mas a jovem insiste que não os usou por mais tempo do que o recomendado.
 

— Os médicos não têm certeza do porquê exatamente isso aconteceu. Mas me disseram para não usar absorventes novamente. Fiquei tão chocada... Você vê as etiquetas de advertência nas caixas, mas nunca pensa que vai acontecer com você.
 
 
(Com informações do Daily Mail via R7) /Via Jair Gomes

Sertaneja Simone confessa: "Era muito safada e sem-vergonha"

Sucesso do momento, Simone, da dupla com Simaria, participou do “Programa do Porchat”, na Record, na última quarta-feira (26). Em conversa com o comediante, a cantora confessou que beijou muitos antes de subir ao altar.


"Eu era muito safada e sem-vergonha. Beijava muito, minha mãe me chamava de galinha. O engraçado que na nossa cidade [Uibaí, na Bahia] eu não cheguei a 'passar o rodo'. Foi só quando me mudei para São Paulo", admitiu.

A artista ainda caiu na gargalhada ao ser questionada se aceitaria posar nua. "Com esse corpinho de leão que eu tenho? Não dá. Gordinha desse jeito, não.”

Para finalizar, as cantoras avaliaram o motivo de fazerem tanto sucesso entre as mulheres e citaram a canção “Ele Bate Nela”, que retrata a agressão de um homem.

"A mulher é sempre mais condenada. Ela precisa ser certinha, princesinha. Hoje, graças as nossas músicas, as mulheres têm mais coragem de se expor, de falar o que pensam. Mulher pode botar chifre, sim. Não estou incentivando, mas tem homem que só vai na base da porrada e do chifre", opinou Simaria.

Fonte: Famosidades: por

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Dia Internacional contra a Exploração da Mulher: por que a data é tão importante

A ONU, Organização das Nações Unidas, instituiu o 25 de outubro como o Dia Internacional Contra a Exploração da Mulher. Mesmo com tantas vitórias e direitos adquiridos, redução da discriminação de gênero, a data ainda é um momento de reflexão para todas as formas de preconceito, julgamentos e submissão a que muitas mulheres em todo o mundo (e mais próximas do que se pode imaginar) ainda estão submetidas.

Conquista de direitos

Durante décadas, a mulher não tinha direito ao voto, à carteira de trabalho, ao divórcio e diversos outros benefícios sociais, como a licença-maternidade. No Brasil, parte desses direitos foram conquistados no governo de Getúlio Vargas, em 1932, quando se previu mais liberdade e melhores condições de vida e trabalho para as mulheres. 



Porém, mesmo com as conquistas citadas acima, de direitos adquiridos e menos discriminação de gênero, ainda existem diversas formas de exploração e preconceito veladas. Entre elas, as diferenças salariais e de valorização em planos de carreira, cargos de trabalho, como os públicos e cumprimento de jornada dupla de trabalho são práticas instituídas socialmente.

Mudança de paradigma

Parece que de alguma forma essa realidade vem se transformando. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as mulheres ocupam 58,5% dos cargos públicos, o número de mulheres chefes de família dobrou em uma década, 58,15% de indivíduos com pelo menos o nível superior de graduação concluído são mulheres, e a População em Idade Ativa (PIA) é 47,3% feminina.


Porém, embora a situação tenha melhorado bastante nas últimas décadas graças ao embate travado pelos grupos dedicados à luta pela igualdade de gênero e contra a discriminação, há ainda muito que se avançar. Assim que assumiu sua gestão, o presidente Michel Temer extinguiu o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, transformando a pasta em uma secretaria.

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Por mais que nos últimos quatro anos o Brasil tenha contado com um aumento de 700% nos serviços especializados para as mulheres, os serviços ainda não alcançaram 10% dos municípios brasileiros. De acordo com o Mapa da Violência 2015, o Brasil ocupa a 5º posição entre os países do mundo, com relação à taxa de homicídios de mulheres, com uma taxa de 4,8 homicídios por cada grupo de 100 mil mulheres. 

Segundo dados do PNAD/IBGE, 48% das mulheres que são agredidas relatam que a violência aconteceu em sua própria residência. Outros números divulgados pelo Instituto Avon/Data Popular demonstra que 56% dos homens admitem já terem cometido alguma forma de agressão entre xingar, empurrar, agredir com palavras, dar tapa, dar soco, impedir de sair de casa ou obrigar a fazer sexo.


Frente aos números expostos e à situação atual de ausência ou de sub-representação das mulheres no poder Executivo e no poder Legislativo em plano nacional, há uma certa preocupação para que se intensifique as ações de conscientização e garantir que homens e mulheres possam exercer os mesmos direitos. Afinal, todos são iguais perante a Constituição.

Fonte: VIX - Escrito por Camila Silva

Usar sutiã influencia no desenvolvimento de câncer de mama

Ao não usar sutiã, o movimento natural proporciona uma massagem que estimula a circulação linfática. Assim, facilita-se a eliminação de toxinas e reduz-se o risco de tumores.

Os sutiãs se tornaram uma necessidade para a maioria das mulheres na atualidade, pois eles cumprem com a tarefa de dar aos seios mais firmeza e cobrir esta parte tão íntima para elas. Com o passar dos anos os sutiãs se transformaram em uma parte importante da moda, pois é uma roupa feminina que destaca uma das partes mais atrativas da mulher na hora de seduzir. Entretanto, desde o século passado estão desenvolvendo pesquisas nas quais se procuram encontrar os efeitos negativos do uso do sutiã na saúde dos seios e, de fato, foi constatado que os sutiãs podem se transformar no inimigo da mulher.


De acordo com estudos, usar um sutiã apertado (é importante esclarecer que se trata daqueles que “comprimem” e causam mais força nesta parte do corpo) durante muitas horas do dia, dificultando a drenagem linfática dos seios e aumentando sua temperatura, influenciam no aumento do risco de patologias da mama.

Sutiãs e a circulação linfática

Desde os anos 30 começaram a se realizar pesquisas sobre a relação que existe entre os sutiãs e o desenvolvimento do câncer de mama. Os estudos continuaram avançando e um dos mais recentes verificou que o uso de sutiãs pode chegar a comprimir os diversos gânglios e canais linfáticos, evitando que as toxinas possam ser eliminadas de forma natural através da drenagem linfática se acumulando nas mamas e com o tempo gerando cistos, nódulos fibrosos e em alguns casos, tumores cancerígenos.



Quando as mulheres utilizam um tamanho de sutiã não adequado para os seus peitos e os apertam, os capilares e vasos linfáticos se comprimem e obstruem a circulação. Mas, além disso, os sutiãs também fazem com que a temperatura dos seios aumente consideravelmente, devido ao tecido que cobre as mamas e a pressão que exerce sobre elas. Aquelas mamas pré-cancerosa ou cancerosas têm uma temperatura mais alta que as saudáveis. 

Seios livres: uma massagem natural

Quando uma mulher não usa um sutiã, os seus seios estão livres, e o movimento natural que acontece ao caminhar produz uma massagem que estimula a boa circulação da linfa. Desta forma, promove a eliminação de toxinas e existe um menos risco de sofre de cistos e tumores.


Porém, além disso, descobriu-se que os seios livres tendem a ter menos incômodos  e dores frequentes em comparação com as mulheres que usam o sutiã. Dois cirurgiões britânicos especialistas em patologia da mama decidiram fazer um experimento para determinar se o não uso de sutiã poderia diminuir as incômodas dores nos seios. Como resultado, verificou-se que, aquelas mulheres que não usaram sutiã durante 3 meses, sentiram menos dor nos seios e, inclusive, as dores haviam desaparecido.

Uma falsa necessidade da mulher de hoje em dia

 

Com o sucesso que  a industria têxtil teve na fabricação de sutiãs de todos os tipos, costuma-se dizer que não usar o sutiã pode aumentar a queda dos seios. Muita mulheres se baseiam nesta ideia e com o medo de que seus seios percam firmeza utilizam o sutiã inclusive para dormir. Entretanto, desde o ano de 1978 vários estudos médicos realizados na França, Estados Unidos, Japão e Grã-Bretanha indicaram que  quanto a  isso ocorre exatamente o contrário, e o uso do sutiã pode estimular a queda dos seios. É um assunto muito discutido, pois o mito sobre os seios livres e caídos tem ganhado muita força apesar de que não existem estudos médicos que o confirmem.


Estudos mais recentes realizados no Japão e na França revelaram que, ao contrário do que se pensava, o não uso do sutiã ajuda a reafirmar os seios, levanta-os e, inclusive, a qualidade da pele melhora.

E como explicam isso?

Quando uma mulher usa um sutiã constantemente, os ligamentos do Cooper e os músculos da pele, que são o sutiã natural do peito, deixam de cumprir com a sua função, deteriorando-se enquanto os peitos perdem a sua firmeza e caem ainda mais rápido com o decorrer do tempo.


Os seios estão cobertos por uma membrana fina e muito resistente, que se torna mais forte a medida que desempenham sua função. Por sua vez, estão suspensos pelos seus ligamentos, como se fosse uma espécie de rede protetora. Justamente esta é a razão pela qual muitas mulheres têm uma desagradável sensação de aperto quando deixam de usar o sutiã. Não é que os seios estejam caindo, mas, pelo contrário, começam a trabalhar para recuperar sua firmeza.

Fonte: Melhor com Saúde

domingo, 23 de outubro de 2016

Wesley Safadão e Zezé Di Camargo vão a jogo do Flamengo no Maracanã, no Rio



Sertanejo esteve na partida do clube carioca contra o Corinthians ao lado da namorada, Graciele Lacerda



Wesley Safadão foi ao Maracanã, no Rio, neste domingo (23), para assistir ao jogo entre Flamengo e Corinthians pelo Campeonato Brasileiro. O cantor posou no estádio ao lado da mulher, Thyane Dantas, e do filho, Yhudy, de 5 anos. Os três chamaram a atenção por usarem o mesmo tênis, assim como aconteceu com seus looks durante viagem à Disney.


Quem também esteve no Maracanã para a partida foram Zezé Di Camargo e a namorada, Graciele Lacerda. Os dois demonstraram bastante empolgação durante o jogo, cantando e torcendo bastante pelo time carioca. Em breve, o casal passará a morar junto em São Paulo, já que o cantor comprou uma mansão para morar com a jornalista.


Durante a partida, Zezé Di Camargo e Wesley Safadão posaram ao lado de Alexandre Pires. Os cantores assistiram ao jogo no mesmo camarote, onde também estavam Nego do Borel - que voltou a morar com a namorada - e o ator Thiago Lacerda.

 Fonte: purepeople.com.br

Bom domingo !!!


Que Deus abençoe nossa semana !!
Bom dia!!!

sábado, 22 de outubro de 2016

Tempo máximo de vida seria de 115 anos. Mas como você estará se viver até lá?

Forster Forest/Shutterstock
O progresso tecnológico, desde o século 19, vem determinando uma elevação da expectativa de vida. Na virada para o século 20, ela ficava entre 40 e 50 anos, e hoje chega à casa dos 80. Mas agora, essa linha ascendente parece ter encontrado um limite.


Isso é o que sugere um novo e importante estudo, conduzido por Jan Vijg, um especialista em envelhecimento do Albert Einstein College of Medicine. Junto com seus colegas pesquisadores, ele analisou dados demográficos de 40 países e chegou à conclusão de que um de nós já atingiu um pico de longevidade de 122 anos e que a tendência agora é que os seres humanos cheguem, no máximo, aos 115 anos.

115 anos: idade limite para a vida humana

A expectativa de vida e o tempo máximo de vida para um ser humano aumentaram entre o século 19 e a atualidade. Na França, por exemplo, Jan Vijg e seus colegas detectaram um número expressivamente maior de pessoas que sobrevivem até a velhice (acima dos 70 anos) hoje em comparação com a época de 1900. Na Suécia, a idade máxima pulou de 101 para 108 anos entre 1980 e 1990.


Como resultado desse aumento progressivo do tempo de vida que durou mais de um século, passou a ser considerada a hipótese de que a expectativa de vida e a idade máxima atingida por um ser humano poderiam continuar a ser prolongadas por intervenções genéticas e farmacológicas. Consequentemente, chegaríamos a um momento em que não haveria limitadores à longevidade.

Anos que podemos viver

Para testar essa colocação, os pesquisadores usaram dados demográficos para avaliar se, de fato, a expectativa e o limite máximo de vida continuam a aumentar naturalmente. Os resultados indicaram que o aumento da expectativa de vida aconteceu e alcançou um platô na década de 80.


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Para comprovar esses resultados, os pesquisadores voltaram a atenção para as “pessoas mais velhas do mundo”, aquelas que têm 110 anos ou mais. Apesar de a idade no momento da morte ter aumentado rapidamente entre a década de 70 e 90, foi alcançado um platô próximo a 1997, quando a francesa Jeanne Calment, a pessoa mais velha de que já se teve notícias, morreu aos 122 anos.

Kristo-Gothard Hunor/shutterstock

Até 1995, havia um crescimento nas idades máximas, que deixou de ser significativo depois desse ano e passou, em seguida, a ser decrescente, estabilizando-se, por fim, em 115 anos. Casos como o de Jeanne, com idades ainda mais avançadas, ainda podem acontecer, mas são raridades, exceções que, por motivos desconhecidos, superam essa marca.


A conclusão dos pesquisadores é que existe, portanto, um limite natural para o tempo de vida, e que ele não obedecerá, em termos mundiais, a linha crescente que permaneceu até os anos 90.


O geriatra Jarbas Roriz, diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, explica que, aqui no Brasil, as coisas acontecem de uma maneira um pouco diferente. “A nossa expectativa de vida é de 75 anos, mas ela ainda está crescendo. A expectativa de vida vai aumentar muito, por exemplo, se nós conseguirmos diminuir o número de mortes causadas pela violência”. Outros fatores que influenciam são a qualidade do sistema público de saúde, os programas de vacinação e outros cuidados preventivos de saúde. O mesmo acontece em outros países pobres e em desenvolvimento, como os da África e América Latina.

O que limita a vida humana?

“Os limites da duração da vida podem ser determinados por uma série de códigos referentes à longevidade incrustados no genoma humano que combatem resultados inesperados, como imperfeições herdadas na transformação de informação genética em atividade celular”, dizem os pesquisadores no estudo.


Para estender a vida humana além desses limites, seriam necessárias intervenções que vão além de uma melhora da saúde. Essas possibilidades, apesar de algumas já estarem em estudo, estão restritas à infinidade de variações genéticas que determinam a longevidade.

Como é viver com 115 anos

Lucidez

O geriatra Jarbas Roriz conta que, atualmente, sabe-se que é possível viver até os 125 anos com 60% do funcionamento cerebral, o mínimo necessário para uma adequada atividade do cérebro.


Caso alguém viva além dessa idade, a tendência é que haja uma diminuição da cognição, causando problemas de memória, desorientação em relação ao tempo e espaço, alteração de raciocínio, entre outros fatores genericamente chamados de “perda da lucidez”.


Por outro lado, demências, como o Alzheimer, tendem a encurtar o tempo de vida. “Alguém que acabou de descobrir o Alzheimer tem, em média, de 10 a 15 anos de expectativa de vida”, explica o geriatra. “Isso acontece em função de complicações como diminuição da mobilidade, desordens nutricionais, distúrbios de deglutição, feridas e infecções”.

Independência

À medida que se envelhece, ocorre uma incapacidade progressiva, marcada pela perda de autonomia e pela deficiência funcional. O momento em que isso acontecerá vai depender da reserva que cada um constituiu durante a vida: a alimentação adequada, o estímulo cognitivo, a prática de exercícios físicos, entre outros hábitos saudáveis.

beolvy/istock

“A somatória desses fatores é que dirá se o indivíduo irá deixar de ser autônomo”, explica o médico. “Há centenários ainda com autonomia e independência”. A genética também é importante, mas em menor escala. Ela influencia entre 20% e 25% nesse processo.

Estado emocional

O geriatra explica que a incidência de depressão aumenta muito com o envelhecimento, mas entre os centenários os sintomas tendem a ser diferentes. “Não são os sintomas de tristeza, mas de apatia, é uma depressão que se apresenta de maneira diferente, é mais existencial”.

Fonte: VIX-  por Manuela Pagan

Você sabia que em Londres nunca falta energia? Entenda por que

Carl Court/Getty Images
Em várias partes do Brasil, basta cair uma chuva mais intensa para que os moradores sofram um bocado com a queda de energia elétrica. É um desesperador efeito dominó a cada chuvarada: os ventos aumentam, galhos ou árvores inteiras caem sobre os fios elétricos, a população fica horas à luz de velas, semáforos param de funcionar...


Nada disso acontece em Londres, na Inglaterra, e o motivo tem tudo a ver com um aspecto urbanístico bem peculiar da cidade: a ausência de fios elétricos em postes. 


Se a ideia é boa e aparentemente tão fácil, por que, afinal, não conseguimos viver sem falta de luz como os londrinos? Entenda a seguir.

Fiação enterrada em Londres

Londres é um local que tem 100% dos fios elétricos enterrados, ou seja, tem a rede de energia elétrica subterrânea. Há relatos que, desde 2010 a cidade não sofre com quedas de energia. Paris e Nova York seguem a mesma tendência.


Esta é uma forma segura de manter a transmissão de energia aos moradores, longe dos riscos de acidentes que podem ser provocados pela chuva, por exemplo. 

Dan Kitwood/Getty Images

Você já presenciou a explosão de um transformador ou a queda de uma árvore que deixa quase sempre um bairro inteiro sem luz? Pois é, em Londres, não há a possibilidade de acontecer este apagão. 

Para se ter uma ideia, São Paulo conta apenas com 7% da rede subterrânea em algumas vias principais.

Segurança

Segundo a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), o fato de os fios ficarem enterrados proporciona mais segurança, porque evita a queda de árvores sob a estrutura. 


A Abradee explica em seu site que “a rede subterrânea é a que proporciona o maior nível de confiabilidade e também o melhor resultado estético, pois as redes ficam enterradas”. Apesar de ser indicada, a entidade afirma que a instalação ainda é muito cara, “sendo comuns apenas em regiões muito densas ou onde há restrições para a instalação das redes aéreas”.

Custos

A Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, estima que viabilizar uma câmara de cabos subterrâneos seja até 20 vezes mais caro do que ligar os fios por poste, segundo matéria do R7.


O preço seria um impeditivo. Porém, por outro lado, os gastos com a manutenção seriam menores, segundo especialistas. 

Outro fator comprometeria a instalação deste tipo de rede nas cidades brasileiras: os postes nas ruas são usados por várias concessionárias de telefone, TV a cabo e internet. Ou seja, a eliminação dos fios não significaria o sumiço dos postes.


Por fim, vale lembrar que, por baixo da terra, correm as redes de esgoto e água e, em alguns lugares, de distribuição de gás. As Prefeituras precisariam, portanto, sentar à mesa com as empresas de prestação de serviço para organizar esse emaranhado de distribuição, que chegaria até as casas dos moradores. 

Fonte: VIX - Escrito por Nathália Geraldo

Com apenas 1 ingrediente, você vai se livrar das hemorroidas definitivamente!

Vamos ensinar agora um simples e eficiente remédio caseiro para hemorroidas.

Ele só tem um ingrediente e proporciona um alívio quase imediato.
Esse ingrediente é bem conhecido de todos.

Mas, antes de ensinar a receita, vamos falar um pouco do problema
Hemorroidas são, de forma simplificada, varizes no ânus.

Elas podem ser externas, quando ficam visíveis, ou internas, aparentemente não existentes, porém muitas vezes trazendo incômodos e dores.

Na visão da medicina natural, as hemorroidas são provocadas por má circulação, prisão de ventre e excesso de toxinas na região do ânus.

E também têm relação estreita com pessoas que se cobram muito da vida, que são perfeccionistas e trabalham sob pressão de prazos determinados.

A primeira recomendação da medicina da natureza a quem tem hemorroidas é melhorar a alimentação.

É essencial uma dieta rica fibras, para que evitar a prisão de ventre e manter os intestinos livres do acúmulo de fezes.

A alimentação sadia e alcalina também melhorará a circulação do sangue não só na região do ânus, mas como em todo o corpo.

O doente de hemorroidas deve ficar longe de açúcar, álcool, café, chocolate, pimenta, glúten e beterraba.

E consumir com frequência limonadas, saladas com folhas, cebola, água de coco e sucos de frutas como maçã e melancia.

E a receita?
Como dissemos, é bastante simples, mas também é muito - muito mesmo! - eficiente.


Só há neste remédio um ingrediente - a babosa.
Esta planta - quase todo mundo já sabe - é riquíssima em virtudes medicinais.

E você vai conhecer mais um dela: o combate às hemorroidas.
Este tratamento é bem antigo, não é novidade, nossos avós já o conheciam.

Veja como é simples:

Pegue uma folha de babosa.
Descasque e retire a polpa (o gel).
Divida essa polpa, cortando-a em formato de supositório.
Leve para o congelador.
Quando a polpa estiver congelada, passe nela óleo de coco e imediatamente introduza esse supositório natural no ânus.
Pode acreditar: o alívio nas hemorroidas será imediato.
Faça isso diariamente até ocorrer a completa cicatrização.

Fonte: Cura pela Natureza

Dormir sem calcinha faz bem? Mito ou não? Saiba aqui!

Dormir sem calcinha é saudável ou não? Muitas mulheres têm essa dúvida. Algumas pessoas dizem que sim, outras que não. Estamos aqui para esclarecer o que é e o que não é verdade. Vamos desvendar os mitos agora mesmo para que você possa acabar com essa dúvida de uma vez por todas!

Faz ou não faz bem?

A resposta veio de uma pesquisa realizada pela empresa Conecta, a pedido do laboratório Sanofi-Aventis, e sim, dormir sem calcinha faz bem para a saúde íntima.


Como a região já passa o dia inteiro abafada pela calcinha e pelas roupas, que são apertadas, à noite é o momento de dar uma folga. Veja abaixo de que forma esse hábito pode ajudar a melhorar a sua saúde.

Os benefícios de dormir sem calcinha

Reduz a proliferação de fungos

Uma vagina mais ventilada não é uma boa morada para os fungos, que, para se proliferarem, precisam de um ambiente escuro e úmido. Uma infecção fúngica muito comum entre as mulheres é a candidíase, causada pela Cândida. Possui como principais sintomas: dor ao urinar ou no ato sexual, eritema e inflamação vaginal.

Controla o corrimento vaginal

Toda mulher possui algum conteúdo que sai da vagina, mas quando ele apresenta coloração amarelada e cheiro ruim, o corrimento é consequência de algum problema.


Ele pode aparecer devido a uma infecção fúngica como a candidíase e também por conta do desequilíbrio do pH vaginal. Essas duas causas podem ser evitadas quando se cria o hábito de dormir sem calcinha.

Ajuda a manter o equilíbrio da flora

O pH normal da vagina é ácido e fica em torno de 3,8 a 4,2. Para se ter uma ideia, o pH da água que bebemos é igual a 7, ou seja, neutro. Esses valores são como o termômetro vaginal, e esse pH é que permite a sobrevivência de micro-organismos importantes na região, como os Bacilos de Doderlein. Quando essa flora microbiana fica desequilibrada, o sistema imune cai.


Manter a região abafada, que já é escura e úmida, aumenta consideravelmente a proliferação dos fungos. Por consequência, ocorre um desequilíbrio do seu pH, que tende a cair. A partir disso, a mulher fica muito mais vulnerável a contrair doenças, uma vez que a acidez da vagina já não terá como proteger a área.

Aumenta a circulação

Dormir sem calcinha aumenta o fluxo de sangue na região vaginal e isso faz muito bem para a saúde. Uma maior circulação leva mais oxigênio e nutrientes para os tecidos da área, o que ajuda a fortalecer também o sistema imunológico. A vagina fica mais resistente ao aparecimento de doenças e cada vez mais saudável.

Tudo é uma questão de hábito

Infelizmente, nós brasileiras não temos o hábito de dormir sem calcinha. Estudos realizados por uma empresa de sabonete íntimo, com mulheres de idades entre 20 e 45 anos, trouxeram os seguintes resultados:
  • 19% das mulheres acham que dormir sem calcinha faz mal para a saúde;
  • 86% dormem com calcinha, mas poderiam deixá-la de lado caso soubessem que esse hábito faz bem para a saúde;
  • Das mulheres que já possuem esse hábito saudável, apenas 10% receberam recomendação médica.
De acordo com os resultados da pesquisa, é possível notar que essa prática ainda causa muitas dúvidas e não há o esclarecimento ou recomendações por conta do profissional de saúde, nesse caso, o ginecologista. Além disso, há ainda um pouco de tabu em torno do assunto, especialmente entre as mulheres mais conservadoras.

Como se adaptar?

Bem, para aquelas que não tem esse costume e nunca dormiram sem a peça íntima, os hábitos precisam mudar, mas sabemos que isso leva algum tempo.


Comece usando apenas calcinhas de algodão na hora de dormir, pois elas são mais porosas e oferecem um pouco de ventilação para a região vaginal. Durma com peças mais folgadas — às vezes, é melhor dormir com uma calcinha mais folgada de um tecido menos poroso em vez de usar uma muito apertada de algodão.


Vá aos poucos. Durma sem calcinha, pelo menos, uma vez a cada 15 dias e vá aumentando essa frequência com o passar do tempo até se sentir mais à vontade.

Cuidados com a região vaginal

Faça higienização quatro vezes por dia

A recomendação é que a higienização da vagina seja realizada de três a quatro vezes por dia, sendo que uma dessas ocasiões aconteça pouco antes de dormir. Assim, um bom banho antes de ir para cama, além de ajudar a relaxar, também deixa a região íntima mais saudável.

Entenda que papel higiênico não é o bastante

Muitas mulheres têm o hábito de limpar a região apenas com papel higiênico depois de urinar, mas isso não é suficiente. De acordo com profissionais da área, o ideal é lavar a área com um produto que tenha um pH mais parecido com a vagina, ou seja, ácido, e que não faça muita espuma. Na hora da higienização, água e sabão são essenciais.

Use sempre roupas secas

No momento da pressa, acabamos vestindo uma peça íntima que ainda não secou totalmente. Se você parar para pensar que a vagina passará o dia inteiro em um ambiente escuro e úmido, será fácil compreender que esse é o cenário perfeito para a proliferação de fungos.


É por isso que durante o inverno há uma chance muito maior das mulheres apresentarem candidíase. Portanto, tente ser o mais organizada possível com as suas peças íntimas, tendo uma calcinha seca sempre por perto.

Utilize um sabonete específico

Da mesma forma que o sabonete para a região do rosto precisa ser diferente, já que é uma área mais sensível, o mesmo pensamento deve ocorrer na hora de escolher o sabonete para a vagina. A região íntima precisa de cuidados específicos e um sabonete íntimo pode dar conta disso.

Não use protetor diário

Usar um protetor diário pode trazer sérios problemas para a região íntima. Ele ajuda a nos sentirmos mais secas e confortáveis durante o dia, mas abafa a vagina, e isso com o passar do tempo pode resultar na proliferação de fungos. Portanto, retire o protetor diário da sua rotina e só use-o nos dias finais da menstruação.

Não remova todos os pelos

As brasileiras têm o hábito de depilar a região íntima deixando-a como veio ao mundo, ou seja, sem nenhum pelo. Só que essa prática não é muito saudável, já que os pelos também agem como uma forma de proteção. Para quem é adepta desse tipo de depilação, é mais um motivo para passar a dormir sem calcinha.

Fonte: Saudável e Feliz