terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Para refletir: Sempre haverá pedras em seu caminho

Quem vai em busca dos montes não se detém a recolher as pedras do caminho!



Uma criança brincava no parque com sua mãe, quando avistou próximo dali um lindo jardim. Flores coloridas, brancas, vermelhas, rosas e amarelas a convidavam a brincar.

A criança, sem pensar, olhou para aquelas belas flores e saiu correndo pelo parque em busca do jardim. Só que, no caminho, tropeçou em uma pedra e caiu, e ao cair chorou, e ao chorar teve socorro.

Um senhor que estava ali, vendo a criança em desespero, aproximou-se e sentou-se carinhosamente ao seu lado.
– Você está bem?- disse o homem.

– Eu caí quando tentava chegar ao jardim. Caí e estou triste, acho que vou desistir de ir para lá. – disse a criança chorando.

O homem olhou penalizado e com doçura disse:

– Meu bem, um dia, há muito tempo, eu também caí ao buscar o jardim. Caí, e não mais me levantei, eu desisti. Desisti do motivo maior que me impulsionava. A chama que havia em meu peito gritava: “Vá, acredite!”

Mas eu não fui. Caí e desisti. Abandonei o que minha alma tanto buscava. Sofri e aprendi. Ouça: Ali na frente, você vê um jardim. Você sente que é lá que você prefere estar. Uma voz dentro de você diz: “Seja, vá, acredite!” Mas, lembre-se filho, sempre haverá pedras em seu caminho.

A criança, mais calma, olhou para o homem e perguntou:
– Porque as pedras? O caminho não poderia estar livre?

O homem olhou nos olhos da criança, um olhar tão sincero e sereno que a criança sentiu-se amparada e protegida, então o homem falou:

– Todos podem chegar ao jardim… Todos. Mas as flores são sensíveis e delicadas. Por isso precisam ser protegidas de pessoas despreparadas que poderiam destruí-las.

A natureza colocou pedras no caminho para permitir que só aqueles que tiverem a sensibilidade de entender que as pedras não foram feitas para impedir a chegada, mas para serem contornadas, cheguem até lá!

A criança enxugou as lágrimas, levantou-se e continuou em busca do jardim.

Nem todas as pedras que encontramos pelo caminho são obstáculos… muitas vezes precisamos delas, como edificação, evolução e também para base do nosso crescimento espiritual. Use todas as pedrinhas que encontrar como apoio na sua subida, elas são um impulso para chegar a um novo e lindo jardim na vida. Nunca desista de alcançar seus sonhos!

Portal Angels

Por que falamos enquanto dormimos?

É importante levar em conta que, quando falamos enquanto dormimos, as palavras formam parte de nosso subconsciente e não há por que terem sentido nem relação com fatos reais.

Já lhe disseram alguma vez que, enquanto você dormia, começou a falar? Garantiram que, durante o sono, inclusive, você pode até conversar com as pessoas ao redor ou por telefone?
Quer saber por que falamos dormindo? 


Terei dito algo constrangedor?

 

Quando alguém que dormiu no mesmo quarto que nós diz a frase: “você fala dormindo”, a primeira reação que temos é a de: “Não é verdade”, e a segunda, “será que disse algo inapropriado?”

Talvez, em terceiro lugar, você queira saber por que o faz. A boa notícia é que há uma explicação científica para isso.

Falar enquanto se dorme não é algo extraordinário. Os discursos noturnos são inconscientes e, na maioria dos casos, tratam-se de simples declarações ou frases sem sentido que duram por alguns segundos.

Ainda que existam exceções de pessoas que podem falar muito tempo durante a noite.
Essa situação é mais comum do que pensamos, sobretudo nas crianças e adolescentes.

Depende de vários fatores, como, por exemplo, se tivemos um dia muito complicado, sentimos magoa ou não temos coragem de dizer o que sentimos.

No entanto, quando somos adultos ou idosos, e falamos dormindo todas as noites (ou várias vezes seguidas) passa a ser considerado um transtorno do sono.

Isso pode se dever a uma exposição prolongada ao estresse, à tensão e ao cansaço, tanto físico quanto mental. Outros problemas relacionados são ranger os dentes e o sonambulismo.

Sonilóquio: a síndrome de falar dormindo

 Este transtorno é outra mudança que se produz em nosso comportamento durante o sono.

Não é perigoso, não se considera um problema com consequências psicológicas nem médicas, e também não provoca inconvenientes em quem o sofre (com exceção de fazer uma declaração importante enquanto dorme).

Simplesmente, poderia ser considerado como uma característica própria de uma pessoa ao dormir.

O sonilóquio acontece em dois momentos do descanso. Primeiro, durante a fase MOR (Movimento Ocular Rápido, também conhecido como REM, na sigla em inglês) e, depois, na fase NO-MOR.

Na primeira, os neurônios trabalham de maneira muito parecida a quando estamos acordados. Por isso, o que acontece nessa etapa se conhece como “sonho paradoxal”, já que as experiências oníricas se desenvolvem com mais intensidade.

Por sua vez, na etapa REM, provoca-se uma ruptura no discurso do sono. Isso quer dizer que a boca, a garganta e as cordas vocais (que permaneciam inativas) “se ativam” e trabalham por alguns segundos.

É então quando aquelas palavras que estamos pronunciando no sono são ditas “em voz alta”.
Já quando falamos na etapa NO-REM, isso se deve aos sonhos transitórios.

Isso acontece porque nos encontramos semi-despertos e os mecanismos de vigília nos permitem falar.

A diferença do que acontece quando estamos 100% despertos é que as palavras ou frases que podemos dizer nessa fase não têm sentido.

O que fazer se falamos dormindo?

Se estamos dormindo com um parceiro ou compartilhamos o quarto com algum familiar; é provável que essas pessoas tentem decifrar o que queremos dizer ou entender nossas palavras.

No entanto, poderíamos dizer que isso é uma causa perdida. A razão? Não estamos conscientes do que dizemos!

O conteúdo do discurso é incerto em sua totalidade e dura poucos segundos. Podem ser palavras soltas, balbuciadas, ou coisas relacionadas com nossas experiências durante o dia (desse mesmo dia ou de dias passados).

É preciso então compreender que se trata de uma manifestação inconsciente. Não tem por que ter relação com nossos pensamentos ou sentimentos “despertos”, assim como acontece com os sonhos.

Assim, tanto os que falam dormindo como quem os escuta não devem se preocupar nem dar muita atenção ao assunto.

Essas palavras são fragmentos de coisas que vivemos, talvez, nessa mesma jornada, ou talvez, há duas semanas, ou no ano anterior. Não sabemos em que momento o cérebro lhes faz ressurgir!


O sonilóquio não é um problema grave nem requer tratamento psicológico. A única preocupação que podemos ter ao falar dormindo é se dissermos algo constrangedor, que nos comprometa ou nos ponha em problemas.

Se temos um parceiro com sono leve, talvez, isso pode gerar um inconveniente. No entanto, isso também aconteceria se roncássemos ou tivéssemos um pesadelo e o outro acordasse.

Da mesma forma, se o fenômeno aparece de forma abrupta depois dos 25 anos, e se repete várias vezes por semana, seria bom que consultássemos um especialista.

Pode se dever a algum medo, problema emocional ou muito estresse.

Entre os tratamentos mais usados para o sonilóquio grave ou crônico, podemos adotar hábitos relaxantes antes de ir para a cama, como:
  • Tomar uma ducha morna
  • Escutar música relaxante
  • Ler um pouco
Para evitar falar dormindo, é necessário evitar:
  • O consumo de álcool ou de refrigerante
  • O exercício após o entardecer
  • Filmes ou noticiários que podem acelerar nossa atividade cerebral (por exemplo, se são de terror).
 Melhor com Saúde

Jamais jogue seu filho para cima: isso pode ser mortal!

Se você tem criança pequena em casa e gosta de brincar com elas, este post lhe será de grande valia.

Há quem goste de sacudir os bebês bruscamente durante as brincadeiras, ignorando a delicadeza do corpinho delas, e as consequências disso podem ser gravíssimas:

1. Hemorragia cerebral

2. Convulsão

3. Sequelas para toda a vida

Entenda: pegar no colo e balançar não é um problema.

O balanço do carrinho, do bercinho e dos braços de quem dá carinho é inofensivo.

No entanto, sacudir bruscamente o bebê para cima pode trazer hemorragias cerebrais, convulsões e sequelas para a vida toda

Quem nunca viu uma cena dessas e ainda por cima o bebê morrendo de rir?


Infelizmente, as sacudidas/chacoalhadas também são comuns na hora da repreensão.

O adulto balança os ombros da criança para frente e para trás, e a cabeça, que fica sem apoio, movimenta-se com bastante agilidade, correndo graves riscos.

Se esse movimento for feito em bebês, é ainda pior.

O bebê pequeno tem a cabeça grande, desproporcional ao corpo.

O pescoço, por sua vez, ainda é mole e a musculatura é pouco desenvolvida.

Por isso, essas brincadeiras causam lesões cerebrais.

Quem explica isso é Márcia Sanae Kodaira, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

Mesmo que você esteja se defendendo, dizendo que jamais brincaria com um bebê assim, saiba que essa atitude pode acontecer involuntariamente.

Por exemplo, quando um bebê se engasga.

Em momento de desespero, os pais sacodem o filho para que ele volte a respirar.

A dica para que a criança libere o leite preso é virá-la de lado ou colocá-la de bruços por cima do antebraço, levemente inclinada para baixo.

Portanto, nunca sacuda um bebê!

As consequências tanto podem ser temporárias, como definitivas, e ninguém quer arriscar, não é?

Há casos até de que crianças que desenvolveram retardo, surdez, lesões oftomalógicas...

Pior é que o diagnóstico não identifica que o problema foi resultado de uma brusca sacudida.
E em 30% dos casos o bebê pode até morrer.

Mas não faça confusão.

Vamos repetir: a síndrome do bebê sacudido não tem nada a ver com as brincadeiras que você faz com seu filho, como balançar nos braços, num balancinho para bebês ou as chacoalhadas que o carrinho faz ao caminhar pelas ruas.

O que causa a síndrome são movimentos bruscos, como as fortes sacudidas para cima.
 
Cura pela Natureza

9 alimentos que ajudam a baixar a pressão arterial e 6 que podem aumentá-la

Udra11/shutterstock
De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Hipertensão, a pressão alta é uma condição que afeta cerca de 30% da população nacional, além de ser a principal causa de AVC (acidente vascular cerebral) e ataques cardíacos.


Mais comum entre idosos e gestantes, a doença pode ser controlada com medicamentos, mas a alimentação também desempenha importante papel no processo. Conheça os alimentos que aumentam e os que baixam a pressão arterial

Alimentos que baixam a pressão

1. Vegetais ricos em potássio, como abóbora, cenoura, couve-flor, lentilha e feijão preto.
2. Peixes que são fontes de ômega 3 e 6, como salmão, atum, sardinha e cavala.

3. Tempere seus pratos com alho, pois o alimento reduz os níveis e colesterol e, consequentemente, baixam a pressão arterial.

4. Livre de colesterol, a clara do ovo inibe enzimas que provocam o aumento da pressão.

5. Pessoas em fase de pré-hipertensão podem ser beneficiadas pela uva que, fonte de antioxidantes, também contribui para baixar a pressão.

6. Consumir iogurte regularmente, além de promover bom funcionamento do intestino, ainda ajuda para a redução dos riscos de hipertensão.

7. Rica em nitrato, a beterraba facilita o fluxo sanguíneo ao dilatar os vasos e, portanto, pode ser aliado de quem sofre de pressão alta.

8. Fonte de fibras, a aveia controla a liberação de glicose, contribuindo assim para a estabilidade da pressão arterial.

9. Leite com baixo teor de gordura também é considerado uma fonte de cálcio poderosa para combater a hipertensão.

Alimentos que aumentam a pressão

1. Produtos embutidos, industrializados e enlatados que normalmente são carregados de sódio, ingrediente inimigo da pressão arterial.

2. O sal é considerado um dos maiores inimigos da hipertensão e deve ser abandonado ou drasticamente reduzido por quem sofre do problema. Use ervas e especiarias para dar sabor aos seus pratos.

3. Bebidas ricas em cafeína, como o café e até determinados tipos de chá, também aumentam a pressão arterial e devem ser evitadas ou consumidas com moderação.

4. Cortes de carnes gordurosos também são vilões da pressão arterial por provocar seu aumento. Procure sempre optar por carnes magras, como peixes e frango.

5. O chocolate com menos de 70% de cacau também deve ser evitado por aumentar a frequência cardíaca e, assim, a pressão arterial.

6. Bebidas alcoólicas, além de trazerem diversos prejuízos para a saúde, também podem atrapalhar a saúde de quem sofre de hipertensão.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Bom dia !!


Ótima quinta-feira !! 💋💋

Qual é o efeito da música em nosso humor?

Graças aos efeitos da música em nosso organismo podemos combater enfermidades mentais e inclusive melhorar algumas doenças físicas. Não importa o estilo que escolhermos: qualquer um será benéfico!
Ela nos relaxa, remove nossas dores, nos faz dançar ou cantar aos gritos… A música organiza a nossa história e nos permite esquecer o passado. 

Seu efeito é tal que precisamos dela para viver mais do que imaginamos. Ela pode mudar o nosso ânimo em um segundo e fazer com que um dia cinza se torne colorido.

A música e o estado de ânimo

 Os efeitos positivos de escutar música são conhecidos há muito tempo. Já na época dos grandes filósofos cantavam-se odes musicais para aliviar a tensão.

Nas guerras empregavam-se certas canções ou hinos para desenvolver a coragem e a confiança nos soldados.

Os eventos esportivos oferecem música como incentivo e o mesmo acontece nas escolas; graças às canções se aprendem os números, o alfabeto, etc…

Inclusive nas lojas põe-se música como estímulo à compra, e nos restaurantes para comer mais.

Na consulta ao dentista serve para reduzir o temor dos pacientes e nos elevadores para não se entediar tanto.

Por tudo isso e muito mais afirmamos que a música beneficia não só o nosso estado de ânimo, como também melhora a confiança e nos tira o medo.

É fato que cada um possui seus gostos musicais específicos, mas existem certos estilos “universais” que possuem efeitos mais do que interessantes.

O canto de nossa mãe desde que estamos no ventre, as melodias que ouvimos quando somos bebês ou aquelas que relacionamos com uma experiência agradável são desfrutadas sem exceção por todos.

Quando ouvimos certas peças musicais podemos reduzir a ansiedade, o estresse e as preocupações graças aos seus efeitos tranquilizantes ou relaxantes.

E não estamos falando unicamente de música clássica ou meditação, como também de uma balada, o reggae, etc…

A capacidade de certos sons em diminuir as emoções negativas é extraordinária. Mesmo que alguns ritmos estejam mais “preparados” para nos oferecer tranquilidade, qualquer estilo pode ser usado na terapia.


Já que a música influencia o nosso estado de ânimo, pode-se empregá-la em qualquer situação e em todo momento.  Talvez para se sentirem melhor alguns precisem ouvir canções agitadas e outros precisem de temas lentos.

A música, a atenção e o sono

Quando íamos à escola os professores nos cantavam certas melodias para lembrar de certos elementos, cores, animais, países, etc…

Relacionar uma informação com uma canção nos permite recordar os dados com mais facilidade. E principalmente, é um método muito divertido para aprender!

Por outro lado, há sons que podem ajudar pacientes que sofrem de certas doenças, como por exemplo o câncer, a esclerose múltipla, assim como também acelerar a recuperação de uma operação, um acidente, etc…

Por sua vez, escutar certas canções antes de deitarmos pode propiciar um sono mais relaxado e um descanso completo.

Se você tem problemas para dormir, não hesite em elaborar uma lista de temas tranquilizantes e ouvi-los enquanto está na cama. Mantenha os olhos fechados e respire pausadamente.

Você verá aos poucos como o sono “vai lhe vencendo” e dormirá com os anjos durante toda a noite.

Na hora de se levantar algumas pessoas optam por músicas tranquilas e relaxadas, já que terão um dia complicado demais, e outras preferem temas acelerados para despertarem de imediato e logo entrarem em atividade.

Quando estamos irritados demais, aborrecidos ou de mau humor, um pouco de música é o melhor remédio, já que reduz os hormônios que causam o estresse e aumenta aqueles que provocam felicidade.

Só é questão de saber escolher as canções que melhor possam provocar esses efeitos em si mesmo.

Ainda que você seja fanático por rock ou por música eletrônica, deveria também escutar outros estilos, como o clássico, o jazz ou o blues, para tranquilizar os nervos e equilibrar as batidas do seu coração.

Não duvide do refrão popular que indica que “quem canta os males espanta”. 

Os efeitos da música no cérebro

Os sons a que nos expomos diariamente influenciam a nossa mente. Quando se trata de uma música que gostamos ou que é agradável, o corpo libera dopamina.

Também secretamos este hormônio quando estamos desfrutando de uma atividade agradável.

Ao escutar canções que lhe agradam o cérebro é ativado em diferentes áreas. Por exemplo, em reação a certas letras se “acendem” as zonas de resposta emocional, o córtex visual e o motor.

Seguindo o ritmo da canção, os córtex frontal e parietal esquerdo, assim como o cerebelo direito, ficam mais despertos.

Com o tempo, a repetição da música pode servir para:
  • Aprender idiomas e fomentar a criatividade
  • Tratar doenças neurológicas como, por exemplo, o mal de Alzheimer, o Parkinson e o autismo.
  • Curar certos transtornos emocionais: ansiedade, tristeza, baixa autoestima, etc…

Fonte: Melhor com Saúde

Crise de enxaqueca pode matar?

MaximFesenko/istock
Em todo mundo, estima-se que a enxaqueca, uma condição neurológica que deixa mais de 90% dos pacientes debilitados e incapacitados de realizar atividades normais, afeta 1 em cada 10 pessoas, sendo mais frequente entre mulheres.


Os sintomas mais comuns de enxaqueca dores de cabeça latejante, náuseas, sensibilidade a som e luz, visão turva e tonturas. Os primeiros sinais normalmente são apresentados cerca de 24 horas antes de uma crise.

Enxaqueca pode levar à morte?

Apesar de provocar grande incômodo, uma crise de enxaqueca não chega a ser fatal, mas ela está associada a maiores riscos de doenças fatais, como AVC e doenças cardiovasculares, e até mesmo a casos de suicídio, tamanho o sofrimento causado pela condição.

Estudos apontam que a enxaqueca pode aumentar os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente as chamadas enxaqueca com aura, cujos sintomas são dores de cabeça acompanhadas ou seguidas por flashes de luz, pontos cegos ou formigamento nas mãos ou nos pés.

A enxaqueca poderia levar a um AVC porque alteraria a função dos vasos sanguíneos, aumentando assim o risco de coágulos de sangue e fatores de risco vascular. Apesar de ser hereditária, a condição pode ser controlada com alimentação balanceada, redução do consumo de produtos estimulantes, boa rotina de sono e, claro, acompanhamento médico.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

6 sinais que o corpo dá semanas antes de um infarto

Muitos sintomas são ignorados, mas podem ajudar a detectar um infarto antes mesmo de acontecer

Cerca de 30% das mortes no Brasil acontecem por causa de doenças cardiovasculares, a maior causa de óbitos no mundo todo, sendo o infarto o grande vilão. Também chamado de infarto agudo do miocárdio ou ataque cardíaco, esse problema pode ser fatal.

O infarto acontece quando uma ou mais artérias que levam oxigênio ao coração (artérias coronárias) são obstruídas abruptamente por um coágulo de sangue, formado em cima de uma placa de gordura (ateroma) existente na parede interna da artéria.

Algumas pessoas estão mais propensas para uma ataque cardíaco. Os principais fatores de risco para um infarto são: tabagismo, hipertensão, colesterol elevado, diabetes, sedentarismo, obesidade, estresse, alcoolismo e histórico familiar de infarto.

Porém, com o cuidado e atenção devida, é possível notar sinais (ainda que muito sutis) de um infarto semanas antes de acontecer. "Os sintomas precoces aparecem em cerca de 50% dos casos, mas costumam ser ignorados", afirma o cardiologista Rogério Marra, do Hospital Samaritano de São Paulo. Abaixo, descubra alguns sinais que, se combinados, podem ser indicativos precoces de infarto:

1. Dor na região torácica
"Às vezes o primeiro sintoma se externa como dor na região do tórax e peito, podendo irradiar de formas diferentes, pelos ombros, costas, braços, pescoço e até mandíbula", explica Marra. Essa dor surge de forma súbita, enquanto a pessoa realiza suas atividades normais ou até dormindo.

2. Falta de ar
A sensação de aperto no peito pode interferir nos pulmões, traduzindo-se na dificuldade de respirar. "Tamanho desconforto no paciente, isso pode gerar uma falta de ar", diz o especialista.

3. Náusea, indigestão, azia ou dor abdominal
Por causa desses sintomas, muitas vezes o problema é confundido como um simples desconforto digestivo. "O médico deve estar muito atento e, se possível, ser especialista para conseguir fazer o diagnóstico correto", de acordo com Marra.

4. Tontura
Algumas semanas antes de um infarto, também é possível vivenciar tonturas. Por isso, é importante "evitar dirigir nesse caso, pois arritmias e desmaios podem colocar em risco você e os outras pessoas", ressalta o cardiologista Bruno Valdigem, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.

5. Suor frio
Junto com a tontura, o paciente também pode relatar suor frio, decorrente das dores no peito. "Apesar de ser um sintoma simples, eles representam algo progressivo: quanto mais cedo a pessoa chegar no hospital, mais fácil será diminuir os danos", afirma Marra.

6. Fraqueza
A fraqueza passa despercebida muitas vezes, mas é preciso atenção, pois pode ser um indicativo de algo mais grave. "Esse quadro é um desafio, pois de todas as avaliações do pronto socorro, 20% são relacionadas ao coração, então o médico pode não entender que esse sintoma se trata do coração", conta Rogério.

Fonte: Minha Vida - POR AMANDA CRUZ

domingo, 22 de janeiro de 2017

Você nunca teve um banheiro tão limpo - uma vela é tudo o que você precisa!

Uma vela comum geralmente só sai da gaveta quando falta energia, não é verdade?
Mas existem outras situações em que podemos aproveitá-la.

O banheiro é o local mais sujo da casa.
E  os azulejos desse cômodo podem ser bem difíceis de limpar.
Especialmente a área do rejunte.

No entanto, eles não devem ser ignorados, pois acumulam muitos germes e bactérias.
Disso tudo você certamente já sabe.

Mas talvez desconheça que a vela que você tem no armário pode ajudar na limpeza do ambiente.


O primeiro passo é lavar o banheiro normalmente.
Em seguida, o que você precisa fazer é esfregar a extremidade de uma vela no rejunte dos azulejos.

Passe normalmente para frente e para trás.
Logo você verá resultado.


Veja o vídeo abaixo.
Vai ficar ainda mais claro o entendimento:


Dê uma atenção especial às áreas que têm mais contato com a água, como o box.
A vela não só deixa o rejunte branco, como também protege contra as sujeiras que podem vir a aparecer.


Ah, e tem mais!
Depois de realizar esse procedimento de limpeza, o rejunte fica mais brilhante e evita o desgaste.

A dica é muito simples e fácil de fazer.
Em pouquíssimo tempo, você pode deixar seu banheiro com a aparência de novo sem gastar quase nada.

ATENÇÃO!
É muito importante o uso de uma vela de boa qualidade, feita com parafina pura.

 Fonte: Cura pela Natureza

Como prevenir a candidíase vaginal

Ainda que o fungo cândida habite em nosso organismo de forma natural, se seus níveis se desequilibram, podemos sofrer com a candidíase vaginal. Para preveni-la, a higiene íntima é fundamental.

A candidíase vaginal, provocada por fungos da espécie Cândida, é mais frequente do que se supõe.

Ela faz parte do grupo de doenças superficiais (junto com a oral), ainda que também existam a sistêmica e a mortal (que afetam as pessoas com o sistema imunológico prejudicado).


Neste artigo, contaremos como preveni-la e tratá-la.

O que saber sobre a candidíase vaginal

Quando a cândida cresce de forma excessiva em nosso corpo, pode causar várias doenças, como a candidíase vaginal (também causa transtornos no sistema respiratório, na pele ou aparato gastrointestinal).

Vale dizer que esse micro-organismo vive em nosso corpo e não nos afeta em absoluto se seus níveis se mantêm estáveis.

Os sintomas mais frequentes da candidíase vaginal e aos quais devemos não apenas prestar atenção, como também consultar um ginecologista, são:

  • Coceira e irritação
  • Feridas (por causa da coceira)
  • Dor, inflamação e vermelhidão
  • Secreção vaginal densa e de cor leitosa
  • Ardor ao urinar e dor durante as relações sexuais (ou depois)
  • Mau odor frequente
A candidíase vaginal é um problema muito comum entre as mulheres; portanto, você não deveria se preocupar demais se é a primeira vez que aparece.

Ainda que os sintomas sejam incômodos e, às vezes, dolorosos, você terá que prestar mais atenção neles caso se repitam com frequência.

Cerca de 75% da população feminina com mais de 15 anos já sofreu ou sofrerá uma infecção vaginal por cândida em sua vida.

Há momentos e situações específicas nas quais é mais provável sofrer de candidíase vaginal:
  • Gravidez
  • Diabetes
  • Tratamentos com antibióticos ou corticoides
  • Problemas do sistema imunológico
  • Mudanças hormonais

Como prevenir a candidíase vaginal?

O tratamento para curar esse tipo de infecção genital pode incluir medicamentos e ser um pouco longo.

Como diz o ditado popular: “é melhor prevenir do que remediar” e, é claro, isso também se aplica à candidíase vaginal.

Os hábitos ou mudanças que devem ser realizados para evitar o aumento de cândida em seu organismo são:

Ter cuidado com os medicamentos ingeridos

Se você sofre de uma doença que requer um certo tipo de antibióticos, consulte seu médico sobre as consequências dos químicos que entram no seu organismo. Muitos deles destroem as bactérias encarregadas de equilibrar a proliferação de leveduras, como a cândida.


Pergunte se você pode consumir outro tipo de remédio com o mesmo efeito sobre sua patologia, mas que sejam menos prejudiciais para seus micro-organismos benéficos.

Manter a higiene íntima

Essa é uma medida muito importante para evitar a candidíase vaginal. Aconselha-se utilizar sabão branco ou neutro (nenhum que tenha perfume ou pH ácido), e não se recomendam os banhos de espuma.

Por sua vez, não se aconselham as duchas vaginais, e sim a limpeza após as relações sexuais.
A higiene também deve ser perfeita toda vez que você for ao banheiro. Para evitar transferir os germes do reto à vagina, limpe-se sempre de frente para trás.

Trocar absorventes e tampões

 

Durante a menstruação, é necessário ser muito cuidadosa com a higiene pessoal.
Não é bom manter por várias horas o mesmo absorvente ou tampão. Troque-o toda vez que estiver sujo ou que você usar o banheiro.

Usar toalhas limpas

As toalhas de banho também podem ser um bom ambiente para o desenvolvimento da candidíase vaginal. No caso de não serem constantemente trocadas, ficarão sujas e úmidas.
Recomendamos que você use uma “nova” a cada dia, ou a cada um dia e meio.

Usar calcinhas de algodão

Certos materiais sintéticos, como a lycra, aumentam a transpiração na região genital, algo que leva à proliferação de bactérias e de fungos.

É sempre melhor que a roupa íntima seja de algodão natural e que não seja muito justa. Assim, você favorecerá o ingresso de ar e evitará a umidade.


O mesmo ocorre com as calças, já que, se forem muito justas, não ajudam na evaporação do suor, e sim no aumento da temperatura (que aumenta a reprodução da cândida).


Manter os níveis de açúcar controlados

Existe uma relação muito estreita entre a diabetes e a candidíase vaginal. Quando os níveis de açúcar no sangue estão desequilibrados, as leveduras aumentam sua população e, portanto, temos mais risco de sofrer com uma infecção.

Remédios naturais para a candidíase vaginal

Se atualmente você está sofrendo com uma infecção por cândida, lembre-se dos conselhos de prevenção quando tiver se curado por completo. Enquanto isso, experimente qualquer um destes remédios caseiros para a candidíase:

Iogurte

Consuma bastante esse lácteo, já que os probióticos que contém são eficazes para combater vários fungos. Pode também ser uma maneira de evitar a infecção. Algumas mulheres optam por aplicar iogurte natural de forma tópica na zona afetada.

Água oxigenada

Tem a capacidade de curar feridas no caso de haver ferimentos ou se as mucosas genitais estiverem machucadas por causa da candidíase.

Basta aplicar com um algodão. Se quiser uma solução mais suave, misture com uma parte igual de água.

Ervas naturais

Recomendamos especialmente dois chás para esses casos: o de equinácea e o de confrei. O primeiro tem a capacidade de fortalecer o sistema imunológico e o segundo de aliviar o ardor e a coceira.

Você pode bebê-los diariamente enquanto durar a infecção.

Óleos essenciais

Também aconselhamos dois: o de melaleuca e o de coco. Não se esqueça de que, para utilizá-los, devemos diluí-los com água ou com um óleo mais suave, como o de amêndoas ou o azeite de oliva.

São excelentes para combater fungos vaginais e se aplicam com um algodão, após o banho. Não é preciso enxaguar depois.

REFERÊNCIAS
Melhor com Saúde