terça-feira, 17 de janeiro de 2017

7 fatos que você nunca soube sobre o sexo na idade da pedra

Como era o sexo na pré-história? Será que é possível saber como as coisas funcionavam naquela época mesmo sem haver indícios de registros humanos do período? Alguns pesquisadores utilizam diversos métodos baseados em achados arqueológicos para conseguir chegar a alguma conclusão.

Estudos já examinaram fósseis humanos, dados genéticos e até mesmo o hábito dos primatas que conhecemos hoje em dia para conseguir chegar a indícios de como os hábitos sexuais de milhares de anos atrás aconteciam. Existem algumas teorias de que as coisas iam bem além de estupros e comportamentos selvagens.

Conheça alguns dos fatos marcantes que arqueólogos conseguiram descobrir, ou pelo menos supor, sobre o sexo dos homens das cavernas.

1 – Mulheres pré-históricas eram promíscuas

De acordo com Christopher Ryan e Cadical Jethá, a noção de propriedade no sexo só surgiu com o desenvolvimento da agricultura, quando homens começaram a se preocupar em deixar terra e animais para seus filhos biológicos. Antes disso, o sexo não tinha muitas regras as mulheres eram programadas para ter múltiplos parceiros. Isso porque tinham uma habilidade natural de ter múltiplos orgasmos, mas também os vários parceiros aumentavam a chance de produzir descendentes. Ao invés de teoria popular de que os homens agrediam mulheres com pedaços de pau para forçá-las ao sexo, é provável que eles ficavam esperando a sua vez de poder fazer sexo, enquanto as mulheres faziam rodízio de parceiros.

2 – Homens das cavernas faziam sexo com animais

Um livro publicado por Anthony L. Podberscek e Andrea M Beetz cita uma série de estudos que apontam referências a sexo com animais em artes encontradas em sítios pré-históricos. Um deles aponta que “não ha dúvidas de que nossos ancestrais pré-históricos gostavam de frequentes e prazerosas relações com animais”. Indícios das atividades foram encontrados em descobertas arqueológicas que mostravam, dentre outros, homens inserindo o pênis em burros.

3 – Estátuas podiam ser uma forma de pornografia

Existe muito debate entre historiadores sobre as chamadas estatuetas de Vênus e seu propósito. Alguns apontam que as imagens eram utilizadas para rituais espirituais, mas existe uma corrente que defende que as estátuas tinham uma função pornográfica. As correntes que defendem as imagens como uma espécie de pornografia primitiva defendem que as estatuas de busto avantajado era uma expressão de luxúria animal.

4 – Brinquedos sexuais eram comuns na pré-história

Mesmo a 30 mil anos atrás, os primeiros seres humanos já usavam suas habilidades para confeccionar brinquedos sexuais. A ciência não pode dizer com total certeza que os objetos fálicos encontrados em sítios arqueológicos eram utilizados para masturbação, mas o arqueólogo Timothy Taylor defende que considerando “tamanho, forma e – em alguns casos – o simbolismo explícito, seria ingênuo fugir da interpretação mais óbvia e direta”.

5 – Homo Sapiens faziam sexo com Neandertais

Os humanos modernos – de nome científico homo sapiens – mantinham relacionamentos sexuais com várias outras espécies humanas, incluindo os neandertais. De acordo com uma publicação de 2011 da Nature, “análises compararam a sequência do genoma neandertal com o homo sapiens moderno e mostraram que o cruzamento entre as espécies aconteceu na Europa por volta de 80 e 30 mil anos atrás”. Alguns estudos mais atuais, sugerem que a reprodução, no entanto, só era possível quando machos neandertais e fêmeas humanas se relacionavam, mas não em casos contrários.

6 – Artes pré-históricas mostra masturbação dos dois sexos

Existe uma figura do período neolítico que o arqueólogo Timothy Taylor declara ser a representação da masturbação feminina, ainda que alguns especialistas defendam que a figura representa o parto e a gestação. “Sociedades tradicionais, em geral, calculam a duração da gravidez por meses, o que geralmente pode durar até dez, e não nove meses. Além disso, a barriga da figura está apenas levemente inchada e sua postura só pode ser vista como de parto para uma sociedade que conhece o nascimento em hospitais”, defende o arqueólogo. A masturbação masculina, por outro lado, é vista com clareza em várias representações e é, inclusive, um tema central em mitos criacionistas do passado.

7 – Controle de natalidade era brutal, mas necessário

 Apesar de ter uma promiscuidade relativa, como vimos no primeiro item, os homens das cavernas ainda precisavam de uma forma de restringir a fertilidade, para evitar um cresicmento populacional acima da capacidade de produção de alimentos ou capaz de atrapalhar viagens em grupo. Para evitar a multiplicação veloz, agentes orgânicos eram utilizados para provocar abortos ou infanticídio, mantendo os níveis populacionais estáveis por séculos.

 

Fonte(s) Ranker
Imagens Tes,Surachada, Pinterest, Potnia ,Ranker / Via Fatos Desconhecidos
 por PH Mota

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