quarta-feira, 29 de março de 2017

Cientistas descobrem função secreta dos pulmões: órgão não serve só para respiração

janulla/iStock
Semanas após cientistas anunciarem a descoberta de um “novo órgão” do corpo humano, um novo estudo põe em xeque, mais uma vez, o conhecimento que se tem sobre o funcionamento do organismo.

Segundo um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco (Estados Unidos), os pulmões não servem apenas para a respiração. Na verdade, eles têm uma função “secreta” que ajuda na produção do sangue. Os achados foram publicados na revista científica Nature.

Nova função dos pulmões

Produção de sangue

mrdoggs/iStock
Através de um experimento feito com camundongos, os pesquisadores descobriram que os pulmões produzem mais de 10 milhões de plaquetas por hora – mais da metade da quantidade envolvida na circulação sanguínea dos roedores.

Plaquetas são as células responsáveis pela coagulação. Em termos simples, elas formam tampões quando ocorre algum corte ou lesão, impedindo que haja um extravasamento muito grande do sangue dos vasos e perda excessiva por hemorragia.

Até então, acreditava-se que a formação de plaquetas acontecia exclusivamente na medula óssea.

Células-tronco

Além desta novidade, os cientistas também identificaram um reservatório até então desconhecido de células-tronco localizado na parte externa da vasculatura pulmonar.

Essas células, capazes de se transformar em qualquer tipo de célula, poderiam recuperar a produção de sangue caso a medula óssea fosse prejudicada e parasse de trabalhar.

O que muda com essa informação?

O estudo foi feito apenas com camundongos. Portanto, serão necessários experimentos com humanos para que as teorias sejam confirmadas.

Ainda assim, o funcionamento biológico destes roedores é bastante similar ao nosso. Assim, os cientistas acreditam que as descobertas serão importantes para compreender doenças inflamatórias e as relacionadas à baixa contagem de plaquetas, bem como complicações decorrentes de transplantes pulmonares.

“Este achado definitivamente sugere uma visão mais sofisticada dos pulmões – que eles não servem apenas para respiração, mas também são um parceiro chave na formação de aspectos cruciais do sangue”, afirma o autor sênior do estudo Mark R. Looney, pneumologista e professor de Medicina da Universidade da Califórnia.

Fonte: VIX-  Escrito por Marianna Feiteiro

terça-feira, 28 de março de 2017

Gritar com os filhos não adianta: veja o que é mais eficaz para educá-los

Leonhartrizal/iStock
Todo pai sabe que manter a calma e a tranquilidade diante do comportamento inquieto e até mesmo errado dos filhos é algo praticamente impossível. O esgotamento da paciência pode invariavelmente acabar em gritos, como se o recurso parecesse o único viável para que a criança ouça e obedeça.

Gritar com os filhos pode até soar inocente, já que evita uma agressão física, mas o hábito, segundo especialistas, tampouco é o mais indicado para o desenvolvimento e a educação das crianças.

Gritar com os filhos atrapalha na educação

George Rudy/Shutterstock
Quando o pai grita para dar ordens ou chamar a atenção, o filho recebe a mensagem como um susto e tem ativada uma reação estressante instintiva ao ser humano, relacionada ao perigo iminente. Neste momento, a criança não estará aprendendo a ser educada, mas sim a ficar amedrontada, sem entender de fato o que está fazendo de errado.

Se o tratamento é constante, o filho pode até mesmo criar uma barreira entre ele e os pais, que prejudicará muito o relacionamento no futuro. Além disso, os gritos ensinam que a criança também poderá se exaltar contra a mãe como resposta e ser um artifício usado para obter algo que deseja.

Estudos indicam que crianças que crescem em ambientes dominados pelos gritos podem apresentar comportamentos mais agressivos e serem inseguros, imaturos e propensos a estresse, ansiedade e depressão.

Como educar os filhos sem gritar

Lorelyn Medina/Shutterstock
Não são raros os momentos em que os filhos parecem extrapolar e testar os limites dos adultos. Durante o desenvolvimento é normal entre as crianças a busca por atenção e a tentativa constante de medir, mesmo inconscientemente, o poder que exercem sobre os pais e a família.

Neste momento é essencial controlar os impulsos e ser paciente se existe o desejo de educar e não apenas reprimir. O velho conselho de respirar fundo e refletir durante alguns segundos antes de gritar ainda é o mais indicado para evitar o estresse.

A todo momento em que sentir necessidade de gritar, pense sobre a situação e avalie se vale a pena o descontrole, tendo em mente que aquele ser nada mais é do que uma criança. Se seu filho, por exemplo, estiver se molhando com um balde ou torneira, em vez de imediatamente soltar gritos proibindo a atitude, lembre-se como você também se sentia feliz durante a infância em situação semelhante.

Dina Uretski / Shutterstock
Coloque-se no lugar da criança e, caso sinta a necessidade de repreender, use palavras diretas e explique por que ela deve parar de agir de determinada forma, sempre com calma e evitando as explosões emocionais.

Não há mal algum em impor limites aos filhos, muito pelo contrário, uma vez que as crianças precisam de freios e até mesmo se sentem seguras e protegidas com eles. A maneira como vai tomar a decisão e lidar com o problema é que importa para que a educação seja eficiente e livre de traumas.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

Médica lista 4 soluções caseiras para acabar com as olheiras: passo a passo de cada uma

Sruilk/Shutterstock
Nos casos das olheiras consideradas não-genéticas, ocorre um processo inflamatório local que produz derrame de pigmento de melanina e hemossiderina, que se depositam na pele, a escurecendo de forma heterogênea, num processo progressivo e crônico trazendo um ar de cansaço.

Para quem gosta de soluções caseiras, aprenda 4 truques que podem ser feitos com facilidade.

Truques caseiros para evitar olheiras

Por mais desagradáveis que sejam, de acordo com a dermatologia Claudia Marçal, as olheiras, apesar de serem inestéticas, não trazem alteração patológica à pele. Assim sendo, segundo a médica, é preciso adquirir bons hábitos de vida e alimentação saudável para manutenção e prevenção desta hiperpigmentação indesejada. As máscaras e soluções caseiras também podem ajudar a amenizar o problema, com bons resultados com o uso prolongado, trazendo mais firmeza, viço e despigmentação à área. Confira algumas opções:

1. Alternativa a jato
Quando se deseja um resultado rápido e momentâneo, a médica recomenda aplicar compressas de chá de camomila gelado por dez minutos em cabeceira elevada. "Isso promove vasoconstrição, diminuição do inchaço e ação anti-inflamatória de substâncias presentes na camomila”, explica. 

2. Máscara de batata, mel e azeite de oliva
Fonte de vitamina A, betacaroteno e antioxidantes, a batata é uma fonte de nutrientes necessários à pele. O azeite de oliva também pode ajudar a melhorar as olheiras, as rugas finas, hidratação e retirada de impurezas. Descasque uma batata e rale. Misture com uma colher de mel e acrescente o azeite até que tenha a consistência de uma pasta. Aplique abaixo dos olhos e deixe agir por meia hora. Em seguida, lave com água morna. A solução pode ser aplicada duas vezes por semana, para clarear, desinchar, alimentar e hidratar a região. 


3. Compressa de pepino
Esta é a mais popular das compressas para a região dos olhos e tem um efeito calmante imediato. A temperatura fria do pepino pode ajudar contrair os vasos sanguíneos, de modo que o inchaço seja temporariamente reduzido, mas sem efeito direto nas áreas escuras. 

4. Máscara de abacate e óleo de amêndoa
A opção é excelente para o rejuvenescimento da região e melhora da área escurecida. O óleo de amêndoa é um hidratante natural e também ajuda na redução de linhas de expressão e inchaço, se aplicado regularmente. Misture 1 colher de abacate amassado com 4-5 gotas de óleo de amêndoa e mergulhe um algodão na mistura. Aplique na região dos olhos e deixe agir por 15 a 20 minutos. Então lave bem a área e seque suavemente. Esta máscara pode ser aplicada duas vezes ao dia para tratar a pele escura e o inchaço.

Fonte: VIX - Escrito por Camila Silva

Higiene íntima masculina protege contra doenças e melhora vida sexual

Confira os principais cuidados, desde o banheiro até escolha da cueca

Tem muito homem que acha a preocupação com a higiene um exagero, que basta tomar banho todos os dias para estar livre de qualquer problema - mas isso está longe de ser verdade. Imagine a situação: você está naquele momento de intimidade com seu parceiro ou parceira e, ao tirar as roupas, emana aquele cheiro forte da cueca e o pênis está cheio de sebo. Quem merece essa situação? A falta de higiene íntima, tanto para o homem quanto para mulher, pode acarretar em inflamações e irritações na área genital, que vão desde uma coceira chata até infecções graves por fungos, como a candidíase no homem. Mas não pense que é muito complicado manter as partes baixas sempre limpinhas, basta seguir as dicas dos especialistas:

Lavar as mãos
Pode parecer óbvio, mas muita gente se esquece de lavar as mãos depois de usar o banheiro - e no caso dos homens, tão importante quanto a higiene após é a higiene antes de urinar. "Lavar as mãos antes de tocar o pênis é fundamental para evitar o risco de levar bactérias e fungos para região genital", afirma o urologista Ravendra Muniz, do Núcleo de Urologia do Hospital Samaritano de São Paulo. Ao tocar o pênis com a mão suja, o homem está contaminando a mucosa e pele da região com todos os germes acumulados, podendo contrair várias formas de doenças.

Enxugue o pênis

Apesar de não ser habitual, enxugar o pênis após urinar com papel higiênico evita ou reduz a possibilidade que restos de urina fiquem na cueca. "Quando em contato com a pele, esses resíduos favorecem uma inflamação local ou mesmo as infecções fúngicas", diz o urologista Ravendra. O urologista José de Ribamar Rodrigues Calixto, diretor da Sociedade Brasileira de Urologia, afirma que a urina é um meio de cultura para germes, pois é rica em amônia. "Além disso, essas gotas na cueca podem causar um cheiro forte, levando ao incômodo social."

Durante o banho
Lavar o pênis após a relação sexual também ajuda a remover resíduos de sêmen e excesso de lubrificante do preservativo
Assim como no banheiro, muitos homens acreditam que estão fazendo a higiene adequada do pênis durante o banho - mas podem estar se esquecendo de alguns passos muito simples. "A limpeza do pênis no banho envolve puxar o prepúcio (pele que recobre a glande ou cabeça do pênis) até o aparecimento total da glande, passar água com espuma de sabão ou sabonete sobre a superfície da mucosa e/ou pele suavemente, até sair toda a camada de gordura acumulada", explica o urologista José. O especialista Ravendra explica que essa gordura se chama esmegma, e é uma secreção branca composta de células descamadas da pele e óleos produzidos por glândulas penianas, que se acumula entre a glande e o prepúcio. "Após a limpeza cuidadosa da glande, deve-se higienizar toda região genital e anal de forma habitual", completa o urologista Ravendra.

Sem frescuras com o sabonete
"O fundamental na realização da higiene do pênis não é o sabonete, mas o cuidado na maneira de limpar a glande", declara o urologista Ravendrea. A maioria dos homens pode usar sabonete comum de pH 7, que é o neutro, para fazer a limpeza do pênis sem problemas. "No entanto, alguns homens com a pele sensível ou propensão a alergias se beneficiam do uso de um sabonete íntimo masculino de pH fisiológico (pH 5-6)." O urologista José completa dizendo que, caso o homem tenha algum ferimento, pode optar também pelo sabonete antisséptico, associado ao medicamento prescrito pelo urologista.

Higienize após a relação sexual
Não precisar se desesperar e sair correndo para o banheiro após o sexo - entretanto, higienizar o pênis depois do ato sexual ajuda a evitar principalmente infeções causadas por fungos, como a candidíase. "Lavar o pênis após a relação sexual também ajuda a remover resíduos de sêmen e excesso de lubrificante do preservativo", afirma o urologista José. Caso o homem não tenha usado preservativo, a higiene também serve para retirar o muco da lubrificação natural da mulher junto com resíduo de secreção espermática após a ejaculação - ambos ricos em substâncias que servem como meio de cultura para bactérias e fungos.

Depilação é necessário?
Não é necessário depilar completamente os pelos pubianos. "A depilação total aumenta a chance de inflamação e infecção cutânea, podendo cursar com foliculites e abscessos de pele", alerta o urologista Ravendra. Ele explica que o cabelo em si é um meio de proteção do organismo, logo tem a mesma função quando se trata da região genital. No entanto, faz parte de uma boa higiene não dar margem para excesso, sendo recomendado aparar os pelos da área genital. "Na base do pelo há glândulas que produzem suor e gorduras para lubrificar e resfriar a pele, e essas podem causar um cheiro desagradável ou servir de alimento para germes, predispondo ao aparecimento de doenças de pele", completa o urologista José. Dessa forma, é importante manter os pelos pubianos aparados e a região sempre limpa, para não dar margem ao acúmulo de fungos e bactérias nocivas.

Cuecas sem aperto!
O uso de roupas íntimas muito apertadas diariamente pode influir na qualidade do sêmen. "Os testículos quando muito próximos do abdômen ficam expostos a uma temperatura corpórea maior, que pode levar a dano temporário da qualidade e quantidade de espermatozoides produzidos", diz o urologista Ravendra. Segundo o especialista, os melhores modelos são as cuecas samba-canção ou boxer, que são mais folgadas, permitem o posicionamento anatômico do escroto e a maior circulação de ar, evitando umidade local. "No entanto, não há comprovação científica de que o uso de cuecas aperta cause algum tipo de doença', declara José de Ribamar.

Aposte no tecido de algodão
A cueca de algodão tem uma série de vantagens. "Esses tecidos absorvem melhor a transpiração que os sintéticos", afirma o urologista Ribamar. Elas também são mais confortáveis por conta de sua superfície macia, que não irrita a maioria das peles. É um tecido natural e é hipoalergênico. ?Ao contrário de nylon e outros materiais sintéticos comumente utilizados para fazer roupas íntimas, cuja incapacidade de absorção e consequente retenção de umidade podem tornar a cueca um habitat para fungos?, explica o urologista Ravendra. Atualmente, além do algodão, existem novos tecidos tecnológicos que buscam a redução da umidade e facilidade de circulação do ar, como os tecidos de fibra de bambu.

Cueca não pode acumular no cesto de roupa suja. Isso porque os resíduos e secreções que eventualmente se acumulam na peça podem se proliferar, dificultando a higienização e inclusive arriscando contaminar outras roupas. "A melhor forma de higienizar as cuecas é lavando-as diariamente após o uso e trocando a peça no mínimo diariamente", diz o urologista José.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/16735-higiene-intima-masculina-protege-contra-doencas-e-melhora-vida-sexual - POR CAROLINA SERPEJANTE - Foto Getty Images/ Via professor José Costa

domingo, 26 de março de 2017

5 consequências de dormir pouco, segundo a ciência

Ainda que, à medida que crescemos, precisemos descansar menos, a verdade é que dormir pouco pode trazer consequências negativas para nossa saúde. Para os adultos, recomenda-se um mínimo de 6 horas.

Dormir pouco não é algo que nosso cérebro e nosso organismo possam suportar durante muito tempo.

A insônia ocasional, que se associa ao estresse ou a alguma doença pontual, não representa um impacto tão grave quanto a insônia crônica.

No momento em que nossa dificuldade para pegar no sono vai além dos três meses e a incapacidade para conseguir um descanso profundo afeta nossa qualidade de vida, deveremos começar a nos preocupar.

O mais importante é conhecer a origem desse transtorno.
Às vezes a dor crônica, uma depressão, a apneia do sono ou uma alteração de nossos ritmos circadianos (devido ao trabalho) causa este problema que, sem dúvida, poderia ser tratado através de alguma terapia.

Não é adequado deixar o tempo passar. Se passam vários dias e percebemos que não podemos dormir mais de três horas seguidas, é bom falar com um especialista.

A insônia não é fatal, no entanto, tira nossa qualidade de vida e resulta muitas vezes em certas doenças mais severas.

Por mais surpreendente que nos pareça, existem várias doenças que têm sua origem em diversos transtornos do sono. A seguir, falaremos sobre elas.

As consequências de dormir pouco

Estamos certos de que, em mais de uma ocasião, você ouviu que um ser humano precisa dormir 8 horas por noite para poder acordar bem.

Na realidade, quando falamos de cifras exatas, temos que ter cautela. Não é o mesmo ter 8 anos ou mais de 60. Além disso, cada pessoa tem necessidades próprias que vai conhecendo com o tempo.

  • A National Sleep Foundation (Fundação Nacional do Sono) indica que, entre os 26 e 64 anos, o mais adequado é dormir entre 7 e 9 horas. A partir dos 64 anos, a pessoa pode dormir um pouco menos.
  • As crianças precisam dormir entre 9 e 11 horas para que o hormônio do crescimento realize suas tarefas imprescindíveis.


Se nos perguntarmos a partir de que limite se considera que uma pessoa dorme menos do que deveria, temos que nos lembrar de um número: 6 horas.

Um descanso mais curto não permite que o corpo se recupere, que o cérebro realize suas múltiplas funções ou que nosso sistema linfático desenvolva suas tarefas de desintoxicação.
Vejamos agora as principais consequências da insônia.

1. Dormir pouco altera sua flora intestinal

 

Isso é curioso, mas verdadeiro. A essa conclusão chegou a Universidade de Uppsala, na Suécia.

  • Os responsáveis por esse estudo descobriram que dormir pouco durante longos períodos de tempo reduz a variedade de tipos de bactérias intestinais.
  • A saúde metabólica se vê afetada quando há menos tipos desses micro-organismos.

  • Não podemos nos esquecer de que uma flora intestinal de má qualidade tem importantes efeitos em nossa saúde em geral: o corpo desenvolve uma resistência à insulina, ganhamos peso, nossa imunidade é prejudicada, os nutrientes são mal absorvidos…

2. A insônia e a diabetes

Este dado é importante: dormir pouco afeta a tolerância à glicose. Assim, podemos desenvolver diabetes.

  • Esse é um problema que pode afetar de forma mais habitual a população mais velha.

  • Ainda assim, sofrer com o sobrepeso e dormir menos de 6 horas também se associa a esse mesmo problema, assim como indicam vários estudos científico

3. Dormir pouco afeta a saúde do seu coração

Dormir três horas a menos do que o que necessitamos a cada dia tem um sério impacto sobre o nosso coração. Imaginemos por um momento que, ao longo de três meses, descansamos entre 4 ou 5 horas por dia.

Apesar de acreditarmos que com isso “já dormimos o suficiente”, nosso corpo não entende assim. De fato, quem mais vai sofrer é o nosso coração.

  • Dormir pouco eleva nossa pressão sanguínea.
  • Altera nosso metabolismo, desenvolve a resistência à insulina.
  • Aumenta a inflamação (os músculos do coração se tornam mais rígidos ao experimentarem um maior estresse).
A falta de sono, assim como indicam vários estudos, é um feroz inimigo do nosso coração.

4. A insônia e a perda de memória

Não é preciso sofrer de insônia crônica para notar como a falta de sono afeta nossa atenção, nossa capacidade de resposta e a concentração.
  • A memória de trabalho é muito afetada quando não dormimos o suficiente. No caso do problema se tornar crônico, isso afetará a nossa qualidade de vida.
  • Aspectos tão comuns como manter uma conversa, lembrar-se de frases ou solucionar problemas de baixo nível de dificuldade se alteram por completo, como nos revelam várias investigações médicas.

5. Quanto mais ansiedade, menos descanso. Quanto menos descanso, mais ansiedade

É um círculo vicioso devastador. O estresse e a ansiedade afetam a qualidade de nosso descanso. No caso do problema se tornar crônico, a situação se intensifica ainda mais.

A mente e o corpo estão intimamente conectados, de modo que essa “dívida de sono” periódica altera nosso equilíbrio interno, nos deixando ainda mais nervosos e excitados.

Para concluir, não hesite em pedir ajuda, em consultar um bom especialista para recuperar a qualidade de seu sono.

Lembre-se do famoso ditado popular que diz: “às vezes a solução de todos os males está num bom descanso”.

Fonte: Melhor com Saúde

Saiba o que você deve evitar se tem uma bexiga hiperativa

Além da ingestão excessiva de água, há determinados alimentos que podem influenciar a bexiga hiperativa e que deveríamos evitar para poder controlá-la.

Uma bexiga hiperativa expulsa urina em qualquer momento e sem controle. Pode ser um problema muito incômodo, mas a boa notícia é que tem solução se for tratado a tempo.

Neste artigo falaremos sobre quais alimentos é melhor não consumir se você sofre com este transtorno.

O que devemos saber sobre a bexiga hiperativa

Antes de mais nada, seria bom aprender um pouco sobre este problema conhecido como “bexiga hiperativa”. Pode-se dizer que uma pessoa o padece se apresenta, pelo menos, dois destes sintomas:

  • Urinar mais de 8 vezes ao dia e 2 vezes à noite (sem ter tomado muito líquido).
  • Vontade repentina e forte de ir ao banheiro.
  • Perda de líquido após ter urinado.
Uma perda de controle da bexiga pode estar relacionada a causas desconhecidas, embora saibamos que os principais desencadeantes são:
  • Nervosismo
  • Estresse
  • Consumo excessivo de café
  • Ingestão alta de água
20% dos casos correspondem a um problema neurológico, como o mal de Parkinson, tumores cerebrais ou de medula.

As pessoas que têm a bexiga hiperativa não se sentem aptas para fazer certas atividades, e muitas sentem vergonha por sua condição de saúde.


A urgência para ir ao banheiro e a perda de urina “no caminho” causam um isolamento social e problemas no trabalho, pois quem sofre está mais preocupado com isso do que com qualquer outra coisa.

Quais alimentos devem ser evitados em casos de bexiga hiperativa

Os tratamentos para esta condição são variados.
  • Alguns são receitados pelo médico (como, por exemplo, uma injeção de toxina botulínica).
  • Outros estão relacionados a nossos hábitos cotidianos: desde exercícios para fortalecer a pélvis à redução do consumo de certas bebidas ou infusões.
Caso sofra de bexiga hiperativa recomendamos não ingerir os seguintes alimentos:

Alimentos picantes

Os temperos indianos, os pratos mexicanos ou asiáticos, podem ser deliciosos, mas também podem fazer mal à nossa saúde urinária.

Se ao comê-los sentimos uma ardência na boca, como não farão o mesmo no revestimento da bexiga?

As comidas e as especiarias picantes pioram os sintomas, por isso recomendamos não as consumir ou reduzir ao mínimo as quantidades quando preparar suas refeições.

Comidas açucaradas

Os doces e qualquer alimento que contenha uma boa dose de açúcar são prejudiciais para a saúde. O mesmo acontece com as sobremesas que contêm adoçantes artificiais.

Todos eles aumentam a vontade de urinar e irritam a bexiga, além de oferecer calorias vazias ao organismo.

Evite as balas, biscoitos, bolos, tortas e demais alimentos açucarados. Em seu lugar, aumente o consumo de frutas e oleaginosas, saudáveis e nutritivos.

Café

A cafeína tem vários efeitos negativos no corpo que vale a pena destacar. Por exemplo, causa hiperatividade a nível cerebral, cardíaco e urinário.

Assim, beber café demais exige um trabalho mais intenso da bexiga, e piora o quadro.

Esta infusão não é a única que pode aumentar a quantidade de urina que eliminamos diariamente, mas também os refrigerantes (principalmente os de cola), alguns tipos de chá e o cacau.

Sucos cítricos ou de mirtilos

É verdade que os mirtilos são ótimos para a saúde cardíaca e sanguínea (são recomendados para pessoas com hipertensão ou diabetes), assim como para combater as infecções urinárias.

No entanto, um dos efeitos colaterais é que podem piorar os sintomas de uma bexiga hiperativa. A acidez destes pequenos frutos pode nos fazer ir mais vezes ao banheiro.

Além disso, também não é recomendável beber sucos ácidos ou cítricos (laranja, toranja, etc), embora tenham a capacidade de fortalecer o sistema imunológico por seu teor de vitamina C.

No caso de ter um problema de incontinência urinária, os componentes destas frutas irritam ainda mais a bexiga.

Álcoo

São muitos os efeitos colaterais do álcool (principalmente quando consumido em excesso). Por ser um diurético potente, pode irritar a bexiga.

Por exemplo, se tomamos uma cerveja, estaremos ingerindo mais líquido, mas também aceleraremos o trabalho dos rins e obrigaremos a bexiga a se esvaziar mais rápido.

Pelo contrário, uma taça de vinho por dia é recomendável para as pessoas com bexiga hiperativa, já que não causa os mesmos efeitos que a cerveja, e tem benefícios para a saúde cardiovascular.

Tomate

Esta fruta é muito ácida e, como tal, piora a saúde da bexiga e do sistema urinário. Além disso, por ter muita água ele se comporta como um potente diurético.

No caso de comer tomate cozido o quadro piora, e mais ainda se for consumido em forma de molho, já que muitas pessoas adicionam açúcar para “mascarar” o sabor ácido (e já falamos que os alimentos açucarados não são aptos para pessoas com incontinência).

Uma boa técnica para que os molhos sejam menos ácidos é adicionar cenoura crua ralada. Também podemos acrescentar um pouco de nata, leite ou até bicarbonato de sódio.
Todos eles atuarão para neutralizar a acidez.
Imagem principal cortesia de © wikiHow.com

Fonte: Melhor com Saúde

sábado, 25 de março de 2017

Estudo revela alimento ainda mais nocivo do que carne vermelha que todos comem

O consumo excessivo de carne vermelha está relacionado a diversos prejuízos à saúde e até mesmo a alguns tipos de cânceres, mas existe um outro ingrediente que é ainda mais nocivo e que está na mesa de praticamente todas as pessoas: o sal refinado.


De acordo com um recente estudo sobre alimentação divulgado pela rede CNN, o sal foi responsável por 9,5% das mortes precoces relacionadas à alimentação, em 2012. O alimento, rico em sódio, aumentam os riscos de óbito por doenças do coração, infartos e diabetes tipo 2.

Prejuízos que o sal traz para a saúde

  • Um dos efeitos imediatos que experimentamos com o consumo excessivo de sal é o inchaço provocado pela retenção de líquidos. O resultado é desconforto abdominal e excesso de toxinas no organismo.
  • Sódio em excesso ainda aumenta a pressão arterial, forçando a parede das artérias, prejudicando assim a saúde do coração.
  • E como a hipertensão está diretamente ligada ao risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), a condição pode aparecer se o consumo de sal for excessivo.
  • Sal em excesso pode até resultar em quadros de osteoporose, pois o sódio reduz a densidade óssea, fazendo com que os ossos percam força. Além disso, ele também interfere na habilidade do organismo de absorver cálcio, importante nutriente para a construção e manutenção de ossos saudáveis.
HandmadePictures/Shutterstock


  • Estudos apontam que um em cada sete casos de câncer gástrico poderia ter sido evitado se o consumo de sal fosse moderado e limitado à quantidade diária recomendada.
  • Insuficiência renal é outro prejuízo que pode ser provocado pelo consumo do sal. Como a função dos rins é filtrar o sangue, a alta ingestão de sódio pode fazer com que o órgão seja incapaz de realizar plenamente suas funções.
  • Por provocar retenção de líquidos, o sal também pode aumentar suas chances de sofrer com dores de cabeça frequente. A condição, aliás, também pode ser um reflexo de pressão alta.
  • Sua dieta também fica comprometida com o exagero na ingestão de sal. Além de causar inchaço, o alimento interfere nas funções renal e digestiva, levando ao aumento de peso.

Como diminuir o consumo de sal

Rodrigobark/Shutterstock


Medidas bastante simples podem evitar a ingestão excessiva de sal. O primeiro passo é substituir o alimento na preparação de pratos por especiarias e temperos de ervas frescas, que garantem sabor de forma bem mais saudável.

Procure colocar sal na comida apenas ao fim do preparo, pois alguns modos de cozimento "roubam" o sal dos alimentos e, na hora da refeição, não deixe o saleiro na mesa, já que muitas vezes adicionamos sal ao prato por hábito, sem mesmo provar antes a preparação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de menos de 2 g de sódio por dia, o que equivale a 5 g de sal. No entanto, no Brasil, um adulto médio consome mais do que o dobro desta quantidade diariamente.


Fonte: VIX -Escrito por Paulo Nobuo

quinta-feira, 23 de março de 2017

Já ouviu falar em Síndrome do Pensamento Acelerado?

É fato que a evolução tecnológica nos permite encontrar informações com muito mais rapidez e facilidade. 


Em consequência dessa possibilidade, que na prática economiza tempo e dinheiro, podemos estar sujeitos a uma “sobrecarga” cerebral. Por exemplo, quando você faz uma pesquisa no Google, automaticamente acaba abrindo vários links em abas diferentes, ao passo de que, também está com Facebook, Twitter e Youtube aberto. Atualmente, isso pode soar como um simples hábito. Contudo, talvez seja por isso que não consigamos perceber o excesso de informação que consumimos e que podem afetar o modo como nosso cérebro trabalha.

Conforme relatado pelo Catraca Livre, a síndrome do pensamento acelerado é uma condição moderna, consequência do ritmo alucinante das grandes cidades. Essa “overdose” de informações diárias afeta diretamente a saúde emocional de uma pessoa. No entanto, essa síndrome não é considerada doença pelos especialistas. Na verdade, está vinculada a um quadro de transtorno de ansiedade.


Essa síndrome é mais comum em pessoas adultas, devido as suas obrigações profissionais. Assim, muitas das vezes, elas são impedidas de se afastarem de suas atividades por sequer um minuto, com medo de comprometer o trabalho. Executivos, jornalistas, escritores, professores, publicitários e profissionais da saúde, são bons exemplos dessa vulnerabilidade.

Entre os sintomas mais conhecidos, está a sensação de ser “esmagado” pela rotina, quando a pessoa acha que 24 horas não são suficientes para cumprir todas as tarefas diárias; cansaço físico, falta de memória, déficit de atenção e alterações no padrão de sono. Além disso, são observadas alterações de humor e esgotamento mental – já que o córtex cerebral “rouba” toda a energia que deveria ser aplicada aos músculos e órgãos.

Para lidar com essa síndrome, é aconselhável tentar “driblar” a rotina e diminuir o ritmo frenético dela. Ao invés de computadores e celulares, tentar praticar um pouco mais de atividades ao ar livre, como caminhadas e ter mais contato com a natureza. Além disso, descobrir novos hobbies que não envolvam uma tela também pode ajudar.

[ Catraca Livre ] [ Fotos: Reprodução / Catraca Livre ] Via Jornal Ciência

Faça o teste da colher e comprove em 1 minuto se você corre o risco de ter uma doença.

Tudo que você precisa é de uma colher, um saco de plástico e 60 segundos para esse teste...
 

Este método para medir a saúde de seus órgãos internos é rápido, e o melhor de tudo, você pode fazer em casa. 

Você pode verificar o status do seu sistema respiratório, metabolismo, hormônios, intestinos, e até mesmo os seus rins, com este teste super simples.

 Saiba como funciona abaixo:

Procedimento

Primeiramente, basta raspar sua língua, de preferência a parte de trás da língua, perto da garganta, com a parte da frente da colher, até que você tenha recolhido uma boa quantidade de saliva. (Em jejum pela manhã).

Em seguida, coloque a colher no saco plástico .
Você vai manter a colher no saco durante 1minuto sob uma luz. Quanto mais forte a lâmpada, mais eficaz será os resultados. 

Após um minuto você vai dar uma olhada na colher.
Se a colher está limpa, sem cor, parabéns! Você esta bastante saudável.


Com a colher sob a luz, verifique:
  • Laranja, isto pode indicar problemas renais, até mesmo doença renal crônica.
  • Roxo,  pode indicar níveis elevados de colesterol, má circulação, ou até mesmo bronquite.
  • Branco, então você provavelmente tem uma infecção respiratória.
  • Espesso amarelo ou branco, isto pode indicar um problema da tiróide ou de um desequilíbrio na boca.
Lembrando que qualquer teste não substitui a avaliação de um médico, por isso procure sempre seu médico para que ele possa diagnosticar e indicar o tratamento ideal. 
Fonte: Mulheres com Estilo