quinta-feira, 23 de março de 2017

Já ouviu falar em Síndrome do Pensamento Acelerado?

É fato que a evolução tecnológica nos permite encontrar informações com muito mais rapidez e facilidade. 


Em consequência dessa possibilidade, que na prática economiza tempo e dinheiro, podemos estar sujeitos a uma “sobrecarga” cerebral. Por exemplo, quando você faz uma pesquisa no Google, automaticamente acaba abrindo vários links em abas diferentes, ao passo de que, também está com Facebook, Twitter e Youtube aberto. Atualmente, isso pode soar como um simples hábito. Contudo, talvez seja por isso que não consigamos perceber o excesso de informação que consumimos e que podem afetar o modo como nosso cérebro trabalha.

Conforme relatado pelo Catraca Livre, a síndrome do pensamento acelerado é uma condição moderna, consequência do ritmo alucinante das grandes cidades. Essa “overdose” de informações diárias afeta diretamente a saúde emocional de uma pessoa. No entanto, essa síndrome não é considerada doença pelos especialistas. Na verdade, está vinculada a um quadro de transtorno de ansiedade.


Essa síndrome é mais comum em pessoas adultas, devido as suas obrigações profissionais. Assim, muitas das vezes, elas são impedidas de se afastarem de suas atividades por sequer um minuto, com medo de comprometer o trabalho. Executivos, jornalistas, escritores, professores, publicitários e profissionais da saúde, são bons exemplos dessa vulnerabilidade.

Entre os sintomas mais conhecidos, está a sensação de ser “esmagado” pela rotina, quando a pessoa acha que 24 horas não são suficientes para cumprir todas as tarefas diárias; cansaço físico, falta de memória, déficit de atenção e alterações no padrão de sono. Além disso, são observadas alterações de humor e esgotamento mental – já que o córtex cerebral “rouba” toda a energia que deveria ser aplicada aos músculos e órgãos.

Para lidar com essa síndrome, é aconselhável tentar “driblar” a rotina e diminuir o ritmo frenético dela. Ao invés de computadores e celulares, tentar praticar um pouco mais de atividades ao ar livre, como caminhadas e ter mais contato com a natureza. Além disso, descobrir novos hobbies que não envolvam uma tela também pode ajudar.

[ Catraca Livre ] [ Fotos: Reprodução / Catraca Livre ] Via Jornal Ciência

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