quinta-feira, 29 de junho de 2017

5 informações importantes sobre doenças pneumocócicas

Entenda mais sobre as causas das doenças pneumocócicas que acometem crianças e adultos, como é possível tratá-las e quais são as formas de prevenção



1. O que é?
Um grupo de doenças originadas pela bactéria pneumococo. Há duas versões: a não invasiva que atinge os pulmões, e não é detectada na corrente sanguínea; e a invasiva que afeta o sangue e também outros lugares que costumam ser livres de micro-organismos como tecidos e fluídos cerebrais e da medula espinhal.

2. Como se manifesta?
Em forma de meningite (processo infeccioso em torno do cérebro e da medula espinhal), otite (infecção no ouvido) e sinusite (inflamação das cavidades nasais), além de bacteremia (infecção na corrente sanguínea) e pneumonia cujos sintomas são dor no tórax, tosse com bastante secreção, falta de ar, taquicardia, febre alta e mal-estar generalizado.

3. Transmissão
A contaminação ocorre por meio do contato com gotas de saliva, e as aglomerações propiciam o contágio. No grupo de risco, estão as crianças com menos de dois anos de idade e que frequentam creches, assim como tabagistas e idosos com doenças crônicas, condições que afetam a imunidade.


4. Prevenção
O conselho médico é levar uma vida saudável, antitabagista, que inclua a prática de atividades físicas regulares, além de uma boa alimentação. Essa combinação ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Além dos hábitos já citados, um meio eficaz de prevenção é a vacina conjugada.


5. Tratamento
A doença é tratada com antibióticos. Em casos mais severos, usam-se os remédios à base de penicilina. Se estiver na forma mais invasiva, o médico deverá detectar a presença da bactéria e, dessa forma, administrar o fármaco correto. Já para o tipo menos invasivo, o especialista deverá agir conforme o histórico do paciente e os resultados dos exames clínicos.


*Por Jhennifer Moisés | Infográfico Luiz Lentini | Fonte Rosana Richtmann, infectologista | Adaptação Kelly Miyazzato.

Fonte: Revista VivaSaúde

Os 3 tipos de inteligência que você precisa conquistar

Como você sabe se uma pessoa é inteligente? Você avalia se ela é boa em resolver problemas de matemática ou se tem notas boas na escola? Para o psicólogo e professor da Cornell University (EUA) Robert Sternberg, a inteligência não é tão simples assim. A inteligência é resultado da interação entre os aspectos analíticos, práticos e criativos da mente. Isso é chamado de “teoria triádica da inteligência”.

1. Inteligência analítica
Este é o poder puro do cérebro com o qual você processa as informações. Ele é exigido quando você precisa analisar alguma coisa ou resolver problemas. Este tipo de inteligência é medido através de testes como de QI. Por isso, Sternberg aponta que esses testes são totalmente inadequados para medir a inteligência geral, já que focam em apenas uma parte dela.

2. Inteligência criativa
Ela é utilizada quando a pessoa precisa pensar de forma criativa para se ajustar a situações novas. Esse tipo de inteligência também é responsável por sintetizar informações e fornecer insights. É também ter a habilidade de usar o conhecimento e habilidades que a pessoa já tinha para lidar com situações fora do comum.

3. Inteligência prática
Esse tipo de inteligência envolve a habilidade de lidar com tarefas do dia a dia no mundo real. ou seja, testes de QI definitivamente não medem esse tipo de inteligência. Ela mostra como uma pessoa lida com o ambiente externo. Ela também é usada para adaptar ou transformar o mundo ao seu redor. “Comportamento inteligente envolve adaptação ao ambiente, mudar seu ambiente ou selecionar um ambiente melhor”, explica Sternberg.

Quando esse tipo de inteligência é medido, também são analisados fatores como a parte emocional e o temperamento da pessoa, que também influenciam como uma pessoa toma decisões. Um líder, aquele que tem habilidade em entender e motivar as pessoas além de delegar responsabilidades para os indivíduos ideais conseguem notas altas nesse tipo de test.

Um aspecto importante da inteligência prática é a habilidade de aprender. Para adquirir conhecimento, não é suficiente ter experiências, mas aprender com elas para conseguir informações importantes que podem ser adaptadas para outras situações.

Sternberg classifica uma pessoa como inteligente se ela conseguir encontrar o equilíbrio ideal entre as diferentes habilidades mentais quando enfrenta problemas. Ele também acredita que é possível ser ótimo em mais de um tipo de inteligência. Muitas pessoas usam as três ao mesmo tempo, de forma intensa. Esse pode ser um dos motivos para que elas atinjam sucesso na vida.

 “Prefiro me referir a isso como ‘inteligência de sucesso’. E o motivo para isso é na ênfase do uso da inteligência para atingir o sucesso na vida. Então eu defino isso como uma habilidade em atingir o que você deseja dentro do seu contexto sociocultural. Isso significa que pessoas têm diferentes objetivos para si mesmas, e para algumas é conseguir boas notas na escola e ir bem nas provas, e para outros é ser um ótimo jogador de basquete ou ser um músico ou atriz”, explica ele.

Para quem ainda não chegou lá, o psicólogo diz que é importante tentar identificar as áreas que precisam ser trabalhadas e tentar procurar ajuda para superar essas deficiências.

Outro fator importante é saber quando desistir. “Ter inteligência de sucesso significa saber quando você está no lugar errado no momento errado. No emprego errado, no relacionamento errado, vivendo no local errado”, exemplifica ele. [Bigthink]


Fonte: http://hypescience.com/os-3-tipos-de-inteligencia-que-voce-precisa-conquistar/ -  Por: Juliana Blume / Via professor José Costa

Sintomas de bruxismo: você pode não notar, mas ele deixa 4 vestígios durante o dia

Yuriy Maksymiv/shutterstock
Descobrir um problema do sono não é tarefa fácil, já que o fato de dormirmos faz com que muitos sinais passem despercebidos. Porém, há problemas que deixam vestígios durante o dia, como o bruxismo, hábito de apertar os dentes de cima contra os de baixo.

A seguir, aprenda a identificar os sintomas do bruxismo:


O que é bruxismo?

Segundo o neurologista Shigueo Yonekura, médico do Instituto de Medicina e Sono de Campinas e Piracicaba e especialista em distúrbios do sono pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), bruxismo é um distúrbio marcado por ranger os dentes.


O movimento é involuntário e ocorre principalmente à noite, quando o paciente dorme e deixa de ter controle sob a musculatura. Entretanto, também existe o bruxismo em vigília, uma forma do problema que ocorre enquanto acordado.


Suas causas mais comuns são psicológicas, como estresse e ansiedade, mas ainda podem ser físicas, como alinhamento anormal dos dentes, doença de Parkinson ou apneia dos sono.

Principais sintomas de bruxismo do sono

 

Grande parte dos pacientes aprende a identificar o bruxismo ao ouvir o relato de um familiar ou companheiro de que bate os dentes à noite. No entanto, outra maneira é observar sintomas como:
  • Dor e estalos na mandíbula
  • Dor e zumbido de ouvido
  • Dor de cabeça
  • Dor ou cansaço nos músculos da face

Consequências

A disfunção pode prejudicar a saúde de diversas maneiras. Além das dores presentes nos sintomas de bruxismo, se não tratado, o atrito prolongado entre os dentes deixa os dentes achatados, lascados, soltos e até mesmo quebrados. Um exemplo é a perda dos dentes da atriz Demi Moore, provavelmente causada por bruxismo decorrente de estresse.


Ainda pode haver desgaste do esmalte, aumento da sensibilidade dentária, alterações na gengiva e disfunções da mandíbula.

Diagnóstico

Para identificar e avaliar o grau de bruxismo, além do relato dos sintomas e da avaliação clínica, é necessário realizar o exame de polissonografia. Nele, o paciente passa uma noite com eletrodos fixados em sua pele e tem diversas funções eletrofisiológicas monitoradas, como atividade cerebral, respiração e movimentação dos músculos.

Tratamento

VvoeVale/IStock

 O distúrbio não tem cura, mas pode ser controlado a partir dos cuidados adequados.

"O tratamento varia de acordo com as causas do problema. O principal auxiliador é o dentista, que pode indicar dispositivos para dormir, como placas dentárias que evitam o atrito entre os dentes", explica o neurologista.

Ainda pode ser necessário o uso de remédios para ansiedade e psicoterapia para aliviar quadros ansiosos e estresse.

Por fim, a adoção de hábitos saudáveis e a prática de atividades relaxantes, como meditação, ioga e acupuntura ajudam quem desconta a tensão nos dentes.


Fonte: VIX - Escrito por Ligia Lotério

Dormir mais de 10 horas por noite eleva risco de infarto e AVC

Dormir mais horas do que o necessário traz mais riscos de problemas cardiovasculares do que dormir pouco. O alerta foi feito por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto do Sono na última edição do World Congress on Brain, Behavior and Emotions, congresso sobre o cérebro realizado em Porto Alegre entre os dias 14 e 17 deste mês.


Em um dos painéis do evento, os cientistas apresentaram evidências de uma série de estudos nacionais e internacionais que identificaram os riscos à saúde associados à prática de ter muitas ou poucas horas de sono por noite.

Em pesquisa da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, e publicada no periódico Sleep Medicine neste ano, os autores concluíram que dormir de duas a quatro horas por noite aumenta em duas vezes o risco de sofrer infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC). Já entre os que dormem mais de dez horas, esse risco é sete vezes maior.

Pesquisadora da Unifesp e palestrante do congresso, Lenise Jihe Kim explica que o fenômeno pode estar associado às características do sono de quem dorme demais. “Basicamente, os grandes dormidores teriam maiores despertares durante a noite, ou seja, um sono mais fragmentado. E a cada despertar a gente eleva a pressão arterial e a frequência cardíaca. Isso, cronicamente, leva à hipertensão e à inflamação, alterações cardiometabólicas que favorecem um AVC ou um infarto”, diz ela.

A especialista explica que, até há poucos anos, os estudos dessa temática ficavam mais restritos aos riscos da privação do sono e não do excesso dele. “O assunto dos grandes dormidores é muito recente. Temos registros de alguns estudos um pouco mais antigos, mas pesquisas epidemiológicas com evidências populacionais são de 2016 para 2017”, diz.

Muitas horas de sono

Um dos primeiros estudos que já apontavam os riscos de passar muitas horas na cama — conduzido por pesquisadores de Baltimore, nos Estados Unidos, e publicado em 2009 no periódico Journal of Sleep Research — mostrou que o risco de morrer por uma doença cardiovascular era 38% maior entre os que dormem muito em comparação com quem dorme oito horas por noite. O índice é bem maior do que o encontrado entre os que dormem pouco. Nesse grupo, o risco de mortalidade era 6% maior.

Lenise explica que uma das hipóteses para o dado é que a pessoa que dorme demais, ao contrário daquele que sofre com insônia, não enxerga em si um problema de saúde. “Ela não reconhece bem os sintomas, acha que, por ter a oportunidade de dormir mais, não tem problemas e não procura serviços médicos. Mas a verdade é que os que dormem mais horas costumam sofrer mais com problemas como ronco e apneia do sono”, relata.

A especialista ressalta que não é só o número de horas que define um “grande dormidor”. “São aquelas pessoas que dormem mais do que a média da população, que é de sete a oito horas por noite, mas que fazem isso porque precisam dessa quantidade de horas. Não é simplesmente porque têm uma oportunidade de dormir mais em um fim de semana, por exemplo, é porque têm a necessidade de dormir muito para se sentirem bem no dia seguinte”, afirma.

Outros riscos

No outro extremo, o dos que passam poucas horas na cama, os pesquisadores apontaram como riscos problemas cardiovasculares, obesidade e outras doenças associadas ao excesso de peso.

“Dormir de duas a quatro horas por noite eleva o risco de ganhar peso em 200%. O motivo é que a restrição de sono provoca alterações metabólicas que alteram hormônios. Isso aumenta a nossa fome e diminui a sensação de saciedade. Ou seja, sem dormir direito, você vai comer mais do que comeria em um dia normal e vai preferir comidas calóricas, ricas em gordura e açúcares”, explica Monica L. Andersen, diretora do Instituto do Sono, professora da Unifesp e também palestrante do congresso.

Tumor

O sistema de defesa do organismo também fica mais frágil com a privação de sono, segundo Sergio Tufik, presidente do instituto e também professor da Unifesp. “Dormir pouco prejudica o sistema imunológico e deixa nosso corpo mais suscetível até mesmo ao crescimento de células tumorais. Essas células estão presentes em todas as pessoas, mas, com o sistema de defesa funcionando bem, a chance de as combatermos é maior”, explica.

Fonte: VEJA  - (Com Estadão Conteúdo)

terça-feira, 27 de junho de 2017

A história do menino que sobreviveu na natureza entre os lobos

“Eu tenho a sensação de ter aprendido muito com os lobos e pouco com os homens”. Esta é a frase que define perfeitamente grande parte da vida de Marcos Rodríguez Pantoja, o menino de Cazorla, que viveu durante o período pós-guerra no meio da natureza, tendo os lobos como única companhia.


Durante doze anos da sua vida Marcos foi forçado a sobreviver e conseguiu: aprendeu a caçar o seu próprio alimento, fazer as suas roupas e viver em bando.

Seu pai, que não tinha meios para mantê-lo, o vendeu para um pastor que morreu na floresta, deixando-o completamente sozinho quando ele tinha sete anos. Ninguém poderia imaginar que doze anos depois esta criança tivesse conseguido sobreviver e se tornado um homem forte de dezenove anos.


Até hoje, Marcos sente que não se adaptou completamente à sociedade e acredita que o mundo dos homens é muito superficial: “as pessoas se preocupam com as roupas que vestimos, se fazemos ou não uma boa combinação das peças”.


Ele não consegue entender por que os seres humanos se queixam tanto, quando na realidade têm tudo para seguir em frente, sobreviver e ser feliz. Ele diz que o período que passou na floresta foi a época mais feliz da sua vida, especialmente porque ele aprendeu a caçar e nunca lhe faltava comida.

Os lobos eram a sua única família

Quando Marcos ficou sozinho na floresta, jamais imaginou que encontraria outra família para acolhê-lo. No entanto, uma alcateia de lobos decidiu adotá-lo. Começaram por lhe ceder as sobras da comida que haviam caçado. Aos poucos, os lobos mais velhos começaram a tratá-lo como um filhote.



Ao contrário do que você pode acreditar, o pequeno Marcos não queria voltar para a sociedade. Quando criança, ele havia sofrido com os maus-tratos da sua madrasta e a negligência do seu pai. Ele sentiu na pele o ódio, a crueldade, a fome, a pobreza e, portanto, rejeitava tudo o que tinha a ver com esse mundo.


Na natureza, ele se sentia amado pelos animais: as raposas, os ratos, e acima de tudo, os lobos, cuidavam dele como ninguém havia feito antes.
O antropólogo que escreveu a tese sobre este caso, Gabriel Janer, diz que Marcos não está inventando nada, mas imaginando um amor que possa cobrir a sua necessidade de afeto, o amor que não recebeu quando era criança.


E os lobos conseguiram suprir. Graças a eles, Marcos se sentia amado, cuidado e, isso contribuiu para que fosse feliz na natureza. Quando ele se lembra do dia em que a Guarda Civil o encontrou e o trouxeram de volta para a sociedade, não sabe se eles fizeram algo bom ou ruim, porque a partir dali começou para ele a dura vida do homem; na sua opinião, mais difícil do que na natureza.

A vida em sociedade

Voltar para a sociedade significa fazer coisas que talvez você não queira fazer: trabalhar para ganhar dinheiro e comprar comida, sofrer com a inveja, o ressentimento e a zombaria dos outros homens. De acordo com Marcos, vivendo com os lobos ele não precisou enfrentar nada disso.


Desde que chegou ao mundo dos humanos, estão sempre tentando enganá-lo, tiram proveito da sua ingenuidade. “Eu não sabia o que era o dinheiro e não me importava com ele. Eu não entendia por que precisava de dinheiro para comer uma maçã “.


A sociedade, como a conhecemos, é caracterizada por incutir no homem uma série de necessidades que ele realmente não tem. São as falsas necessidades.
 As pessoas sofrem por causa destas pseudonecessidades, quando na verdade já temos tudo que é necessário para viver bem. A publicidade enganosa com que somos bombardeados tem uma grande parcela de culpa, mas nós potencializamos o seu efeito quando apoiamos as ideias que outros defendem e que só favorecem os seus interesses.
Marcos não entende por que as pessoas se queixam tanto em um mundo de tanta abundância. Não é preciso caçar, compramos roupas prontas, temos água limpa e é fácil viver sob um teto. E então?


Nós vivemos em uma sociedade que busca nos controlar, nos manipular para que façamos o que ela quer: consumir, dizer a hora em que devemos nos levantar, como devemos nos vestir ou que trabalho podemos exercer. É por isso que nós sofremos. Esta desnaturalização do ser humano traz profundos sentimentos de ansiedade.


Marcos diz que com ele isto não acontecia, ele vivia somente o presente. “Eu só sabia que o sol nascia e, depois de um tempo, chegava a escuridão, nada mais.” Este modo de viver o dia o tornava livre e, portanto, uma pessoa feliz”.
 É verdade que nenhum de nós viverá a vida de Marcos, mas nos faria bem se começássemos a nos livrar de necessidades absurdas; podemos caminhar mais rápido com uma bagagem mais leve e observar a abundância que temos ao nosso redor. Tudo isso nos dará asas e lucidez para descartar muito sofrimento desnecessário.
Fonte: A mente é maravilhosa

Coçar os olhos pode causar miopia e outros problemas irreversíveis na visão

Image Source/iStock
Quem é alérgico, vive coçando os olhos, o nariz, tossindo, espirrando e faz tudo isso quase que de forma automática. Se você faz isso e acha que não tem problema nenhum, saiba que as mãos nem precisam estar contaminadas para que você desenvolva um problema de saúde.


E não só os alérgicos que estão expostos a este risco. De acordo com o oftalmologista da clínica Oftalmed Marcos Ferraz, os olhos não foram feitos para ser tocados, muito menos coçados e, apesar de não doer, esfregar a mão sobre os olhos pode causar problemas de visão.

Perigo de coçar os olhos

Ferraz explica que ao coçarmos os olhos pode ocorrer a ruptura de fibras de colágeno da córnea e isto pode levar ao aumento do diâmetro dos olhos e alterações no formato da córnea.

Problemas de visão 

SG SHOT/Shutterstock
“Astigmatismo, miopia e ceratocone são problemas causados pela mudança na curvatura da córnea e o hábito de coçar os olhos pode provocar esta alteração”, explica o oftalmologista.


O ceratocone é uma alteração na curvatura da córnea que faz com que ela fique com uma ponta e perca o seu formato original. Em casos bem avançados, é possível detectar a mudança a olho nu. Outro grave problema que este hábito pode causar é o deslocamento da retina.


Além destes problemas mais graves, quando as mãos entram em contato com os olhos, elas também podem transmitir vírus e bactérias que dão origem a inflamações e infecções, como tersol e conjuntivite.


Grupos de mais risco 

scyther5/iStock
Segundo Ferraz, se você é alérgico ou usa lentes de contato, precisa ter atenção redobrada porque as chances de coceira na região dos olhos são maiores.


“Seis em cada 10 pacientes alérgicos têm conjuntivite alérgica e ela pode provocar coceira. Além disso, os pacientes alérgicos têm muito mais ceratocone, que são as alterações na córnea”, comenta o oftalmologista.


Já as pessoas que usam lente de contato devem retirar as lentes caso sintam algum desconforto porque pressionar as lentes dentro dos olhos pode causar rupturas na córnea e infecções.


Coceira nos olhos: o que fazer?

DawcnPoland/iStok
Se você sente vontade coçar os olhos frequentemente ou observa que um ou ambos os olhos ficam irritados com frequência, deve procurar um oftalmologista para que ele faça uma avaliação para entender o que pode estar causando estes desconfortos.


Apesar de grande parte dos casos estarem relacionados a alergias, a coceira na região dos olhos também pode ser sintoma de problemas oftalmológicos, como a síndrome do olho seco (disfunção lacrimal) e conjuntivite. 

Tratamento

sezer66/iStock

 “Se for devido a uma alergia, é preciso que o tratamento seja feito de forma sistêmica – ou seja, a pessoa deve tratar a alergia e também deve usar colírios prescritos a ela”, comenta Ferraz.

Como alguns colírios são vendidos sem prescrição médica, algumas pessoas acabam camuflando o problema sem procurar ajuda médica. Não faça isso!


O oftalmologista alerta que existem inúmeros tipos de colírio e que primeiro é indispensável conhecer a causa do problema para que o colírio correto seja indicado. Desta forma, é possível tratar o problema e minimizar o desconforto.


Fonte: VIX - Escrito por Giovanna Mazzeo

Por que ficamos arrepiados quando sentimos medo?

Foto.fritz/Shutterstock
Uma brisa inesperada e gélida instantaneamente deixa nossos pelos arrepiados, reproduzindo uma resposta natural do corpo que aumenta a camada isolante na pele para amenizar a sensação. Até aí, tudo bem. Mas por que também ficamos arrepiados quando sentimos medo? Existe uma relação entre os dois tipos de movimento involuntário dos pelos?

Arrepio é um mecanismo de defesa

Quem tem gato em casa provavelmente já deve ter notado que, quando assustados, eles costumam eriçar e arrepiar os pelos, especialmente os da cauda. O fenômeno que ocorre entre os humanos possui a mesma raiz: parecer fisicamente maior diante de uma suposta ameaça.


Mesmo possuindo muito menos pelos que os gatos e outros felinos, nosso corpo reage da mesma forma como um resquício evolutivo de um período em que éramos peludos e um maior volume corporal representava um mecanismo de defesa para afastar ou pelo menos assustar um possível predador.


O arrepio de frio e o de medo estão relacionados, já que, ao enfrentar uma situação de susto, pavor ou grande emoção inesperada até mesmo banal, como ao ver um filme de terror, também sentimos o calafrio, ou o tal “frio na espinha”.

Fonte: VIX-  Escrito por Paulo Nobuo

Por que bocejamos? Desidratação, imitação e doenças estão entre as mais de 20 causas

WAYHOME studio/shutterstock
O corpo humano é cheio de particularidades que passam batido pela maior parte das pessoas. Uma delas é o significado de bocejar. Essa ação é muito mais do que um ato involuntário que surge quando há sono ou cansaço, visto que pode ser fruto de uma imitação natural do nosso cérebro e até mesmo de doenças. Entenda: 

O que é o bocejo, afinal?

O psiquiatra Rafael Brandes Lourenço, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e médico do sono pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), explica que bocejo é um reflexo caracterizado pela inspiração de ar pela boca aberta e contração do músculo da audição, seguido por uma intensa expiração.


Em consequência, o fluxo de oxigênio do organismo é aumentado.

Causas do bocejo

Ainda não se sabe ao certo qual área do cérebro ou situação o motiva. "O bocejo é estudado há mais de 200 anos e existem várias teorias sobre o que o acarreta", diz o psiquiatra.


Entre as possibilidades está o sono, tédio, cansaço e inclusive um instinto de intimidação ao outro, já que quem boceja revela a dentição. O especialista também explica que a ação pode estar ligada à fome ou ao estresse.


Ainda há quem afirme que bocejar refrigera o cérebro, no entanto, o médico defende que, como especialista do sono, bocejo é um sinal que surge na transição cerebral entre o estado acordado e o sono. "É um sinal do corpo de que nosso metabolismo está desacelerando e que gostaríamos de dormir naquele momento, seja por insônia, uma refeição mais pesada ou um assunto entediante", ressalta.

Bocejo é contagioso?

Quem nunca teve vontade de bocejar após ver um colega fazer o mesmo? O fenômeno é explicado pela ciência: não é que o bocejo seja contagioso, mas ele desencadeia um comportamento de imitação tanto em animais quanto em humanos.




A culpa é dos neurônios-espelhos, um conjunto de estruturas responsáveis pelo aprendizado baseado em outras pessoas, como movimentos das pernas e o próprio bocejo. Inclusive, a simples menção a palavra bocejo pode produzir o reflexo.


É agradável bocejar, mas a ação natural é mais eficaz em aumentar o fluxo de ar do que a imitada. 

Bocejar em excesso: sinal de doenças

Bocejar demais pode ser sinal de doenças como apneia do sono, narcolepsia, anemia ou hipotireoidismo, visto que tais estados causam fadiga e sonolência.


Alguns medicamentos causam cansaço excessivo, como certos tipos de antidepressivos e analgésicos, e consequentemente acarretam a reação.

O reflexo ainda pode ser um sinal de síndrome vasovagal, problemas hepáticos, tumor no cérebro, desidratação, ataque cardíaco, epilepsia, AVC, esclerose múltipla, epilepsia e dissecção de aorta.

O que fazer?

O bocejo é um ato normal e inofensivo. Contudo, se ocorrer demais, mesmo após dormir, busque auxílio de um neurologista, que poderá analisar se o que causa bocejo é natural ou fruto de alguma condição.


Fonte: VIX - Escrito por Ligia Lotério

sábado, 24 de junho de 2017

Uma abençoada noite para todos !!


Cristiano Araújo pode ter CD de inéditas e virar filme

                                                         Divulgação

Fãs do sertanejo Cristiano Araújo devem ter uma surpresa ainda neste ano. Um CD com pelo menos 14 músicas inéditas pode ser lançado no segundo semestre e a família trabalha para a realização de um filme sobre a trajetória do artista.


Neste sábado (24), a morte do cantor e de sua namorada, a estudante Allana Moraes, completa dois anos.O produtor-executivo de Cristiano Araújo, Rafael Vanucci, que hoje atua com o irmão do sertanejo, Felipe, afirma que o CD de inéditas deve ser finalizado dentro de um mês.

Já o filme ainda está em processo de captação de recursos, assim como um DVD de um show realizado em Brasília um mês antes da morte de Cristiano. Nenhum dos dois tem previsão de lançamento."Temos alguns projetos em andamento. Queremos achar o momento ideal para fazer, estamos estudando qual dos projetos vamos lançar primeiro, para evitar começar e não terminar, explica o produtor".


Nesta quinta-feira (22), familiares e amigos celebraram uma missa na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, em Goiânia, em memória de Allana e Cristiano.

A família quis algo mais simples e fechado. "Decidimos não falar, nem fazer nenhum programa de TV", diz Vanucci.

Em 2016 o local, frequentado pelo sertanejo antes e depois da fama, recebeu uma grande missa no aniversário de um ano da morte do casal. O evento reuniu milhares de pessoas e teve até uma projeção 3D do cantor.

A celebração foi presidida pelo padre Marcos Rogério, amigo de Cristiano e de seus familiares.

EM FAMÍLIA
Cristiano deixou dois filhos: João Gabriel, 8, fruto do relacionamento com Luana Rodrigues, e o caçula Bernardo, 4, com Elisa Leite. Nas redes sociais, as mães costumam registrar o dia a dia dos meninos e também compartilham a saudade do pai.

Já o irmão do artista, Felipe Araújo, 21, trilha os passos do sertanejo. Há um ano, lançou o DVD 1dois3, que contabiliza sucessos como "A mala é falsa amor", com mais de 119 milhões de visualizações no YouTube.

O trabalho, aliás, conta com uma participação do próprio Cristiano. Em uma montagem, eles dividem os vocais na música "Perdeu o cara errado", composição de Felipe gravada pelo irmão, no DVD "In the Cities", seu último trabalho.


ACIDENTE FATAL
Um acidente de carro interrompeu a trajetória de Cristiano Araújo, aos 29 anos. Ele retornava para Goiânia de um show realizado em Itumbiara, no Sul de Goiás, junto com a namorada, a estudante Allana Moraes, 19, quando a Range Rover em que estavam capotou, na madrugada do dia 24 de junho de 2015. Com informações da Folhapress. 

Fonte: Fama ao Minuto

Brasil é o provável ninho da próxima grande epidemia global (e a culpa é dos morcegos)

BOLDG/StockSmartStart/Shutterstock
Ao redor de todo o planeta, nenhum lugar corre tanto risco de abrigar a próxima grande ameaça para a saúde mundial do que o Brasil. É o que diz o estudo “Traços hospedeiros e virais preveem derrame zoonótico de mamíferos” [tradução livre] realizado pela agência norte-americana EcoHealth Alliance e publicado na revista científica Nature. Entenda a seguir os motivos para isso. 

Mapa mundial dos vírus

Os pesquisadores analisaram todos os 586 vírus conhecidos que podem infectar até 754 espécies de mamíferos catalogadas; a investigação incluiu também 188 infecções zoonóticas, ou seja, aquelas que afetam o organismo humano e de outros mamíferos.


 No corpo humano, vírus podem ser a causa de pequenos resfriados que rapidamente cessam, mas são também responsáveis pelas duas últimas grandes epidemias que assustaram o mundo, ambas iniciadas em vírus de outros mamíferos: o HIV, original dos chimpanzés, e o Ebola, original dos morcegos.

Culpa é dos morcegos

Os responsáveis por esta potencial nova epidemia global são os morcegos, segundo a pesquisa. Foi constatado que a espécie de mamíferos voadores carrega maior quantidade de vírus que podem afetar mais gravemente a saúde humana.


O trabalho de cruzamento de informações entre os vírus, as infecções zoonóticas e a condição hospedeira e parasitária dos mamíferos detectou que é 70% mais provável morcegos carregarem os vírus que outros animais: o estudo prevê, em média, 17 infecções zoonóticas em cada uma das espécies de morcegos, e dez em cada espécie de primatas e roedores.
Benjamin B/Shutterstock

“A maioria das doenças infecciosas emergentes humanas são zoonóticas, com vírus que se originam em mamíferos selvagens”, diz o artigo. “Demonstramos que os morcegos possuem uma proporção significativamente maior de vírus zoonóticos do que todas as outras ordens de mamíferos. Também identificamos as taxas e as regiões geográficas com o maior número estimado de "vírus desaparecidos" e "zoonoses desaparecidas" e, portanto, de maior valor para vigilância futura”.



Segundo a pesquisa, se considerarmos a segunda maior ameaça de transmissão de vírus entre os mamíferos, os animais selvagens carnívoros, as costas leste e oeste da América do Norte e o leste africano são as regiões mais perigosas.

Predominância no Brasil

Os mamíferos de asas habitam diversos lugares do planeta, mas são as espécies concentradas principalmente na Amazônia as que apresentam mais risco à humanidade - Centro-Oeste e Sudeste brasileiros, centro-leste africano e sudeste asiático, nesta ordem, aparecem como potenciais nascedouros de novas epidemias.

Fonte: VIX - Escrito por Luiz Felipe Silva

8 fatos surpreendentes sobre saúde do homem mostram porque mulheres vivem mais

MoQcCa/shutterstock
Expectativa de vida, má alimentação, consumo de álcool, de tabaco e mais doenças… São muitos os índices em que o homem apresenta números muito piores que as mulheres no quesito saúde. As evidências demonstram que a população masculina vive menos e tem sua qualidade de vida como resultado de um estilo de vida menos saudável e falta de cuidados com seu corpo.


Listamos aqui oito sinais de atenção para os homens:


Homens vivem menos por causa de seus cérebros

A expectativa de vida média dos brasileiros é bem inferior à das brasileiras. A população geral de nosso país vive 75,5 anos, sendo que as mulheres vivem até os 79,1. Para os homens, a expectativa é de apenas 71,9 anos. E não é um fenômeno tipicamente brasileiro, não. Nos EUA a tendência é a mesma: mulheres vivem até 81,2 anos, enquanto homens, 76,3 anos.


Segundo estudo do professor Robert Shmerling, da Universidade de Harvard, parte da explicação para isso está no “destino biológico” masculino. Ele explica que o lobo frontal do cérebro, que é a região que controla julgamentos e consequências, se desenvolve mais lentamente em homens que em mulheres. Isso explicaria porque a população masculina se envolve muito mais em acidentes ou episódios de violência, ou mesmo porque bebem, fumam e comem mal.

Mais sal, gordura e refrigerante

A falta de cuidado na alimentação também é uma característica prioritariamente masculina, e envolve consumo de açúcares, sal e gordura. Um dos índices que mede consumo de açúcares é a ingestão de refrigerantes: no Brasil, 25% dos homens tomam regularmente; mulheres são 19%.


Em relação à alimentação excessiva de sal em sua dieta, 16% dos homens brasileiros estão acima do recomendado; são 12% das mulheres. A diferença mais nítida é na quantidade de gordura animal: 28% das brasileiras reconhecem excesso de consumo, entre os homens são 47% do total.

Mais tipos de câncer

De acordo com levantamento realizado pelo IBGE, 51% das mulheres brasileiras que apresentam diagnósticos de câncer têm tumores relacionados exclusivamente ou à mama ou ao colo de útero.


Nos homens, os casos de câncer de próstata representam 37% do total, o que significa que as incidências de tumores em outros órgãos do corpo é proporcionalmente maior: 18,7% são na pele; 10,4% no intestino; 5,1% no estômago; 1,6% no pulmão.

Álcool: homens são mais dependentes

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças norte-americano constatou que, nos EUA, 4,5% da população masculina do país é considerada dependente do álcool; a população feminina tem 2,5%.


No Brasil, 36% dos homens afirma ter consumido álcool pelo menos uma vez na última semana; entre mulheres, índice é de 13%. Quando perguntados sobre terem bebido além da conta, diferença é maior: 21,6% dos homens assumem terem exagerado no álcool, mais de três vezes os 6,6% das mulheres.

Fumam 4 vezes mais

Dos aproximadamente um bilhão de fumantes regulares em todo mundo, 800 milhões são homens. No Brasil, segundo o IBGE, a proporção é bem menor, mas mesmo assim a diferença é considerável: 11% das mulheres brasileiras fumam regularmente, enquanto entre homens o índice é de 19%.

 O risco de morte decorrente do tabaco também afeta mais ao sexo masculino: segundo a OMS, todo ano morrem 5 milhões de pessoas por causa do cigarro, 3,5 milhões são homens.

Homens vão menos ao médico

Quantas vezes você vai ao médico para uma consulta preventiva? Se você for homem, é provável que a resposta seja 50% menor do que de uma mulher. É o que diz uma pesquisa realizada pelo sistema de saúde de Orlando: em dois anos, homens visitam seus médicos 50% menos e é três vezes mais provável que um homem passe até cinco anos sem uma consulta médica.

A pesquisa constatou três justificativas masculinas: dizem ter coisas demais para fazer, afirmam ter medo de descobrir o problema e relatam constrangimento com certos exames clínicos (como o de toque de próstata).

Cometem mais suicídios

É verdade que há mais mulheres que tenham depressão e que até, em média, cometem mais tentativas de suicídio que homens. Mas são eles, de fato, que levam o ato até suas últimas consequências: segundo o Mapa da Violência, no Brasil, 78% dos suicídios são cometidos por homens. A hipótese mais recorrente é de que eles buscam muito menos ajuda para doenças mentais e evitam aceitar que apresentam quadros de depressão.


Problemas cardíacos são mais frequentes

De acordo com uma publicação do departamento de saúde da Universidade de Harvard, a incidência de doenças cardíacas é bem maior no sexo masculino: homens são 50% mais propensos a tê-las do que mulheres, sobretudo em idades mais baixas.


Médicos apontam que o organismo masculino ter menos estrogênio é um dos porquês, somado com falta de cuidados médicos, hipertensão e níveis altos de colesterol.


Fonte: VIX - Escrito por Luiz Felipe Silva