quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Qual a parte mais limpa e a mais suja de nosso corpo?

O corpo humano é praticamente uma casa de bactérias. Existem poucas partes do nosso corpo que podem ser consideradas limpas e totalmente livres de germes. De uma maneira geral, o corpo tem uma taxa mínima de bactérias habitando locais onde há líquidos. Sendo assim, as partes mais limpas do corpo humano são os canais por onde passam as lágrimas e a urina.

As bactérias também não existem na bexiga e nas partes inferiores dos pulmões. Por isso, quando um exame detecta uma bactéria estranha nestas regiões é sinal de que a pessoa está passando por uma infecção.

Curiosamente, a urina humana é um líquido muito limpo, muito mais limpo do que a pele e a saliva, por exemplo. A urina apresenta uma mínima presença de bactérias em sua composição.

Já a parte mais suja do corpo é uma velha conhecida de todos nós. Estamos falando da boca. Estudos demonstraram que a boca humana tem um elevado número de germes, e isso pode ser agravado com a falta da higiene bucal.

As bactérias da boca podem até causar sérios problemas de saúde, como o diabetes e doenças do coração. Para se ter uma ideia, em um único beijo de língua, as pessoas trocam mais de 80 milhões de bactérias em dez segundos, de acordo com estudo publicado na revista científica Microbiome.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/

Cientistas alertam: estão aumentando os casos de vermes transmitidos por esta comida que quase todo mundo come, inclusive você!

O sushi, prato típico da culinária japonesa, virou um dos alimentos preferidos dos ocidentais, inclusive os brasileiros.

O alimento faz sucesso principalmente entre os jovens, mas é preciso tomar bastante cuidado.

Segundo um estudo publicado no British Medical Journal, o consumo de sushi está aumentando os casos de infecção parasitária.

Quem chegou a essa conclusão foi uma equipe de pesquisadores portugueses.
Eles usaram como ponto de partida o caso de um paciente de 32 anos.

O homem chegou ao hospital reclamando de dores na barriga, febre e vômitos – sintomas que já estavam ocorrendo havia uma semana.

Depois de realizar uma endoscopia, os médicos descobriram, dentro do estômago dele, larvas do gênero Anisakis.

A enfermidade é causada pela ingestão de peixes e frutos do mar crus ou mal cozidos que contenham larvas desse parasita, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

As coisas ficaram mais claras quando o homem revelou que tinha comido sushi recentemente.

Para tratar as vítimas de anisaquíase, infelizmente, as únicas formas são por meio da endoscopia ou cirurgia – alternativas eficazes para eliminação do verme.


No caso desse paciente, bastou uma endoscopia para ele não sentir mais incômodos.
A anisaquíase é uma doença muito mais comum no Japão, graças aos hábitos alimentares da população, como o consumo de sushi.

A novidade é que ela tem crescido muito no Ocidente.

Isso tem acontecido porque o sushi tem se tornado bastante tradicional.
Para provar a tese, os pesquisadores mostraram que em 25 casos de anisaquíase, estudados entre 1999 e 2002, todos os pacientes tinham uma dieta rica em peixes crus.

O Ministério da Saúde, do Trabalho e da Previdência Social do Japão emitiu um alerta para o crescimento de infecções por anisakis.

De acordo com o Japan Times,  o número de vítimas da doença aumentou de 79, em 2013, para 126, em 2016.

Para você ter noção, em 2004 só houve quatro casos.
Isso não quer dizer que você deve parar de consumir sushi, caso goste.
Na verdade, nossa ênfase é para que tome cuidado.

O governo japonês, por exemplo, orienta para que o peixe seja mantido numa temperatura abaixo de -20°C durante pelo menos 24h.

Também recomenda que o peixe seja aquecido por um minuto, em temperaturas superiores a 60 graus – assim as larvas do parasita são eliminadas.

As recomendações da Agência de Padrões Alimentares dos Estados Unidos (FSA) são similares às do governo do Japão.

Segundo a organização, peixes crus ou levemente cozidos devem ser congelados por quatro dias a uma temperatura de, pelo menos, -15°C.

Aqui no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os pratos preparados ou que contenham peixe cru ou mal cozido devam ser precedidos do congelamento do pescado em pelo menos -20ºC (menos vinte graus Celsius) por um período mínimo de sete dias ou menos -35ºC (menos trinta e cinco graus Celsius) por um período de no mínimo 15 horas.

Para a Anvisa, essas condições já são suficientes para destruir as larvas.

Fonte: Cura pela Natureza

Como tratar a Gordura no Fígado?

Não existe um tratamento específico para o fígado com excesso de gordura. Mas a boa notícia é que se trata de uma doença reversível!

A maneira de tratar a esteatose é determinada de acordo com as causas da doença e segue basicamente três pilares: estilo de vida saudável, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos.

São mais raros os casos em que é necessário também utilizar medicação, mas o acompanhamento médico regular é fundamental.

Geralmente a medida mais eficaz para controlar a gordura no fígado é a perda de peso. Uma redução de 7% no peso corporal pode trazer bons resultados no combate à doença. Porém, é recomendado que a perda de peso seja de forma gradual, pois perdas muito rápidas podem agravar a esteatose.

Em relação às causas e tratamentos…

Se a origem do excesso de gordura no fígado tem a ver com a obesidade e com uma alimentação ruim, o problema deve ser resolvido com mudanças dieta, que precisa ser pobre em gorduras e mais saudável e rica em fibras, aliada a um processo de perda de peso.

Quando a estateose é causada pelo consumo excessivo de álcool, o tratamento envolve deixar de consumir esse tipo de bebidas.

Por último, se a gordura no fígado for motivada por outras doenças, como a diabetes, é preciso tratá-la corretamente para que não causem mais problemas colaterais no fígado.

O mais importante é que seja realizado o tratamento correto da gordura no fígado, de acordo com a sua origem, para que a doença não evolua para um estado mais grave.

Algumas Recomendações

Algumas medidas são importantes para prevenir o acúmulo de gordura no fígado ou para reverter o quadro já instalado.
  1. Esteja atento às medidas da circunferência abdominal, que não devem ultrapassar 88 cm nas mulheres e 102 cm nos homens;
  2. Procure manter o peso dentro dos padrões ideais para sua altura e idade. Só tome cuidado com dietas restritivas que provocam emagrecimento muito rápido, pois elas podem piorar o quadro;
  3. Beba bebidas alcoólicas com moderação;
  4. Beba bastante água;
  5. Restrinja o consumo dos carboidratos refinados e das gorduras saturadas. Substitua esses alimentos por azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e uma alimentação de verdade.
A presença em excesso de gordura no fígado é um risco para a nossa saúde que, se não for tratado adequadamente, pode gerar problemas mais graves. Tenha em mente todos os sintomas citados nesse artigo e consulte seu médico caso seja necessário.

Espero que você tenha notado também quanto é importante combater a gordura na barriga! Para isso, você vai precisar se alimentar com comida de verdade, cortar alimentos processados e açucarados, e também se exercitar.

*Dr. Juliano Pimentel
Fonte: Barriguda News - Via Patu em Foco

Estudos afirmam que anticoncepcionais não são bons para a saúde mental

Image Point Fr/Shutterstock
Um dos métodos contraceptivos mais populares e adotados em todo o mundo, a pílula anticoncepcional faz sucesso por sua praticidade e eficácia, mas ainda levanta dúvidas e afeta de forma negativa a vida de muitas mulheres.


A dosagem hormonal, que varia de acordo com cada marca de medicamento, precisa ser indicada pelo ginecologista e pode levar tempo até que a mulher se adapte a uma opção.

Pílula anticoncepcional afeta a saúde mental

Aumento de peso, aparecimento de espinhas e dor de cabeça são efeitos colaterais comuns e conhecidos do remédio, mas estudos apontam que a pílula anticoncepcional pode também ter grande impacto na saúde mental.

Segundo pesquisas, qualquer método anticoncepcional que contenha hormônios tem potencial para afetar a saúde mental da mulher e, no caso das pílulas, pode alterar a libido feminina, gerando ansiedade e estresse.

Um trabalho científico realizado na Suécia revelou que contraceptivos orais reduzem o bem-estar geral de mulheres saudáveis. A conclusão foi obtida após a avaliação de 340 voluntárias entre 18 e 35 anos de idade que, durante três meses, foram tratadas com placebo ou com pílulas reais.

Sem saber o que estavam ingerindo, as mulheres que tomaram a pílula verdadeira relataram, ao fim do experimento, menor qualidade de vida, especialmente nas áreas relacionadas a saúde, bem-estar, energia e autocontrole. Em sua, elas se diziam sentir negativamente afetadas pelo remédio.

Estudos anteriores já mostraram que mulheres que sofriam de transtornos mentais, como ansiedade crônica e crises de pânico, por exemplo, experimentavam pioras de saúde ao fazerem uso da pílula anticoncepcional.

Em 2016, um amplo levantamento que analisou dados de mais de 1 milhão de mulheres entre 15 e 35 anos de idade reforçou um dado conhecido, mas pouco divulgado: a relação entre uso de pílula anticoncepcional e depressão é muito alta, especialmente entre jovens entre 15 e 19 anos.

Fonte: VIX - Escrito por Paulo Nobuo

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Kate e William se abaixam para falar com os filhos: por que todos os pais deveriam fazer isso?

WPA Pool/Gettyimages
Alguns pais, ao falar com os filhos, direcionam o rosto para baixo para enxergar a criança. Outros se abaixam, para ficar na mesma altura. Este é o caso do príncipe William e da princesa Kate Middleton. Frequentemente eles são flagrados com seus filhos, o príncipe George e a princesa Charlotte, e muitas vezes são clicados agachados, enquanto conversam, chamam atenção, brincam ou mostram alguma coisa. O hábito chamou atenção. Afinal, porque abaixar para falar com crianças?


Especialistas em pedagogia e psicologia dizem que é importante criar um ambiente democrático mesmo com as crianças, o que significa que a hierarquia existente em muitas famílias pode não causar os efeitos desejados.


 Criar um diálogo com os filhos, em que realmente é possível falar e ser ouvido, tem efeitos positivos nas relações familiares e faz com que os pais possam entender melhor aquilo que a criança deseja, além de facilitar o entendimento do filho quanto às orientações dos pais.

WPA Pool/Gettyimages

Olho no olho

Ao conversar com a criança na mesma altura dela, é possível olhá-la nos olhos e tal atitude transmitirá atenção. “Você vai mostrar para ela a importância do contato, da opinião dela, daquilo que ela pensa. É fundamental que se faça isso. Ensina-se o respeito pelo outro. Além disso, quando você conversa assim, vive o presente daquele momento, ajudando a criança a aprender o que é manter o foco em uma conversa, o que é escutar o que o outro está dizendo”, explica a psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, Blenda de Oliveira.


O método faz com que se construa um vínculo entre pais e filhos necessário para que a criança cresça com menos traumas. “No Brasil é muito comum que os pais sejam autoritários com as crianças, mas isso não significa que havará resultado, que a criança irá respeitá-lo e obedecê-lo, significa que as crianças terão medo”, esclarece Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em educação infantil e educação especial.

Ben A. Pruchnie Stringer/gettyimages

Birras

Mas, o que vai acontecer caso os pais optem por não assumir posturas deste tipo? Assim como o adulto demonstrará que não dá importância para o que a criança diz, ela fará o mesmo: terá desinteresse pelo que os pais dizem. “Ela também não vai prestar atenção no que os pais têm a dizer ao longo do tempo e ainda podem querer chamar atenção de mais formas, já que aos poucos passam a se sentir menos importantes. Também não terão vontade de compartilhar o que está acontecendo”, explica Blenda.


O método, portanto, pode ajudar os pais que encaram crianças que fazem birra com frequência. Abaixar-se, escutar e olhar nos olhos pode dar à criança a atenção que ela está procurando de forma mais saudável, inteligente e eficiente.

WPA Pool/gettyimages

Obediência

As orientações também ficam mais entendíveis quando os pais conversam desta forma, já que é possível demonstrar a autoridade de forma mais clara e tranquila. “A ideia não é criar uma relação de poder, a criança sabe que o adulto pode mais, mas ele é muito grande. Então, quando se abaixa, cria-se uma relação mais horizontal, construída em diálogo. Quando você se propõe a estar no nível dela, consegue mais diálogo, mais acordos e combinados”, continua Blenda.


Para as especialistas, a fala tranquila e calma deve ser predominante na relação, sempre evitando gritar, já que causar medo não gera um retorno positivo. Na hora de dar broncas ou orientações mais complicadas, elas indicam falar com firmeza. “O limite é colocado de uma forma tranquila, mas às vezes a criança não cumpre e quando for falar de novo, é preciso falar de uma forma mais firme. Mas não é necessário causar medo no grito. Porque se não ela fará por medo e não porque entendeu o que você fala. Não haverá respeito”, explica a psicanalista.

Chris Jackson/gettyimages

Efeitos

Os resultados do método podem ser vistos logo e fazem diferença inclusive na vida adulta. Essas crianças se tornarão adultos que têm menos medo de falar, que conseguem dizer aquilo que pensam e querem, além de serem mais abertos na hora de fazer e receber críticas. Também serão menos medrosos e mais assertivos e confiantes.

The White House/gettyimages
Fonte: VIX-  Escrito por Gabriela Navalon

7 alimentos gostosos que fazem maravilhas pelo seu cabelo

A máxima da alimentação saudável "você é o que você come" cai como uma luva quando o assunto é saúde capilar. Saiba o que deve entrar no seu menu

Seu sonho é um cabelo forte e brilhante como o da modelo Gisele Bündchen, mas você se joga no junk food dia sim, outro também? De nada adianta gastar rios de dinheiro com tratamentos high tech e produtos caros se o seu prato costuma ser preenchido com calorias vazias. “A saúde dos fios está diretamente relacionada ao que se come. Assim como qualquer parte do corpo, eles precisam de vitaminas e nutrientes essenciais”, esclarece Helena Costa, dermatologista do Rio de Janeiro.

E como cabelo saudável é sinônimo de cabelo bonito, está mais do que na hora de incrementar sua dieta com porções diárias de ingredientes que dão força, brilho e maciez em tempo recorde! Os indicados da especialista:

1. Cenoura
“Rica em betacaroteno, é responsável por controlar a produção sebácea e a oleosidade excessiva do couro cabeludo.”

2. Abacate
“Com ômega-3, antioxidantes, ácido fólico e vitaminas B e E, muito importantes para manter o cabelo forte e prevenir eventual queda.”

3. Grãos integrais
“O zinco presente na linhaça, na quinua, na aveia e na chia estimulam a multiplicação das células, favorecendo o crescimento e o fortalecimento dos fios.”

4. Espinafre
“O complexo B presente no espinafre é fundamental para quem deseja que os fios cresçam rápido e de forma saudável, já que esse nutriente atua na multiplicação celular.”

5. Peixe
“Comer uma porção de peixe três vezes por semana fornece vitamina B3, que aumenta a circulação no couro cabeludo, facilitando a entrega de nutrientes.”

6. Gengibre
“Tem atividade anti-inflamatória, importante para evitar a queda de cabelo, e biotina, que ajuda na prevenção do aparecimento de fios brancos, além de ser essencial para o desenvolvimento do folículo piloso.”

7. Morango
“Repleto de vitamina C, essencial no fortalecimento dos vasos sanguíneos (que nutrem o bulbo) e com ação antioxidante, ele previne o envelhecimento dos fios.”


Fonte: http://boaforma.abril.com.br/beleza/7-alimentos-gostosos-que-fazem-maravilhas-pelo-seu-cabelo/ - Por Camila Neves (colaboradora) - anilakkus/Thinkstock/Getty Images
Via professor José Costa

sábado, 26 de agosto de 2017

Mitos e verdades sobre a saúde íntima feminina

A saúde íntima feminina é um tema muito pouco explorado pelas maiores interessadas nos benefícios desses conhecimentos: as mulheres. Exatamente porque falamos pouco sobre a saúde íntima da mulher, é que muitos mitos sobre esse tema ainda persistem no universo feminino, aumentando a insegurança e a curiosidade sobre esse assunto.


Para poder se informar melhor sobre esse tema que diz respeito ao seu bem-estar e qualidade de vida, que tal conhecer alguns mitos e verdades que circulam por ai sobre a saúde íntima feminina? Confira logo abaixo!

Dormir sem calcinha é um hábito benéfico: Verdade

Dormir sem calcinha pode fazer muito bem para a saúde íntima feminina. A calcinha pode aumentar o risco de irritações na região a noite, já que ela mantem o local mais úmido e propenso para desenvolver algum tipo de acúmulo de bactérias.

Se você não tem o hábito de dormir sem calcinha, não se preocupe! Basta apenas optar por usar os modelos de algodão para descansar a noite, já que eles permitem melhor circulação do ar na região.

Toda mulher deve usar sabonete íntimo para higiene da região: Mito

Os sabonetes íntimos são indicados somente para mulheres que apresentam algum tipo de infecção bacteriana na região, já que eles facilitam o tratamento e controle dos sintomas desses quadros clínicos. O sabonete natural é capaz de manter a região íntima higienizada normalmente.


Lavar a região íntima após ir ao banheiro é necessário: Verdade

A maior responsável pelo desenvolvimento de infecções que afetam a saúde íntima feminina é a urina, que entra em contato com o canal vaginal e pode contaminar a região quando ela não é higienizada corretamente.

O ideal é sempre lavar a região íntima com água após usar o banheiro, porém o uso de papeis umedecidos (neutros e não perfumados) já é suficiente para proteger o canal vaginal.

Usar calças jeans apertadas é prejudicial para a saúde íntima feminina: Verdade

O jeans é um tecido que dificulta bastante a ventilação na região íntima, podendo influenciar no aumento da umidade local e no desequilíbrio da flora vaginal, resultando em infecções  e corrimentos mais frequentes em mulheres que tem o hábito de usar esse tipo de calça. Quando o jeans é muito apertado, o risco de desenvolver infecções é ainda maior, especialmente em dias muito quentes.

Mulheres virgens não podem usar absorventes internos: Mito

Praticamente todas as mulheres podem se beneficiar do uso de absorventes internos, mesmo que não tenham dado início à sua vida sexual. O uso do absorvente interno só deve ser evitado por motivos médicos, por isso a visita ao ginecologista é indispensável para as adolescentes que pretendem usar esse produto.

Não depilar pode influenciar na higiene íntima: Mito

A depilação deve ser realizada de acordo com a escolha de cada mulher. Se você optou por não depilar a região íntima, não se preocupe – os cuidados com a sua higiene serão os mesmos realizados por uma mulher que depila regularmente. É recomendado somente criar o hábito de aparar os pelos da região do púbis para facilitar o processo de limpeza e garantir a saúde íntima.

Anticoncepcionais podem afetar a fertilidade: Mito

O uso de pílulas anticoncepcionais foi, por muito tempo, associado com índices de baixa fertilidade em mulheres que optaram por ter filhos após longos intervalos de uso dessa medicação.

 Esses medicamentos, entretanto, são hoje utilizados como importantes alternativas de tratamento para mulheres que apresentam dificuldade para engravidar por outros motivos clínicos, provando que seu uso não é prejudicial para a fertilidade feminina.

Fonte: Saudável e Feliz

Teia de aranha pode virar tecido biológico resistente e substituir partes do coração

Africastudio/shutterstock
A fim de ajudar quem sofre problemas no coração e reduzir as longas filas para transplante, cientistas trabalham na criação de órgãos sintéticos altamente resistentes. O mais recente é um coração feito de teia de aranha muito resistente e eficaz. Entenda:

Teia de aranha se transforma em tecido do coração

Publicada na revista Advanced Functional Materials, a descoberta partiu do professor Universidade de Erlangen Felix Engel. Ele apontou que a teia proveniente das aranhas-tecedeiras poderia ser usada eficazmente para elaborar tecido cardíaco, o que seria uma esperança para quem sofre com doenças e danos cardíacos.


A ideia de produção foi fruto do empenho dos cientistas da Universidade de Bayreuth, que conseguiram criar em laboratório grandes quantidades de uma proteína de seda com base nas aranhas de jardim. 

Uma das grandes vantagens é que o material é estéril, ou seja, dificulta a propagação de micro-organismos que possam ser maléficos à saúde. Além disso, sua vida útil é de quase 500 anos.


Utilidades variadas

Zsolt Biczo/Shutterstock

 A qualidade da seda de aranha criada em laboratório é ótima e a resistência é maior do que o nylon e outras fibras sintéticas. Isso faz com que ela seja ideal para a produção de biotintas, que são substâncias usadas por impressoras 3D. 

 Já foram realizados testes com animais, em que o experimento foi bem aceito pelo organismo, e o próximo passo é o experimento com humanos.

 Além do coração, o material também poderá revestir implantes mamários e ser empregado em cateteres de diálise e válvulas cardíacas.

Fonte: VIX-  Escrito por Ligia Lotério

Enxaqueca pode levar ao AVC?

Além da dor característica, descubra já se a enxaqueca pode levar ao acidente vascular cerebral (AVC) e confira a lista com 5 informações relacionadas ao incômodo

1. A doença é a segunda causa mais comum de dor de cabeça no mundo. Entre a adolescência e os 40 anos, as mulheres são três vezes mais propensas a desenvolver a patologia, graças à genética e aos hormônios.


2. A dor característica é latejante, o paciente sente ânsia de vômito e há casos com manifestações visuais, como pontos enegrecidos, bolas coloridas, manchas, linhas brilhantes e perdas visuais temporárias.


3. Como a patologia acomete os vasos da cabeça, se não for não tratada pode levar ao acidente vascular cerebral (AVC). Obesidade, fumo, hipertensão e diabetes contribuem para o mesmo quadro.


4. Em alguns pacientes a ingestão de alimentos gordurosos, chocolate, frituras, molhos condimentados e embutidos desencadeia a dor.

5. A automedicação pode levar à cefaleia por abuso de medicação. Para tratar a enxaqueca procure um neurologista.

Fonte: Revista Viva Saúde *Por Priscila Pegatin | Fonte Flávio Sallem, neurologista do Hospital do Coração (SP) | Foto Shutterstock | Adaptação Kelly Miyazzato.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Bibi sofre de “doença de amor” que existe de verdade e é comum em um tipo de pessoa

Mauricio Fidalgo / TV Globo
Vale tudo por amor? Essa pergunta já deve ter passado pela sua cabeça ao assistir a personagem de Juliana Paes, Bibi Perigosa, em “A Força do Querer”, da TV Globo.

A trama, elaborada por Glória Perez, é baseada em fatos reais: a personagem foi inspirada em Fabiana Escobar, a ex-Baronesa do Pó que, assim como retrata o folhetim, envolveu-se com o tráfico por apoio ao marido.


Amor doentio de Bibi Perigosa

Na novela, Juliana vive uma relação amorosa e intensa com Emílio Dantas, que interpreta Rubinho. Ele é seu marido há anos e pai do seu filho, mas aos poucos se envolve no mundo do crime e do tráfico de drogas e ela, por devoção ao seu amado, o segue. 

João Miguel Júnior / TV Globo

Aurora, mãe de Bibi (interpretada por Elizangela do Amaral), é sensata e expõe à filha os exageros que faz em nome do amor que sente pelo marido. 


Bibi mente para conhecidos, começa a esconder fatos de sua mãe e acobertar os crimes de Rubinho. Ela acaba desistindo do sonho de se dedicar à carreira no direito e se transforma em uma perigosa integrante do trágico de drogas.


À revista GQ, Juliana definiu a personalidade de sua personagem: "A Bibi é compulsiva, doentia, sofre da patologia de ser necessária para o homem dela." A condição, chamada amor patológico, ou dependência afetiva, realmente existe e é mais comum do que parece.


Amor patológico: o que é?

Estevam Avellar / TV Globo

 Embora as cenas de "A Força do Querer" sejam um pouco mais intensas do que normalmente acontece na vida real, especialistas garantem que os sinais que Bibi Perigosa apresenta são muito comuns em pessoas que sofrem com uma condição vulgarmente conhecida como "doença de amor". 

 

"Não é classificada como doença nos manuais de medicina e nem pela ciência, embora seja motivo de estudo. Porém, assim como outros tipos de dependência, prejudica a qualidade de vida do indivíduo", afirma a psicóloga Marilene Damaso, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Segundo a definição da especialista, trata-se de um relacionamento em que uma das partes dá atenção exagerada e presta serviços e cuidados à parceria, negligenciando a si. A motivação é o desejo por ganhar algo em troca. "Este indivíduo oferece tudo o que quer receber, mas muitas vezes em vão."

Sinais da dependência afetiva

Para o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, também do Proad-Unifesp, existem 3 indícios importantes da condição.


O primeiro deles é a perda da liberdade de escolha. "Por sentir que não há alternativa", garante. "Muitas pessoas estão aprisionadas em relacionamentos abusivos e, mesmo sabendo que não são saudáveis, não conseguem sair dele."


A segunda característica típica de dependentes afetivos seria o prejuízo. "Isto é, quando essa relação diminui a qualidade de vida da pessoa", explica Vieira. Marilene Damaso exemplifica: "A Bibi aumenta o risco da própria vida para atender aos pedidos de Rubinho, embora tenha a mãe e o ex-namorado tentando trazê-la para a realidade."


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O último ponto destacado por Vieira é o empobrecimento de repertório. "A pessoa tem seu universo limitado e deixa de fazer o que gosta, ver pessoas queridas e familiares. O companheiro ou companheira toma todo o tempo daquela pessoa", conta o psiquiatra. 


Damaso comenta, ainda, que exagero e descontrole são outras marcas características de quem sofre amor patológico. "Esse indivíduo não consegue viver sem o objeto ao qual está adicto - no caso, o outro. Mas poderia ser uma droga como outra qualquer", comenta a especialista. 

Quem são as pessoas que sofrem com dependência afetiva?

Os especialistas afirmam que não é possível determinar com precisão o perfil de pessoa que desenvolve esta dependência. Mas existem alguns padrões importantes.

A característica que parece ser constante é a carência de afeto. "Uma das hipóteses é a de que indivíduos que sofreram traumas na fase de desenvolvimento psico-infantil tenham mais disposição para essa condição", comenta Marilene Damaso.

Baixa autoestima, ego frágil, insegurança, medo de rejeição e dificuldade de lidar com frustrações são outros traços emocionais destas pessoas. Isso não significa dizer, no entanto, que qualquer indivíduo com necessidade maior de afeto irá demonstrar esta patologia.

O diagnóstico, feito por psiquiatra ou psicólogo, é complexo - assim como em qualquer caso de patologia comportamental - e requer análises de padrões muitas vezes sutis.

Anatomy Insider/Shutterstock

Transtornos mentais associados

De acordo com o psiquiatra Diego Tavares, do Hospital das Clínicas (SP), o amor patológico pode acontecer de maneira isolada ou juntamente com outros quadros psiquiátricos.
"É um conjunto de sinais e sintomas que podem acontecer concomitantemente a diversas doenças psiquiátricas e psicológicas, mas não necessariamente", conta, ressaltando que a dependência afetiva não constitui um transtorno mental específico.

Quadros depressivos, ansiosos e transtornos de personalidade, como o Borderline, são algumas das condições que podem estar presentes neste paciente, o que deve ser identificado por um psiquiatra.

Bibi Perigosa: vício por afeto

Marilene Damaso analisa que, provavelmente, a personagem de Juliana Paes não aceita voltar com o ex-namorado, Caio (um advogado bem-sucedido e estável), por considerar o relacionamento com ele tedioso e sem graça. 


Para a especialista, é comum as pessoas que sofrem com dependência amorosa se apegarem ao prazer da turbulência de um relacionamento conturbado. "É a sensação de fazer parte do mundo do outro, de servir ao outro."


Assim como Bibi, muitas pessoas com essa condição acabam negligenciando filhos, familiares e trabalho. "Mas vale lembrar que é uma situação sempre repleta de sofrimento. Pois existe dúvida, angústia e sofrimento. No caso de Bibi, é possível notar isso quando ela pensa com preocupação no filho ou entra em contato com a mãe."

Tratamento para amor patológico

Os especialistas ouvidos por esta reportagem não acreditam em cura, por não se tratar de uma doença propriamente dita. Porém, por ser um quadro que causa sofrimento, é possível fazer acompanhamento psicológico para auxiliar em mudanças comportamentais. 


O Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Proad-Unifesp) é um dos programas que recebe pessoas com este tipo de patologia. Além disso, há grupos de apoio, como o MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas), espalhadas por todo Brasil.

Fonte: VIX - Escrito por Mariana Amorim