quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Se você tem dores de garganta constantes, essa doença pode ser a causa

Thinkstock
A dor de garganta é uma velha conhecida entre pessoas de todas as idades, o que muitas vezes nos leva a encarar a dorzinha como normal, facilmente remediável.


De fato, a dor de garganta pode ser o anúncio de uma gripe se aproximando, ou apenas um sintoma do corpo diante de mudanças de temperatura, mas é preciso ficar atento à sua recorrência e intensidade, pois também pode estar relacionada a sintomas de doenças que pedem atenção.

Dor de garganta e refluxo

 

A dor de garganta frequente, junto a casos de rouquidão e pigarro, podem ser sinais de que seu estômago não está bem. Todos esses sintomas costumam estar a associados a um quadro conhecido como refluxo gastroesofágico.

Refluxo gastroesofágico

O refluxo nada mais é do que o retorno do conteúdo ácido do estômago para o esôfago, que pode também chegar a laringe e faringe. Episódios de refluxo são normais ao longo do dia de qualquer pessoa, principalmente após refeições, mas quando o refluxo se torna excessivo, causando sintomas ou lesões, denomina-se doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE).


O quadro clássico costuma se manifestar com dores no estômago, má digestão e queimação na altura do esôfago. O sintoma mais comum é a azia (pirose), que ocorre por causa da acidez elevada do suco gástrico refluído. O ácido atinge regiões não preparadas para esse contato, provocando inflamação crônica.

kowalska-art/iStock



Tratamento refluxo

O tratamento para o refluxo muito está relacionado a uma mudança comportamental, que inclui uma dieta balenceada, evitando-se alimentos ácidos, frituras, gorduras, refrigerantes e molho de tomate.


Se não for tratado, o refluxo na laringe e faringe, associado principalmente à bebida, drogas ou cigarro podem causar irritações graves na garganta, levando ao aparecimento de feridas nas cordas vocais e podendo até transformar-se em um câncer.

Fonte: VIX-  Escrito por Giulia Ebohon

“Minha ficha ainda não caiu”, diz Beto Barbosa sobre câncer

                                            Instagram


Beto Barbosa encerrou o tratamento com quimioterapia na última sexta-feira (12), mas até agora tem problemas para entender sua luta contra o câncer na próstata e bexiga. O cantor afirmou que ainda não aceitou o diagnóstico.


“A minha ficha ainda não caiu. Os médicos são muito claros: eles dizem que minha chance de viver é 50/50, mas garantem que vão cuidar e fazer tudo que tem que ser feito”, declarou à revista “Quem”.

Diagnosticado em agosto, o artista passará agora para a próxima fase de seu tratamento: “No dia 21 de novembro faço um exame, chamado PET Scan, para saber como ficou a doença, se regrediu bastante, para ver tudinho e, em janeiro, depois do Réveillon, opero para tirar a bexiga e a próstata”.

Vale ressaltar que, mesmo na luta contra o tumor, o músico não deixou a carreira de lado. Beto já tem shows marcados para o próximo dia 24 de novembro e 8 de dezembro em Fortaleza, Ceará.


Estudo indica que 90% das cirurgias de retirada as amígdalas são desnecessárias

pacientes que se submetem a cirurgia correm mais risco de ser prejudicados do que beneficiados


Você conhece alguém que já fez a cirurgia para retirada das amígdalas? Esse é um dos procedimentos mais realizados em todo o mundo, especialmente em crianças e adolescentes. No entanto, de acordo com um recente estudo, 9 em cada 10 operações para remoção das amígdalas das crianças podem ser desnecessárias.


As amígdalas são uma espécie de gânglios linfáticos localizados na parte lateral da garganta e na parte de trás da boca. Elas ajudam a manter bactérias e outros germes longe de locais em que possam causar infecções. Na infância, quando o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, esse órgão é essencial no combate de doenças.

Para pesquisa, especialistas da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, analisaram um banco de dados com registros médicos de todo o Reino Unido entre 2005 e 2016 a respeito de pessoas com até 15 anos. No total, foram considerados dados de mais de 1,6 milhão de pacientes.

As principais indicações para cirurgia de retirada das amígdalas são: uma condição rara chamada PFAPA (que inclui não só inflamação nas amígdalas, mas também febre periódica, estomatite aftosa, faringite e adenite cervical) ou um padrão de episódios graves e frequentes de dores na garganta por causa das amígdalas.

Contudo, a equipe descobriu que poucos dos casos analisados tiveram evidências claras de que a operação era necessária. Os resultados da investigação mostraram que apenas 11% das crianças apresentavam os sintomas realmente necessários para realizar a cirurgia de retirada das amígdalas.


Segundo o autor do estudo, Tom Marshall, o procedimento é realizado em excesso pois "não há realmente uma base de evidências que diga que eles vão ver um benefício. Os pacientes correm mais risco de ser prejudicados do que beneficiados".

Outra pesquisa divulgada em junho, mostrou que a retirada das amígdalas podem aumentar o risco de infecções respiratórias, como laringite, faringite e DPOC. Entenda mais sobre esse estudo clicando aqui!


Escrito por Redação  Minha Vida

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Você sabe o porquê de sentirmos choque ao bater o cotovelo?

Como diz o ditado popular, levar choque ao bater o cotovelo é sinal de “amor de sogra”, mas o que diz a ciência sobre isso? Por que uma leve batida gera uma sensação tão ruim?


De acordo com estudiosos, a batida normalmente acontece na parte interna do cotovelo, onde nos apoiamos. Depois desse impacto, o nervo chamado ulnar cria uma sensação de descarga elétrica.


Como você sabe, os nervos devem transmitir mensagens por meio de impulsos elétricos até o cérebro, então para cada sensação que tivermos existe um padrão elétrico de milésimos de volt. Quando o nervo ulnar é pressionado pela batida, a descarga liberada e transmitida ao cérebro segue o mesmo padrão de descarga que codifica um choque elétrico real.


Esse nervo fica em um lugar subsuperficial, sem nenhum músculo que o proteja, por isso sentimos tanta dor e desconforto quando batemos essa parte do corpo.

Além do choque, essas batidas também causam formigamento, frio ou calor na mão e antebraço. Tudo isso porque a ação causa uma compressão do nervo, assim diminuindo a sensibilidade da mão.

Fonte: tricurioso.com - por

Cientistas descobrem: há um tipo de sangue com maior probabilidade de ter um ataque cardíaco

Você sabia que o nosso tipo sanguíneo diz muito sobre os riscos de termos um ataque cardíaco?

 Se você não sabe do que estamos falando, é bom prestar muita atenção!
Todos nós temos um tipo de sangue, que pode ser: A, B, AB ou 0.

Existe um marcador adicional, o fator Rh, que nem todas as pessoas possuem


Se você possui, esse fator é classificado como 'positivo' (com Rh) ou 'negativo' (sem Rh).

Isso resulta num total de oito grupos sanguíneos: A positivo, A negativo; B positivo, B negativo; AB positivo, AB negativo; e O positivo, O negativo.
Mas por que é importante sabermos qual o nosso tipo?


Quando vamos doar ou receber sangue, não podemos fazer a transfusão sem antes saber se o sangue do doador e receptor são compatíveis.

Por isso na emergência, se você já souber o seu tipo sanguíneo, poderá ganhar tempo e salvar a sua vida ou da pessoa em risco.

Uma pesquisa apresentada no IV Congresso Mundial sobre insuficiência cardíaca aguda concluiu, depois de analisar dados de mais de um milhão de pessoas, aqueles com tipo A, B ou sangue AB eram mais propensos a sofrer de uma doença cardiovascular do que aqueles com grupo sanguíneo do tipo 0.

Mas o que de fato determina essa relação estreita entre determinados tipos sanguíneos com o ataque cardíaco?

Ainda não se sabe ao certo, mas os cientistas sugerem que isso pode ser devido a uma maior concentração da proteína do fator von Willebrand.

Esta proteína favorece o desenvolvimento de coágulos, o que aumenta o risco de ataques.

Além disso, os pesquisadores explicam que as pessoas com sangue diferente do tipo 0 são mais propensas a altos níveis de colesterol.

Há evidências também de que os tipos A, B ou AB têm um risco maior de sofrer um ataque cardíaco diante da alta contaminação do ar.

O trabalho realizado pelas associações americana Intermountain Medical Center Heart Institute e Brigham Young University associa esse risco a um gene chamado ABO, presente em pessoas com os tipos sanguíneos A, B ou AB.

Entenda: os pesquisadores analisaram se uma variação específica neste gene ABO predispõe a um ataque cardíaco em tempos de poluição ambiental.

Segundo Benjamin Horne, epidemiologista clínico e um dos autores da pesquisa, há, sim, uma predisposição.

O limite acima do qual o risco de ataque é maior para pessoas com o tipo sanguíneo 0 é 25 microgramas de contaminação por metro cúbico.

Em níveis acima de 25 microgramas por metro cúbico de contaminação, o aumento do risco é linear, enquanto abaixo desse nível há pouca ou nenhuma diferença de risco.

Pessoas com sangue do tipo 0 também apresentam maior risco de ataque cardíaco ou dor torácica instável em  de alta contaminação.

No entanto, o risco é muito menor, em 10% em vez de 25% para cada 10 microgramas de tipo de sangue não 0.

Assim, em 65 microgramas por metro cúbico de contaminação, uma pessoa com o grupo sanguíneo 0 está enfrentando um risco 40% maior do que se o ar não estivesse defeituoso.

Fonte: Cura pela Natureza

É isto que quem NÃO quer ter diabetes no futuro precisa começar a fazer hoje mesmo

Eviart/Shutterstock
Entre 2006 e 2016, o número de brasileiros com diabetes aumentou 61,8%. Significa dizer que a doença, que antes atingia 5,5% da população, passou a vitimar 8,9% das pessoas - conforme dados do Ministério da Saúde.


O diabetes mellitus é condição que conhecemos popularmente como diabetes, caracterizada por altas quantidades de açúcar no sangue. O quadro é considerado um mal silencioso que está se fazendo cada vez mais presente na população mundial e que, quando não é tratado, pode levar a complicações graves, como cegueira, amputação de membros, AVC e infarto.

O que é o diabetes?

É um grupo de disfunções do pâncreas que causa deficiência na produção de insulina, desregulando a entrada de glicose nas células. Popularmente conhecida como açúcar, a glicose garante a energia necessária para manter ativas as funções do organismo.


Em uma pessoa saudável, esse açúcar é usado como energia para o corpo, ou se acumula em forma de gordura. Já no diabético, que não produz a quantidade necessária de insulina ou não consegue usá-la corretamente no corpo, o açúcar fica acumulado no sangue, gerando o que é chamado de hiperglicemia - que nada mais é que a elevação do açúcar no sangue.


Tipos de diabetes Mellitus

Apesar de todas serem caracterizadas pela disfunção da insulina, há diferenças entre tipos de diabetes. Conheça as principais:

Pré diabetes

Mais comum em pessoas acima dos 40 anos, representa um leve aumento dos níveis de açúcar no sangue, mas não tanto a ponto de caracterizar diabetes. Conforme o Dr. Fadlo Fraige Filho, chefe de serviço endocrinologia do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, esse é o estágio inicial da doença, que se for tratada pode inclusive reverter ou atrasar o avanço.

Diabetes tipo 1

Comum em crianças, adolescentes e jovens, ocorre quando os anticorpos do corpo atacam e destroem as células que criam a insulina. Dessa forma, impede que o corpo produza esse hormônio. Assim, todo o açúcar ingerido fica no sangue. De acordo com a Internacional Diabetes Federation, 5 a 10% dos pacientes que têm a doença possuem o Tipo 1.

Diabetes Tipo 2

Já no tipo 2, a insulina até é produzida, mas o corpo tem baixa quantidade desse hormônio ou não o usa de forma correta. É um tipo de diabetes predominante em adultos, a partir dos 40 anos, porém também são relatados casos de jovens com a doença, em decorrência de má alimentação e sedentarismo.

Diabetes gestacional

Como o próprio nome diz, esse tipo pode aparecer durante a gravidez por causa de hormônios que diminuem a ação da insulina e, consequentemente, aumentam o nível de glicose no sangue. É mais comum a partir da 20ª semana de gestação e os riscos do diabetes gestacional incluem problemas respiratórios, sobrepeso, complicações no parto e, até mesmo, aborto.


Causas

Genética

Os fatores de risco para diabetes variam para cada tipo do problema. Entretanto a predisposição genética é uma condição comum à muitas pessoas.

Quem pode ter

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, além de pessoas com histórico na família, o problema também pode aparecer em indivíduos sedentários, obesos, com sobrepeso, acima de 40 anos e em mulheres cujos filhos nasceram com mais de quatro quilos. Outros motivos que contribuem são níveis de colesterol elevados, pressão alta e uso de corticóides.

Elenabsl/shutterstock

Hábitos para prevenir diabetes

Alimentação equilibrada

O excesso de peso é um fator de risco para o desenvolvimento da doença, por isso, é importante ter uma alimentação rica em verduras, legumes e frutas. E não exagerar nos carboidratos e proteínas. Vale ressaltar que maus hábitos hábitos alimentares não levam necessariamente ao desenvolvimento da doença, mas pode aumentar ou facilitar as chances.

Cuidado com a gordura visceral

Um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2 é o acúmulo da gordura visceral, ou seja, a gordura acumulada na região abdominal que também se concentra no fígado e entre os intestinos.

Pratique atividade física

Os exercícios quando praticados diariamente diminuem o nível de açúcar e gordura no sangue, evitam problemas cardíacos, controlam a pressão arterial, além de auxiliar no emagrecimento. A prática de atividades por 30 minutos diariamente é o suficiente.

Boa noite de sono

A apneia do sono aumenta a produção de hormônios, como o cortisol, que apresentam grande resistência à insulina.

Sem stress

Nesse caso, o stress e problemas emocionais são desencadeadores de hábitos prejudiciais à saúde, como maior consumo de alimentos gordurosos e calóricos e a um maior sedentarismo.

Não fume

A nicotina interfere na ação da insulina, aumentando os níveis de glicose no sangue. Além de aumentar o risco de inflamação das artérias.

Modere no álcool

A ingestão de bebidas alcóolicas contribui para o aumento da gordura visceral, principal causadora do diabetes tipo 2.

Acompanhamento profissional

Além de manter hábitos saudáveis, a melhor recomendação para quem quer evitar a doença e que têm histórico na família, é o acompanhamento profissional médico.

Fonte: VIX- Escrito por Giulia Ebohon

domingo, 11 de novembro de 2018

22 invenções que mudaram nossas vidas

Você conhece a origem do celular? Lembra quando surgiu a internet? O forno elétrico? Confira essas e outras invenções que mudaram o mundo

Dia 9 de novembro comemora-se o Dia dos Inventores. Para comemorar a data, Casa e Jardim fez um compilado das principais invenções que mudaram as nossas vidas. Confira!
 

1. Micro-ondas
Quem inventou o aparelho foi o engenheiro eletrônico Percy LeBaron Spencer em 1946. Contudo, por ser muito caro e pesado, ele era usado apenas por estabelecimentos comerciais. Nos anos 1960 surgiu a versão doméstica, que apareceu no Brasil apenas nos anos 1970.

2. Forno elétrico
Em 1890, o coronel ingês Rookes Evelyn Bell Crompton eletrificou uma placa de ferro e criou uma rudimentar chapa de aquecimento. Surgia aí um dos ancestrais do forno elétrico atual. Em 1941, a Layr Eletrodomésticos começou a comercializar o produto no Brasil.

3. Torneira com sensor
O modelo com sensor de presença para acionamento foi lançado em 1991 pela Docol, batizada como Docolmatic. Ela economiza o consumo de água em até 70%.

4. Lava-Louças
Em 1977 a Brastemp teve a brilhante ideia de criar a primeira lava-louças que comportava pratos, copos e diversos recipientes sujos.

5. Celular
Nem sempre existiu o smartphone... 1983 foi quando tudo começou e, nesse ano, a Motorola lançou o primeiro celular apelidado como DynaTAC 8000X. Pesava 800 g, funcionava por botões e sua bateria permitia conversar por 1 hora ou ficar até 8 horas em stand by. Na época, telas touch eram inimagináveis.
 

6. Válvula hidráulica
Para resolver o problema das casas térreas que sofriam com a falta de pressão, Antonio Ferraresi e Attilio Ricotti inventaram a válvula Hydra em 1932. Inicialmente, ela ganhou o apelido de Liss. Com o passar do tempo, a válvula foi se modernizando, assim como outros objetos do banheiro.
 

7. Cafeteira elétrica
A Melitta foi a primeira empresa a introduzir o eletrodoméstico no Brasil, em 1978. Hoje, as cafeteiras contam com mais recursos do que apenas preparar café. 
 

8. Filtro de café
Quem criou foi a alemã Melitta Bentz após coar a bebida em um papel do tipo mata-borrão ao invés de usar pano. Ali, em 1908, foi criado o filtro de papel! Mas a invenção só chegou no Brasil por volta de 1968.

9. Câmera digital
O Brasil recebeu a primeira câmera digital em 1996, através da Casio. Apesar de inicialmente ter memória baixa e funcionar por pilha, o primeiro modelo (QV-10) fez grande sucesso por ser a pioneira a tirar fotografia e mostrá-la no visor.
 
O Brasil teve a primeira transmissão em cores em 1972, durante a Festa da Uva de Caxias do Sul. A marca brasileira Semp começou meses mais tarde a fabricar os primeiros modelos no Brasil.

11. Ar-condicionado
Quem mora em regiões mais quentes agradece muito essa invenção! O sitema mecânico de condicionamento de ar foi criado em 1902 pelo engenheiro nova-iorquino Willis Carrier. A produção em massa, por outro lado, começou apenas nos anos 1950.

12. Batedeira
As primeiras batedeiras domésticas apareceram em 1918. Mas foi só nos anos 1950 que o eletrodoméstico passou a ficar mais fácil de manusear. A Arno foi a primeira a produzí-la no Brasil, em 1958.

13. Computador
1978 é o ano que o primeiro computador pessoal chegou às lojas. Os norte-americanos Steve Jobs e Steve Wozniak foram os desenvolvedores do aparelho que ganhou o nome de Apple II.
 

14. Internet
Nascida nos Estados Unidos em 1969, a internet era liberada apenas para fins de defesa do país. Passaram-se 18 anos até que ela fosse liberada para uso comercial, em 1987. No Brasil, a rede chegou somente em 1995.

15. Aspirador de pó
Você acredita que o aspirador de pó foi criado em 1908? Há mais de 100 anos! A partir de 1926, a marca sueca Electrolux passou a trazer seus modelos para cá. Somente em 1947 teve início a fabricação no Brasil, com a Walita.

16. Geladeira frost free e sem CFC
As primeiras geladeiras surgiram em 1913. A Brastemp lançou em 1983 o sistema Frost Free que dispensa o degelo de aparelho. Já a preocupação com a liberação do gás CFC (clorofluorcarbono) que prejudica o meio ambiente se consolidou em 1997, quando a Electrolux substituiu-o por outro gás menos poluente.

17. Lavadora
As máquinas de lavar roupas existem desde os anos 1920, contudo, eram manuais. Pensando na facilidade do cliente, a Brastemp cirou a primeira lavadora em 1959, apelidando-a de Super Automática Luxo.

18. Revestimento antiaderente de panela
A francesa T-Fal trouxe essa novidade para o gosto do público em 1959 com a primeira frigideira antiaderente. O Brasil recebeu o modelo apenas em 1980. Cozinhar, hoje, é muito mais fácil com elas, né?

19. Lâmpada
A lâmpada fluorescente foi introduzida no mercado norte-americano em 1938. Após a crise de energia na Europa nos anos 1970, a Philips teve a ideia de criar o modelo fluorescente compacto, sendo 80% mais econômicas que as incandescentes.

20. Ferro a vapor
O primeiro ferro de passar surgiu no século 12 (apesar das pessoas já começarem a dar indícios dessa preocupação no século 4). O americano Henry W. Seely registrou em 1882 o primeiro ferro elétrico, enquanto o de vapor começou a dar as caras em 1926. Mas foi apenas em 1967 que a GE (General Eletric) trouxe a novidade para o Brasil.

21. Videogame
No final dos anos 1970 foi lançado o Atari 2600. Com jogos como Pac Man, Enduro e Alien, o aparelho fez a cabeça de todos!

22. Colchão de molas
Estima-se que os primeiros colchões foram feitos pelos romanos, tendo sido recheados de materiais orgâncios (como palha, lã, ou algodão). Porém o maior problema ainda era o ataque de bichos, bactérias e fungos e por conta disso foi passando por aprimoramentos até chegar a 1871, quando o alemão Heinrich Westphal inventou o modelo de molas.
 

Via Blog professor José Costa
 

Coceira no peito aparece nestas 12 situações (5 são doenças que pedem atenção)

PhuShutter/shutterstock
Uma coceirinha no peito pode parecer uma reação inofensiva. Na maioria dos casos realmente não é algo que compromete sua saúde, mas uma resposta a hábitos que mexem com a sensibilidade da região.

Entretanto, se a coceira no seio é constante e evolui para dores e desconfortos é essencial investigar para saber se o quadro não é sintoma de alguma doença. Pensando no que essa coceira tem a nos dizer, reunimos uma listinha que pode justificar o incômodo.

Por que meus peitos coçam?

Ressecamento

Nem sempre hidratar a região dos seios é uma prioridade, mas a verdade é que a pele dos seios é bastante sensível e, quando não é alvo de cuidados, acaba ficando ressecada e causando coceira local. O ressecamento da pele da região fica pior devido ao clima seco, as temperaturas baixas e aos banhos quentes. Tudo isso pode causar coceira nos seios.

Picada de inseto

Picadas de inseto são a primeira coisa que buscamos na hora da coceira, e de fato, pode ser isso mesmo. Nesses casos é comum encontrar uma elevação na pele e um pouco de vermelhidão no local da picada.

Mau uso do sutiã

O uso de um sutiã que não se adéqua ao seu corpo, por ser apertado demais ou desajustado, pode irritar a região dos seios gerando coceira. Isso pode ocorrer seja por causa do atrito da região com o tecido, seja por afetar a circulação sanguínea, caso esteja muito apertado.


Usar o mesmo sutiã por vários dias também pode dar margem para irritações na pele, uma vez que é normal suar na região e o suor proporciona, naturalmente, a proliferação de fungos e de bactérias, que podem causar uma série de consequências ruins, como mau odor, micoses e furúnculos.

Escova progressiva

A escova progressiva em si não causa coceira, o problema é o produto utilizado para o procedimento. Ao enxaguar a cabeça, algumas mulheres deixam o formol escorrer pelo corpo, e esse composto é suficiente para irritar muito a pele e causar coceira.

Alterações hormonais

Variações hormonais ocorrem com bastante intensidade quando mulheres estão de TPM ou grávidas. Essa variação pode levar à coceira nos seios porque nessas fases a produção de hormônios estimula a circulação nas mamas, o que pode gerar irritação na região. No caso de mulheres grávidas, a alteração hormonal também marca o início da expansão dos tecidos dos seios, o que também pode causar coceira nos seios.

Amamentação

A amamentação intensiva (como durante o período neonatal) pode causar secura induzindo a coceira

Medicação

Algumas medicações como analgésicos causam uma liberação de histamina das celulas do corpo, o que pode causar uma coceira generalizada enquanto age para aliviar a dor.

Coceiras que pedem mais atenção!

Dermatite

Coceira nos seios também pode ser causada por problemas dermatológicos, como a dermatite atópica, um problema que causa irritação e vermelhidão na pele. Mas, o problema tende a melhorar direitinho com o tratamento correto.

Alergia

Esse quadro é chamado de dermatite alérgica de contato e costuma ocorrer quando alguém se torna alérgico a um produto químico que entra em contato com a pele. Nos mamilos, isso poderia ser acarretado pelo metal de um piercing, um medicamento ou produto de cuidado da pele sendo usado naquela área.

Eczema

O eczema é um distúrbio genético da pele frequentemente agravado por exposições ambientais. Uma erupção cutânea de eczema tem uma aparência bastante específica. Ela geralmente é classificada como pequenos inchaços levantados ou manchas avermelhadas na pele.

Psoríase

Como o eczema, a psoríase é outra condição da pele, mas esta é causada por um distúrbio auto-imune. A psoríase também tem um aspecto característico, com placas avermelhadas e escamosas na pele. Embora seja mais comum na parte externa dos cotovelos e joelhos, essa erupção pode aparecer em qualquer lugar, incluindo seios e mamilos.

Doença de Paget

A Doença de Paget também causa vermelhidão e coceira nos mamilos e indica uma fase inicial de câncer. Este tipo raro de câncer ocorre no mamilo e, em seguida, se espalha para a aréola. A coceira é causada pela pele local reagindo às células cancerígenas crescendo dentro do mamilo. O problema vem acompanhada de uma descamação excessiva da pele e não melhora com os tratamentos tradicionais. Nesses casos é extremamente importante procurar um médico.

Fonte: VIX-  Escrito por Giulia Ebohon